Eclâmpsia: o que é, diferenças e muito mais!
Eclâmpsia

Eclâmpsia: o que é, diferenças e muito mais!

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O que é eclâmpsia?

É o surgimento de convulsões generalizadas em gestantes com sinais ou sintomas característicos de pré-eclâmpsia, que não têm outras possíveis causas – oriundas do sistema nervoso central ou metabólicas, por exemplo. Podem ocorrer antes do parto, durante o parto ou no puerpério.

É uma importante causa de morte materna e uma urgência médica, além de enquadrar-se no grupo de doenças hipertensivas específicas da gestação

O que é pré-eclâmpsia?

O que é pré-eclâmpsia?

É uma alteração da pressão arterial específica da gestação, condição que também se inclui no grupo de doenças hipertensivas específicas da gestação. Caracteriza-se pela presença de hipertensão arterial e proteinúria inexplicada em mulheres normotensas previamente à gestação.

A hipertensão é diagnosticada por pressão sistólica maior que 140 mmHg e/ou diastólica maior que 90 mmHg. Já a proteinúria deve ser considerada quando maior que 300mg na urina de 24 horas ou razão proteína/creatinina da urina maior ou igual a 0,3.

A pré-eclâmpsia pode ser grave quando gera alterações sistêmicas de grande importância, tais como:

  • oligúria;
  • edema pulmonar;
  • elevação das transaminases;
  • trombocitopenia; e
  • queda da taxa de filtração glomerular.

Qual a diferença entre eclâmpsia e pré-eclâmpsia?

Conforme visto, a eclâmpsia é uma complicação da pré-eclâmpsia, com a presença de convulsões tônico-clônicas, que aumenta de forma significativa o risco de vida para a gestante e para o feto.

Sintomas

Além dos sintomas anteriormente citados, a gestante pode ter outras manifestações, tais como, cefaleia, distúrbios visuais, dores abdominais no epigástrio ou hipocôndrio direito, confusão mental, dispneia, náuseas e vômitos.  

Síndrome HELLP

A síndrome HELLP é uma evolução especialmente grave da pré-eclâmpsia, que indica disfunção orgânica ameaçadora à vida. Caracteriza-se pela presença de hemólise (H), elevação das enzimas hepáticas (EL) e plaquetas baixas (LP). Nessa condição, a interrupção imediata da gestação é indicada a fim de preservação da vida da gestante. 

Tratamento

O tratamento definitivo de tais condições é o parto. No entanto, é necessário avaliar o risco do parto prematuro, considerando a idade gestacional e a gravidade da pré-eclâmpsia. Exceto na pré-eclâmpsia leve, faz-se necessária a administração de sulfato de magnésio intravenoso nas gestantes

O parto imediato deverá ser realizado na sequência da estabilização da gestante nas seguintes hipóteses:

  • Gestação com 37 semanas ou mais;
  • Eclâmpsia;
  • Pré-eclâmpsia grave com gestação de 34 semanas ou mais;
  • Síndrome HELLP; e
  • Monitoramento fetal desfavorável.

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