{"id":111332,"date":"2026-06-28T15:59:26","date_gmt":"2026-06-28T18:59:26","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=111332"},"modified":"2026-06-28T15:59:29","modified_gmt":"2026-06-28T18:59:29","slug":"resumo-sobre-estenose-hipertrofica-de-piloro-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-estenose-hipertrofica-de-piloro-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo sobre Estenose hipertr\u00f3fica de piloro: defini\u00e7\u00e3o, manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e mais!"},"content":{"rendered":"<p>E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? Hoje o foco &eacute; a <strong>Estenose hipertr&oacute;fica do piloro<\/strong>, uma condi&ccedil;&atilde;o caracterizada pela hipertrofia e hiperplasia da musculatura pil&oacute;rica, levando &agrave; obstru&ccedil;&atilde;o da sa&iacute;da g&aacute;strica e causando v&ocirc;mitos progressivos em lactentes, especialmente nas primeiras semanas de vida.<p>O <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> est&aacute; aqui para descomplicar esse conceito e ajudar voc&ecirc; a aprofundar seus conhecimentos, promovendo uma pr&aacute;tica cl&iacute;nica cada vez mais eficaz e segura.<\/p><p>Vamos nessa!<\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-estenose-hipertrofica-de-piloro-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Definicao-de-Estenose-hipertrofica-de-piloro\" >Defini&ccedil;&atilde;o de Estenose hipertr&oacute;fica de piloro<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-estenose-hipertrofica-de-piloro-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Etiologia-da-Estenose-hipertrofica-de-piloro\" >Etiologia da Estenose hipertr&oacute;fica de piloro<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-estenose-hipertrofica-de-piloro-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Manifestacoes-clinicas-da-Estenose-hipertrofica-de-piloro\" >Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da Estenose hipertr&oacute;fica de piloro<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-estenose-hipertrofica-de-piloro-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Manifestacoes-clinicas-da-Estenose-hipertrofica-de-piloro-2\" >Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da Estenose hipertr&oacute;fica de piloro<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-estenose-hipertrofica-de-piloro-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Tratamento-da-Estenose-hipertrofica-de-piloro\" >Tratamento da Estenose hipertr&oacute;fica de piloro<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-estenose-hipertrofica-de-piloro-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Referencias\" >Refer&ecirc;ncias<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-definicao-de-estenose-hipertrofica-de-piloro\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Definicao-de-Estenose-hipertrofica-de-piloro\"><\/span>Defini&ccedil;&atilde;o de Estenose hipertr&oacute;fica de piloro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Estenose Hipertr&oacute;fica do Piloro (EHP), tamb&eacute;m denominada estenose hipertr&oacute;fica infantil do piloro (EHIP), &eacute; uma afec&ccedil;&atilde;o do trato gastrointestinal que ocorre principalmente em lactentes jovens, caracterizada pela hipertrofia e hiperplasia da musculatura do piloro, levando &agrave; obstru&ccedil;&atilde;o progressiva da sa&iacute;da g&aacute;strica.&nbsp;<\/p><p>Como consequ&ecirc;ncia, o esvaziamento do est&ocirc;mago torna-se dificultado, resultando em v&ocirc;mitos n&atilde;o biliosos em jato (proj&eacute;teis), geralmente entre a 3&ordf; e a 6&ordf; semana de vida, podendo evoluir com desidrata&ccedil;&atilde;o, dist&uacute;rbios hidroeletrol&iacute;ticos e perda de peso. O diagn&oacute;stico &eacute; predominantemente realizado por exames de imagem, especialmente a ultrassonografia, e o tratamento &eacute; cir&uacute;rgico por meio da piloromiotomia.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-etiologia-da-estenose-hipertrofica-de-piloro\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Etiologia-da-Estenose-hipertrofica-de-piloro\"><\/span>Etiologia da Estenose hipertr&oacute;fica de piloro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A etiologia da <strong>estenose hipertr&oacute;fica do piloro (EHP)<\/strong> permanece desconhecida, sendo considerada uma condi&ccedil;&atilde;o de origem multifatorial, resultante da intera&ccedil;&atilde;o entre fatores gen&eacute;ticos e ambientais. Diversos fatores perinatais e p&oacute;s-natais t&ecirc;m sido associados ao aumento do risco de desenvolvimento da doen&ccedil;a.<\/p><p>Entre os fatores de risco identificados, destaca-se a <strong>exposi&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-natal a antibi&oacute;ticos macrol&iacute;deos<\/strong>, especialmente <strong>eritromicina<\/strong> e <strong>azitromicina<\/strong>, principalmente quando administrados nas primeiras duas semanas de vida. Estudos demonstram que essa exposi&ccedil;&atilde;o est&aacute; associada a um aumento significativo do risco de EHP, sendo o risco mais elevado com a eritromicina.<\/p><p>Outros fatores associados incluem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aleitamento artificial (alimenta&ccedil;&atilde;o por mamadeira)<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Prematuridade<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Parto ces&aacute;reo<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ser o primeiro filho<\/strong>, condi&ccedil;&atilde;o observada em aproximadamente 30% a 40% dos casos;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tabagismo materno durante a gesta&ccedil;&atilde;o<\/strong>, especialmente quando intenso, podendo aumentar o risco de EHP em cerca de 1,5 a 2 vezes;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Hist&oacute;ria familiar positiva<\/strong>, sugerindo importante contribui&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica para o desenvolvimento da doen&ccedil;a.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-manifestacoes-clinicas-da-estenose-hipertrofica-de-piloro\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Manifestacoes-clinicas-da-Estenose-hipertrofica-de-piloro\"><\/span>Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da Estenose hipertr&oacute;fica de piloro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A <strong>estenose hipertr&oacute;fica do piloro (EHP)<\/strong> manifesta-se tipicamente entre a <strong>2&ordf; e a 6&ordf; semana de vida<\/strong>, sendo rara ap&oacute;s os tr&ecirc;s meses de idade. O quadro cl&iacute;nico decorre da obstru&ccedil;&atilde;o progressiva da sa&iacute;da g&aacute;strica causada pela hipertrofia da musculatura pil&oacute;rica.<\/p><p>O principal sintoma &eacute; o surgimento de <strong>v&ocirc;mitos p&oacute;s-prandiais n&atilde;o biliosos<\/strong>, inicialmente discretos, mas que se tornam progressivamente mais intensos e caracteristicamente <strong>em jato (proj&eacute;teis)<\/strong>. &Agrave; medida que a doen&ccedil;a evolui, podem ocorrer:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Perda ponderal ou dificuldade de ganho de peso<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Desidrata&ccedil;&atilde;o<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Irritabilidade e fome persistente<\/strong>, levando ao cl&aacute;ssico quadro do lactente que deseja ser alimentado logo ap&oacute;s vomitar (<em>hungry vomiter<\/em>);<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Peristaltismo g&aacute;strico vis&iacute;vel<\/strong> atrav&eacute;s da parede abdominal em alguns casos;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Massa pil&oacute;rica palp&aacute;vel (&ldquo;oliva pil&oacute;rica&rdquo;)<\/strong> no quadrante superior direito ou epig&aacute;strio, embora esse achado seja menos frequente atualmente devido ao diagn&oacute;stico mais precoce por ultrassonografia.<\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-disturbios-hidroeletroliticos\">Dist&uacute;rbios hidroeletrol&iacute;ticos<\/h3><p>Nos casos mais prolongados, a perda cont&iacute;nua de &aacute;cido clor&iacute;drico pelo v&ocirc;mito pode levar a:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Alcalose metab&oacute;lica hipoclor&ecirc;mica<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Hipocloremia<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Hipocalemia<\/strong>, especialmente quando os sintomas persistem por mais de tr&ecirc;s semanas.<\/li>\n<\/ul><p>A gravidade dessas altera&ccedil;&otilde;es geralmente est&aacute; relacionada &agrave; dura&ccedil;&atilde;o do quadro antes do diagn&oacute;stico.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-apresentacoes-atipicas\">Apresenta&ccedil;&otilde;es at&iacute;picas<\/h3><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-prematuros\">Prematuros<\/h4><p>Em rec&eacute;m-nascidos prematuros, a apresenta&ccedil;&atilde;o costuma ser mais sutil, podendo incluir:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>V&ocirc;mitos menos intensos e nem sempre em jato;<\/li>\n\n\n\n<li>Aus&ecirc;ncia de fome excessiva;<\/li>\n\n\n\n<li>Menor evid&ecirc;ncia de peristaltismo g&aacute;strico;<\/li>\n\n\n\n<li>Letargia;<\/li>\n\n\n\n<li>Perda de peso.<\/li>\n<\/ul><p>Nesses pacientes, os sintomas podem ser inicialmente confundidos com sepse neonatal.<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-outros-lactentes\">Outros lactentes<\/h4><p>A EHP tamb&eacute;m deve ser considerada em lactentes jovens com:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>V&ocirc;mitos n&atilde;o biliosos recorrentes;<\/li>\n\n\n\n<li>Alcalose metab&oacute;lica hipoclor&ecirc;mica inexplicada;<\/li>\n\n\n\n<li>Melhora cl&iacute;nica r&aacute;pida ap&oacute;s hidrata&ccedil;&atilde;o intravenosa.<\/li>\n<\/ul><p>Embora rara, a presen&ccedil;a de <strong>v&ocirc;mitos biliosos<\/strong> pode ocorrer em menos de 2% dos casos.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-associacoes-clinicas\">Associa&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas<\/h3><p>Algumas condi&ccedil;&otilde;es podem estar associadas &agrave; EHP:<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-hiperbilirrubinemia\">Hiperbilirrubinemia<\/h4><p>A associa&ccedil;&atilde;o mais frequente &eacute; a <strong>hiperbilirrubinemia<\/strong>, presente em cerca de 14% dos casos, constituindo a chamada <strong>s&iacute;ndrome &iacute;ctero-pil&oacute;rica<\/strong>. Geralmente ocorre &agrave;s custas de bilirrubina indireta e tende a desaparecer ap&oacute;s a corre&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica da obstru&ccedil;&atilde;o.<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-outras-associacoes-descritas\"><strong>Outras associa&ccedil;&otilde;es descritas<\/strong><\/h4><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Atresia de es&ocirc;fago;<\/li>\n\n\n\n<li>M&aacute; rota&ccedil;&atilde;o intestinal;<\/li>\n\n\n\n<li>Freio lingual mandibular hipopl&aacute;sico;<\/li>\n\n\n\n<li>H&eacute;rnia hiatal;<\/li>\n\n\n\n<li>H&eacute;rnia diafragm&aacute;tica cong&ecirc;nita;<\/li>\n\n\n\n<li>Cardiopatias cong&ecirc;nitas;<\/li>\n\n\n\n<li>Fissura labiopalatina;<\/li>\n\n\n\n<li>Malforma&ccedil;&otilde;es do trato urin&aacute;rio;<\/li>\n\n\n\n<li>Hipotireoidismo cong&ecirc;nito;<\/li>\n\n\n\n<li>S&iacute;ndrome nefr&oacute;tica cong&ecirc;nita;<\/li>\n\n\n\n<li>Acidemia propi&ocirc;nica.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-manifestacoes-clinicas-da-estenose-hipertrofica-de-piloro-0\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Manifestacoes-clinicas-da-Estenose-hipertrofica-de-piloro-2\"><\/span>Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da Estenose hipertr&oacute;fica de piloro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico da <strong>estenose hipertr&oacute;fica do piloro (EHP)<\/strong> &eacute; baseado na associa&ccedil;&atilde;o entre <strong>quadro cl&iacute;nico sugestivo, exame f&iacute;sico, exames laboratoriais e m&eacute;todos de imagem<\/strong>, sendo a <strong>ultrassonografia abdominal o exame de escolha para confirma&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-suspeita-clinica\">Suspeita cl&iacute;nica<\/h3><p>A EHP deve ser suspeitada em lactentes, geralmente entre a <strong>2&ordf; e a 6&ordf; semana de vida<\/strong>, que apresentam:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>V&ocirc;mitos <strong>n&atilde;o biliosos<\/strong>, progressivamente mais intensos e frequentemente <strong>em jato<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>Epis&oacute;dios de v&ocirc;mitos logo ap&oacute;s as mamadas;<\/li>\n\n\n\n<li>Fome persistente ap&oacute;s os epis&oacute;dios de v&ocirc;mito (<em>hungry vomiter<\/em>);<\/li>\n\n\n\n<li>Perda de peso ou dificuldade de ganho ponderal;<\/li>\n\n\n\n<li>Sinais de desidrata&ccedil;&atilde;o, como diminui&ccedil;&atilde;o da diurese.<\/li>\n<\/ul><p>A hist&oacute;ria de exposi&ccedil;&atilde;o a macrol&iacute;deos (eritromicina ou azitromicina) e antecedentes familiares positivos refor&ccedil;am a suspeita diagn&oacute;stica.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-exame-fisico\">Exame f&iacute;sico<\/h3><p>O exame abdominal pode revelar dois achados cl&aacute;ssicos:<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-ondas-peristalticas-visiveis\"><strong>Ondas perist&aacute;lticas vis&iacute;veis<\/strong><\/h4><p>Podem ser observadas no abdome superior, deslocando-se da esquerda para a direita, refletindo o esfor&ccedil;o do est&ocirc;mago para vencer a obstru&ccedil;&atilde;o pil&oacute;rica.<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-oliva-pilorica\"><strong>Oliva pil&oacute;rica<\/strong><\/h4><p>Corresponde ao piloro hipertrofiado palp&aacute;vel como uma pequena massa firme, ovalada e m&oacute;vel no quadrante superior direito ou epig&aacute;strio. Quando identificada, &eacute; considerada praticamente patognom&ocirc;nica da doen&ccedil;a. Entretanto, sua detec&ccedil;&atilde;o tornou-se menos frequente devido ao diagn&oacute;stico cada vez mais precoce por ultrassonografia.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-exames-laboratoriais\">Exames laboratoriais<\/h3><p>Os exames laboratoriais auxiliam na avalia&ccedil;&atilde;o da gravidade do quadro e das repercuss&otilde;es dos v&ocirc;mitos prolongados. O achado laboratorial cl&aacute;ssico &eacute; a <strong>alcalose metab&oacute;lica hipoclor&ecirc;mica e hipocal&ecirc;mica<\/strong>.<\/p><p>Essa altera&ccedil;&atilde;o resulta da perda cont&iacute;nua de &aacute;cido clor&iacute;drico g&aacute;strico pelos v&ocirc;mitos. Em casos mais avan&ccedil;ados podem ocorrer:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Hipocloremia;<\/li>\n\n\n\n<li>Hipocalemia;<\/li>\n\n\n\n<li>Altera&ccedil;&otilde;es do s&oacute;dio (hiponatremia ou hipernatremia);<\/li>\n\n\n\n<li>Aumento de ureia por desidrata&ccedil;&atilde;o.<\/li>\n<\/ul><p>Nos est&aacute;gios iniciais da doen&ccedil;a, os exames laboratoriais podem ser normais.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-exames-de-imagem\">Exames de imagem<\/h3><p>A ultrassonografia &eacute; o <strong>m&eacute;todo diagn&oacute;stico de primeira escolha<\/strong>, apresentando sensibilidade e especificidade pr&oacute;ximas de 100% quando realizada por examinadores experientes. Al&eacute;m disso, &eacute; um exame r&aacute;pido, n&atilde;o invasivo e livre de radia&ccedil;&atilde;o ionizante.<\/p><p>Os principais crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Espessura da musculatura pil&oacute;rica &ge; 3 mm<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Comprimento do canal pil&oacute;rico &ge; 15&ndash;18 mm<\/strong>.<\/li>\n<\/ul><p>Outros achados ultrassonogr&aacute;ficos incluem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Sinal do alvo (<\/strong><strong><em>target sign<\/em><\/strong><strong>)<\/strong>, visualizado em corte transversal;<\/li>\n\n\n\n<li>Aus&ecirc;ncia ou redu&ccedil;&atilde;o importante da passagem de conte&uacute;do g&aacute;strico pelo piloro;<\/li>\n\n\n\n<li>Retardo do esvaziamento g&aacute;strico.<\/li>\n<\/ul><p>Caso a ultrassonografia seja inconclusiva e a suspeita cl&iacute;nica permane&ccedil;a elevada, o exame pode ser repetido ap&oacute;s alguns dias, uma vez que a hipertrofia muscular pode evoluir rapidamente.<\/p><p>A <strong>s&eacute;rie contrastada do trato gastrointestinal superior<\/strong> atualmente &eacute; reservada para situa&ccedil;&otilde;es em que a ultrassonografia &eacute; inconclusiva ou quando h&aacute; suspeita de outras causas de obstru&ccedil;&atilde;o intestinal, especialmente diante de v&ocirc;mitos biliosos.<\/p><p>Os achados cl&aacute;ssicos incluem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Sinal do fio (<\/strong><strong><em>string sign<\/em><\/strong><strong>)<\/strong> &ndash; estreitamento do canal pil&oacute;rico;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sinal da dupla trilha (<\/strong><strong><em>double-track sign<\/em><\/strong><strong>)<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sinal do bico (<\/strong><strong><em>beak sign<\/em><\/strong><strong>)<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>Retardo acentuado do esvaziamento g&aacute;strico;<\/li>\n\n\n\n<li>Alongamento do canal pil&oacute;rico.<\/li>\n<\/ul><p>A <strong>radiografia simples de abdome<\/strong> possui baixa sensibilidade e especificidade para EHP, sendo utilizada principalmente para excluir outras causas de obstru&ccedil;&atilde;o intestinal.<\/p><p>Os achados podem incluir:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Distens&atilde;o g&aacute;strica;<\/li>\n\n\n\n<li>Escassez de g&aacute;s intestinal distal;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sinal da lagarta (<\/strong><strong><em>caterpillar sign<\/em><\/strong><strong>)<\/strong>, que representa ondas perist&aacute;lticas g&aacute;stricas intensificadas.<\/li>\n<\/ul><p>A <strong>endoscopia digestiva alta<\/strong> &eacute; raramente necess&aacute;ria, sendo reservada para casos at&iacute;picos ou quando outros m&eacute;todos diagn&oacute;sticos n&atilde;o s&atilde;o conclusivos. Pode demonstrar espessamento da mucosa antral e pil&oacute;rica.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-da-estenose-hipertrofica-de-piloro\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento-da-Estenose-hipertrofica-de-piloro\"><\/span>Tratamento da Estenose hipertr&oacute;fica de piloro<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O tratamento definitivo da estenose hipertr&oacute;fica do piloro (EHP) &eacute; a piloromiotomia, procedimento cir&uacute;rgico que corrige a obstru&ccedil;&atilde;o causada pela hipertrofia da musculatura pil&oacute;rica. Contudo, antes da cirurgia, &eacute; fundamental corrigir a desidrata&ccedil;&atilde;o e os dist&uacute;rbios hidroeletrol&iacute;ticos decorrentes dos v&ocirc;mitos persistentes.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-manejo-pre-operatorio\">Manejo pr&eacute;-operat&oacute;rio<\/h3><p>A cirurgia deve ser adiada at&eacute; que o paciente esteja adequadamente estabilizado.<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Lactentes com pouca ou nenhuma desidrata&ccedil;&atilde;o recebem fluidoterapia intravenosa de manuten&ccedil;&atilde;o.<\/li>\n\n\n\n<li>Casos com desidrata&ccedil;&atilde;o moderada ou grave necessitam de reposi&ccedil;&atilde;o vol&ecirc;mica com solu&ccedil;&otilde;es isot&ocirc;nicas (soro fisiol&oacute;gico 0,9%), seguida de manuten&ccedil;&atilde;o e corre&ccedil;&atilde;o dos eletr&oacute;litos.<\/li>\n<\/ul><p>Antes da cirurgia, recomenda-se atingir:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>pH &le; 7,45;<\/li>\n\n\n\n<li>Bicarbonato &lt; 26 mEq\/L;<\/li>\n\n\n\n<li>S&oacute;dio &ge; 132 mEq\/L;<\/li>\n\n\n\n<li>Pot&aacute;ssio &ge; 3,5 mEq\/L;<\/li>\n\n\n\n<li>Cloro &ge; 100 mEq\/L.<\/li>\n<\/ul><p>A corre&ccedil;&atilde;o da alcalose metab&oacute;lica hipoclor&ecirc;mica e hipocal&ecirc;mica &eacute; essencial para reduzir o risco de apneia e outras complica&ccedil;&otilde;es anest&eacute;sicas no p&oacute;s-operat&oacute;rio.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-piloromiotomia\">Piloromiotomia<\/h3><p>A piloromiotomia de Ramstedt &eacute; o tratamento padr&atilde;o. O procedimento consiste em uma incis&atilde;o longitudinal da musculatura pil&oacute;rica hipertrofiada at&eacute; a submucosa, eliminando a obstru&ccedil;&atilde;o e restabelecendo o esvaziamento g&aacute;strico.<\/p><p>Sempre que houver disponibilidade e experi&ecirc;ncia da equipe, a piloromiotomia laparosc&oacute;pica &eacute; preferida, pois est&aacute; associada a:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Menor incid&ecirc;ncia de v&ocirc;mitos p&oacute;s-operat&oacute;rios;<\/li>\n\n\n\n<li>Menor necessidade de analgesia;<\/li>\n\n\n\n<li>Recupera&ccedil;&atilde;o mais r&aacute;pida;<\/li>\n\n\n\n<li>Menor tempo de interna&ccedil;&atilde;o.<\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cuidados-pos-operatorios\">Cuidados p&oacute;s-operat&oacute;rios<\/h3><p>A alimenta&ccedil;&atilde;o pode ser reiniciada precocemente, geralmente poucas horas ap&oacute;s a cirurgia, conforme toler&acirc;ncia do lactente.<\/p><p>Regurgita&ccedil;&otilde;es leves s&atilde;o frequentes no p&oacute;s-operat&oacute;rio imediato e n&atilde;o indicam falha do tratamento. A maioria dos pacientes recebe alta no primeiro dia ap&oacute;s a cirurgia.<\/p><p>Recomenda-se monitoriza&ccedil;&atilde;o por pelo menos 24 horas devido ao risco de apneia p&oacute;s-anest&eacute;sica, especialmente em crian&ccedil;as que apresentavam alcalose metab&oacute;lica antes da corre&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-complicacoes\">Complica&ccedil;&otilde;es<\/h3><p>As complica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o raras e incluem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Perfura&ccedil;&atilde;o da mucosa pil&oacute;rica (&lt;1%);<\/li>\n\n\n\n<li>Piloromiotomia incompleta (1&ndash;3% dos casos laparosc&oacute;picos);<\/li>\n\n\n\n<li>Infec&ccedil;&atilde;o da ferida operat&oacute;ria;<\/li>\n\n\n\n<li>Complica&ccedil;&otilde;es anest&eacute;sicas.<\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamentos-alternativos\">Tratamentos alternativos<\/h3><p>M&eacute;todos n&atilde;o cir&uacute;rgicos, como uso de <strong>atropina<\/strong>, alimenta&ccedil;&atilde;o nasoduodenal prolongada ou dilata&ccedil;&atilde;o endosc&oacute;pica, s&atilde;o reservados para situa&ccedil;&otilde;es excepcionais, pois apresentam menor efic&aacute;cia e exigem tratamento prolongado.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias\"><\/span>Refer&ecirc;ncias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Erin E Endom, MDScott R Dorfman, MDAnthony P Oliv&eacute;, MD. Infantile hypertrophic pyloric stenosis. UpToDate, 2024. Dispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/www.uptodate.com\/contents\/infantile-hypertrophic-pyloric-stenosis?search=estenose%20hipertrofica%20de%20piloro&amp;source=search_result&amp;selectedTitle=1~150&amp;usage_type=default&amp;display_rank=1&amp;searchCorrelationId=175f40d3-1d2d-4d2f-8276-00399e5a4f14&amp;searchCorrelationTerm=estenose%20hipertrofica%20de%20piloro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UpToDate<\/a><\/p><p>Garfield K, Sergent SR. Pyloric Stenosis. [Updated 2023 Jan 30]. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026 Jan-. Available from: <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/books\/NBK555931\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/books\/NBK555931\/<\/a><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? 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