{"id":107811,"date":"2026-03-03T18:31:37","date_gmt":"2026-03-03T21:31:37","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=107811"},"modified":"2026-03-06T12:00:25","modified_gmt":"2026-03-06T15:00:25","slug":"resumo-sobre-colecistite-enfisematosa-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-colecistite-enfisematosa-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo sobre Colecistite enfisematosa: defini\u00e7\u00e3o, manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e mais!"},"content":{"rendered":"<p>E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? Hoje o foco &eacute; a <strong>colecistite enfisematosa<\/strong>, uma forma grave e rara de inflama&ccedil;&atilde;o da ves&iacute;cula biliar caracterizada pela presen&ccedil;a de g&aacute;s na parede ou no interior do &oacute;rg&atilde;o, geralmente causada por bact&eacute;rias produtoras de g&aacute;s.&nbsp;<p>O <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> est&aacute; aqui para descomplicar esse conceito e ajudar voc&ecirc; a aprofundar seus conhecimentos, promovendo uma pr&aacute;tica cl&iacute;nica cada vez mais eficaz e segura.<\/p><p>Vamos nessa!<\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-colecistite-enfisematosa-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Definicao-de-Colecistite-enfisematosa\" >Defini&ccedil;&atilde;o de Colecistite enfisematosa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-colecistite-enfisematosa-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Etiologia-da-Colecistite-enfisematosa\" >Etiologia da Colecistite enfisematosa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-colecistite-enfisematosa-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Epidemiologia-da-Colecistite-enfisematosa\" >Epidemiologia da Colecistite enfisematosa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-colecistite-enfisematosa-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Fisiopatologia-da-Colecistite-enfisematosa\" >Fisiopatologia da Colecistite enfisematosa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-colecistite-enfisematosa-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Manifestacoes-clinicas-da-Colecistite-enfisematosa\" >Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da Colecistite enfisematosa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-colecistite-enfisematosa-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Diagnostico-de-Colecistite-enfisematosa\" >Diagn&oacute;stico de Colecistite enfisematosa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-colecistite-enfisematosa-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Tratamento-da-Colecistite-enfisematosa\" >Tratamento da Colecistite enfisematosa<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-colecistite-enfisematosa-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#De-olho-na-prova\" >De olho na prova!<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-colecistite-enfisematosa-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m!<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-10\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-colecistite-enfisematosa-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Referencias\" >Refer&ecirc;ncias<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-definicao-de-colecistite-enfisematosa\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Definicao-de-Colecistite-enfisematosa\"><\/span>Defini&ccedil;&atilde;o de Colecistite enfisematosa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A <strong>colecistite enfisematosa<\/strong> &eacute; uma forma grave e fulminante de colecistite aguda, distinta da colecistite associada a c&aacute;lculos biliares quanto &agrave; sua fisiopatologia e perfil epidemiol&oacute;gico. Sua principal caracter&iacute;stica &eacute; a presen&ccedil;a de g&aacute;s no l&uacute;men e na parede da ves&iacute;cula biliar, podendo tamb&eacute;m haver g&aacute;s nas vias biliares ou em estruturas adjacentes.<\/p><p>Corresponde a aproximadamente 1% dos casos de colecistite aguda, por&eacute;m apresenta morbidade e mortalidade significativamente mais elevadas. Ocorre com maior frequ&ecirc;ncia em pacientes com diabetes mellitus e em indiv&iacute;duos imunossuprimidos, configurando uma condi&ccedil;&atilde;o potencialmente fatal que exige diagn&oacute;stico e tratamento imediatos.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-etiologia-da-colecistite-enfisematosa\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Etiologia-da-Colecistite-enfisematosa\"><\/span>Etiologia da Colecistite enfisematosa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A <strong>etiologia da colecistite enfisematosa<\/strong> est&aacute; relacionada principalmente &agrave; infec&ccedil;&atilde;o da ves&iacute;cula biliar por microrganismos produtores de g&aacute;s, associada a fatores que comprometem a perfus&atilde;o vascular e a resposta imunol&oacute;gica do paciente.<\/p><p>Essa forma fulminante de colecistite aguda ocorre em cerca de 1% a 3% dos casos e apresenta maior incid&ecirc;ncia em idosos, com m&eacute;dia de idade ao diagn&oacute;stico em torno de 60 anos. H&aacute; predom&iacute;nio no sexo masculino, sendo aproximadamente tr&ecirc;s vezes mais comum em homens do que em mulheres.<\/p><p>O diabetes mellitus &eacute; um dos principais fatores associados, estando presente em 30% a 75% dos pacientes. Al&eacute;m disso, condi&ccedil;&otilde;es como doen&ccedil;a vascular perif&eacute;rica e estados de imunossupress&atilde;o contribuem para o desenvolvimento da doen&ccedil;a, provavelmente por favorecerem isquemia da parede da ves&iacute;cula e prolifera&ccedil;&atilde;o bacteriana.<\/p><p>Os microrganismos mais frequentemente isolados s&atilde;o bact&eacute;rias formadoras de g&aacute;s, incluindo:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Clostridium;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>Klebsiella;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>Escherichia coli;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>Enterococcus;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li>Estreptococos anaer&oacute;bios.<\/li>\n<\/ul><p>A combina&ccedil;&atilde;o de infec&ccedil;&atilde;o por esses agentes e comprometimento vascular local favorece a produ&ccedil;&atilde;o de g&aacute;s na parede e no interior da ves&iacute;cula biliar, caracter&iacute;stica marcante da colecistite enfisematosa. Trata-se de uma condi&ccedil;&atilde;o potencialmente fatal, com mortalidade estimada entre 15% e 25%.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-epidemiologia-da-colecistite-enfisematosa\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Epidemiologia-da-Colecistite-enfisematosa\"><\/span>Epidemiologia da Colecistite enfisematosa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A fisiopatologia da colecistite enfisematosa baseia-se principalmente na isquemia da parede da ves&iacute;cula biliar, que compromete a perfus&atilde;o local e favorece a prolifera&ccedil;&atilde;o de bact&eacute;rias produtoras de g&aacute;s. Esse processo ocorre sobretudo em pacientes acima de 50 anos, especialmente homens diab&eacute;ticos, e pode estar associado ou n&atilde;o &agrave; presen&ccedil;a de c&aacute;lculos, havendo propor&ccedil;&atilde;o maior de casos acalculosos quando comparada &agrave; colecistite aguda comum.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fisiopatologia-da-colecistite-enfisematosa\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Fisiopatologia-da-Colecistite-enfisematosa\"><\/span>Fisiopatologia da Colecistite enfisematosa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A fisiopatologia da colecistite enfisematosa inicia-se com comprometimento vascular da art&eacute;ria c&iacute;stica, levando &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da perfus&atilde;o sangu&iacute;nea, isquemia e necrose da parede da ves&iacute;cula biliar.&nbsp;<\/p><p>O tecido isqu&ecirc;mico torna-se suscet&iacute;vel &agrave; infec&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria por bact&eacute;rias formadoras de g&aacute;s, como Escherichia coli, Klebsiella spp., Aerobacter aerogenes e Salmonella spp., que produzem g&aacute;s no l&uacute;men e na parede vesicular, podendo este se disseminar para as vias biliares, perit&ocirc;nio ou retroperit&ocirc;nio.&nbsp;<\/p><p>Em muitos pacientes, especialmente diab&eacute;ticos, o ambiente metab&oacute;lico favorece o crescimento de bact&eacute;rias anaer&oacute;bias. Estudos anatomopatol&oacute;gicos demonstram maior grau de endarterite obliterante quando comparado &agrave; colecistite aguda comum.&nbsp;<\/p><p>A progress&atilde;o do processo inflamat&oacute;rio pode resultar em gangrena, perfura&ccedil;&atilde;o e abscesso pericolec&iacute;stico, sendo tamb&eacute;m descrita em pacientes em hemodi&aacute;lise devido &agrave; instabilidade hemodin&acirc;mica e comprometimento da circula&ccedil;&atilde;o visceral. Trata-se de uma condi&ccedil;&atilde;o grave, associada &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de endotoxinas bacterianas e elevada mortalidade.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-manifestacoes-clinicas-da-colecistite-enfisematosa\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Manifestacoes-clinicas-da-Colecistite-enfisematosa\"><\/span>Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da Colecistite enfisematosa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p><strong>Quadro inicial:<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Dor no quadrante superior direito do abdome;<\/li>\n\n\n\n<li>Febre;<\/li>\n\n\n\n<li>N&aacute;useas e v&ocirc;mitos.<\/li>\n<\/ul><p>A apresenta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica &eacute; semelhante &agrave; da colecistite aguda comum e pode ser indistingu&iacute;vel de outras causas de abdome agudo superior, como abscesso hep&aacute;tico ou &uacute;lcera duodenal perfurada.<\/p><p><strong>Particularidades em grupos de risco:<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Sintomas pouco exuberantes em diab&eacute;ticos;<\/li>\n\n\n\n<li>Manifesta&ccedil;&otilde;es discretas em pacientes com insufici&ecirc;ncia renal.<\/li>\n<\/ul><p>Nesses casos, a dor pode ser moderada, o que pode retardar o reconhecimento da gravidade da condi&ccedil;&atilde;o.<\/p><p><strong>Evolu&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica:<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Progress&atilde;o para sepse;<\/li>\n\n\n\n<li>Desenvolvimento de choque;<\/li>\n\n\n\n<li>Taquicardia;<\/li>\n\n\n\n<li>Hipotens&atilde;o;<\/li>\n\n\n\n<li>Colapso cardiovascular.<\/li>\n<\/ul><p>Sem tratamento precoce, o quadro pode se agravar rapidamente.<\/p><p><strong>Sinais de complica&ccedil;&atilde;o:<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Sinais de peritonite.<\/li>\n<\/ul><p>A presen&ccedil;a de peritonite sugere perfura&ccedil;&atilde;o da ves&iacute;cula biliar e indica emerg&ecirc;ncia cir&uacute;rgica.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-de-colecistite-enfisematosa\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico-de-Colecistite-enfisematosa\"><\/span>Diagn&oacute;stico de Colecistite enfisematosa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico da colecistite enfisematosa baseia-se na correla&ccedil;&atilde;o entre achados cl&iacute;nicos, laboratoriais e, principalmente, exames de imagem. Como o quadro cl&iacute;nico pode ser semelhante ao da colecistite aguda comum, os m&eacute;todos de imagem desempenham papel fundamental para confirmar a presen&ccedil;a de g&aacute;s na ves&iacute;cula biliar e avaliar a gravidade da doen&ccedil;a.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-exames-de-imagem\">Exames de imagem<\/h3><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ultrassonografia:<\/strong> &eacute; o exame inicial mais utilizado na avalia&ccedil;&atilde;o da ves&iacute;cula biliar. Possui alta especificidade para detectar g&aacute;s na parede vesicular, achado sugestivo de colecistite enfisematosa. Contudo, apresenta baixa sensibilidade, pois o ar no l&uacute;men ou na parede pode dificultar a adequada visualiza&ccedil;&atilde;o da ves&iacute;cula;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tomografia computadorizada com contraste:<\/strong> &eacute; o m&eacute;todo de escolha para confirma&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica. Permite identificar g&aacute;s na parede ou no interior da ves&iacute;cula biliar e avaliar complica&ccedil;&otilde;es, como ar ou l&iacute;quido no tecido pericolec&iacute;stico, ar livre na cavidade peritoneal ou, raramente, no retroperit&ocirc;nio. A presen&ccedil;a de ar no perit&ocirc;nio ou retroperit&ocirc;nio indica forma mais grave da doen&ccedil;a;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Radiografia simples de abdome:<\/strong> pode evidenciar ar ou n&iacute;veis hidroa&eacute;reos na topografia da ves&iacute;cula biliar, embora seja menos sens&iacute;vel;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Resson&acirc;ncia magn&eacute;tica:<\/strong> pode demonstrar com precis&atilde;o ar intramural e &aacute;reas de necrose.<\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-exames-laboratoriais\">Exames laboratoriais<\/h3><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Leucocitose &eacute; achado frequente;<\/li>\n\n\n\n<li>Provas de fun&ccedil;&atilde;o hep&aacute;tica podem estar normais ou alteradas;<\/li>\n\n\n\n<li>Hiperglicemia &eacute; comum, especialmente em pacientes diab&eacute;ticos.<\/li>\n<\/ul><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"325\" height=\"514\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/A-Imagem-axial-de-uma-tomografia-computadorizada-TC-com-contraste-demonstrando-ar-no-lumen-da-vesicula-biliar-setas.jpg\" alt=\"Colecistite enfisematosa\" class=\"wp-image-107817\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">(A) Imagem axial de uma tomografia computadorizada (TC) com contraste demonstrando ar no l&uacute;men da ves&iacute;cula biliar (setas).\nFonte: UpToDate<\/figcaption><\/figure><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-da-colecistite-enfisematosa\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento-da-Colecistite-enfisematosa\"><\/span>Tratamento da Colecistite enfisematosa<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A colecistite enfisematosa &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica de emerg&ecirc;ncia. O tratamento definitivo consiste em <strong>colecistectomia imediata ap&oacute;s o diagn&oacute;stico<\/strong>, devido ao alto risco de gangrena, perfura&ccedil;&atilde;o e sepse.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-abordagem-cirurgica\">Abordagem cir&uacute;rgica<\/h3><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Colecistectomia laparosc&oacute;pica:<\/strong> pode ser realizada quando n&atilde;o h&aacute; suspeita de gangrena ou perfura&ccedil;&atilde;o da ves&iacute;cula biliar.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Colecistectomia aberta:<\/strong> indicada nos casos com suspeita ou confirma&ccedil;&atilde;o de perfura&ccedil;&atilde;o, peritonite ou presen&ccedil;a de pneumoperit&ocirc;nio, a fim de descartar perfura&ccedil;&atilde;o intestinal associada.<\/li>\n<\/ul><p>O cirurgi&atilde;o deve ter baixo limiar para convers&atilde;o da videolaparoscopia para cirurgia aberta, pois a inflama&ccedil;&atilde;o intensa pode causar distor&ccedil;&atilde;o anat&ocirc;mica e fragilidade dos tecidos. Durante o procedimento, podem ser observados sinais como ar no tecido pericolec&iacute;stico ou cole&ccedil;&atilde;o espumosa ao longo do ligamento hepatoduodenal ou no retroperit&ocirc;nio direito.<\/p><p>A realiza&ccedil;&atilde;o de colangiografia intraoperat&oacute;ria pode ser &uacute;til quando a anatomia n&atilde;o est&aacute; claramente definida, reduzindo o risco de les&atilde;o da via biliar.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-alternativa-em-pacientes-instaveis\">Alternativa em pacientes inst&aacute;veis<\/h3><p>Em pacientes sem sinais de peritonite, mas com condi&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica grave que contraindique anestesia geral, pode-se realizar drenagem percut&acirc;nea guiada por imagem como medida tempor&aacute;ria. A colecistectomia definitiva pode ser programada posteriormente, ap&oacute;s estabiliza&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica.<\/p><p>O manejo deve ser r&aacute;pido e individualizado, considerando a elevada mortalidade associada &agrave; doen&ccedil;a.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-de-olho-na-prova\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"De-olho-na-prova\"><\/span>De olho na prova!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>N&atilde;o pense que esse assunto fica de fora das provas de resid&ecirc;ncia, concursos p&uacute;blicos e at&eacute; das avalia&ccedil;&otilde;es da gradua&ccedil;&atilde;o. Veja abaixo:<\/p><p><em>MG &ndash; Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus &ndash; HMTJ &ndash; 2020 &ndash; Resid&ecirc;ncia (Acesso Direto)<\/em><\/p><p>Paciente com colecistite tem tomografia computadorizada mostrando g&aacute;s em ves&iacute;cula biliar. Observe a figura: A respeito do caso marque a op&ccedil;&atilde;o correta:<\/p><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"282\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/image-3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-107816\"><\/figure><p>A) A presen&ccedil;a de interface g&aacute;s-bile, ou presen&ccedil;a de ar em parede vesicular sugere que a bact&eacute;ria relacionada seja do g&ecirc;nero clostridium.<\/p><p>B) N&atilde;o se faz necess&aacute;ria cirurgia em car&aacute;ter de urg&ecirc;ncia.<\/p><p>C) Pela gravidade do quadro, n&atilde;o est&aacute; indicada colecistectomia laparosc&oacute;pica.<\/p><p>D) Antibioticoterapia ideal consiste em quinolona associada a cefepime, n&atilde;o se faz necess&aacute;ria cobertura para anaer&oacute;bios.<\/p><p>Coment&aacute;rio da quest&atilde;o:<\/p><p>Correta a alternativa &ldquo;a&rdquo;: A presen&ccedil;a de interface g&aacute;s-bile, ou presen&ccedil;a de ar em parede vesicular &eacute; uma complica&ccedil;&atilde;o da colecistite aguda denominada &ldquo;colecistite enfisematosa&rdquo;, causada por infec&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria da parede da ves&iacute;cula por bact&eacute;rias formadoras de g&aacute;s, como o Clostridium welchii.<\/p><p>Incorreta a alternativa &ldquo;b&rdquo;: Colecistite enfisematosa, necrose ou perfura&ccedil;&atilde;o da ves&iacute;cula biliar s&atilde;o indica&ccedil;&otilde;es de colecistectomia de urg&ecirc;ncia.<\/p><p>Incorreta a alternativa &ldquo;c&rdquo;: Desde que o paciente esteja est&aacute;vel hemodinamicamente, n&atilde;o h&aacute; contraindica&ccedil;&atilde;o &agrave; colecistectomia por via laparosc&oacute;pica na colecistite enfisematosa.<\/p><p>Incorreta a alternativa &ldquo;d&rdquo;: Antibioticoterapia emp&iacute;rica contra bact&eacute;rias Gram negativas e anaer&oacute;bias &eacute; realizada em todos os pacientes diagnosticados com colecistite aguda para proteger contra sepse e infec&ccedil;&atilde;o de feridas. Recomenda-se a dura&ccedil;&atilde;o de 4-7 dias, at&eacute; que o paciente seja afebril, com uma contagem normalizada de leuc&oacute;citos e sem achados abdominais. Em se tratando de uma colecistite enfisematosa, &eacute; primordial a cobertura contra anaer&oacute;bios. O Clotridium &eacute; uma bact&eacute;ria anaer&oacute;bia!<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-veja-tambem\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/outros\/resumo-sobre-polipos-na-vesicula-biliar-definicoes-condutas-e-mais\/\">Resumo sobre P&oacute;lipos na Ves&iacute;cula Biliar: defini&ccedil;&otilde;es, condutas e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/outros\/resumo-sobre-sindrome-de-olgivie-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/\">Resumo sobre S&iacute;ndrome de Olgivie: defini&ccedil;&atilde;o, manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-doenca-de-caroli-definicao-fisiopatologia-e-mais\/\">Resumo sobre Doen&ccedil;a de Caroli: defini&ccedil;&atilde;o, fisiopatologia e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/exames\/resumo-de-bilirrubina-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo de bilirrubina: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a>&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-encefalopatia-hepatica-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo de encefalopatia hep&aacute;tica: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a>&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/outros\/resumo-sobre-polipos-na-vesicula-biliar-definicoes-condutas-e-mais\/\">Resumo sobre P&oacute;lipos na Ves&iacute;cula Biliar: defini&ccedil;&otilde;es, condutas e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/outros\/resumo-sobre-sindrome-de-olgivie-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/\">Resumo sobre S&iacute;ndrome de Olgivie: defini&ccedil;&atilde;o, manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e mais!<\/a><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias\"><\/span>Refer&ecirc;ncias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Kowalski A, Kashyap S, Pfeifer C. Emphysematous Cholecystitis. [Updated 2023 Feb 8]. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2025 Jan-. Available from: <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/books\/NBK448099\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/books\/NBK448099\/<\/a><\/p><p>Salam F Zakko, MD, FACP, AGAFNezam H Afdhal, MD, FRCPI. <strong>Acute calculous cholecystitis: Clinical features and diagnosis<\/strong>. UpToDate, 2024. Dispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/www.uptodate.com\/contents\/acute-calculous-cholecystitis-clinical-features-and-diagnosis?search=colecistite%20enfisematosa&amp;source=search_result&amp;selectedTitle=1~7&amp;usage_type=default&amp;display_rank=1#H1150491211\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UpToDate<\/a><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? 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