{"id":13082,"date":"2021-10-28T22:14:51","date_gmt":"2021-10-29T01:14:51","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategiaeducacional.com.br\/blog\/?p=13082"},"modified":"2023-02-02T14:24:10","modified_gmt":"2023-02-02T17:24:10","slug":"resumed-de-anemias-microciticas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-anemias-microciticas\/","title":{"rendered":"ResuMED de Anemias microc\u00edticas &#8211; tipos de anemia e seus diagn\u00f3sticos"},"content":{"rendered":"<p>Como vai, futuro Residente? Procurando saber mais sobre <strong>anemias microc&iacute;ticas<\/strong> para as provas de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica? Aqui nesse resumo exclusivo do <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> voc&ecirc; aprende sobre seus diversos tipos, diagn&oacute;sticos, tratamentos e muito mais! Para saber mais, continue a leitura. Bons estudos!&nbsp;<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-anemias-microciticas\/#Anemia-ferropriva\" >Anemia ferropriva<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-anemias-microciticas\/#Anemia-de-doenca-cronica\" >Anemia de doen&ccedil;a cr&ocirc;nica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-anemias-microciticas\/#Talassemia\" >Talassemia<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-anemias-microciticas\/#Anemia-sideroblastica\" >Anemia siderobl&aacute;stica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-anemias-microciticas\/#Diagnosticos-diferenciais\" >Diagn&oacute;sticos diferenciais&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-anemias-microciticas\/#Voce-tambem-pode-se-interessar-por\" >Voc&ecirc; tamb&eacute;m pode se interessar por:<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-anemia-ferropriva\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Anemia-ferropriva\"><\/span><strong>Anemia ferropriva<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>&Eacute; a anemia mais comum no mundo, caracterizada pela <strong>defici&ecirc;ncia de ferro. <\/strong>O ferro est&aacute; presente na <strong>hemoglobina<\/strong> e &eacute; respons&aacute;vel pela liga&ccedil;&atilde;o da c&eacute;lula com o oxig&ecirc;nio transportado.&nbsp;<\/p><p>Por ser proveniente da dieta, &eacute; absorvido no duodeno na forma heme ou n&atilde;o heme. Adentra os enter&oacute;citos e se liga &agrave; transferrina, seu transportador s&eacute;rico, que leva o ferro &agrave; medula &oacute;ssea para a produ&ccedil;&atilde;o de hemoglobina. O ferro n&atilde;o utilizado &eacute; armazenado na forma de ferritina nos hepat&oacute;citos, e n&atilde;o h&aacute; mecanismos de excre&ccedil;&atilde;o, com exce&ccedil;&atilde;o de discretas perdas em menstrua&ccedil;&atilde;o e fezes.&nbsp;<\/p><p>De modo geral, entre as principais causas de defici&ecirc;ncia de ferro podem vir por <strong>car&ecirc;ncia nutricional, <\/strong>mais comum em adultos, <strong>absor&ccedil;&atilde;o diminu&iacute;da<\/strong>, como na doen&ccedil;a cel&iacute;aca, ou por <strong>perda cr&ocirc;nica de ferro<\/strong>, como em sangramentos, hemodi&aacute;lise, entre outros, sendo esta mais comum em adultos.&nbsp;<\/p><p>Sua fisiologia envolve a fase final de 3 processos. Primeiro, ocorre uma deple&ccedil;&atilde;o de ferro, culminando no consumo das reservas de ferro (ferritina), sem afetar o ferro s&eacute;rico, ou seja, n&atilde;o causa anemia. Ent&atilde;o, ocorre a queda do ferro s&eacute;rico por esgotamento da ferritina, levando a diminui&ccedil;&atilde;o de eritropoiese, reduzindo a produ&ccedil;&atilde;o de hem&aacute;cias consequentemente. Por fim, ocorre de fato a anemia ferropriva, em que h&aacute; menor oferta de ferro &agrave; medula, levando a queda de hemoglobina.&nbsp;<\/p><p>Portanto, a anemia ferropriva se manifesta com <strong>anemia hipo\/micro de RDW (red blood cell) aumentado<\/strong>, pela incapacidade de s&iacute;ntese de hemoglobina. Outros achados, que n&atilde;o s&atilde;o frequentes, podem estar associados tamb&eacute;m, como eleva&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de plaquetas.&nbsp;<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-quadro-clinico\"><strong>Quadro cl&iacute;nico<\/strong><\/h3><p>Existem algumas manifesta&ccedil;&otilde;es comuns na anemia ferropriva, dentre elas est&atilde;o a <strong>glossite atr&oacute;fica<\/strong> e a <strong>queilite angular <\/strong>como as mais frequentes, e pica, coilon&iacute;quia, s&iacute;ndrome de pernas inquietas e s&iacute;ndrome de Paterson-Kelly como menos frequentes.&nbsp;<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico\"><strong>Diagn&oacute;stico<\/strong><\/h3><p>O diagn&oacute;stico da anemia ferropriva tem como <strong>padr&atilde;o-ouro a<\/strong> <strong>avalia&ccedil;&atilde;o dos estoques medulares de ferro pelo mielograma<\/strong>, podendo ser substitu&iacute;do pelo <strong>perfil de ferro<\/strong>. Nesse exame &eacute; esperado que o paciente apresente ferritina, ferro s&eacute;rico e satura&ccedil;&atilde;o de transferrina baixos, com CTLF\/TIBC, receptores sol&uacute;veis de transferrina e protoporfirina eritrocit&aacute;ria livre altos.&nbsp;<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento\"><strong>Tratamento<\/strong><\/h3><p>A princ&iacute;pio, a conduta para um paciente diagnosticado com anemia ferropriva &eacute; a <strong>investiga&ccedil;&atilde;o etiol&oacute;gica<\/strong>, sendo em adultos a causa mais comum o sangramento gastrointestinal cr&ocirc;nico, tornando necess&aacute;ria a realiza&ccedil;&atilde;o de uma endoscopia digestiva alta e colonoscopia.&nbsp;<\/p><p>A partir disso, &eacute; indispens&aacute;vel a <strong>reposi&ccedil;&atilde;o de ferro, <\/strong>preferencialmente por via oral, usando a via parenteral somente em casos refrat&aacute;rios ou de intoler&acirc;ncia &agrave; via oral. Geralmente, a forma mais comum a ser indicada &eacute; o <strong>sulfato ferroso,<\/strong> com 20% de ferro elementar, sendo utilizado dois a tr&ecirc;s comprimidos ao dia, idealmente longe das refei&ccedil;&otilde;es.&nbsp;<\/p><p><strong>IMPORTANTE: <\/strong>a primeira resposta ao tratamento &eacute; <strong>reticulose<\/strong>, de 4 a 7 dias ap&oacute;s o in&iacute;cio da reposi&ccedil;&atilde;o, com pico no d&eacute;cimo dia. Dessa maneira, a melhor forma de mensurar a efetividade do tratamento da anemia ferropriva &eacute; pela contagem de reticul&oacute;citos.&nbsp;<\/p><p>Devido a sua dura&ccedil;&atilde;o de cerca de 2 meses, deve-se manter a reposi&ccedil;&atilde;o de ferro mesmo ap&oacute;s corre&ccedil;&atilde;o do quadro, para repor os estoques de ferritina. A refratariedade pode indicar diagn&oacute;stico incorreto, dist&uacute;rbio de absor&ccedil;&atilde;o ou causa n&atilde;o tratada.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-anemia-de-doenca-cronica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Anemia-de-doenca-cronica\"><\/span><strong>Anemia de doen&ccedil;a cr&ocirc;nica<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Tamb&eacute;m chamada de <strong>anemia inflamat&oacute;ria<\/strong>, a anemia de doen&ccedil;a cr&ocirc;nica &eacute; a segunda mais frequente no mundo, principalmente em pacientes hospitalizados.&nbsp;<\/p><p>Ocorre devido a um quadro secund&aacute;rio a doen&ccedil;as inflamat&oacute;rias cr&ocirc;nicas, com a produ&ccedil;&atilde;o de citocinas, principalmente a interleucina 6, que age inibindo a produ&ccedil;&atilde;o de hem&aacute;cias. Isso ocorre, pois as citocinas inibem a produ&ccedil;&atilde;o de eritropoetina e diminuem a responsividade da medula &oacute;ssea a esse horm&ocirc;nio, atuando portanto na produ&ccedil;&atilde;o de hepcidina.<\/p><p>A hepcidina &eacute; um horm&ocirc;nio que degrada a ferroportina, um transportador transmembrana de ferro, que aumenta com a secre&ccedil;&atilde;o de citocinas, levando ao aprisionamento do ferro nas c&eacute;lulas e consequentemente a sua absor&ccedil;&atilde;o, fazendo com que os macr&oacute;fagos hep&aacute;ticos n&atilde;o consigam lan&ccedil;&aacute;-los na circula&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p><p>Desse modo, h&aacute; ferro no organismo, mas n&atilde;o direcionado &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de hemoglobina na medula, causando o quadro de anemia.<\/p><p>Algumas altera&ccedil;&otilde;es laboratoriais ocorrem decorrentes do quadro, sendo elas: a pr&oacute;pria anemia, RDW normal, ferritina normal ou aumentada, ferro s&eacute;rico e satura&ccedil;&atilde;o de transferrina baixos, transferrina (CTLF) baixos.&nbsp;<\/p><p>Esse caso se assemelha com a anemia ferropriva na redu&ccedil;&atilde;o da quantidade de ferro circulante, por&eacute;m, na ferropriva, h&aacute; menor quantidade de ferro no organismo, enquanto que na de doen&ccedil;a cr&ocirc;nica, ele apenas est&aacute; aprisionado no meio intracelular, n&atilde;o chegando de fato &agrave; circula&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p><p>Por fim, seu tratamento &eacute; feito baseado na doen&ccedil;a de base que levou ao quadro de anemia.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-talassemia\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Talassemia\"><\/span><strong>Talassemia<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>S&atilde;o <strong>hemoglobinopatias quantitativas cong&ecirc;nitas<\/strong>, em que muta&ccedil;&otilde;es nos genes alfa e beta levam ao comprometimento da s&iacute;ntese de cadeias da globina, afetando a produ&ccedil;&atilde;o de hemoglobina. Isso leva a um quadro de <strong>anemia microc&iacute;tica<\/strong>, com achados de RDW normal e presen&ccedil;a de dacri&oacute;citos e lept&oacute;citos &agrave; hematoscopia.&nbsp;<\/p><p>Tamb&eacute;m podem ser consideradas <strong>anemias hemol&iacute;ticas cr&ocirc;nicas<\/strong>, uma vez que o ac&uacute;mulo da cadeia da globina n&atilde;o acometida leva a destrui&ccedil;&atilde;o das hem&aacute;cias no ba&ccedil;o, marcadas por achados como esplenomegalia, aumento da bilirrubina indireta e desidrogenase l&aacute;tica, queda da haptoglobina e reticulose.&nbsp;<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-betatalassemias\"><strong>Betatalassemias<\/strong><\/h3><p>Ocorrem muta&ccedil;&otilde;es pontuais em um ou nos dois genes da betaglobina do cromossomo 11, levando a diminui&ccedil;&atilde;o da s&iacute;ntese&nbsp; dessas cadeias e ao ac&uacute;mulo da cadeia alfa. Por depender da betaglobulina, a HbA sofre aumento na eletroforese de hemoglobina, sendo portanto o principal instrumento diagn&oacute;stico.&nbsp;<\/p><p>Existem tr&ecirc;s formas cl&iacute;nicas poss&iacute;veis das betatalassemias, sendo elas: betatalessemia menor, betatalassemia intermedi&aacute;ria e betatalassemia maior. Para saber as caracter&iacute;sticas de cada uma delas, consulte o material exclusivo do <strong>Estrat&eacute;gia MED!<\/strong><\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-alfatalassemias\"><strong>Alfatalassemias<\/strong><\/h3><p>Ocorre por dele&ccedil;&otilde;es de um ou mais genes de alfaglobina no cromossomo 16, levando a redu&ccedil;&atilde;o da s&iacute;ntese de cadeia alfa, afetando a produ&ccedil;&atilde;o de todas as hemoglobinas normais no adulto.&nbsp;<\/p><p>Existem quatro formas cl&iacute;nicas, que voc&ecirc; encontra tudo sobre no material completo do <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong>, s&atilde;o elas: portador silencioso, tra&ccedil;o alfatalass&ecirc;mico, doen&ccedil;a de HbH e hidropsia fetal por Hb Bart &lsquo;s.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-anemia-sideroblastica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Anemia-sideroblastica\"><\/span><strong>Anemia siderobl&aacute;stica<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Esse &uacute;ltimo tipo de anemia &eacute; o mais raro e ocorre por defeitos enzim&aacute;ticos que podem ser cong&ecirc;nitos ou adquiridos da conjuga&ccedil;&atilde;o do ferro &agrave; protoporfirina para forma&ccedil;&atilde;o do grupo heme, reduzindo a s&iacute;ntese de hemoglobina e gerando o ac&uacute;mulo de ferro n&atilde;o utilizado nas c&eacute;lulas.&nbsp;<\/p><p>Esse ferro n&atilde;o utilizado se acumula nos precursores eritropoi&eacute;ticos, formando sideroblastos em anel, que sofrem apoptose na medula &oacute;ssea, levando ao aumento de bilirrubina indireta e desidrogenase l&aacute;tica. Mesmo as hem&aacute;cias geradas, podem apresentar ac&uacute;mulo de ferro nos <strong>corpos de Pappenheimer<\/strong>.&nbsp;<\/p><p>A anemia siderobl&aacute;stica cong&eacute;nita ocorre por heran&ccedil;a recessiva ligada ao cromossomo X, e &eacute; tratada com piridoxina (vence o efeito enzim&aacute;tico), enquanto que a adquirida ocorre por fatores como mielodisplasia, etilismo, intoxica&ccedil;&atilde;o por chumbo, entre outros, e &eacute; tratada com suporte transfusional e afastamento do fator causal.&nbsp;<\/p><p>Portanto, seus achados laboratoriais incluem RDW aumentado, eritropoiese ineficaz, perfil de ferro refletindo sobrecarga, corpos de Pappenheimer e sideroblastos em anel na medula &oacute;ssea.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnosticos-diferenciais\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnosticos-diferenciais\"><\/span><strong>Diagn&oacute;sticos diferenciais&nbsp;<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Para diferenciar as anemias microc&iacute;ticas, primeiro se observa a quantidade de RDW. Se for normal, de 11% a 15%, pode-se considerar anemia de doen&ccedil;a cr&ocirc;nica ou talassemia, enquanto que se for superior a 15%, &eacute; sugestivo de anemia ferropriva ou anemia siderobl&aacute;stica.&nbsp;<\/p><p><strong>Obs.: RDW<\/strong> aumentado &eacute; sempre anemia ferropriva at&eacute; que se prove o contr&aacute;rio, justamente por ser a mais comum.&nbsp;<\/p><p>Al&eacute;m disso, o perfil de ferro &eacute; muito importante no diagn&oacute;stico diferencial. Consulte o material completo do <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> para ter acesso a uma tabela exclusiva com cada perfil de ferro.&nbsp;<\/p><p><strong>Gostou do conte&uacute;do sobre Anemias microc&iacute;ticas? <\/strong>N&atilde;o deixe de fazer parte do time <strong>Estrat&eacute;gia MED <\/strong>e assinar a nossa plataforma! 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Confira o resumo exclusivo do Estrat\u00e9gia MED!\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-anemias-microciticas\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"ResuMED de Anemias microc\u00edticas - tipos de anemia e seus diagn\u00f3sticos\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Quer saber tudo o que voc\u00ea precisa sobre as anemias microc\u00edticas para a prova de Resid\u00eancia? 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