{"id":18831,"date":"2022-03-24T10:41:43","date_gmt":"2022-03-24T13:41:43","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=18831"},"modified":"2022-06-09T18:01:08","modified_gmt":"2022-06-09T21:01:08","slug":"resumed-de-hiperprolactinemia-quadro-clinico-etiologias-tratamentos-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-hiperprolactinemia-quadro-clinico-etiologias-tratamentos-e-mais\/","title":{"rendered":"ResuMED de hiperprolactinemia"},"content":{"rendered":"<p>A prolactina &eacute; um horm&ocirc;nio produzido pela hip&oacute;fise anterior. Entender seu mecanismo e fun&ccedil;&atilde;o &eacute; mat&eacute;ria de estudo da endocrinologia e da neurologia. Vamos explorar no texto a seguir a situa&ccedil;&atilde;o em que h&aacute; elevada produ&ccedil;&atilde;o de prolactina, a <strong>hiperprolactinemia. <\/strong>Seus motivos s&atilde;o diversos, ent&atilde;o venha conosco nessa viagem por esse horm&ocirc;nio important&iacute;ssimo em diversas fun&ccedil;&otilde;es do corpo humano! Saber esses conceitos de endocrinologia podem ser o passaporte para sua aprova&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-hiperprolactinemia-quadro-clinico-etiologias-tratamentos-e-mais\/#Conceitos-basicos\" >Conceitos b&aacute;sicos<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-hiperprolactinemia-quadro-clinico-etiologias-tratamentos-e-mais\/#Quadro-clinico-de-hiperprolactinemia\" >Quadro cl&iacute;nico de hiperprolactinemia<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-hiperprolactinemia-quadro-clinico-etiologias-tratamentos-e-mais\/#Etiologias\" >Etiologias<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-hiperprolactinemia-quadro-clinico-etiologias-tratamentos-e-mais\/#Tratamento-de-hiperprolactinemia\" >Tratamento de hiperprolactinemia<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-hiperprolactinemia-quadro-clinico-etiologias-tratamentos-e-mais\/#Situacoes-especiais\" >Situa&ccedil;&otilde;es especiais<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-hiperprolactinemia-quadro-clinico-etiologias-tratamentos-e-mais\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m:<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-hiperprolactinemia-quadro-clinico-etiologias-tratamentos-e-mais\/#Referencias-bibliograficas\" >Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conceitos-basicos\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Conceitos-basicos\"><\/span>Conceitos b&aacute;sicos<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Vamos explorar e destrinchar todas as quest&otilde;es relacionadas ao aumento da prolactina no organismo humano, a chamada <strong>hiperprolactinemia.<\/strong> Primeiramente, vamos entender como esse horm&ocirc;nio &eacute; produzido e sua fun&ccedil;&atilde;o em nosso corpo.&nbsp;<\/p><p>A prolactina &eacute; um horm&ocirc;nio produzido pelos lactotrofos hipofis&aacute;rios e apresenta uma secre&ccedil;&atilde;o puls&aacute;til que ocorre predominantemente durante o sono. Seu controle &eacute; feito majoritariamente por inibi&ccedil;&atilde;o por interm&eacute;dio de neur&ocirc;nios <strong>dopamin&eacute;rgicos<\/strong>, al&eacute;m de termos fatores estimulantes como o <strong>TRH<\/strong> envolvidos. Sabendo desses conceitos, j&aacute; podemos iniciar nosso racioc&iacute;nio cl&iacute;nico para algumas causas.&nbsp;<\/p><p>A prolactina <strong>inibe a secre&ccedil;&atilde;o de GnRH,<\/strong> levando a quadros de hipogonadismo hipogonadotr&oacute;fico. Por&eacute;m, devemos sempre recordar que a prolactina ativa &eacute; aquela em sua forma monom&eacute;rica. Assim, h&aacute; situa&ccedil;&otilde;es em que h&aacute; dosagem formas sem import&acirc;ncia biol&oacute;gica significativa, que constituem a macroprolactina. A diferen&ccedil;a entre hiperprolactinemia, com efeito biol&oacute;gico ou n&atilde;o, &eacute; crucial para n&atilde;o incorrermos em diagn&oacute;sticos equivocados.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-quadro-clinico-de-hiperprolactinemia\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Quadro-clinico-de-hiperprolactinemia\"><\/span>Quadro cl&iacute;nico de hiperprolactinemia<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O quadro cl&iacute;nico principal associado ao aumento de produ&ccedil;&atilde;o de prolactina est&aacute; associado a: amenorreia, infertilidade, disfun&ccedil;&atilde;o sexual e galactorreia. As manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas est&atilde;o intimamente relacionadas ao grau de prolactina, sendo mais pronunciados quando temos prolactina superior a 200 ng\/mL.&nbsp;<\/p><p>Outro sintoma associado n&atilde;o diretamente, mas bastante cobrado em concursos &eacute; a <strong>hemianopsia bitemporal. <\/strong>Uma das principais etiologias de hiperprolactinemia &eacute; a presen&ccedil;a de adenomas hipofis&aacute;rios e, como j&aacute; estudado em outros resumos, h&aacute; uma &iacute;ntima rela&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica entre a hip&oacute;fise e o quiasma &oacute;ptico. Dessa forma, quando temos casos de macroprolactinomas podemos ter compress&atilde;o do quiasma &oacute;ptico e a apresenta&ccedil;&atilde;o dos sintomas oftalmol&oacute;gicos citados.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-etiologias\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Etiologias\"><\/span>Etiologias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>As etiologias atreladas &agrave; hiperprolactinemia podem ser divididas em fisiol&oacute;gicas ou patol&oacute;gicas. Vamos coment&aacute;-las a seguir:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li>Fisiol&oacute;gicas:<br>&ndash; Gesta&ccedil;&atilde;o, em consequ&ecirc;ncia ao aumento de estr&oacute;genos levando &agrave; hiperplasia dos lactotrofos hipofis&aacute;rios.<br>&ndash; Amamenta&ccedil;&atilde;o: a suc&ccedil;&atilde;o dos mamilos ocasiona est&iacute;mulo neural, levando &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da dopamina.<br>&ndash; Exerc&iacute;cios vigorosos: sem elucida&ccedil;&atilde;o do real mecanismo.<br>&ndash; Estresse: altera&ccedil;&atilde;o na secre&ccedil;&atilde;o de dopamina e serotonina culminando em eleva&ccedil;&atilde;o de dopamina.<br>&ndash; Coito: o ato sexual estimula a secre&ccedil;&atilde;o de prolactina.<br><br><\/li><li>Patol&oacute;gicas:<br>&ndash; Uso de antidepressivos tric&iacute;clicos levam ao aumento de secre&ccedil;&atilde;o de prolactina.<br>&ndash; Uso de antipsic&oacute;ticos ou antiem&eacute;ticos, o que leva ao bloqueio ou inibi&ccedil;&atilde;o da secre&ccedil;&atilde;o de dopamina. Como j&aacute; vimos, tal redu&ccedil;&atilde;o tem como consequ&ecirc;ncia o aumento da prolactina.<br>&ndash; Doen&ccedil;a renal cr&ocirc;nica: diminui&ccedil;&atilde;o do clearance de prolactina e aumento de citocinas inflamat&oacute;rias.<br>&ndash; Insufici&ecirc;ncia hep&aacute;tica: mecanismo semelhante do renal pelo aumento de citocinas inflamat&oacute;rias, al&eacute;m de aumento da concentra&ccedil;&atilde;o de estr&oacute;genos.<br>&ndash; Hipotireoidismo prim&aacute;rio: a redu&ccedil;&atilde;o de produ&ccedil;&atilde;o de horm&ocirc;nios pelas gl&acirc;ndulas tireoides leva a aumento de TRH o que gera aumento da secre&ccedil;&atilde;o de prolactina.<\/li><\/ul><p>Ap&oacute;s citar todas essas altera&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis, sejam elas fisiol&oacute;gicas ou patol&oacute;gicas e farmacol&oacute;gicas, devemos avaliar a gl&acirc;ndula hip&oacute;fise. O exame de imagem da sela t&uacute;rcica com resson&acirc;ncia magn&eacute;tica permite avaliar alguns diagn&oacute;sticos:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li>Macroprolactinoma: tumores funcionantes &gt; 1cm e que geralmente apresentam os maiores valores de prolactina (geralmente, &gt; 200 ng\/ml). Podem causar sintomas compressivos, como a hemianopsia bitemporal.<\/li><li>Microprolactinoma: s&atilde;o tumores funcionantes &lt; 1cm. Os n&iacute;veis de prolactina n&atilde;o costumam ser maiores que 150 ng\/ml.<\/li><li>Tumores selares: tumores intracelulares, como meningioma e craneofaringioma, que ocasionam compress&atilde;o da haste hipofis&aacute;ria e como consequ&ecirc;ncia gera interrup&ccedil;&atilde;o da transmiss&atilde;o de dopamina, portanto, aumenta a libera&ccedil;&atilde;o de prolactina.<\/li><li>Sela vazia: decorrente de les&atilde;o pr&eacute;via &agrave; hip&oacute;fise como, por exemplo, a apoplexia hipofis&aacute;ria.&nbsp;<\/li><li>Normal: hiperprolactinemia idiop&aacute;tica.&nbsp;<\/li><\/ul><p>Citamos acima o caso de macroprolactinomas com valores de prolactina superiores a 200 ng\/ml. Caso nos deparemos com valores inferiores, podemos estar diante do <strong>efeito gancho<\/strong>. Saber esse fen&ocirc;meno &eacute; importante para n&atilde;o cairmos em armadilhas diagn&oacute;sticas. Quando h&aacute; valores muito elevados de prolactina podemos ter, de forma equivocada, interpreta&ccedil;&atilde;o de valores menores aos reais.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-de-hiperprolactinemia\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento-de-hiperprolactinemia\"><\/span>Tratamento de hiperprolactinemia<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O tratamento de hiperprolactinemia &eacute; indicado em situa&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas. As principais indica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o: hipogonadismo, infertilidade, galactorreia e macroprolactinoma.&nbsp;<\/p><p>Na grande maioria dos casos o tratamento preconizado &eacute; com o uso de agonistas dopamin&eacute;rgicos que ir&atilde;o <strong>inibir a secre&ccedil;&atilde;o de prolactina.<\/strong>&nbsp;<\/p><p>Nos casos de hipotireoidismo, por outro lado, o tratamento de escolha &eacute; por restabelecimento do eutireoidismo por meio da reposi&ccedil;&atilde;o do horm&ocirc;nio tireoidiano via oral.<\/p><p>As principais drogas agonistas dopamin&eacute;rgicas empregadas s&atilde;o a <strong>cabergolina<\/strong> e a <strong>bromocriptina.<\/strong> Entre as duas, damos prefer&ecirc;ncia ao uso da cabergolina em decorr&ecirc;ncia de alguns fatores como: posologia mais pr&aacute;tica, menos efeitos adversos e maior efic&aacute;cia na redu&ccedil;&atilde;o do tamanho do prolactinoma.&nbsp;<\/p><p>As posologias s&atilde;o:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li>Cabergolina: dose inicial de 0,25 &ndash; 0,5 mg por semana, chegando a dose m&aacute;xima de 3mg por semana.&nbsp;<\/li><li>Bromocriptina: dose inicial de 0,625-1,25 mg por dia, em duas tomadas di&aacute;rias, com dose m&aacute;xima chegando a 15 mg por dia.&nbsp;&nbsp;<\/li><\/ul><p>No seguimento desses pacientes, devemos aumentar a dose dos medicamentos at&eacute; atingirmos valores normais de prolactina. No caso daqueles pacientes que tenham compress&atilde;o do quiasma &oacute;ptico e se apresentam com altera&ccedil;&otilde;es visuais, &eacute; important&iacute;ssimo avaliar e reavaliar a campimetria visual a fim de identificar a melhora dessa sintomatologia.&nbsp;<\/p><p>Como crit&eacute;rio de fim de tratamento temos a manuten&ccedil;&atilde;o de prolactina normal associada &agrave; aus&ecirc;ncia de les&atilde;o na resson&acirc;ncia magn&eacute;tica por dois anos seguidos, nesse contexto, opta-se pela suspens&atilde;o do agonista dopamin&eacute;rgico.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-situacoes-especiais\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Situacoes-especiais\"><\/span>Situa&ccedil;&otilde;es especiais<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Uma situa&ccedil;&atilde;o especial que deve ser citada &eacute; quando h&aacute; prolactina durante a gesta&ccedil;&atilde;o. Devemos suspender o agonista dopamin&eacute;rgico nessas situa&ccedil;&otilde;es. A &uacute;nica exce&ccedil;&atilde;o &eacute; quando h&aacute; compress&atilde;o quiasm&aacute;tica, o que pode levar a uma piora dos sintomas visuais.&nbsp;<\/p><p>Durante a gesta&ccedil;&atilde;o, h&aacute; um aumento fisiol&oacute;gico da prolactina quando j&aacute; vimos. Dessa forma, o acompanhamento cl&iacute;nico &eacute; realizado por avalia&ccedil;&atilde;o dos sintomas neurol&oacute;gicos.&nbsp;<\/p><p>Aprendeu tudo sobre hiperprolactinemia, futuro residente? Para mais conte&uacute;do como esse e um enorme banco de quest&otilde;es acesse nosso site e fa&ccedil;a parte da nossa equipe!&nbsp;<\/p><p><\/p><p><strong><a id=\"cta\" class=\"cta-imagem\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/cursos\/extensivo-de-residncia-mdica\/\" target=\"blank\">\n                <img decoding=\"async\" width=\"100%\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/extensivo_rm.jpg\" alt=\"Extensivo RM\" title=\"extensivo_rm\">\n        <\/a><\/strong><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m:<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/cerebro\/\">C&eacute;rebro: anatomia, fun&ccedil;&otilde;es e muito mais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/hernia-de-disco\/\">H&eacute;rnia de Disco: o que &eacute;, tipos e muito mais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/resumed-de-coma-e-alteracao-da-consciencia\/\">Resumo de coma e altera&ccedil;&atilde;o da consci&ecirc;ncia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/porfiria\/\">Resumo de porfiria: manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas, diagn&oacute;stico, tratamento e mais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/nervos-cranianos\/\">Nervos cranianos: os doze pares de nervos<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/profissoes-da-medicina\/quanto-ganha-um-neurocirurgiao\/\">Quanto ganha um neurocirurgi&atilde;o<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/resumed-de-hiperprolactinemia-quadro-clinico-etiologias-tratamentos-e-mais\/\">Resumo de hiperprolactinemia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/resumed-cefaleias-primaria-secundaria-abordagens-e-muito-mais\/\">Resumo de cefaleias: prim&aacute;ria, secund&aacute;ria, abordagens e muito ma<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/profissoes-da-medicina\/neurocirurgia\/\">Neurocirurgia: sistema nervoso, doen&ccedil;as e mais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/profissoes-da-medicina\/tudo-sobre-neurologia\/\">Neurologia: o que &eacute;, doen&ccedil;as, resid&ecirc;ncia m&eacute;dica, sal&aacute;rios e mais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/demencia\/\">Dem&ecirc;ncia: o que &eacute;, sintomas e muito mais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/alzheimer\/\">Alzheimer: o que &eacute;, sintomas, diagn&oacute;stico e tratamento<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/abn.neopixdmi.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Academia Brasileira de Neurologia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/resumed-de-doencas-da-coluna-vertebral\/\">Resumo de doen&ccedil;as da coluna vertebral<\/a><\/li><\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias-bibliograficas\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias-bibliograficas\"><\/span>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p><a href=\"https:\/\/www.sbemsp.org.br\/problemas-da-hipofise\/\" target=\"_blank\">Sociedade Brasileira de Endocrinologia<\/a><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A prolactina &eacute; um horm&ocirc;nio produzido pela hip&oacute;fise anterior. 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Venha ler a seguir um resumo sobre a hiperprolactinemia e seus dist\u00farbios associados!\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-hiperprolactinemia-quadro-clinico-etiologias-tratamentos-e-mais\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"ResuMED de hiperprolactinemia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A endocrinologia \u00e9 uma \u00e1rea ampla e rica. 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