{"id":20250,"date":"2022-05-29T20:43:23","date_gmt":"2022-05-29T23:43:23","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=20250"},"modified":"2023-02-14T16:47:44","modified_gmt":"2023-02-14T19:47:44","slug":"resumed-doencas-de-polo-posterior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-doencas-de-polo-posterior\/","title":{"rendered":"ResuMED de doen\u00e7as do polo posterior: doen\u00e7as retinianas, do v\u00edtreo, da cor\u00f3ide e mais!"},"content":{"rendered":"<p>Como vai, futuro Residente? Um dos principais temas cobrados nas provas de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica s&atilde;o as doen&ccedil;as de polo posterior, principalmente em oftalmologia. Por isso, n&oacute;s do Estrat&eacute;gia MED&nbsp; preparamos um resumo exclusivo com tudo o que voc&ecirc; precisa saber sobre o assunto para gabaritar as quest&otilde;es e garantir sua vaga na Resid&ecirc;ncia. Para saber mais, continue a leitura. Bons estudos!<p>\n\n\n<div id=\"new-form\">\n\t<form id=\"forms_layout\">\n\t<input type=\"hidden\" id=\"chave_de\" name=\"chave_de\" value=\"01_EMED_LEADS_TOTAIS\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"mid\" name=\"mid\" value=\"515009018\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Objetivo\" name=\"Objetivo\" value=\"Medicina\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Estado_de_Origem_do_IP\" name=\"Estado_de_Origem_do_IP\"  value=\"\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Cidade_de_Origem_do_IP\" name=\"Cidade_de_Origem_do_IP\" value=\"\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Modo_de_entrada\" name=\"Modo_de_entrada\" value=\"Portal\" \/>\n\t\t<input type=\"hidden\" id=\"Pagina_Origem\" name=\"Pagina_Origem\" value=\"\" \/>\n\n\t\t<div class=\"texto\">\n\t\t\t<h3 class=\"news\">Inscreva-se em nossa newsletter!<\/h3>\n\t\t\t<p>Receba not\u00edcias sobre resid\u00eancia m\u00e9dica, revalida\u00e7\u00e3o de diplomas e concursos m\u00e9dicos, al\u00e9m de materiais de estudo gratuitos e 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href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-doencas-de-polo-posterior\/#Retinopatia-da-prematuridade\" >Retinopatia da prematuridade<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-doencas-de-polo-posterior\/#Retinopatia-diabetica\" >Retinopatia diab&eacute;tica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-doencas-de-polo-posterior\/#Retinopatia-hipertensiva\" >Retinopatia hipertensiva<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-doencas-de-polo-posterior\/#Doenca-oclusiva-retiniana\" >Doen&ccedil;a oclusiva retiniana&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-doencas-de-polo-posterior\/#Descolamento-de-retina\" >Descolamento de retina<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-doencas-de-polo-posterior\/#Doencas-do-vitreo\" >Doen&ccedil;as do v&iacute;treo<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-doencas-de-polo-posterior\/#Uveite-posterior-coriorretinite\" >Uve&iacute;te posterior (coriorretinite)<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-doencas-de-polo-posterior\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m:<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-introducao\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Introducao\"><\/span><strong>Introdu&ccedil;&atilde;o<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Para entender as principais patologias que acometem o polo posterior do olho, precisamos entender a anatomia das suas estruturas, que s&atilde;o: corpo v&iacute;treo, retina, cor&oacute;ide, esclera e nervo &oacute;ptico.<\/p><p>A retina &eacute; a por&ccedil;&atilde;o neurossensorial do olho, que transforma o est&iacute;mulo luminoso em est&iacute;mulo nervoso, resultando na sensa&ccedil;&atilde;o de vis&atilde;o, e &eacute; composta por 9 camadas, com fun&ccedil;&otilde;es e arranjos histol&oacute;gicos diferentes. Sua vasculariza&ccedil;&atilde;o ocorre por dois sistemas derivados da art&eacute;ria oft&aacute;lmica, primeiro ramo da car&oacute;tida interna, um deles formado pela art&eacute;ria e pela veia central da retina, e outro pela coriocapilar.&nbsp;<\/p><p>A m&aacute;cula &eacute; a parte ovalada, localizada no polo posterior, considerada o &ldquo;centro da vis&atilde;o&rdquo;, sendo a regi&atilde;o de maior acuidade visual. Possui uma depress&atilde;o central chamada f&oacute;vea, composta apenas por cones impactados, respons&aacute;veis pela vis&atilde;o em alta defini&ccedil;&atilde;o de cores e formas.&nbsp;<\/p><p>O humor v&iacute;treo &eacute; um l&iacute;quido que preenche o segmento posterior do globo ocular, ocupando 80% de seu volume total. &Eacute; composto por 98% de &aacute;gua e o restante de fibras col&aacute;genas e &aacute;cido hialur&ocirc;nico, fornecendo suporte estrutural para o globo ocular e, ao mesmo tempo, um caminho transparente para que a luz chegue na retina.&nbsp;<\/p><p>Vamos falar agora sobre doen&ccedil;as vasculares da retina!<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-retinopatia-da-prematuridade\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Retinopatia-da-prematuridade\"><\/span><strong>Retinopatia da prematuridade<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>&Eacute; uma doen&ccedil;a retiniana vasoproliferativa, que acomete rec&eacute;m-nascidos prematuros e de baixo peso ao nascer, expostos a ambientes com altas concentra&ccedil;&otilde;es de oxig&ecirc;nio. Caracteriza-se pelo crescimento an&ocirc;malo dos pequenos vasos sangu&iacute;neos da retina dos beb&ecirc;s prematuros.&nbsp;<\/p><p>Seu diagn&oacute;stico &eacute; feito por um exame fundosc&oacute;pico cuidadoso, realizado por um oftalmologista, idealmente entre 4 e 6 semanas de vida p&oacute;s natal, ou entre 31 e 33 semanas p&oacute;s-concepcionais. O Conselho Brasileiro de Oftalmologia preconiza a realiza&ccedil;&atilde;o de pelo menos 2 exames com oftalmosc&oacute;pio binocular indireto, sob midr&iacute;ase medicamentosa, em todas as crian&ccedil;as nascidas com peso menor ou igual a 1500 gramas e\/ou idade gestacional menor ou igual a 32 semanas.&nbsp;<\/p><p>A classifica&ccedil;&atilde;o Internacional da ROP define a doen&ccedil;a de acordo com sua gravidade em estadiamentos de 1 a 5, localiza&ccedil;&atilde;o em zonas de I a III e extens&atilde;o em horas, de 1h a 12h, com ou sem doen&ccedil;a &ldquo;<em>plus<\/em>&rdquo;, cuja presen&ccedil;a seria um indicador de atividade da doen&ccedil;a. O ROP est&aacute;gio III indica doen&ccedil;a limiar, localizada nas zonas I ou II, com extens&atilde;o de pelo menos 5 horas cont&iacute;nuas ou 8 horas intercaladas e identifica&ccedil;&atilde;o de dilata&ccedil;&atilde;o arteriolar e venosa. Se o prematuro n&atilde;o for tratado nesse momento, pode desenvolver complica&ccedil;&otilde;es e resultados anat&ocirc;micos e funcionais ruins em 50% dos casos.&nbsp;<\/p><p>Em geral, a retinopatia da prematuridade &eacute; uma doen&ccedil;a branda e autolimitada, sem necessidade de tratamento. Por&eacute;m, em casos mais graves, como na doen&ccedil;a limiar, &eacute; recomendada a fotocoagula&ccedil;&atilde;o a laser da retina avascular imatura, com sucesso em at&eacute; 85% dos casos. Caso a doen&ccedil;a provoque descolamento total ou parcial da retina, uma cirurgia pode ser realizada para evitar perda de vis&atilde;o ainda mais acentuada.&nbsp;<\/p><p>Atente-se: crian&ccedil;as que tiveram retinopatia de prematuridade e foram curadas, possuem maior risco de desenvolver <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-miopia-diagnostico-tratamento\/\" target=\"_blank\">miopia<\/a>, estrabismo e ambliopia.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-retinopatia-diabetica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Retinopatia-diabetica\"><\/span><strong>Retinopatia diab&eacute;tica<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>&Eacute; uma doen&ccedil;a muito cobrada nas provas, e consiste em uma complica&ccedil;&atilde;o oft&aacute;lmica decorrente da <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/resumed\/resumed-de-cirurgia-metabolica-e-o-diabetes-mellitus\/\" target=\"_blank\">diabetes mellitus<\/a> caracterizada pela les&atilde;o de pequenos vasos sangu&iacute;neos na retina devido &agrave; hiperglicemia. Seus principais fatores de risco incluem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Tempo de evolu&ccedil;&atilde;o do diabetes mellitus;<\/li>\n\n\n\n<li>Controle metab&oacute;lico;<\/li>\n\n\n\n<li>Tipo e tratamento do DM;<\/li>\n\n\n\n<li>Hipertens&atilde;o arterial;<\/li>\n\n\n\n<li>Tabagismo; e<\/li>\n\n\n\n<li>Nefropatia.<\/li>\n<\/ul><p>A triagem, realizada pelo exame de fundo de olho, e diagn&oacute;stico para portadores de diabetes mellitus tipo 1 e 2 &eacute; diferente. Pacientes diab&eacute;ticos tipo 1 devem iniciar acompanhamento ap&oacute;s a puberdade ou com cinco anos de doen&ccedil;a, enquanto os de tipo 2 devem iniciar o acompanhamento oftalmol&oacute;gico junto com o diagn&oacute;stico de diabetes.<\/p><p>As principais manifesta&ccedil;&otilde;es oftalmol&oacute;gicas poss&iacute;veis de identificar no exame de fundo de olho s&atilde;o:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Formas leve a moderada de retinopatia: microaneurismas, hemorragias intrarretinianas, exsudatos duros, manchas algodonosas e edema macular.<\/li>\n\n\n\n<li>Formas graves: veias em ros&aacute;rio e altera&ccedil;&otilde;es microvasculares intrarretinianas.<\/li>\n<\/ul><p>Seu tratamento padr&atilde;o-ouro &eacute; a fotocoagula&ccedil;&atilde;o a laser, que destr&oacute;i parte da retina doente e permite melhor perfus&atilde;o da retina saud&aacute;vel, com objetivo de reduzir as &aacute;reas isqu&ecirc;micas e a produ&ccedil;&atilde;o de subst&acirc;ncias vaso proliferativas.<\/p><p><strong><a id=\"cta\" class=\"cta-imagem\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/cursos\/extensivo-de-residncia-mdica\/\" target=\"blank\">\n                <img decoding=\"async\" width=\"100%\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/extensivo_rm.jpg\" alt=\"Extensivo RM\" title=\"extensivo_rm\">\n        <\/a><\/strong><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-retinopatia-hipertensiva\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Retinopatia-hipertensiva\"><\/span><strong>Retinopatia hipertensiva<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os olhos s&atilde;o um dos &oacute;rg&atilde;os-alvo da hipertens&atilde;o arterial sist&ecirc;mica, que leva ao acometimento da retina em 4 fases:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Fase vasoconstritora: estreitamento ou constri&ccedil;&atilde;o arteriolar difusa;<\/li>\n\n\n\n<li>Fase exsudativa: segue a fase constritora com quebra da barreira hematorretiniana interna e extravasamento de plasma e elementos figurados para a retina, causando manifesta&ccedil;&otilde;es de hemorragia em chamas de vela e exsudatos duros.<\/li>\n\n\n\n<li>Fase escler&oacute;tica: altera&ccedil;&atilde;o na colora&ccedil;&atilde;o dos vasos, com aspecto de fios de cobre e fios de prata.<\/li>\n\n\n\n<li>Fase de complica&ccedil;&atilde;o da esclerose: pode apresentar-se por microaneurismas, microaneurismas, oclus&atilde;o da veia ou art&eacute;ria central da retina, oclus&atilde;o de ramo venular e forma&ccedil;&atilde;o de membrana epirretiniana.<\/li>\n<\/ul><p>Geralmente os pacientes s&atilde;o assintom&aacute;ticos, s&oacute; percebendo altera&ccedil;&atilde;o da acuidade visual em fases avan&ccedil;adas da doen&ccedil;a e em casos de complica&ccedil;&otilde;es, seu diagn&oacute;stico &eacute; realizado por um exame oftalmol&oacute;gico de mapeamento de retina.&nbsp;<\/p><p>Seu &uacute;nico tratamento poss&iacute;vel, na verdade, &eacute; a profilaxia, evitando a evolu&ccedil;&atilde;o da retinopatia hipertensiva pelo controle da hipertens&atilde;o arterial sist&ecirc;mica.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-doenca-oclusiva-retiniana\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Doenca-oclusiva-retiniana\"><\/span><strong>Doen&ccedil;a oclusiva retiniana&nbsp;<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Pode ser arterial ou venosa.<\/p><p>A doen&ccedil;a oclusiva arterial da retina acomete indiv&iacute;duos acima de 60 anos, mais homens, causada por hipertens&atilde;o arterial sist&ecirc;mica, diabetes, estenose da art&eacute;ria car&oacute;tida e doen&ccedil;a card&iacute;aca valvular, que podem ser causas de base para a oclus&atilde;o por &ecirc;mbolos, trombose intraluminal, espasmo arteriolar e vasculites.&nbsp;<\/p><p>Seus principais sinais e sintomas incluem perda s&uacute;bita e indolor da acuidade visual, unilateral, precedida ou n&atilde;o por epis&oacute;dios transit&oacute;rios de perda de vis&atilde;o. Ao exame de fundo de olho, a retina encontra-se p&aacute;lida e opaca, e a f&oacute;vea fica com colora&ccedil;&atilde;o vermelho-cereja.&nbsp;<\/p><p>J&aacute; a doen&ccedil;a oclusiva venosa da retina tem como principais fatores de risco doen&ccedil;as vasculares, doen&ccedil;as oculares, como glaucoma de &acirc;ngulo aberto, doen&ccedil;as hematol&oacute;gicas e vasculites. Pode ser isqu&ecirc;mica ou n&atilde;o isqu&ecirc;mica, e seus principais achados cl&iacute;nicos na oftalmoscopia s&atilde;o hemorragias em chama de vela nos quatro quadrantes, aumento da tortuosidade e da dilata&ccedil;&atilde;o venosa, manchas algodonosas m&uacute;ltiplas, papiledema e edema macular.&nbsp;<\/p><p>Seu diagn&oacute;stico &eacute; baseado nos achados cl&iacute;nicos e no exame de fundo de olho, e n&atilde;o existe um tratamento comprovadamente eficaz, mas nos casos de OVCR isqu&ecirc;mica, pode ser realizada panfotocoagula&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-descolamento-de-retina\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Descolamento-de-retina\"><\/span><strong>Descolamento de retina<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Pode ser definido como a separa&ccedil;&atilde;o entre a retina sensorial e o epit&eacute;lio pigmentar da retina, com preenchimento do espa&ccedil;o sub-retiniano por l&iacute;quido. Pode ser de 3 tipos: regmatog&ecirc;nico, tradicional e seroso.<\/p><p>O mais importante que voc&ecirc; saiba para as provas &eacute; o regmatog&ecirc;nico, tipo mais comum, provocado por uma rotura retiniana. Seus principais sintomas s&atilde;o: <em>flashes luminosos<\/em> e presen&ccedil;a de moscas volantes, seguidos de defeito relativo de campo visual perif&eacute;rico.<\/p><p>Ao exame oftalmol&oacute;gico &eacute; observada uma por&ccedil;&atilde;o da retina pregueada ou ondulada, ocupando um quadrante da fundoscopia, e seu tratamento &eacute; cir&uacute;rgico.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-doencas-do-vitreo\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Doencas-do-vitreo\"><\/span><strong>Doen&ccedil;as do v&iacute;treo<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-descolamento-do-vitreo-posterior-dpv\"><strong>Descolamento do v&iacute;treo posterior (DPV)<\/strong><\/h3><p>Conforme o indiv&iacute;duo fica mais velho, o v&iacute;treo sofre um processo de liquefa&ccedil;&atilde;o, chamado de s&iacute;nquise, e condensa&ccedil;&atilde;o de suas fibras, levando a separa&ccedil;&atilde;o da retina. Ao descolar a retina, o v&iacute;treo pode acabar puxando-a excessivamente e causar rasgos, que trazem grande risco de descolamento de retina. Na parte 1 do nosso resumo falamos detalhadamente sobre descolamento de retina, n&atilde;o deixe de conferir!<\/p><p>Seus principais fatores de risco incluem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Idade &gt; 50 anos;<\/li>\n\n\n\n<li>Miopia;<\/li>\n\n\n\n<li>Trauma ocular;<\/li>\n\n\n\n<li>Inflama&ccedil;&atilde;o ocular; e<\/li>\n\n\n\n<li>Cirurgia de catarata.<\/li>\n<\/ul><p>Geralmente os pacientes s&atilde;o assintom&aacute;ticos, mas nos casos em que apresentam sintomas, os principais s&atilde;o moscas volantes, vis&atilde;o borrada e <em>flashes <\/em>de luz. Seu diagn&oacute;stico &eacute; feito pela anamnese e por um mapeamento de retina, que permite visualizar opacidades v&iacute;treas discretas, e em formas graves, rasgos de retina, descolamento de retina ou hemorragia v&iacute;trea.<\/p><p>N&atilde;o h&aacute; tratamento para o DPV, mas se for encontrada rotura retiniana aguda, o tratamento deve ser feito o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel para diminuir o risco de descolamento.&nbsp;<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-hemorragia-vitrea-espontanea\"><strong>Hemorragia v&iacute;trea espont&acirc;nea<\/strong><\/h3><p>Ocorre por um extravasamento n&atilde;o traum&aacute;tico de sangue para o corpo v&iacute;treo, sua principal etiologia em adultos &eacute; a retinopatia diab&eacute;tica (comentada na parte 1 do resumo). Seus sinais e sintomas incluem perda de vis&atilde;o s&uacute;bita, indolor, ou aparecimento agudo de manchas pretas ou teias de aranha (moscas volantes).&nbsp;<\/p><p>O tratamento depende da causa da hemorragia, quando for causa desconhecida, devem ser realizadas ultrassonografias peri&oacute;dicas at&eacute; que a hemorragia seja reabsorvida para que a causa possa ser estabelecida.&nbsp;<\/p><p>O paciente precisa ser avaliado diariamente nos primeiros dias e deve ser recomendado repouso no leito com eleva&ccedil;&atilde;o da cabe&ccedil;a por 2 a 3 dias, para reduzir a chance de um novo sangramento e permitir que o sangue se deposite inferiormente, para possibilitar melhor visualiza&ccedil;&atilde;o do fundo de olho superior perif&eacute;rico.&nbsp;<\/p><p>Nos casos de ruptura ou descolamento da retina, tratamentos com laser, crioterapia ou cirurgia podem ser indicados.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-uveite-posterior-coriorretinite\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Uveite-posterior-coriorretinite\"><\/span><strong>Uve&iacute;te posterior (coriorretinite)<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>As uve&iacute;tes posteriores correspondem cerca de 5% dos casos de uve&iacute;te e s&atilde;o qualquer forma de retinite, coroidite ou inflama&ccedil;&atilde;o do disco &oacute;ptico. Sua principal causa &eacute; a toxoplasmose.&nbsp;<\/p><p>A principal queixa do paciente com suspeita de uve&iacute;te posterior &eacute; o emba&ccedil;amento visual, que pode ser bilateral ou unilateral, e a metamorfopsia, percep&ccedil;&atilde;o de imagens deformadas, geralmente quando h&aacute; comprometimento da regi&atilde;o macular, e &eacute; um fator de mau progn&oacute;stico.&nbsp;<\/p><p>A doen&ccedil;a pode ser aguda, subaguda ou cr&ocirc;nica, dependendo da causa subjacente, e caso o segmento anterior tamb&eacute;m seja acometido, o paciente pode apresentar queixas de dor, fotofobia, lacrimejamento e olho vermelho.&nbsp;<\/p><p>Vamos falar sobre os tipos de uve&iacute;te posterior!<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-uveites-infecciosas\"><strong>Uve&iacute;tes infecciosas<\/strong><\/h3><p>A mais comum &eacute; a uve&iacute;te posterior por toxoplasmose, que pode ser cong&ecirc;nita ou adquirida, transmitida respectivamente pela placenta da m&atilde;e infectada ou por contato com a urina e fezes de gatos. As principais manifesta&ccedil;&otilde;es s&atilde;o toxoplasmose ganglionar, neurol&oacute;gica e ocular.&nbsp;<\/p><p>Em pacientes imunocompetentes, a resolu&ccedil;&atilde;o da les&atilde;o ocular ocorre entre 6 e 8 semanas, e o foco inflamat&oacute;rio &eacute; substitu&iacute;do por cicatriz atr&oacute;fica nitidamente demarcada, que se torna pigmentada a partir das bordas.&nbsp;<\/p><p>Os sintomas da toxoplasmose ocular incluem surgimento s&uacute;bito unilateral de moscas volantes, altera&ccedil;&otilde;es da acuidade visual e fotofobia. Na les&atilde;o ocular ativa, a les&atilde;o cl&aacute;ssica &eacute; um foco inflamat&oacute;rio solit&aacute;rio no polo posterior, observado por um exsudato branco-amarelado, de limites mal definidos e aspecto de luz de neblina, pr&oacute;ximo a uma cicatriz pigmentada antiga. A &ldquo;les&atilde;o sat&eacute;lite&rdquo; &eacute; considerada o padr&atilde;o-ouro para o diagn&oacute;stico da toxoplasmose.&nbsp;<\/p><p>O diagn&oacute;stico da toxoplasmose ocular &eacute; cl&iacute;nico, por achados no exame oftalmol&oacute;gico e laboratorial, os testes sorol&oacute;gico, e seu tratamento espec&iacute;fico baseia-se no uso oral de pirimetamina, sulfadiazina e &aacute;cido fol&iacute;nico, com associa&ccedil;&atilde;o de cortic&oacute;ide sist&ecirc;mico para controle da inflama&ccedil;&atilde;o, ap&oacute;s 3 dias do in&iacute;cio da terapia espec&iacute;fica. Na gesta&ccedil;&atilde;o, o tratamento deve ser modificado de acordo com o trimestre em que a gestante se encontra.&nbsp;<\/p><p>Outras uve&iacute;tes infecciosas poss&iacute;veis s&atilde;o causadas por s&iacute;filis, citomegalov&iacute;rus e toxocar&iacute;ase. Confira o material completo do Estrat&eacute;gia MED para ter acesso a elas! N&atilde;o deixe de conferir.&nbsp;<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-uveites-nao-infecciosas\"><strong>Uve&iacute;tes n&atilde;o-infecciosas<\/strong><\/h3><p>S&iacute;ndrome de Beh&ccedil;et: doen&ccedil;a multissist&ecirc;mica idiop&aacute;tica, HLA-B51 positiva, caracterizada por epis&oacute;dios recorrentes de ulcera&ccedil;&atilde;o&nbsp; urogenital e vasculite ocular Suas manifesta&ccedil;&otilde;es oculares s&atilde;o: epis&oacute;dios recorrentes de iridociclite aguda n&atilde;o granulomatosa, frequentemente associada a hip&oacute;pio m&oacute;vel transit&oacute;rio, geralmente bilateral e assim&eacute;trico. Seu tratamento &eacute; realizado com corticoide t&oacute;pico e col&iacute;rios midri&aacute;ticos, e fotocoagula&ccedil;&atilde;o em casos de oclus&otilde;es vasculares.<\/p><p>S&iacute;ndrome de Vogt-Koyanagi-Harada: doen&ccedil;a autoimune que causa inflama&ccedil;&atilde;o em tecidos com melan&oacute;citos, cursando com uve&iacute;te posterior multifocal em uma das fases, caracterizada por les&otilde;es branco-amareladas m&uacute;ltiplas e descolamentos multifocais de retina exsudativos. Seu diagn&oacute;stico &eacute; cl&iacute;nico e o tratamento baseia-se em corticoterapia sist&ecirc;mica precoce em altas doses, suprimindo a inflama&ccedil;&atilde;o ocular.&nbsp;<\/p><p>Sarcoidose: doen&ccedil;as autoimune multissist&ecirc;mica cr&ocirc;nica caracterizada pela forma&ccedil;&atilde;o de granulomas n&atilde;o caseosos, que se manifestam em qualquer &oacute;rg&atilde;o. O acometimento ocular pode ser sua manifesta&ccedil;&atilde;o inicial, sendo no polo posterior caracterizado por vasculite perif&eacute;rica, granulomas na cor&oacute;ide ou no disco &oacute;ptico e cicatrizes atr&oacute;ficas. Seu tratamento inclui o uso de cortic&oacute;ides sist&ecirc;micos e, em alguns casos, drogas imunossupressoras.&nbsp;<\/p><p>Gostou do conte&uacute;do? N&atilde;o se esque&ccedil;a de fazer parte do time Estrat&eacute;gia MED acessando a nossa plataforma! L&aacute; voc&ecirc; encontra tudo o que precisa sobre diversos temas para as provas de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica, com acesso &agrave;s videoaulas, resumos, materiais, simulados, bancos de quest&otilde;es e muito mais exclusivamente para voc&ecirc;, futuro Residente! N&atilde;o deixe de conferir!<\/p><p>N&atilde;o se esque&ccedil;a de compartilhar com um amigo futuro residente tamb&eacute;m. Afinal, quem estuda junto, passa junto!&nbsp;<\/p><p><strong><a id=\"cta\" class=\"cta-imagem\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/cursos\/extensivo-de-residncia-mdica\/\" target=\"blank\">\n                <img decoding=\"async\" width=\"100%\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/extensivo_rm.jpg\" alt=\"Extensivo RM\" title=\"extensivo_rm\">\n        <\/a><\/strong><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m:<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/cornea-e-cristalino-principais-patologias\/\">Resumo de c&oacute;rnea e cristalino: principais patologias<\/a>;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/resumed-de-anatomia-e-fisiologia-ocular\/\">Resumo de anatomia e fisiologia ocular;<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/resumed-de-estruturas-oculares-cornea-e-cristalino\/\">Resumo de estruturas oculares: c&oacute;rnea e cristalino;<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/disturbios-de-refracao\/\">Resumo de dist&uacute;rbios de refra&ccedil;&atilde;o;<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/tumores-oculares-malignos\/\">Resumo de Tumores Oculares Malignos<\/a><\/li>\n<\/ul><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Como vai, futuro Residente? 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