{"id":104667,"date":"2026-01-04T10:53:50","date_gmt":"2026-01-04T13:53:50","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=104667"},"modified":"2026-01-05T19:11:41","modified_gmt":"2026-01-05T22:11:41","slug":"resumo-de-rastreamento-do-dm1-atualizacao-exames-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/exames\/resumo-de-rastreamento-do-dm1-atualizacao-exames-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo de Rastreamento do DM1: atualiza\u00e7\u00e3o, exames e mais!"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ol&aacute;, querido doutor e doutora!<\/strong> A atualiza&ccedil;&atilde;o do rastreamento do <strong>Diabetes Mellitus Tipo 1<\/strong> reflete o avan&ccedil;o na compreens&atilde;o da hist&oacute;ria natural da doen&ccedil;a, permitindo identificar a autoimunidade pancre&aacute;tica antes do aparecimento da hiperglicemia cl&iacute;nica.&nbsp;<p><em>O rastreamento baseado na identifica&ccedil;&atilde;o de dois ou mais autoanticorpos permite reconhecer o DM1 ainda em fase pr&eacute;-cl&iacute;nica, mesmo na aus&ecirc;ncia de altera&ccedil;&otilde;es glic&ecirc;micas.<\/em><\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/exames\/resumo-de-rastreamento-do-dm1-atualizacao-exames-e-mais\/#O-que-e-o-Rastreamento-do-DM1\" >O que &eacute; o Rastreamento do DM1&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/exames\/resumo-de-rastreamento-do-dm1-atualizacao-exames-e-mais\/#Bases-imunologicas-e-Autoanticorpos-associados-ao-DM1\" >Bases imunol&oacute;gicas e Autoanticorpos associados ao DM1&nbsp;&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/exames\/resumo-de-rastreamento-do-dm1-atualizacao-exames-e-mais\/#Estadiamento-do-DM1\" >Estadiamento do DM1<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/exames\/resumo-de-rastreamento-do-dm1-atualizacao-exames-e-mais\/#Populacoes-e-idade-recomendada-ao-rastreamento\" >Popula&ccedil;&otilde;es e idade recomendada ao rastreamento<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/exames\/resumo-de-rastreamento-do-dm1-atualizacao-exames-e-mais\/#Metodos-laboratoriais-para-rastreamento\" >M&eacute;todos laboratoriais para rastreamento<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/exames\/resumo-de-rastreamento-do-dm1-atualizacao-exames-e-mais\/#Avaliacao-glicemica-no-rastreamento\" >Avalia&ccedil;&atilde;o glic&ecirc;mica no rastreamento<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/exames\/resumo-de-rastreamento-do-dm1-atualizacao-exames-e-mais\/#Criterios-diagnosticos-por-estagio\" >Crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos por est&aacute;gio&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/exames\/resumo-de-rastreamento-do-dm1-atualizacao-exames-e-mais\/#Monitoramento-e-seguimento-clinico\" >Monitoramento e seguimento cl&iacute;nico<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/exames\/resumo-de-rastreamento-do-dm1-atualizacao-exames-e-mais\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-e-o-rastreamento-do-dm1-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O-que-e-o-Rastreamento-do-DM1\"><\/span>O que &eacute; o Rastreamento do DM1&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O rastreamento do <strong>Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1)<\/strong> corresponde &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o precoce da <strong>autoimunidade contra as c&eacute;lulas beta pancre&aacute;ticas<\/strong>, antes do aparecimento de hiperglicemia cl&iacute;nica ou sintomas cl&aacute;ssicos da doen&ccedil;a. Esse processo baseia-se principalmente na <strong>dosagem de autoanticorpos espec&iacute;ficos<\/strong>, capazes de detectar indiv&iacute;duos em fases iniciais da hist&oacute;ria natural do DM1.<\/p><p>A presen&ccedil;a confirmada de <strong>dois ou mais autoanticorpos positivos<\/strong> caracteriza o chamado <strong>DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico<\/strong>, mesmo na aus&ecirc;ncia de altera&ccedil;&otilde;es glic&ecirc;micas. A partir desse achado, permite-se realizar o <strong>estadiamento da doen&ccedil;a<\/strong>, monitorar a progress&atilde;o metab&oacute;lica e planejar o seguimento cl&iacute;nico de forma estruturada.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-bases-imunologicas-e-autoanticorpos-associados-ao-dm1\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Bases-imunologicas-e-Autoanticorpos-associados-ao-DM1\"><\/span>Bases imunol&oacute;gicas e Autoanticorpos associados ao DM1&nbsp;&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O Diabetes Mellitus Tipo 1 &eacute; uma doen&ccedil;a <strong>autoimune mediada principalmente por linf&oacute;citos T<\/strong>, caracterizada pela destrui&ccedil;&atilde;o progressiva das <strong>c&eacute;lulas beta pancre&aacute;ticas<\/strong> produtoras de insulina. Esse processo ocorre de forma lenta e subcl&iacute;nica, precedendo por anos o aparecimento da hiperglicemia manifesta.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-perda-de-tolerancia-imunologica\">Perda de toler&acirc;ncia imunol&oacute;gica<\/h3><p>A quebra da toler&acirc;ncia imunol&oacute;gica leva ao reconhecimento de ant&iacute;genos das ilhotas pancre&aacute;ticas como alvos do sistema imune. Esse fen&ocirc;meno resulta em inflama&ccedil;&atilde;o cr&ocirc;nica local e redu&ccedil;&atilde;o gradual da massa funcional das c&eacute;lulas beta, permitindo a identifica&ccedil;&atilde;o de <strong>fases pr&eacute;-cl&iacute;nicas<\/strong> do DM1.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-progressao-imunologica-da-doenca\">Progress&atilde;o imunol&oacute;gica da doen&ccedil;a<\/h3><p>A atividade autoimune pode ser detectada ainda na normoglicemia. A progress&atilde;o para est&aacute;gios mais avan&ccedil;ados varia conforme idade, fatores gen&eacute;ticos e perfil imunol&oacute;gico, sendo mais r&aacute;pida em indiv&iacute;duos com <strong>m&uacute;ltiplos autoanticorpos positivos<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-principais-autoanticorpos-utilizados-na-pratica-clinica\">Principais autoanticorpos utilizados na pr&aacute;tica cl&iacute;nica<\/h3><p>Os autoanticorpos mais empregados no rastreamento do DM1 s&atilde;o <strong>anti-descarboxilase do &aacute;cido glut&acirc;mico (anti-GAD)<\/strong>, <strong>anti-tirosina fosfatase (anti-IA2)<\/strong>, <strong>anti-insulina (IAA)<\/strong> e <strong>anti-transportador de zinco 8 (anti-ZnT8)<\/strong>. Eles funcionam como marcadores s&eacute;ricos da autoimunidade contra as c&eacute;lulas beta pancre&aacute;ticas.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-estadiamento-do-dm1\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Estadiamento-do-DM1\"><\/span>Estadiamento do DM1<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O estadiamento do <strong>Diabetes Mellitus Tipo 1<\/strong> descreve a progress&atilde;o da doen&ccedil;a desde a fase <strong>autoimune assintom&aacute;tica<\/strong> at&eacute; o diabetes clinicamente manifesto. Essa classifica&ccedil;&atilde;o baseia-se na presen&ccedil;a de <strong>autoanticorpos contra c&eacute;lulas beta pancre&aacute;ticas<\/strong>, no perfil glic&ecirc;mico e na necessidade de insulina, permitindo acompanhamento longitudinal e estratifica&ccedil;&atilde;o do risco de progress&atilde;o.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-estagio-1\">Est&aacute;gio 1<\/h3><p>Caracteriza-se pela presen&ccedil;a confirmada de <strong>dois ou mais autoanticorpos positivos<\/strong>, sem altera&ccedil;&otilde;es glic&ecirc;micas e sem sintomas cl&iacute;nicos. Nessa fase, a secre&ccedil;&atilde;o end&oacute;gena de insulina ainda &eacute; suficiente para manter a normoglicemia, e n&atilde;o h&aacute; indica&ccedil;&atilde;o de insulinoterapia.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-estagio-2\">Est&aacute;gio 2<\/h3><p>Nesse est&aacute;gio, permanecem <strong>dois ou mais autoanticorpos positivos<\/strong>, associados &agrave; presen&ccedil;a de <strong>disglicemia<\/strong>, sem sintomas cl&aacute;ssicos de diabetes e sem necessidade de insulina. As altera&ccedil;&otilde;es glic&ecirc;micas podem ser detectadas por glicemia de jejum, hemoglobina glicada, teste de toler&acirc;ncia &agrave; glicose oral ou monitoriza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua da glicose. Representa uma fase de maior risco de progress&atilde;o para diabetes cl&iacute;nico.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-estagio-3\">Est&aacute;gio 3<\/h3><p>Corresponde ao <strong>diabetes mellitus tipo 1 cl&iacute;nico<\/strong>, com hiperglicemia que preenche crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos formais, podendo ocorrer com ou sem sintomas. Pode ser subdividido em apresenta&ccedil;&atilde;o assintom&aacute;tica ou sintom&aacute;tica, sendo que nesta &uacute;ltima h&aacute; indica&ccedil;&atilde;o imediata de in&iacute;cio de insulina.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-estagio-4\">Est&aacute;gio 4<\/h3><p>Define o <strong>DM1 de longa dura&ccedil;&atilde;o<\/strong>, no qual j&aacute; ocorreu perda significativa da fun&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas beta, com depend&ecirc;ncia de insulinoterapia cont&iacute;nua e risco cumulativo de complica&ccedil;&otilde;es cr&ocirc;nicas associadas ao diabetes.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-dm1-pre-clinico\">DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico<\/h3><p>O termo <strong>DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico<\/strong> engloba os est&aacute;gios 1 e 2, nos quais h&aacute; autoimunidade comprovada, por&eacute;m aus&ecirc;ncia de crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos para diabetes cl&iacute;nico. Essa fase permite monitoramento estruturado, educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de e identifica&ccedil;&atilde;o precoce da progress&atilde;o metab&oacute;lica.<\/p><figure class=\"wp-block-table alignwide is-style-stripes\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><th class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Est&aacute;gio<\/th><th class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Autoanticorpos<\/th><th>Perfil Glic&ecirc;mico<\/th><th class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Sintomas<\/th><th class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Necessidade de insulina<\/th><th>Caracter&iacute;sticas Cl&iacute;nicas<\/th><\/tr><\/thead><tbody><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Est&aacute;gio 1<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Dois ou mais autoanticorpos positivos confirmados<\/td><td>Glicemia dentro da normalidade<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Ausentes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">N&atilde;o<\/td><td>Fase autoimune inicial, normoglicemia preservada<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Est&aacute;gio 2<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Dois ou mais autoanticorpos positivos confirmados<\/td><td>Presen&ccedil;a de <strong>disglicemia<\/strong> sem crit&eacute;rios formais de diabetes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Ausentes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">N&atilde;o<\/td><td>Redu&ccedil;&atilde;o progressiva da fun&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas beta<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Est&aacute;gio 3A<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Um ou mais autoanticorpos positivos<\/td><td>Hiperglicemia com crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos para diabetes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Ausentes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Avalia&ccedil;&atilde;o individual<\/td><td>Diabetes cl&iacute;nico de in&iacute;cio recente, assintom&aacute;tico<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Est&aacute;gio 3B<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Um ou mais autoanticorpos positivos<\/td><td>Hiperglicemia com crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos para diabetes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Presentes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Sim<\/td><td>Diabetes cl&iacute;nico sintom&aacute;tico, in&iacute;cio imediato de insulina<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Est&aacute;gio 4<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-left\" data-align=\"left\">Vari&aacute;vel<\/td><td>Hiperglicemia cr&ocirc;nica<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Vari&aacute;vel<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Sim<\/td><td>DM1 de longa dura&ccedil;&atilde;o, perda acentuada da fun&ccedil;&atilde;o beta<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-populacoes-e-idade-recomendada-ao-rastreamento\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Populacoes-e-idade-recomendada-ao-rastreamento\"><\/span>Popula&ccedil;&otilde;es e idade recomendada ao rastreamento<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O rastreamento por <strong>autoanticorpos contra c&eacute;lulas beta pancre&aacute;ticas<\/strong> &eacute; direcionado prioritariamente a <strong>parentes de primeiro grau<\/strong> de indiv&iacute;duos com DM1, devido ao risco aumentado de desenvolver a doen&ccedil;a. Nessa popula&ccedil;&atilde;o, o objetivo &eacute; identificar <strong>DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico<\/strong> e organizar acompanhamento para diagn&oacute;stico antecipado e redu&ccedil;&atilde;o de apresenta&ccedil;&otilde;es graves na fase cl&iacute;nica.<\/p><p>Em crian&ccedil;as e adolescentes com hist&oacute;ria familiar de DM1, o rastreamento <strong>permite detectar soroconvers&atilde;o em fases iniciais<\/strong>, per&iacute;odo em que a incid&ecirc;ncia de aparecimento de autoanticorpos &eacute; mais elevada. A estrat&eacute;gia &eacute; baseada em repeti&ccedil;&atilde;o programada dos testes em idades espec&iacute;ficas, quando h&aacute; viabilidade t&eacute;cnica e estrutura de seguimento.<\/p><p>Em pessoas com <strong>15 anos ou mais<\/strong> que n&atilde;o foram rastreadas previamente, pode-se considerar rastreamento em <strong>uma &uacute;nica oportunidade<\/strong>, pois a soroconvers&atilde;o tardia &eacute; menos frequente. Em adultos com achados sugestivos de DM1 em contexto de disglicemia ou hiperglicemia, a dosagem de autoanticorpos auxilia a diferenciar DM1 de outras formas de diabetes.<\/p><p>Embora a maioria dos casos de DM1 cl&iacute;nico ocorra em indiv&iacute;duos sem hist&oacute;ria familiar, o rastreamento universal ainda enfrenta limita&ccedil;&otilde;es de viabilidade e infraestrutura em muitos cen&aacute;rios. Pode haver benef&iacute;cio em iniciativas individuais, desde que exista suporte para manejo e seguimento de resultados positivos, com educa&ccedil;&atilde;o e monitoramento adequados.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-idade-recomendada-e-periodicidade-do-rastreamento\">Idade recomendada e periodicidade do rastreamento<\/h3><p>Quando houver condi&ccedil;&otilde;es de implementa&ccedil;&atilde;o e acompanhamento, recomenda-se iniciar o rastreamento entre <strong>2 e 4 anos<\/strong>, repetindo os testes se negativos nas faixas de <strong>6 a 8 anos<\/strong> e <strong>10 a 15 anos<\/strong>. Essa abordagem aumenta a sensibilidade para detectar casos em fase pr&eacute;-cl&iacute;nica ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<\/p><p>Em indiv&iacute;duos com <strong>15 anos ou mais<\/strong>, sem rastreamento pr&eacute;vio, pode-se considerar uma triagem &uacute;nica de autoanticorpos, sem repeti&ccedil;&atilde;o se os testes forem negativos, devido ao menor risco de surgimento tardio de autoimunidade detect&aacute;vel.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-periodicidade-apos-positividade\">Periodicidade ap&oacute;s positividade<\/h3><p>A periodicidade de repeti&ccedil;&atilde;o dos testes e do monitoramento glic&ecirc;mico passa a depender do <strong>n&uacute;mero de autoanticorpos<\/strong> e do <strong>est&aacute;gio do DM1<\/strong>, com avalia&ccedil;&otilde;es mais frequentes em crian&ccedil;as pequenas e em indiv&iacute;duos com altera&ccedil;&otilde;es glic&ecirc;micas compat&iacute;veis com progress&atilde;o para est&aacute;gios mais avan&ccedil;ados.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-metodos-laboratoriais-para-rastreamento\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Metodos-laboratoriais-para-rastreamento\"><\/span>M&eacute;todos laboratoriais para rastreamento<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O rastreamento do Diabetes Mellitus Tipo 1 baseia-se principalmente na <strong>dosagem de autoanticorpos ant&iacute;genos das c&eacute;lulas beta pancre&aacute;ticas<\/strong>, que funcionam como marcadores sorol&oacute;gicos de autoimunidade. Na pr&aacute;tica cl&iacute;nica, s&atilde;o utilizados <strong>anti-GAD<\/strong>, <strong>anti-IA2<\/strong>, <strong>anti-insulina (IAA)<\/strong> e <strong>anti-ZnT8<\/strong>, preferencialmente dosados de forma concomitante.<\/p><p>Os m&eacute;todos laboratoriais validados para a detec&ccedil;&atilde;o de autoanticorpos incluem <strong>radioimunoensaio<\/strong>, <strong>ELISA<\/strong>, <strong>eletroquimioluminesc&ecirc;ncia<\/strong> e <strong>t&eacute;cnicas de aglutina&ccedil;&atilde;o associadas &agrave; rea&ccedil;&atilde;o em cadeia da polimerase<\/strong>. A escolha do m&eacute;todo deve considerar acur&aacute;cia anal&iacute;tica, disponibilidade local e experi&ecirc;ncia do laborat&oacute;rio.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-confirmacao-da-positividade\">Confirma&ccedil;&atilde;o da positividade<\/h3><p>Resultados positivos para um ou mais autoanticorpos devem ser <strong>confirmados em uma segunda amostra independente<\/strong>, a fim de excluir positividade transit&oacute;ria. A confirma&ccedil;&atilde;o &eacute; particularmente relevante quando h&aacute; detec&ccedil;&atilde;o isolada de um &uacute;nico autoanticorpo.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-estrategia-sequencial-de-testagem\">Estrat&eacute;gia sequencial de testagem<\/h3><p>Em cen&aacute;rios de restri&ccedil;&atilde;o de acesso ou custo elevado, pode-se adotar uma abordagem sequencial, com dosagem inicial de <strong>anti-GAD<\/strong>, <strong>anti-IA2<\/strong> e <strong>IAA<\/strong>, reservando o <strong>anti-ZnT8<\/strong> para situa&ccedil;&otilde;es em que apenas um dos demais anticorpos seja positivo, auxiliando na caracteriza&ccedil;&atilde;o do <strong>DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-limitacoes-e-cuidados-na-interpretacao\">Limita&ccedil;&otilde;es e cuidados na interpreta&ccedil;&atilde;o<\/h3><p>A interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados deve considerar variabilidade metodol&oacute;gica, possibilidade de resultados falso-positivos e contexto cl&iacute;nico do paciente. A presen&ccedil;a persistente de <strong>dois ou mais autoanticorpos positivos<\/strong> &eacute; o principal marcador laboratorial associado &agrave; progress&atilde;o para o DM1 cl&iacute;nico ao longo do tempo<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-avaliacao-glicemica-no-rastreamento\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Avaliacao-glicemica-no-rastreamento\"><\/span>Avalia&ccedil;&atilde;o glic&ecirc;mica no rastreamento<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Em indiv&iacute;duos com <strong>dois ou mais autoanticorpos positivos<\/strong>, a avalia&ccedil;&atilde;o glic&ecirc;mica &eacute; indicada para definir o <strong>est&aacute;gio do DM1<\/strong> e orientar a frequ&ecirc;ncia de monitoramento. O foco &eacute; identificar <strong>disglicemia<\/strong> compat&iacute;vel com progress&atilde;o para est&aacute;gio 2 ou crit&eacute;rios formais de diabetes compat&iacute;veis com est&aacute;gio 3.<\/p><p>A avalia&ccedil;&atilde;o pode incluir <strong>glicemia de jejum<\/strong>, <strong>hemoglobina glicada (HbA1c)<\/strong>, <strong>teste de toler&acirc;ncia &agrave; glicose oral (TTGO)<\/strong> e, quando dispon&iacute;vel, <strong>monitoriza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua da glicose (CGM)<\/strong>. Em crian&ccedil;as, o TTGO &eacute; realizado com <strong>1,75 g\/kg de glicose<\/strong>, at&eacute; o m&aacute;ximo de <strong>75 g<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-disglicemia-por-metodos-laboratoriais\">Disglicemia por m&eacute;todos laboratoriais<\/h3><p>S&atilde;o considerados achados de disglicemia:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Glicemia de jejum<\/strong> entre 100 e 125 mg\/dL;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Glicemia de 2 horas no TTGO<\/strong> entre 140 e 199 mg\/dL;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>HbA1c<\/strong> entre 5,7% e 6,4%; e<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aumento de HbA1c<\/strong> de 10% ou mais em intervalo de 3 a 12 meses.<\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-disglicemia-por-cgm\">Disglicemia por CGM<\/h3><p>No CGM, considera-se disglicemia quando o <strong>tempo acima de 140 mg\/dL<\/strong> for <strong>10% ou mais<\/strong>. Para essa avalia&ccedil;&atilde;o, recomenda-se manter o sensor por <strong>pelo menos 10 dias<\/strong>. Se a disglicemia for identificada por CGM, o exame confirmat&oacute;rio deve ser feito por <strong>m&eacute;todo diferente<\/strong>, n&atilde;o baseado em CGM.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-criterios-diagnosticos-por-estagio-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Criterios-diagnosticos-por-estagio\"><\/span>Crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos por est&aacute;gio&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><figure class=\"wp-block-table alignwide\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><th class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Est&aacute;gio<\/th><th>Autoanticorpos<\/th><th>Crit&eacute;rios Glic&ecirc;micos<\/th><th class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Sintomas<\/th><th class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Necessidade de Insulina<\/th><th>Defini&ccedil;&atilde;o Cl&iacute;nica<\/th><\/tr><\/thead><tbody><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Est&aacute;gio 1<\/strong><\/td><td>Dois ou mais autoanticorpos positivos confirmados<\/td><td>Glicemia dentro da normalidade<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Ausentes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">N&atilde;o<\/td><td>Fase autoimune pr&eacute;-cl&iacute;nica sem disglicemia<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Est&aacute;gio 2A<\/strong><\/td><td>Dois ou mais autoanticorpos positivos confirmados<\/td><td>Glicemia de jejum 100&ndash;115 mg\/dL ou <br>altera&ccedil;&otilde;es discretas no TTGO ou HbA1c<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Ausentes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">N&atilde;o<\/td><td>Disglicemia leve, par&acirc;metros pr&oacute;ximos da normalidade<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Est&aacute;gio 2B<\/strong><\/td><td>Dois ou mais autoanticorpos positivos confirmados<\/td><td>Glicemia de jejum 116&ndash;125 mg\/dL <br><br>HbA1c 5,7&ndash;6,4%<br><br>TTGO 140&ndash;199 mg\/dL ou CGM com tempo acima de 140 mg\/dL &ge;10%<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Ausentes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">N&atilde;o<\/td><td>Disglicemia mais avan&ccedil;ada, pr&oacute;xima aos crit&eacute;rios de diabetes<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Est&aacute;gio 3A<\/strong><\/td><td>Um ou mais autoanticorpos positivos<\/td><td>Crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos de diabetes presentes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Ausentes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Avalia&ccedil;&atilde;o individual<\/td><td>Diabetes cl&iacute;nico assintom&aacute;tico<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Est&aacute;gio 3B<\/strong><\/td><td>Um ou mais autoanticorpos positivos<\/td><td>Crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos de diabetes presentes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Presentes<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Sim<\/td><td>Diabetes cl&iacute;nico sintom&aacute;tico<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Est&aacute;gio 4<\/strong><\/td><td>Vari&aacute;vel<\/td><td>N&atilde;o aplic&aacute;vel<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Vari&aacute;vel<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Sim<\/td><td>DM1 de longa dura&ccedil;&atilde;o<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-monitoramento-e-seguimento-clinico\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Monitoramento-e-seguimento-clinico\"><\/span>Monitoramento e seguimento cl&iacute;nico<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O seguimento de pessoas rastreadas visa identificar precocemente a transi&ccedil;&atilde;o de <strong>DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico<\/strong> para diabetes cl&iacute;nico, orientar fam&iacute;lia e paciente quanto a sinais de hiperglicemia e organizar a periodicidade de reavalia&ccedil;&otilde;es conforme <strong>idade<\/strong>, <strong>n&uacute;mero de autoanticorpos<\/strong> e <strong>perfil glic&ecirc;mico<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conduta-quando-ha-um-unico-autoanticorpo-positivo\">Conduta quando h&aacute; um &uacute;nico autoanticorpo positivo<\/h3><p>A positividade isolada de um autoanticorpo, mesmo quando confirmada, <strong>n&atilde;o caracteriza DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico<\/strong>. Nessa situa&ccedil;&atilde;o, o foco &eacute; reavaliar a persist&ecirc;ncia do marcador e acompanhar o perfil glic&ecirc;mico de forma proporcional ao risco.<\/p><p>Em crian&ccedil;as com um autoanticorpo positivo confirmado, recomenda-se repetir autoanticorpos e avalia&ccedil;&atilde;o glic&ecirc;mica, com monitoramento peri&oacute;dico conforme idade:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Menores de 3 anos<\/strong>: reavalia&ccedil;&atilde;o <strong>semestral<\/strong> nos primeiros 3 anos e depois <strong>anual<\/strong> por mais 3 anos;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>3 anos ou mais<\/strong>: reavalia&ccedil;&atilde;o <strong>anual<\/strong> por 3 anos.<\/li>\n<\/ul><p>A estrat&eacute;gia reconhece que parte relevante das crian&ccedil;as pode apresentar revers&atilde;o da positividade nos primeiros anos ap&oacute;s a soroconvers&atilde;o, e que risco de progress&atilde;o &eacute; maior nos mais jovens.<\/p><p>Para adultos com um autoanticorpo positivo confirmado, o acompanhamento glic&ecirc;mico pode ser:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Anual<\/strong> se houver fatores de risco, como <strong>parente de primeiro grau com DM1<\/strong>, alto risco gen&eacute;tico, <strong>disglicemia<\/strong> ou hist&oacute;ria de hiperglicemia em estresse;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>A cada 3 anos<\/strong> quando n&atilde;o houver fatores de risco.<\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conduta-no-dm1-pre-clinico\">Conduta no DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico<\/h3><p>Em indiv&iacute;duos com <strong>dois ou mais autoanticorpos positivos confirmados<\/strong>, o seguimento deve incluir avalia&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica do perfil glic&ecirc;mico para definir e reavaliar o est&aacute;gio (1 ou 2), al&eacute;m de educa&ccedil;&atilde;o estruturada sobre sintomas de hiperglicemia e preven&ccedil;&atilde;o de cetoacidose.<\/p><p>A avalia&ccedil;&atilde;o glic&ecirc;mica pode ser realizada com <strong>HbA1c<\/strong>, <strong>glicemia de jejum<\/strong>, <strong>TTGO<\/strong> e, quando dispon&iacute;vel, <strong>CGM<\/strong>, escolhendo m&eacute;todos vi&aacute;veis e reprodut&iacute;veis para o acompanhamento longitudinal.<\/p><p>A frequ&ecirc;ncia de monitoramento &eacute; ajustada por <strong>est&aacute;gio<\/strong> e <strong>faixa et&aacute;ria<\/strong>:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Trimestral<\/strong>: crian&ccedil;as em <strong>est&aacute;gio 2<\/strong> de qualquer idade ou em <strong>est&aacute;gio 1<\/strong> com menos de 3 anos;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Semestral<\/strong>: crian&ccedil;as em <strong>est&aacute;gio 1<\/strong> entre 3 e 9 anos;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Anual<\/strong>: crian&ccedil;as em <strong>est&aacute;gio 1<\/strong> acima de 9 e abaixo de 18 anos.<\/li>\n<\/ul><p>Durante intercorr&ecirc;ncias cl&iacute;nicas, recomenda-se monitorar glicose por glicemia capilar e ou CGM quando dispon&iacute;vel, visando reconhecer eleva&ccedil;&otilde;es relevantes em per&iacute;odos de estresse metab&oacute;lico. Esse acompanhamento em doen&ccedil;a intercorrente &eacute; voltado &agrave; seguran&ccedil;a cl&iacute;nica e <strong>n&atilde;o deve ser usado para estadiamento<\/strong>.<\/p><p>Em adultos com dois ou mais autoanticorpos positivos confirmados, recomenda-se monitoramento peri&oacute;dico para diagn&oacute;stico antecipado do est&aacute;gio 3:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Est&aacute;gio 1<\/strong>: avalia&ccedil;&atilde;o <strong>anual por 5 anos<\/strong>, depois <strong>bienal;<\/strong><\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Est&aacute;gio 2<\/strong>: avalia&ccedil;&atilde;o <strong>semestral.<\/strong><\/li>\n<\/ul><p>Em adultos, quando TTGO peri&oacute;dico n&atilde;o for fact&iacute;vel, pode-se acompanhar com <strong>HbA1c<\/strong> e medidas adicionais escolhidas conforme disponibilidade, como glicemias capilares mais frequentes e outras estrat&eacute;gias de avalia&ccedil;&atilde;o glic&ecirc;mica.<\/p><figure class=\"wp-block-table alignwide\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><th>Situa&ccedil;&atilde;o Cl&iacute;nica<\/th><th class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Faixa Et&aacute;ria<\/th><th>Estrat&eacute;gia de Monitoramento<\/th><th class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Periodicidade<\/th><th>Objetivo do Seguimento<\/th><\/tr><\/thead><tbody><tr><td>Um autoanticorpo positivo confirmado<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">&lt; 3 anos<\/td><td>Repetir autoanticorpos + avalia&ccedil;&atilde;o glic&ecirc;mica<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Semestral por 3 anos, depois anual por 3 anos<\/td><td>Identificar persist&ecirc;ncia ou revers&atilde;o da positividade<\/td><\/tr><tr><td>Um autoanticorpo positivo confirmado<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">&ge; 3 anos<\/td><td>Repetir autoanticorpos + avalia&ccedil;&atilde;o glic&ecirc;mica<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Anual por 3 anos<\/td><td>Detectar progress&atilde;o para m&uacute;ltiplos autoanticorpos<\/td><\/tr><tr><td>DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico Est&aacute;gio 1<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">&lt; 3 anos<\/td><td>Avalia&ccedil;&atilde;o glic&ecirc;mica peri&oacute;dica<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Trimestral<\/td><td>Identificar progress&atilde;o precoce<\/td><\/tr><tr><td>DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico Est&aacute;gio 1<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">3 a 9 anos<\/td><td>Avalia&ccedil;&atilde;o glic&ecirc;mica peri&oacute;dica<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Semestral<\/td><td>Monitorar estabilidade metab&oacute;lica<\/td><\/tr><tr><td>DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico Est&aacute;gio 1<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">&gt; 9 e &lt; 18 anos<\/td><td>Avalia&ccedil;&atilde;o glic&ecirc;mica peri&oacute;dica<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Anual<\/td><td>Detectar transi&ccedil;&atilde;o para est&aacute;gio 2<\/td><\/tr><tr><td>DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico Est&aacute;gio 2<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Todas as idades<\/td><td>Avalia&ccedil;&atilde;o glic&ecirc;mica peri&oacute;dica<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Trimestral<\/td><td>Reconhecer evolu&ccedil;&atilde;o para diabetes cl&iacute;nico<\/td><\/tr><tr><td>Adulto com um autoanticorpo positivo<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">&ge; 18 anos<\/td><td>Monitoramento glic&ecirc;mico<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Anual se houver fatores de risco; trienal se ausentes<\/td><td>Diagn&oacute;stico antecipado do DM1 cl&iacute;nico<\/td><\/tr><tr><td>Adulto com DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico Est&aacute;gio 1<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">&ge; 18 anos<\/td><td>Monitoramento glic&ecirc;mico<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Anual por 5 anos, depois bienal<\/td><td>Vigil&acirc;ncia da progress&atilde;o metab&oacute;lica<\/td><\/tr><tr><td>Adulto com DM1 pr&eacute;-cl&iacute;nico Est&aacute;gio 2<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">&ge; 18 anos<\/td><td>Monitoramento glic&ecirc;mico<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Semestral<\/td><td>Reduzir risco de apresenta&ccedil;&atilde;o tardia<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure><p><strong><em>Venha fazer parte da maior plataforma de Medicina do Brasil! O Estrat&eacute;gia MED possui os materiais mais atualizados e cursos ministrados por especialistas na &aacute;rea. N&atilde;o perca a oportunidade de elevar seus estudos, inscreva-se agora e comece a construir um caminho de excel&ecirc;ncia na medicina!<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-veja-tambem\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-saude-bucal-em-pessoas-com-diabetes\/\">Resumo de Sa&uacute;de Bucal em Pessoas com Diabetes<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-diabetes-monogenica-definicao-etiologia-e-mais\/\">Resumo sobre Diabetes Monog&ecirc;nica: defini&ccedil;&atilde;o, etiologia e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-diabetes-mellitus-tipo-1-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo de diabetes mellitus tipo 1: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a>&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-liraglutida-indicacoes-farmacologia-e-mais\/\">Resumo sobre liraglutida: indica&ccedil;&otilde;es, farmacologia e mais!<\/a>&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-cetoacidose-diabetica-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo de cetoacidose diab&eacute;tica: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-acantose-nigricans-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo de acantose nigricans: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a>&nbsp;<\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-canal-do-youtube-nbsp\">Canal do YouTube&nbsp;<\/h3><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@EstrategiaMED\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">YouTube do Estrat&eacute;gia MED<\/a><\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias-bibliograficas-nbsp\">Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas&nbsp;<\/h3><ol class=\"wp-block-list\">\n<li>RODACKI, Melanie et al. <strong>Rastreamento no diabetes mellitus tipo 1 (DM1)<\/strong>. Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes, 2025. DOI: 10.29327\/5738823.2025-1. ISBN: 978-65-5941-367-6.<\/li>\n<\/ol><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ol&aacute;, querido doutor e doutora! 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