{"id":105140,"date":"2026-01-12T17:29:32","date_gmt":"2026-01-12T20:29:32","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=105140"},"modified":"2026-01-13T09:57:10","modified_gmt":"2026-01-13T12:57:10","slug":"resumo-de-edema-dependente-riscos-tratamento-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-edema-dependente-riscos-tratamento-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo de Edema Dependente: riscos, tratamento e mais!"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ol&aacute;, querido doutor e doutora!<\/strong> O edema dependente &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o frequente na pr&aacute;tica cl&iacute;nica, especialmente em adultos mais velhos, caracterizada pelo ac&uacute;mulo de l&iacute;quido em regi&otilde;es corporais influenciadas pela gravidade. Seu reconhecimento adequado exige correla&ccedil;&atilde;o entre achados cl&iacute;nicos, fatores de risco e exclus&atilde;o de causas sist&ecirc;micas ou agudas.<p><em>O edema dependente tende a piorar ao longo do dia e apresentar melhora significativa com a eleva&ccedil;&atilde;o dos membros inferiores, refletindo a influ&ecirc;ncia direta da gravidade sobre a hemodin&acirc;mica venosa.<\/em><\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-edema-dependente-riscos-tratamento-e-mais\/#O-que-e-o-edema-dependente\" >O que &eacute; o edema dependente&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-edema-dependente-riscos-tratamento-e-mais\/#Fisiopatologia-do-edema-dependente\" >Fisiopatologia do edema dependente<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-edema-dependente-riscos-tratamento-e-mais\/#Epidemiologia-e-fatores-de-risco\" >Epidemiologia e fatores de risco<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-edema-dependente-riscos-tratamento-e-mais\/#Avaliacao-clinica\" >Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-edema-dependente-riscos-tratamento-e-mais\/#Diagnostico\" >Diagn&oacute;stico&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-edema-dependente-riscos-tratamento-e-mais\/#Tratamento\" >Tratamento<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-edema-dependente-riscos-tratamento-e-mais\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-e-o-edema-dependente-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O-que-e-o-edema-dependente\"><\/span>O que &eacute; o edema dependente&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Edema dependente corresponde ao <strong>ac&uacute;mulo de l&iacute;quido no interst&iacute;cio<\/strong>, predominante nas <strong>extremidades inferiores<\/strong>, cuja intensidade aumenta com a perman&ecirc;ncia em posi&ccedil;&atilde;o ortost&aacute;tica, seja em p&eacute; ou sentado, pela a&ccedil;&atilde;o da gravidade. Manifesta-se com maior frequ&ecirc;ncia em regi&otilde;es <strong>distais ao cora&ccedil;&atilde;o<\/strong>, como p&eacute;s e tornozelos, tornando-se mais percept&iacute;vel ao final do dia ou ap&oacute;s longos per&iacute;odos de imobilidade.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fisiopatologia-do-edema-dependente\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Fisiopatologia-do-edema-dependente\"><\/span>Fisiopatologia do edema dependente<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O principal mecanismo envolvido no edema dependente &eacute; o <strong>aumento da press&atilde;o hidrost&aacute;tica nos capilares venosos<\/strong>, que favorece a passagem de l&iacute;quido do espa&ccedil;o intravascular para o interst&iacute;cio. Esse fen&ocirc;meno &eacute; comum em situa&ccedil;&otilde;es como <strong>insufici&ecirc;ncia venosa<\/strong>, insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca e eleva&ccedil;&atilde;o das press&otilde;es centrais, sobretudo em regi&otilde;es corporais mais declives.<\/p><p>Em condi&ccedil;&otilde;es normais, o sistema linf&aacute;tico &eacute; capaz de compensar o aumento da filtra&ccedil;&atilde;o capilar. No edema dependente, essa capacidade pode se tornar limitada por <strong>sobrecarga do sistema linf&aacute;tico<\/strong> ou por disfun&ccedil;&otilde;es estruturais e funcionais, resultando em <strong>reten&ccedil;&atilde;o persistente de l&iacute;quido intersticial<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-alteracoes-do-intersticio-e-retencao-hidrossalina\">Altera&ccedil;&otilde;es do interst&iacute;cio e reten&ccedil;&atilde;o hidrossalina<\/h3><p>Modifica&ccedil;&otilde;es na matriz intersticial, como <strong>aumento da complac&ecirc;ncia tecidual<\/strong> e altera&ccedil;&otilde;es nos glicosaminoglicanos, facilitam a reten&ccedil;&atilde;o de s&oacute;dio e &aacute;gua no interst&iacute;cio. Essas altera&ccedil;&otilde;es reduzem a capacidade do tecido de se opor ao ac&uacute;mulo de l&iacute;quido, contribuindo para a progress&atilde;o do edema.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-comprometimento-do-retorno-venoso-periferico\">Comprometimento do retorno venoso perif&eacute;rico<\/h3><p>A <strong>bomba muscular da panturrilha<\/strong> tem participa&ccedil;&atilde;o direta no retorno venoso dos membros inferiores. Sua inefici&ecirc;ncia, associada &agrave; imobilidade prolongada ou &agrave; disfun&ccedil;&atilde;o venosa, leva ao aumento da press&atilde;o venosa distal e favorece a forma&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o do edema dependente.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-influencia-da-gravidade\">Influ&ecirc;ncia da gravidade<\/h3><p>A <strong>a&ccedil;&atilde;o gravitacional<\/strong> intensifica todos esses mecanismos, promovendo maior ac&uacute;mulo de l&iacute;quido nas regi&otilde;es mais baixas do corpo, especialmente quando o paciente permanece longo per&iacute;odos em posi&ccedil;&atilde;o ortost&aacute;tica ou sentada.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-epidemiologia-e-fatores-de-risco\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Epidemiologia-e-fatores-de-risco\"><\/span>Epidemiologia e fatores de risco<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O edema dependente apresenta <strong>alta preval&ecirc;ncia em adultos mais velhos<\/strong>, sendo observado com maior frequ&ecirc;ncia a partir da quinta d&eacute;cada de vida. Em estudos populacionais, uma parcela significativa dos indiv&iacute;duos acima de 50 anos apresenta <strong>edema perif&eacute;rico persistente<\/strong>, especialmente em p&eacute;s e tornozelos. A condi&ccedil;&atilde;o &eacute; mais comum em <strong>mulheres<\/strong>, pessoas de <strong>ra&ccedil;a n&atilde;o branca<\/strong> e em indiv&iacute;duos com <strong>menor n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-condicoes-clinicas-associadas\">Condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas associadas<\/h3><p>Diversas comorbidades est&atilde;o associadas ao desenvolvimento do edema dependente, incluindo <strong>obesidade<\/strong>, <strong>diabetes mellitus<\/strong>, <strong>hipertens&atilde;o arterial<\/strong>, <strong>dor cr&ocirc;nica<\/strong>, <strong>baixa atividade f&iacute;sica<\/strong> e <strong>limita&ccedil;&otilde;es de mobilidade<\/strong>. Essas condi&ccedil;&otilde;es contribuem para altera&ccedil;&otilde;es hemodin&acirc;micas e redu&ccedil;&atilde;o da efici&ecirc;ncia do retorno venoso e linf&aacute;tico.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fatores-de-risco-sistemicos\">Fatores de risco sist&ecirc;micos<\/h3><p>Entre os principais fatores de risco destaca-se<strong> idade avan&ccedil;ada<\/strong>, insufici&ecirc;ncia venosa cr&ocirc;nica, insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca, <strong>doen&ccedil;as hep&aacute;ticas<\/strong>, doen&ccedil;as renais &mdash; especialmente s&iacute;ndrome nefr&oacute;tica, al&eacute;m de sedentarismo e <strong>imobiliza&ccedil;&atilde;o prolongada<\/strong>. Situa&ccedil;&otilde;es que cursam com aumento da reten&ccedil;&atilde;o hidrossalina ou da press&atilde;o venosa perif&eacute;rica favorecem o aparecimento do edema.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-uso-de-medicamentos-e-condicoes-especificas\">Uso de medicamentos e condi&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas<\/h3><p>O edema dependente pode estar relacionado ao uso de determinados f&aacute;rmacos, como <strong>anti-hipertensivos<\/strong>, anti-inflamat&oacute;rios, horm&ocirc;nios e <strong>bloqueadores dos canais de c&aacute;lcio<\/strong>. Outras condi&ccedil;&otilde;es associadas incluem <strong>gesta&ccedil;&atilde;o<\/strong>, apneia obstrutiva do sono, hist&oacute;rico de trombose venosa, cirurgias pr&eacute;vias e radioterapia, que podem comprometer o sistema venoso ou linf&aacute;tico.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-avaliacao-clinica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Avaliacao-clinica\"><\/span>Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O edema dependente se manifesta como <strong>aumento de volume em regi&otilde;es gravitacionalmente inferiores<\/strong>, mais frequentemente em tornozelos e p&eacute;s, podendo acometer a regi&atilde;o sacral em pacientes acamados. Em geral, apresenta-se de forma <strong>bilateral<\/strong>, com in&iacute;cio insidioso e <strong>pitting positivo<\/strong> nas fases iniciais, caracterizado pela forma&ccedil;&atilde;o de depress&atilde;o transit&oacute;ria &agrave; palpa&ccedil;&atilde;o digital.<\/p><p>Uma caracter&iacute;stica cl&iacute;nica marcante &eacute; a <strong>piora progressiva ao longo do dia<\/strong>, sobretudo ap&oacute;s per&iacute;odos prolongados em posi&ccedil;&atilde;o ortost&aacute;tica ou sentada. Observa-se <strong>melhora com a eleva&ccedil;&atilde;o dos membros inferiores<\/strong>, achado que auxilia na diferencia&ccedil;&atilde;o de outras causas de edema perif&eacute;rico.<\/p><p>Os pacientes podem relatar <strong>sensa&ccedil;&atilde;o de peso<\/strong>, desconforto ou dor leve nas extremidades, especialmente quando h&aacute; insufici&ecirc;ncia venosa cr&ocirc;nica associada. Em est&aacute;gios mais avan&ccedil;ados, podem surgir <strong>altera&ccedil;&otilde;es cut&acirc;neas<\/strong>, como hiperpigmenta&ccedil;&atilde;o, dermatite de estase e, em casos selecionados, &uacute;lceras venosas.<\/p><p>De modo geral, o edema dependente <strong>n&atilde;o cursa com dor intensa, calor local ou sinais inflamat&oacute;rios<\/strong>. A presen&ccedil;a desses achados sugere diagn&oacute;sticos alternativos ou complica&ccedil;&otilde;es, como celulite ou trombose venosa profunda, que devem ser avaliadas de forma direcionada.<\/p><p>O edema dependente raramente se associa a sintomas sist&ecirc;micos isoladamente. Quando coexistem <strong>doen&ccedil;as card&iacute;acas, renais ou hep&aacute;ticas<\/strong>, podem estar presentes manifesta&ccedil;&otilde;es adicionais, como edema generalizado, ascite ou anasarca, al&eacute;m de outros sinais de congest&atilde;o sist&ecirc;mica. Nesses cen&aacute;rios, a investiga&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica deve ser ampliada para defini&ccedil;&atilde;o da etiologia subjacente.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico\"><\/span>Diagn&oacute;stico&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico do edema dependente baseia-se, inicialmente, na <strong>presen&ccedil;a de edema em regi&otilde;es gravitacionais<\/strong>, como tornozelos e p&eacute;s em pacientes deambulantes e regi&atilde;o sacral em indiv&iacute;duos acamados. Observa-se <strong>piora com ortostatismo prolongado<\/strong> e <strong>melhora com a eleva&ccedil;&atilde;o dos membros inferiores<\/strong>, padr&atilde;o sugestivo de influ&ecirc;ncia gravitacional.<\/p><p>O edema &eacute;, em geral, <strong>bilateral e sim&eacute;trico<\/strong>, apresentando <strong>sinal de cacifo positivo<\/strong> nas fases iniciais. O in&iacute;cio costuma ser insidioso, sem sinais inflamat&oacute;rios locais relevantes, o que auxilia na diferencia&ccedil;&atilde;o de causas agudas.<\/p><p>A hist&oacute;ria cl&iacute;nica costuma ser compat&iacute;vel com <strong>aus&ecirc;ncia de sintomas sist&ecirc;micos importantes<\/strong>, como dispneia ou ortopneia isoladas, e associa&ccedil;&atilde;o com fatores de risco frequentes, incluindo <strong>idade avan&ccedil;ada<\/strong>, obesidade, insufici&ecirc;ncia venosa cr&ocirc;nica, sedentarismo, <strong>uso de medicamentos<\/strong> como bloqueadores dos canais de c&aacute;lcio, imobiliza&ccedil;&atilde;o prolongada e gesta&ccedil;&atilde;o.<\/p><p>A confirma&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica requer a <strong>exclus&atilde;o de etiologias sist&ecirc;micas<\/strong>, como causas card&iacute;acas, renais ou hep&aacute;ticas, bem como de causas locais agudas, como trombose venosa profunda, infec&ccedil;&atilde;o ou trauma. Essa etapa &eacute; realizada por meio de anamnese dirigida, exame f&iacute;sico e <strong>exames laboratoriais b&aacute;sicos<\/strong>, incluindo avalia&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o renal, hep&aacute;tica e tireoidiana, pesquisa de protein&uacute;ria e, quando indicado, marcadores de congest&atilde;o. A ultrassonografia venosa pode ser utilizada em situa&ccedil;&otilde;es selecionadas.<\/p><p>O diagn&oacute;stico &eacute; refor&ccedil;ado pela <strong>coer&ecirc;ncia com a fisiopatologia<\/strong>, caracterizada por aumento da press&atilde;o hidrost&aacute;tica venosa nos membros inferiores, potencializado pela gravidade, com <strong>drenagem linf&aacute;tica preservada ou discretamente comprometida<\/strong> e aus&ecirc;ncia de inflama&ccedil;&atilde;o local significativa.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento\"><\/span>Tratamento<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O manejo do edema dependente inicia-se com <strong>avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica e laboratorial direcionada<\/strong>, com o objetivo de diferenciar <strong>causas sist&ecirc;micas<\/strong> como insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca, doen&ccedil;a renal e cirrose, de <strong>causas locais<\/strong>, incluindo insufici&ecirc;ncia venosa cr&ocirc;nica, linfedema e edema idiop&aacute;tico. A investiga&ccedil;&atilde;o deve ser guiada pela anamnese, exame f&iacute;sico e exames complementares selecionados, al&eacute;m da avalia&ccedil;&atilde;o vascular perif&eacute;rica antes da introdu&ccedil;&atilde;o de terapia compressiva em pacientes com risco de doen&ccedil;a arterial perif&eacute;rica.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-medidas-nao-farmacologicas\">Medidas n&atilde;o farmacol&oacute;gicas<\/h3><p>A <strong>eleva&ccedil;&atilde;o dos membros inferiores<\/strong> e a redu&ccedil;&atilde;o do tempo em ortostatismo prolongado s&atilde;o estrat&eacute;gias iniciais amplamente recomendadas, pois favorecem o retorno venoso e reduzem o ac&uacute;mulo de l&iacute;quido intersticial. A pr&aacute;tica de <strong>exerc&iacute;cios que ativam a bomba muscular da panturrilha<\/strong>, como movimentos repetidos de flex&atilde;o e extens&atilde;o dos p&eacute;s, contribui para a drenagem venosa perif&eacute;rica.<\/p><p>A <strong>terapia compressiva<\/strong> constitui a principal abordagem no edema dependente de origem venosa funcional ou associado &agrave; insufici&ecirc;ncia venosa cr&ocirc;nica. Meias el&aacute;sticas graduadas, bandagens, dispositivos ajust&aacute;veis e compress&atilde;o pneum&aacute;tica intermitente podem ser utilizados conforme a toler&acirc;ncia e o perfil do paciente. N&iacute;veis moderados de compress&atilde;o tendem a apresentar melhor ades&atilde;o em uso prolongado, enquanto compress&otilde;es mais elevadas s&atilde;o reservadas para situa&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas, como presen&ccedil;a de &uacute;lceras venosas.<\/p><p>O <strong>controle do peso corporal<\/strong> e o tratamento de comorbidades como obesidade e apneia obstrutiva do sono auxiliam na redu&ccedil;&atilde;o da progress&atilde;o do edema e na melhora dos sintomas. Em casos de linfedema, a <strong>fisioterapia descongestiva complexa<\/strong>, associada &agrave; drenagem linf&aacute;tica manual, compress&atilde;o e cuidados rigorosos com a pele, reduz o volume do edema e previne complica&ccedil;&otilde;es cut&acirc;neas.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-intervencoes-farmacologicas\">Interven&ccedil;&otilde;es farmacol&oacute;gicas<\/h3><p>O uso de <strong>diur&eacute;ticos<\/strong> deve ser restrito a situa&ccedil;&otilde;es em que o edema esteja relacionado a causas sist&ecirc;micas, como insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca, s&iacute;ndrome nefr&oacute;tica ou cirrose. Nesses cen&aacute;rios, diur&eacute;ticos de al&ccedil;a s&atilde;o preferidos, podendo ser associados a outras classes em casos selecionados. Antagonistas da aldosterona s&atilde;o utilizados conforme a condi&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica associada.<\/p><p>Em pacientes com insufici&ecirc;ncia venosa cr&ocirc;nica, <strong>f&aacute;rmacos venot&ocirc;nicos<\/strong> apresentam benef&iacute;cio moderado na redu&ccedil;&atilde;o do edema e dos sintomas associados, como sensa&ccedil;&atilde;o de peso e desconforto. A pentoxifilina pode ser considerada em casos de &uacute;lceras venosas como terapia adjuvante.<\/p><p>Diur&eacute;ticos <strong>n&atilde;o s&atilde;o indicados<\/strong> para edema idiop&aacute;tico ou edema venoso funcional isolado, situa&ccedil;&otilde;es em que devem ser priorizadas <strong>restri&ccedil;&atilde;o de s&oacute;dio<\/strong>, medidas posturais e compress&atilde;o el&aacute;stica. A revis&atilde;o da prescri&ccedil;&atilde;o medicamentosa &eacute; relevante, pois a <strong>suspens&atilde;o ou ajuste de f&aacute;rmacos associados ao edema<\/strong>, como bloqueadores dos canais de c&aacute;lcio, pode resultar em melhora cl&iacute;nica.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-situacoes-especiais\">Situa&ccedil;&otilde;es especiais<\/h3><p>No <strong>edema idiop&aacute;tico<\/strong>, recomenda-se abordagem conservadora baseada em medidas posturais, redu&ccedil;&atilde;o da ingest&atilde;o de sal e compress&atilde;o, reservando diur&eacute;ticos para casos selecionados. O <strong>linfedema<\/strong> requer manejo espec&iacute;fico com fisioterapia descongestiva, compress&atilde;o cont&iacute;nua, exerc&iacute;cios e vigil&acirc;ncia cut&acirc;nea.<\/p><p>Pacientes com <strong>edema p&oacute;s-tromb&oacute;tico<\/strong> devem receber compress&atilde;o el&aacute;stica associada ao tratamento anticoagulante conforme indica&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, visando reduzir sintomas e prevenir complica&ccedil;&otilde;es cr&ocirc;nicas. Em <strong>gestantes<\/strong>, o manejo baseia-se em medidas conservadoras, como eleva&ccedil;&atilde;o dos membros, redu&ccedil;&atilde;o do tempo em p&eacute;, dec&uacute;bito lateral esquerdo e uso de meias de compress&atilde;o.<\/p><p><strong><em>Venha fazer parte da maior plataforma de Medicina do Brasil! O Estrat&eacute;gia MED possui os materiais mais atualizados e cursos ministrados por especialistas na &aacute;rea. 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P.; STUDDIFORD, J. S.; PICKLE, S.; TULLY, A. S. <strong>Edema: diagnosis and management<\/strong>. <em>American Family Physician<\/em>, v. 88, n. 2, p. 102&ndash;110, 2013.<\/li>\n<\/ol><ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>PEDRINELLI, R.; DELL&rsquo;OMO, G.; MELILLO, E.; MARIANI, M. <strong>Amlodipine, enalapril, and dependent leg edema in essential hypertension<\/strong>. <em>Hypertension<\/em>, v. 35, n. 2, p. 621&ndash;625, 2000.<\/li>\n<\/ol><ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>BAISH, J. W.; PADERA, T. P.; MUNN, L. L. <strong>The effects of gravity and compression on interstitial fluid transport in the lower limb<\/strong>. <em>Scientific Reports<\/em>, v. 12, p. 1&ndash;10, 2022.<\/li>\n<\/ol><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ol&aacute;, querido doutor e doutora! 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