{"id":16536,"date":"2021-12-29T03:35:53","date_gmt":"2021-12-29T06:35:53","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=16536"},"modified":"2022-09-12T17:47:27","modified_gmt":"2022-09-12T20:47:27","slug":"resumed-de-epidemiologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-epidemiologia\/","title":{"rendered":"ResuMED de epidemiologia das doen\u00e7as infecciosas: principais t\u00f3picos"},"content":{"rendered":"<p>Como vai, futuro Residente? Assuntos sobre medicina preventiva s&atilde;o muito cobrados nas provas de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica. Por isso, n&oacute;s do <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> preparamos um resumo exclusivo com tudo que voc&ecirc; precisa saber sobre <strong>epidemiologia das doen&ccedil;as infecciosas<\/strong> para conquistar sua vaga. Para saber mais, continue a leitura, bons estudos!<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-epidemiologia\/#Periodos-epidemiologicos-de-grande-importancia\" >Per&iacute;odos epidemiol&oacute;gicos de grande import&acirc;ncia<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-epidemiologia\/#Caracteristicas-do-agente-etiologico-bioagente\" >Caracter&iacute;sticas do agente etiol&oacute;gico (bioagente)<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-epidemiologia\/#Caracteristicas-do-hospedeiro\" >Caracter&iacute;sticas do hospedeiro<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-epidemiologia\/#Classificacao-de-casos\" >Classifica&ccedil;&atilde;o de casos<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-epidemiologia\/#Medidas-restritivas-de-contato\" >Medidas restritivas de contato<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-epidemiologia\/#Fatores-envolvidos-na-emergencia-e-reemergencia-de-doencas\" >Fatores envolvidos na emerg&ecirc;ncia e reemerg&ecirc;ncia de doen&ccedil;as<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-periodos-epidemiologicos-de-grande-importancia\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Periodos-epidemiologicos-de-grande-importancia\"><\/span><strong>Per&iacute;odos epidemiol&oacute;gicos de grande import&acirc;ncia<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Podem ser detectados 4 intervalos de tempo de grande import&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica ao avaliar a evolu&ccedil;&atilde;o natural de uma doen&ccedil;a infecciosa que auxiliam na identifica&ccedil;&atilde;o de poss&iacute;veis datas de exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; fonte infecciosa, bem como no estabelecimento dos per&iacute;odos em que os indiv&iacute;duos doentes (e seus contatos) devem ficar isolados. S&atilde;o eles:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Per&iacute;odo de lat&ecirc;ncia:<\/strong> depende do tipo de doen&ccedil;a em quest&atilde;o.<ul><li><strong>Doen&ccedil;as infecciosas agudas: <\/strong>intervalo de tempo que varia desde a exposi&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo ao pat&oacute;geno at&eacute; que o momento em que o indiv&iacute;duo se torna infectado de forma propriamente dita.<\/li><li><strong>Doen&ccedil;as infecciosas de longa dura&ccedil;&atilde;o:<\/strong> intervalo de tempo em que os sintomas da doen&ccedil;a desaparecem ap&oacute;s o indiv&iacute;duo ter passado por um per&iacute;odo sintom&aacute;tico da doen&ccedil;a.<\/li><li><strong>Doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas n&atilde;o transmiss&iacute;veis:<\/strong> intervalo de tempo desde a aquisi&ccedil;&atilde;o do fator de risco at&eacute; o estabelecimento da doen&ccedil;a propriamente dita.&nbsp;<\/li><\/ul><\/li><li><strong>Per&iacute;odo de incuba&ccedil;&atilde;o:<\/strong> intervalo de tempo que varia desde a exposi&ccedil;&atilde;o ao agente infeccioso at&eacute; o primeiro sinal ou sintoma da doen&ccedil;a. Utilizado para identifica&ccedil;&atilde;o da poss&iacute;vel fonte de infec&ccedil;&atilde;o.<\/li><li><strong>Per&iacute;odo prodr&ocirc;mico:<\/strong> intervalo de tempo desde o primeiro sinal ou sintoma da doen&ccedil;a at&eacute; o primeiro sinal que confere a especificidade da doen&ccedil;a.&nbsp;<\/li><li><strong>Per&iacute;odo de transmissibilidade:<\/strong> intervalo de tempo em que o agente infeccioso pode ser transferido de um indiv&iacute;duo para outro.&nbsp;<\/li><\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-caracteristicas-do-agente-etiologico-bioagente\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Caracteristicas-do-agente-etiologico-bioagente\"><\/span><strong>Caracter&iacute;sticas do agente etiol&oacute;gico (bioagente)<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>As bancas costumam cobrar 7 propriedades, s&atilde;o elas:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Dose infectante:<\/strong> dose m&iacute;nima necess&aacute;ria para que a infec&ccedil;&atilde;o seja estabelecida.<\/li><li><strong>Infectividade:<\/strong> determina a probabilidade do indiv&iacute;duo ter a infec&ccedil;&atilde;o a partir do contato com o bioagente.<\/li><li><strong>Patogenicidade:<\/strong> capacidade do microrganismo de produzir a doen&ccedil;a propriamente dita.<\/li><li><strong>Poder invasivo:<\/strong> capacidade do parasito em se difundir&nbsp; pelos tecidos, &oacute;rg&atilde;os e sistemas do hospedeiro.<\/li><li><strong>Imunogenicidade:<\/strong> capacidade de ativar o sistema imune do hospedeiro.<\/li><li><strong>Antigenicidade:<\/strong> capacidade de interagir com o produto da resposta imune, seja celular ou humoral<\/li><li><strong>Virul&ecirc;ncia: <\/strong>capacidade do microrganismo produzir casos graves ou fatais,&nbsp;<\/li><\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-caracteristicas-do-hospedeiro\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Caracteristicas-do-hospedeiro\"><\/span><strong>Caracter&iacute;sticas do hospedeiro<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>As caracter&iacute;sticas do hospedeiro s&atilde;o t&atilde;o importantes quanto as do agente etiol&oacute;gico, entre elas est&atilde;o dois conceitos importantes: a susceptibilidade e a resist&ecirc;ncia.<\/p><p>Um hospedeiro &eacute; <strong>suscet&iacute;vel<\/strong> a determinado microrganismo quando n&atilde;o apresenta resist&ecirc;ncia &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o, ao desenvolvimento ou &agrave; multiplica&ccedil;&atilde;o desse agente infeccioso. Assim, se o indiv&iacute;duo entrar em contato com esse agente, dependendo da dose infectante, a possibilidade de infec&ccedil;&atilde;o &eacute; alta.&nbsp;<\/p><p>Por outro lado, quando o hospedeiro tem a capacidade de se defender da entrada do agente ou at&eacute; mesmo quando esse agente consegue penetrar, mas n&atilde;o consegue multiplicar porque o indiv&iacute;duo &eacute; capaz de se proteger de alguma forma, dizemos que existe <strong>resist&ecirc;ncia<\/strong>.&nbsp;<\/p><p><strong>Imunidade<\/strong> &eacute; a resist&ecirc;ncia conferida pela ativa&ccedil;&atilde;o do sistema imune, geralmente por meio de anticorpos, e pode ser ativa ou passiva.<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Imunidade ativa:<\/strong> o indiv&iacute;duo produz ativamente sua pr&oacute;pria forma de defesa, que inclui produzir seus pr&oacute;prios anticorpos.<\/li><li><strong>Imunidade passiva:<\/strong> a prote&ccedil;&atilde;o &eacute; conferida por imunoglobulinas, fornecidas ao hospedeiro.&nbsp;<\/li><\/ul><p>Algumas esp&eacute;cies apresentam <strong>resist&ecirc;ncia natural<\/strong> &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o e &agrave; multiplica&ccedil;&atilde;o de um determinado bioagente, o que as faz <strong>refrat&aacute;rias<\/strong> ao agente infeccioso. Esse tipo de resist&ecirc;ncia independe do sistema imune ou da rea&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica dos tecidos, &eacute; simplesmente uma incompatibilidade do organismo em ser infectante para a esp&eacute;cie.&nbsp;<\/p><p><strong>Portadores<\/strong> s&atilde;o os indiv&iacute;duos que albergam o agente infeccioso, mas s&atilde;o assintom&aacute;ticos e servem como potenciais fontes de infec&ccedil;&atilde;o, auxiliando na dissemina&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a. Podem ser ativos ou inativos.<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Portadores ativos:<\/strong> embora sejam assintom&aacute;ticos no momento, j&aacute; manifestaram ou ainda v&atilde;o manifestar a doen&ccedil;a. Podem ser <strong>convalescentes<\/strong> (quando j&aacute; est&atilde;o se recuperando da doen&ccedil;a e n&atilde;o apresentam mais sinais cl&iacute;nicos embora ainda transmitam o bioagente) ou <strong>incubados<\/strong> (est&atilde;o no per&iacute;odo de incuba&ccedil;&atilde;o e ainda apresentar&atilde;o a doen&ccedil;a, mas j&aacute; transmitem o bioagente).<\/li><li><strong>Portadores inativos:<\/strong> apesar da infec&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o manifestaram a doen&ccedil;a, dispersando o microrganismo de forma silenciosa.&nbsp;<\/li><\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-classificacao-de-casos\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Classificacao-de-casos\"><\/span><strong>Classifica&ccedil;&atilde;o de casos<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Um caso &eacute; quando um indiv&iacute;duo apresenta uma doen&ccedil;a espec&iacute;fica, um agravo da sa&uacute;de ou condi&ccedil;&atilde;o sob investiga&ccedil;&atilde;o, pode ser al&oacute;ctones, suspeito, confirmado, prim&aacute;rio, secund&aacute;rio e assim por diante.&nbsp;<\/p><p><strong>Classifica&ccedil;&atilde;o quanto a certeza da presen&ccedil;a da doen&ccedil;a:<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Caso presuntivo: <\/strong>o indiv&iacute;duo apresenta sintomatologia compat&iacute;vel com a doen&ccedil;a, mas n&atilde;o tem hist&oacute;ria epidemiol&oacute;gica ou confirma&ccedil;&atilde;o laboratorial.&nbsp;<\/li><li><strong>Caso suspeito:<\/strong> indiv&iacute;duo apresenta sintomatologia e hist&oacute;ria epidemiol&oacute;gica positiva, mas sem confirma&ccedil;&atilde;o laboratorial.<\/li><li><strong>Caso confirmado:<\/strong> indiv&iacute;duo apresenta confirma&ccedil;&atilde;o laboratorial de forma direta ou indireta.&nbsp;<\/li><li><strong>Caso confirmado por crit&eacute;rio cl&iacute;nico epidemiol&oacute;gico: <\/strong>indiv&iacute;duo tem cl&iacute;nica compat&iacute;vel com a doen&ccedil;a e foi supostamente causado pela mesma fonte que o caso confirmado por crit&eacute;rio laboratorial.&nbsp;<\/li><\/ul><p><strong>Classifica&ccedil;&atilde;o quanto a certeza de presen&ccedil;a da doen&ccedil;a pela OMS:<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Caso suspeito:<\/strong> indiv&iacute;duo apresenta sinais e sintomas compat&iacute;veis com uma s&iacute;ndrome, mas o quadro cl&iacute;nico ainda n&atilde;o aponta especificamente para um diagn&oacute;stico etiol&oacute;gico.<\/li><li><strong>Caso presum&iacute;vel ou poss&iacute;vel:<\/strong> indiv&iacute;duo apresenta sinais e sintomas espec&iacute;ficos para determinada doen&ccedil;a.<\/li><li><strong>Caso confirmado:<\/strong> confirmado laboratorialmente.&nbsp;<\/li><\/ul><p><strong>Classifica&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; concord&acirc;ncia entre o local de origem da infec&ccedil;&atilde;o e o local do diagn&oacute;stico:<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Caso al&oacute;ctone ou importado:<\/strong> o indiv&iacute;duo contrai a doen&ccedil;a em uma determinada localidade, mas s&oacute; &eacute; diagnosticada em outra.<\/li><li><strong>Caso aut&oacute;ctones:<\/strong> origem no mesmo local em que o diagn&oacute;stico foi feito.&nbsp;<\/li><\/ul><p><strong>Classifica&ccedil;&atilde;o quanto a posi&ccedil;&atilde;o na cadeia epidemiol&oacute;gica<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Caso prim&aacute;rio:<\/strong> paciente tem a doen&ccedil;a, mas n&atilde;o apresenta hist&oacute;ria de contato de exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; fonte de infec&ccedil;&atilde;o ou com outro indiv&iacute;duo doente.<\/li><li><strong>Caso secund&aacute;rio:<\/strong> surge por contato ap&oacute;s 24 horas do aparecimento do caso prim&aacute;rio.<\/li><li><strong>Caso coprim&aacute;rio:<\/strong> surge nas primeiras 24 horas seguintes ao aparecimento de um caso prim&aacute;rio dentro de um grupo de contatos diretos (Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de).<\/li><li><strong>Caso &iacute;ndice:<\/strong> primeiro caso da doen&ccedil;a oficialmente registrado em determinada localidade, mas isso n&atilde;o o faz ser um caso prim&aacute;rio,<\/li><li><strong>Caso espor&aacute;dico:<\/strong> surgem em uma localidade, mas n&atilde;o est&atilde;o relacionados a outros casos j&aacute; conhecidos.&nbsp;<\/li><\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-medidas-restritivas-de-contato\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Medidas-restritivas-de-contato\"><\/span><strong>Medidas restritivas de contato<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Existem 4 tipos de medidas restritivas de contato:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Quarentena:<\/strong> institu&iacute;da para indiv&iacute;duos que podem ter sido expostos ao agente etiol&oacute;gico, mas ainda n&atilde;o est&atilde;o doentes.<\/li><li><strong>Isolamento:<\/strong> se aplica aos indiv&iacute;duos que j&aacute; est&atilde;o doentes, evitando a transmiss&atilde;o da doen&ccedil;a.<\/li><li><strong>Distanciamento social:<\/strong> medida aplicada a toda comunidade durante epidemias, para diminuir o contato social e reduzir o n&uacute;mero de casos de determinada doen&ccedil;a. Pode ser horizontal (ampliado) ou vertical (seletivo).<\/li><li><strong>Lockdown\/bloqueio total:<\/strong> restri&ccedil;&atilde;o severa &agrave; circula&ccedil;&atilde;o de pessoas de determinada localidade, incluindo bloqueios de entrada e sa&iacute;da da cidade.&nbsp;<\/li><\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fatores-envolvidos-na-emergencia-e-reemergencia-de-doencas\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Fatores-envolvidos-na-emergencia-e-reemergencia-de-doencas\"><\/span><strong>Fatores envolvidos na emerg&ecirc;ncia e reemerg&ecirc;ncia de doen&ccedil;as<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p><strong>Doen&ccedil;as emergentes<\/strong> s&atilde;o as que surgem recentemente em uma popula&ccedil;&atilde;o ou que amea&ccedil;am se expandir em um futuro pr&oacute;ximo, e as<strong> reemergentes<\/strong> s&atilde;o as que j&aacute; foram controladas, eliminadas ou erradicadas, mas que, por alguma raz&atilde;o, ressurgiram na comunidade.&nbsp;<\/p><p>O termo <strong>controle<\/strong> refere-se justamente ao controle da enfermidade, reduzindo os valores de incid&ecirc;ncia e frequ&ecirc;ncia, e&nbsp; termo <strong>elimina&ccedil;&atilde;o<\/strong> consiste no completo desaparecimento de uma doen&ccedil;a em determinada &aacute;rea geogr&aacute;fica, sem transmiss&atilde;o comunit&aacute;ria do agente etiol&oacute;gico. J&aacute; <strong>erradica&ccedil;&atilde;o<\/strong> &eacute; o termo utilizado para referir-se ao completo desaparecimento da transmiss&atilde;o do agente etiol&oacute;gico da doen&ccedil;a, ou seja, sua incid&ecirc;ncia &eacute; igual a zero.&nbsp;<\/p><p>Se mesmo ap&oacute;s a elimina&ccedil;&atilde;o ou erradica&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a ela ainda permanecer da sociedade, teremos o fen&ocirc;meno de reemerg&ecirc;ncia, que pode ser explicado por 3 etapas, vamos dar o exemplo com v&iacute;rus:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li>O v&iacute;rus sobre mudan&ccedil;as gen&eacute;ticas por muta&ccedil;&otilde;es, recombina&ccedil;&otilde;es ou arranjos segmentares gen&ocirc;micos que permitem a entrada em um novo hospedeiro.<\/li><li>Ele encontra condi&ccedil;&otilde;es para sua adapta&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento, sendo capaz de iniciar sua multiplica&ccedil;&atilde;o.<\/li><li>Por fim, o v&iacute;rus passa a ser transmitido pelo hospedeiro para indiv&iacute;duos da nova esp&eacute;cie, desencadeando surtos, epidemias ou pandemias.&nbsp;<\/li><\/ul><p>Mas tamb&eacute;m existem fatores externos, ligados ao ambiente f&iacute;sico e &agrave; forma como a Humanidade vive, que permitem a reemerg&ecirc;ncia de doen&ccedil;as, entre eles <strong>fatores demogr&aacute;ficos, ambientais ou ecol&oacute;gicos, fatores ligados aos deslocamentos humanos e ao com&eacute;rcio internacional e fatores ligados &agrave; medicina<\/strong>, como utiliza&ccedil;&atilde;o de tratamentos invasivos ou que induzem imunossupress&atilde;o.&nbsp;<\/p><p><strong>Gostou do conte&uacute;do? <\/strong>N&atilde;o se esque&ccedil;a de fazer parte do time <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> acessando a nossa plataforma! 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Afinal, quem estuda junto, passa junto!<\/p><p><\/p><p><strong><a id=\"cta\" class=\"cta-imagem\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/cursos\/extensivo-de-residncia-mdica\/\" target=\"blank\">\n                <img decoding=\"async\" width=\"100%\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/extensivo_rm.jpg\" alt=\"Extensivo RM\" title=\"extensivo_rm\">\n        <\/a><\/strong><\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-voce-tambem-pode-se-interessar-por\">Voc&ecirc; tamb&eacute;m pode se interessar por:<\/h3><ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/leptospirose\/\" target=\"_blank\">ResuMED de Leptospirose &ndash; epidemiologia, cl&iacute;nica, diagn&oacute;stico, tratamento e muito mais!<\/a>;<\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/diverticulite-aguda-epidemiologia-complicacoes-e-mais\/\" target=\"_blank\">ResuMED de Diverticulite Aguda &ndash; epidemiologia, complica&ccedil;&otilde;es e mais!<\/a>;<\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/profissoes-da-medicina\/medicina-preventiva-e-social\/\" target=\"_blank\">Medicina Preventiva e Social: tudo sobre!<\/a>;<\/li><li><a href=\"https:\/\/infectologia.org.br\/\" target=\"_blank\">Sociedade Brasileira de Infectologia.<\/a><\/li><\/ul><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Como vai, futuro Residente? 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Por isso,&hellip;\n","protected":false},"author":36,"featured_media":16537,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"wl_entities_gutenberg":"","footnotes":""},"categories":[302],"tags":[51],"wl_entity_type":[199],"class_list":{"0":"post-16536","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-resumed","8":"tag-infectologia","9":"wl_entity_type-article"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v26.6 (Yoast SEO v26.6) - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>ResuMED de epidemiologia das doen\u00e7as infecciosas: principais t\u00f3picos<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Confira o ResuMED exclusivo de epidemiologia de doen\u00e7as infecciosas para gabaritar sua prova de Resid\u00eancia M\u00e9dica!\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, 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