{"id":5304,"date":"2021-05-03T22:07:12","date_gmt":"2021-05-04T01:07:12","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategiaeducacional.com.br\/blog\/?p=5304"},"modified":"2022-09-13T10:32:57","modified_gmt":"2022-09-13T13:32:57","slug":"cancer-de-prostata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/cancer-de-prostata\/","title":{"rendered":"C\u00e2ncer de Pr\u00f3stata: tudo sobre!"},"content":{"rendered":"<p>Quer saber mais sobre o que &eacute; o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata? O Estrat&eacute;gia MED preparou esse texto para voc&ecirc;. Vamos l&aacute;!<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/cancer-de-prostata\/#O-que-e-o-cancer-de-prostata\" >O que &eacute; o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata?<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/cancer-de-prostata\/#Sintomas-do-cancer-de-prostata\" >Sintomas do c&acirc;ncer de pr&oacute;stata<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/cancer-de-prostata\/#Diagnostico\" >Diagn&oacute;stico<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/cancer-de-prostata\/#Tratamento\" >Tratamento<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/cancer-de-prostata\/#Prevencao-contra-cancer-de-prostata\" >Preven&ccedil;&atilde;o contra c&acirc;ncer de pr&oacute;stata<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-e-o-cancer-de-prostata\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O-que-e-o-cancer-de-prostata\"><\/span>O que &eacute; o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata?<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>No Brasil, o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata &eacute; a <strong>segunda neoplasia mais comum<\/strong> entre indiv&iacute;duos do sexo masculino, est&aacute; apenas atr&aacute;s do c&acirc;ncer de pele n&atilde;o melanoma. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mortalidade, tamb&eacute;m ocupa a segunda posi&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que o c&acirc;ncer de pulm&atilde;o &eacute; o mais mortal nos homens.<\/p><p>A pr&oacute;stata &eacute; uma gl&acirc;ndula do tamanho de uma noz e com consist&ecirc;ncia firme, respons&aacute;vel pela produ&ccedil;&atilde;o de 20% do volume do s&ecirc;men. Ela <strong>circunda, aproximadamente, 3 cm da uretra<\/strong>, por&ccedil;&atilde;o que recebe o nome de uretra prost&aacute;tica. Em sua composi&ccedil;&atilde;o, essa gl&acirc;ndula acess&oacute;ria possui <strong>dois ter&ccedil;os de tecido glandular <\/strong>e anteriormente &eacute; formada por<strong> tecido fibromuscular<\/strong>.<\/p><p><strong>Muitos c&acirc;nceres de pr&oacute;stata ocorrem na por&ccedil;&atilde;o posterior da gl&acirc;ndula<\/strong>, em &iacute;ntimo contato com a por&ccedil;&atilde;o final do sistema digest&oacute;rio, o reto. Superiormente, a pr&oacute;stata relaciona-se com a bexiga urin&aacute;ria e inferiormente com a importante musculatura que separa a cavidade p&eacute;lvica da cavidade abdominal. <strong>A pr&oacute;stata &eacute; uma gl&acirc;ndula exclusiva do sexo masculino<\/strong>.<\/p><p>Como a maioria dos outros tipos de c&acirc;ncer, a neoplasia de pr&oacute;stata n&atilde;o possui uma causa bem estabelecida. A <strong>prolifera&ccedil;&atilde;o celular acentuada e descontrolada origina o tumor<\/strong>, entretanto o est&iacute;mulo para essa desordem permanece desconhecido. Alguns fatores, por outro lado, s&atilde;o potencialmente de risco como <strong>hist&oacute;rico familiar positivo, <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/atualidades\/obesidade\/\" target=\"_blank\">obesidade<\/a> e ter mais de 50 anos<\/strong>.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sintomas-do-cancer-de-prostata\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Sintomas-do-cancer-de-prostata\"><\/span>Sintomas do c&acirc;ncer de pr&oacute;stata<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O c&acirc;ncer de pr&oacute;stata pode permanecer <strong>assintom&aacute;tico <\/strong>por muitos anos ou com altera&ccedil;&otilde;es leves no funcionamento do organismo, por isso, a preven&ccedil;&atilde;o e acompanhamento com um urologista s&atilde;o essenciais. Muitas vezes,<strong> as manifesta&ccedil;&otilde;es do tumor podem ser facilmente confundidas com as da hiperplasia benigna da pr&oacute;stata, necessitando de aten&ccedil;&atilde;o.<\/strong><\/p><p>Quando os sintomas aparecem, s&atilde;o decorrentes da rela&ccedil;&atilde;o que a pr&oacute;stata possui com outros &oacute;rg&atilde;os. Os principais relatados s&atilde;o:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Dificuldade ou dor para urinar<\/strong>;&nbsp;<\/li><li><strong>Aumento do n&uacute;mero de vezes que o paciente sente vontade de urinar<\/strong>, por conta de uma poss&iacute;vel obstru&ccedil;&atilde;o da uretra pelo aumento da pr&oacute;stata; e<\/li><li>Sensa&ccedil;&atilde;o de <strong>n&atilde;o conseguir esvaziar a bexiga completamente<\/strong> durante a mic&ccedil;&atilde;o.<\/li><\/ul><p>Nos casos mais avan&ccedil;ados, os sintomas gerados podem ser: <strong>infec&ccedil;&atilde;o generalizada, insufici&ecirc;ncia renal, sintomas urin&aacute;rios, como os da fase inicial, e dores &oacute;sseas, indicando met&aacute;stase, principalmente para a por&ccedil;&atilde;o sacral da coluna<\/strong>.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico\"><\/span>Diagn&oacute;stico<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico do c&acirc;ncer de pr&oacute;stata &eacute; importante para evitar maiores complica&ccedil;&otilde;es ao indiv&iacute;duo. Al&eacute;m disso, deve ser feito com cuidado para diferenciar o tumor do quadro de hiperplasia prost&aacute;tica benigna, que &eacute; muito mais comum e apresenta sintomas parecidos.<\/p><p>Os principais exames utilizados no acompanhamento urol&oacute;gico s&atilde;o: <strong>exame de toque retal e dosagem do ant&iacute;geno prost&aacute;tico espec&iacute;fico (PSA)<\/strong>. A possibilidade da exist&ecirc;ncia do c&acirc;ncer aumenta conforme o valor do PSA se eleva, entretanto, <strong>n&atilde;o h&aacute; um consenso sobre o valor espec&iacute;fico que garanta se o paciente tem ou n&atilde;o a doen&ccedil;a.<\/strong><\/p><p>Sabe-se que a maioria dos homens sem c&acirc;ncer de pr&oacute;stata tem valores de PSA menores do que 4 ng\/mL. Quando o valor do <strong>PSA est&aacute; entre 4 e 10, o homem tem 25% de chance <\/strong>de ter o c&acirc;ncer,&nbsp; <strong>para valores acima de 10 ng\/mL a chance de positividade passa dos 50%.<\/strong><\/p><p>Dessa forma, assim como o exame de toque retal, o valor do PSA n&atilde;o possui uma precis&atilde;o ideal, logo <strong>n&atilde;o deve ser feito de maneira isolada<\/strong>. Por isso, quando tais exames iniciais mostrarem alguma altera&ccedil;&atilde;o, uma <strong>bi&oacute;psia de pr&oacute;stata<\/strong> deve ser solicitada, esse &eacute; um m&eacute;todo mais invasivo, mas <strong>o &uacute;nico capaz de confirmar a presen&ccedil;a do tumor e de classific&aacute;-lo histopatologicamente<\/strong>.<\/p><p>O estudo anatomopatol&oacute;gico fornece a<strong> gradua&ccedil;&atilde;o histol&oacute;gica do sistema de Gleason<\/strong>. Esse importante &iacute;ndice varia de 1 a 10 e tem como objetivo avaliar o n&iacute;vel de diferencia&ccedil;&atilde;o do tumor, a possibilidade de invas&atilde;o de outros tecidos e, consequentemente, o progn&oacute;stico. O valor &eacute; dado pela somat&oacute;ria dos dois principais graus de diferencia&ccedil;&atilde;o encontrados na bi&oacute;psia.<\/p><p>Al&eacute;m disso, a classifica&ccedil;&atilde;o do Escore de Gleason, permite enquadrar o estadiamento do tumor junto a <strong>classifica&ccedil;&atilde;o da Sociedade Internacional de Patologia Prost&aacute;tica (ISUP)<\/strong>, uma escala mais atual, que varia do grupo 1 ao grupo 5, do melhor para o mais reservado progn&oacute;stico.<\/p><p>O exame de <strong>resson&acirc;ncia magn&eacute;tica e tomografia computadorizada<\/strong> tamb&eacute;m podem ser solicitados. Uma <strong>cintilografia &oacute;ssea<\/strong> pode ajudar na identifica&ccedil;&atilde;o e localiza&ccedil;&atilde;o de poss&iacute;veis met&aacute;stases &oacute;sseas.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento\"><\/span>Tratamento<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O tratamento do c&acirc;ncer de pr&oacute;stata &eacute; individualizado e decidido entre o m&eacute;dico e o paciente. A interven&ccedil;&atilde;o depende de <strong>caracter&iacute;sticas do tumor, principalmente sua agressividade, localiza&ccedil;&atilde;o e possibilidade de maiores complica&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m da idade do paciente<\/strong>.<\/p><p>Em alguns casos, n&atilde;o s&atilde;o indicados tratamentos invasivos, <strong>apenas uma observa&ccedil;&atilde;o e acompanhamento m&eacute;dico<\/strong>, principalmente para pacientes muito idosos.&nbsp;<\/p><p>Se o tumor prost&aacute;tico apresenta certa agressividade local, <strong>radioterapia e cirurgia<\/strong> continuam sendo a melhor op&ccedil;&atilde;o, nesses casos tamb&eacute;m se utiliza <strong>tratamento hormonal<\/strong>. No estadiamento de pior progn&oacute;stico, quando h&aacute; met&aacute;stase, a <strong>terapia hormonal<\/strong> tem sido o tratamento mais utilizado.<\/p><p>As propostas de tratamento, principalmente cirurgia e radioterapia, podem ter consequ&ecirc;ncias indesejadas como <strong>disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til e incontin&ecirc;ncia urin&aacute;ria<\/strong>.<\/p><p>H&aacute; tamb&eacute;m um protocolo de condutas para o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata, proposto pelo <strong>National Comprehensive Cancer Network<\/strong>, que leva em conta o escore de Gleason e consequentemente o risco do tumor. Confira:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Risco muito baixo<\/strong> &ndash; quando a dissemina&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a &eacute; limitada mesmo dentro da pr&oacute;stata, com Gleason 6 e PSA &lt; 10: <strong>vigil&acirc;ncia ativa para paciente com expectativa de vida menor do que 20 anos. Para o restante dos pacientes, a conduta indicada &eacute; radioterapia e prostatectomia total;<\/strong><\/li><li><strong>Baixo risco<\/strong> &ndash; quando a extens&atilde;o do c&acirc;ncer limita-se a apenas um l&oacute;bulo prost&aacute;tico, com Gleason 6, PSA &lt; 10 e at&eacute; 2 fragmentos de bi&oacute;psia positiva: <strong>Vigil&acirc;ncia ativa, radioterapia e prostatectomia radical;<\/strong><\/li><li><strong>Risco intermedi&aacute;rio<\/strong> &ndash; quando o tumor j&aacute; possui consider&aacute;vel extens&atilde;o no interior da pr&oacute;stata, Gleason = 7 e PSA entre 10 e 20: <strong>radioterapia, prostatectomia radical junto com dissec&ccedil;&atilde;o de vasos linf&aacute;ticos da pelve e terapia de priva&ccedil;&atilde;o de androg&ecirc;nio<\/strong>. A vigil&acirc;ncia ativa n&atilde;o &eacute; t&atilde;o indicada;<\/li><li><strong>Risco elevado<\/strong> &ndash; quando ocorre comprometimento extracapsular, com Gleason de 8 a 10 e PSA &gt; 20: <strong>radioterapia, prostatectomia radical junto com dissec&ccedil;&atilde;o estendida de vasos linf&aacute;ticos da pelve e terapia de priva&ccedil;&atilde;o de angrog&ecirc;nio<\/strong>; e<\/li><li><strong>Risco muito elevado<\/strong> &ndash; quando ocorre dissemina&ccedil;&atilde;o para &oacute;rg&atilde;os adjacentes como a ves&iacute;cula seminal, com Gleason de 8 a 10: <strong>radioterapia, prostatectomia radical junto com dissec&ccedil;&atilde;o estendida de vasos linf&aacute;ticos da pelve e terapia de priva&ccedil;&atilde;o de androg&ecirc;nio<\/strong>.<\/li><\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-watchful-waiting-e-vigilancia-ativa\"><em>Watchful waiting <\/em>e Vigil&acirc;ncia ativa<\/h3><p>Nas condutas de Watchful Waiting e Vigil&acirc;ncia ativa, mesmo diante de um diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer de pr&oacute;stata, a proposta &eacute; <strong>retardar, ou at&eacute; mesmo, descartar um tratamento invasivo<\/strong>, pois este n&atilde;o traria benef&iacute;cios suficientes ao paciente.&nbsp;<\/p><p>Na <strong>vigil&acirc;ncia ativa<\/strong>, o objetivo &eacute; evitar ou postergar efeitos colaterais poss&iacute;veis tanto da cirurgia, quanto da radioterapia. <strong>Os candidatos para essa abordagem s&atilde;o os que possuem tumores de baixo risco, ou seja, PSA menor do que 10, bi&oacute;psia com at&eacute; dois fragmentos positivos, toque retal normal e classifica&ccedil;&atilde;o histol&oacute;gica de Gleason 6 ou ISUP ll.&nbsp;<\/strong><\/p><p>Durante o processo, &eacute; necess&aacute;rio que haja um acompanhamento rigoroso do paciente, j&aacute; que em mais de 40% dos casos o tumor cresce. <strong>Caso haja uma progress&atilde;o do c&acirc;ncer, o paciente ser&aacute; submetido a um tratamento curativo com cirurgia\/<a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/profissoes-da-medicina\/radioterapeuta\/\" target=\"_blank\">radioterapia<\/a><\/strong>.<\/p><p>J&aacute; o <strong><em>Watchful Waiting<\/em><\/strong><strong> n&atilde;o &eacute; uma proposta curativa, mas sim paliativa<\/strong>. Os pacientes selecionados s&atilde;o aqueles em que o tratamento traria maior risco do que o pr&oacute;prio tumor. Nesses casos, se houver uma progress&atilde;o significativa ou sintom&aacute;tica do c&acirc;ncer, uma <strong>hormonioterapia paliativa ser&aacute; indicada<\/strong>. Tal abordagem &eacute; comum para <strong>pacientes muito idosos ou com outras comorbidades.<\/strong><\/p><p>Ambas condutas t&ecirc;m sido incentivadas pela constata&ccedil;&atilde;o de uma quantidade excessiva do diagn&oacute;stico da neoplasia, que muitas vezes apresenta um curso cl&iacute;nico favor&aacute;vel. A principal vantagem delas est&aacute; em <strong>diminuir a exposi&ccedil;&atilde;o aos riscos de tratamentos desnecess&aacute;rios, ou seja, evitar que a qualidade de vida do homem seja afetada inapropriadamente.<\/strong><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-prevencao-contra-cancer-de-prostata\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Prevencao-contra-cancer-de-prostata\"><\/span>Preven&ccedil;&atilde;o contra c&acirc;ncer de pr&oacute;stata<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A principal forma de preven&ccedil;&atilde;o contra o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata est&aacute; na <strong>realiza&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica de exames de rotina, como o toque retal e a dosagem de PSA<\/strong>. Por estar associado &agrave; idade e ao hist&oacute;rico familiar, <strong>homens com mais de 40-50 anos, ou com parentes pr&oacute;ximos que tiveram c&acirc;ncer de pr&oacute;stata, precisam fazer o acompanhamento com o <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/profissoes-da-medicina\/urologista\/\" target=\"_blank\">urologista<\/a><\/strong>.<\/p><p>Al&eacute;m disso, <strong>h&aacute;bitos saud&aacute;veis<\/strong> de vida s&atilde;o fatores protetivos para o c&acirc;ncer de pr&oacute;stata. <strong>Atividade f&iacute;sica, diminui&ccedil;&atilde;o de bebidas alco&oacute;licas, parar de fumar e alimenta&ccedil;&atilde;o rica em legumes, gr&atilde;os, fibras e frutas com controle do peso <\/strong>ajudam na preven&ccedil;&atilde;o dessa doen&ccedil;a.&nbsp;<\/p><p><strong>O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de do Brasil n&atilde;o recomenda, entretanto, o rastreamento do c&acirc;ncer de pr&oacute;stata. <\/strong>Dessa forma, pacientes que n&atilde;o possuem sinais ou sintomas n&atilde;o s&atilde;o indicados para a realiza&ccedil;&atilde;o dos exames.<\/p><p>Essa posi&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m compartilhada pela OMS, concorda com o parecer da <strong>US Preventive Services Task Force Recommendation Statement (USPSTF). <\/strong>Ela &eacute; um &oacute;rg&atilde;o independente, cuja recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; n&atilde;o <strong>realizar investiga&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer de pr&oacute;stata em pacientes acima dos 70 anos<\/strong>, o que foi chamado de recomenda&ccedil;&atilde;o D.<\/p><p>Para pacientes entre <strong>55 e 69 anos<\/strong>, <strong>a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; que a decis&atilde;o pelo rastreamento do c&acirc;ncer seja tomada pelo paciente<\/strong>, quando este for informado pelo m&eacute;dico das poss&iacute;veis consequ&ecirc;ncias indesejadas, e escassez de benef&iacute;cios, que essa conduta pode gerar. <strong>Estatisticamente, o rastreamento possui um potencial benef&iacute;cio muito pequeno de redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade pelo c&acirc;ncer.<\/strong> Por outro lado, muitas consequ&ecirc;ncias negativas s&atilde;o poss&iacute;veis no processo de rastreamento, como:<strong> <\/strong><strong><em>overdiagnosis<\/em><\/strong><strong> e <\/strong><strong><em>overtreatment <\/em><\/strong><strong>do c&acirc;ncer, incontin&ecirc;ncia urin&aacute;ria, disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til e resultados falso-positivo.<\/strong> Dessa forma, a <strong>USPSTF n&atilde;o indica o rastreamento para essa faixa et&aacute;ria, que ent&atilde;o s&oacute; deve ser realizado se o paciente expressar prefer&ecirc;ncia &mdash; recomenda&ccedil;&atilde;o C.<\/strong><\/p><p>Os dados que refor&ccedil;am a postura de n&atilde;o incentivar o rastreamento foram colhidos em grandes estudos. As pesquisas mostraram que o rastreamento feito com base na dosagem de PSA, em homens de 55 a 69 anos, <strong>pode prevenir 1,3 morte por c&acirc;ncer de pr&oacute;stata ao longo de 13 anos em um grupo de 1000 homens. J&aacute; esse mesmo rastreamento pode desenvolver incontin&ecirc;ncia urin&aacute;ria em cerca de 20% dos homens, e disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til em &#8532; deles. <\/strong>Assim, para cada uma morte por c&acirc;ncer de pr&oacute;stata evitada, existem 75 homens com disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til e\/ou incontin&ecirc;ncia urin&aacute;ria.<\/p><p>Dessa forma, a USPSTF concluiu que o benef&iacute;cio do rastreamento do c&acirc;ncer de pr&oacute;stata em homens com idade de 55 e 69 anos &eacute; pequeno e para poucos homens. Al&eacute;m disso, para pacientes acima de 70 anos, os danos esperados causados pelo rastreamento superam os poss&iacute;veis benef&iacute;cios trazidos por ele.<\/p><p>Gostou desse texto? 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