{"id":5710,"date":"2021-05-17T20:28:36","date_gmt":"2021-05-17T23:28:36","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategiaeducacional.com.br\/blog\/?p=5710"},"modified":"2022-06-09T18:02:03","modified_gmt":"2022-06-09T21:02:03","slug":"febre-amarela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/febre-amarela\/","title":{"rendered":"Febre Amarela: transmiss\u00e3o, sintomas e muito mais!"},"content":{"rendered":"<p>Quer saber mais sobre a<strong> febre amarela?<\/strong> O Estrat&eacute;gia MED preparou esse texto com as principais informa&ccedil;&otilde;es para voc&ecirc;. Vamos l&aacute;!<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/febre-amarela\/#O-que-e-a-febre-amarela\" >O que &eacute; a febre amarela?<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/febre-amarela\/#Como-acontece-a-transmissao-da-febre-amarela\" >Como acontece a transmiss&atilde;o da febre amarela?<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/febre-amarela\/#Quais-sao-os-sintomas-da-febre-amarela\" >Quais s&atilde;o os sintomas da febre amarela?<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/febre-amarela\/#Vacina-contra-a-febre-amarela\" >Vacina contra a febre amarela<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/febre-amarela\/#Diagnostico\" >Diagn&oacute;stico<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/febre-amarela\/#Tratamento\" >Tratamento<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/febre-amarela\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m:<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-e-a-febre-amarela\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O-que-e-a-febre-amarela\"><\/span>O que &eacute; a febre amarela?<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A febre amarela &eacute; uma <strong>doen&ccedil;a viral<\/strong>, causada por um<strong> v&iacute;rus do g&ecirc;nero <\/strong><strong><em>Flavivirus <\/em><\/strong><strong>e da fam&iacute;lia <\/strong><strong><em>Flaviviridae<\/em><\/strong><em>. <\/em>Por ser uma infec&ccedil;&atilde;o <strong>transmitida por mosquitos<\/strong>, &eacute; um quadro muito mais prevalente em <strong>regi&otilde;es tropicais<\/strong> e subtropicais, <strong>principalmente na Am&eacute;rica do Sul e na &Aacute;frica<\/strong>.&nbsp;<\/p><p>O quadro cl&iacute;nico costuma ser bastante variado e pode apresentar <strong>desde uma febre leve at&eacute; hemorragias graves.<\/strong> O nome amarelo refere-se a um sintoma comumente encontrado nos pacientes, a <strong>icter&iacute;cia<\/strong>.&nbsp;<\/p><p>Esse v&iacute;rus possui <strong>material gen&eacute;tico de RNA<\/strong> e pode acometer diversos &oacute;rg&atilde;os do corpo humano, como: <strong><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/anatomia-do-figado\/\" target=\"_blank\">f&iacute;gado<\/a>, rins, trato gastrointestinal e sistema nervoso central<\/strong>.&nbsp;<\/p><p>O ser humano normalmente come&ccedil;a a apresentar os sintomas 4 dias ap&oacute;s a infec&ccedil;&atilde;o. Isso acontece por conta do <strong>ciclo da doen&ccedil;a<\/strong>, que no homem &eacute; tradicionalmente <strong>dividido em 3 per&iacute;odos com manifesta&ccedil;&otilde;es, sintomas e riscos diferentes<\/strong>, s&atilde;o eles:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Per&iacute;odo de infec&ccedil;&atilde;o<\/strong> que pode durar de 3 a 6 dias;<\/li><li><strong>Per&iacute;odo de remiss&atilde;o<\/strong> que pode durar de 2 a 24 horas; e<\/li><li><strong>Per&iacute;odo de intoxica&ccedil;&atilde;o<\/strong> que pode durar de 3 a 8 dias.<\/li><\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-acontece-a-transmissao-da-febre-amarela\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Como-acontece-a-transmissao-da-febre-amarela\"><\/span>Como acontece a transmiss&atilde;o da febre amarela?<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A transmiss&atilde;o da febre amarela se d&aacute; pela <strong>picada do mosquito f&ecirc;mea infectado<\/strong>. Vale ressaltar que <strong>n&atilde;o ocorre transmiss&atilde;o de pessoa para pessoa,<\/strong> entretanto, as f&ecirc;meas contaminadas do mosquito podem passar a infec&ccedil;&atilde;o para sua prole. No curso da doen&ccedil;a, existem dois ciclos principais e diferentes entre si: o <strong>ciclo silvestre e o ciclo urbano<\/strong>.&nbsp;<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-ciclo-silvestre\">Ciclo silvestre<\/h3><p>Nesse ciclo, os <strong>primatas n&atilde;o humanos est&atilde;o no papel de principais hospedeiros vertebrados<\/strong> e sua participa&ccedil;&atilde;o permite a amplifica&ccedil;&atilde;o viral. Os animais adquirem a doen&ccedil;a e <strong>os homens, nesse ciclo, s&atilde;o considerados hospedeiros acidentais<\/strong>. Os principais mosquitos envolvidos s&atilde;o os do g&ecirc;nero <strong><em>Haemagogus <\/em><\/strong><strong>e <\/strong><strong><em>Sabethes<\/em><\/strong><em>.&nbsp;<\/em><\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-ciclo-urbano\">Ciclo urbano<\/h3><p>J&aacute; no ciclo urbano, o<strong> homem &eacute; considerado o principal hospedeiro e atua como fonte de infec&ccedil;&atilde;o para o pr&oacute;prio mosquito<\/strong>, que, agora infectado, pode contaminar outras pessoas. Dessa forma, percebe-se um ciclo de <strong>infec&ccedil;&atilde;o homem-mosquito-homem<\/strong>. O principal vetor, nesse caso, &eacute; o <strong>pernilongo <\/strong><strong><em>Aedes aegypti<\/em><\/strong><em>.<\/em><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-quais-sao-os-sintomas-da-febre-amarela\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Quais-sao-os-sintomas-da-febre-amarela\"><\/span>Quais s&atilde;o os sintomas da febre amarela?<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A febre amarela &eacute; uma <strong>t&iacute;pica febre viral que pode cursar com hemorragias<\/strong>. Os principais sintomas s&atilde;o: <strong>febre, n&aacute;usea, v&ocirc;mito, dor epig&aacute;strica, hepatite com icter&iacute;cia, fal&ecirc;ncia renal, hemorragia, choque<\/strong> e, at&eacute; mesmo, a <strong>morte<\/strong>.&nbsp;<\/p><p>A forma mais grave da febre amarela pode ocorrer em quase 12% dos pacientes infectados, e, al&eacute;m da icter&iacute;cia e hemorragias, pode levar a um<strong> quadro de fal&ecirc;ncia generalizada dos &oacute;rg&atilde;os<\/strong>. Nesses casos mais severos, a mortalidade pode chegar a 50%.&nbsp;<\/p><p>Cada um dos 3 per&iacute;odos da doen&ccedil;a apresenta sintomas mais caracter&iacute;sticos:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Per&iacute;odo de infec&ccedil;&atilde;o: febre, dores de cabe&ccedil;a, mialgia, dores lombares, n&aacute;useas, mal-estar, prostra&ccedil;&atilde;o e tonturas.<\/strong> Alguns pacientes podem apresentar sintomas secund&aacute;rios como <strong>infec&ccedil;&atilde;o conjuntival, l&iacute;ngua esbranqui&ccedil;ada e com tonalidade vermelha na ponta e dissocia&ccedil;&atilde;o pulso-temperatura &ndash; Sinal de Faget<\/strong>;<\/li><li><strong>Per&iacute;odo de remiss&atilde;o<\/strong>: ocorre a <strong>atenua&ccedil;&atilde;o dos sintomas,<\/strong> com decl&iacute;nio da temperatura e diminui&ccedil;&atilde;o da intensidade das outras manifesta&ccedil;&otilde;es. Normalmente, nesse per&iacute;odo, o paciente relata sentir uma <strong>melhora<\/strong>;<\/li><li><strong>Per&iacute;odo de intoxica&ccedil;&atilde;o<\/strong>: &eacute; o momento de <strong>resposta inflamat&oacute;ria exagerada e que pode desencadear um quadro de colapso hemodin&acirc;mico<\/strong>. Nesse per&iacute;odo, a <strong>febre e a diarreia reaparecem e o v&ocirc;mito tem aspecto de borra de caf&eacute;<\/strong>. A <strong>insufici&ecirc;ncia hep&aacute;tica e renal <\/strong>come&ccedil;a a manifestar sintomas como: <strong>icter&iacute;cia<\/strong>, an&uacute;ria, albumin&uacute;ria e olig&uacute;ria; s&atilde;o comuns manifesta&ccedil;&otilde;es hematol&oacute;gicas como <strong>epistaxe<\/strong>, otorragia, hemat&ecirc;mese, <strong>pet&eacute;quias<\/strong>, equimose, <strong>hematomas<\/strong>, gengivorragias, <strong>hemoptise<\/strong>, <strong>hemorragia conjuntiva<\/strong>l, entre outros. Um outro sintoma caracter&iacute;stico dessa fase &eacute; o <strong>sinal de Faget, representado por uma dissocia&ccedil;&atilde;o pulso-temperatura, quando o pulso encontra-se lentificado ou inapropriadamente normal e a temperatura elevada.<\/strong><\/li><\/ul><p>Sendo uma doen&ccedil;a din&acirc;mica, ela pode apresentar possibilidade de piora. Nesse caso, a evolu&ccedil;&atilde;o para o &oacute;bito costuma acontecer entre 7 e 14 dias, e, normalmente, se d&aacute; por conta da <strong>insufici&ecirc;ncia hep&aacute;tica fulminante<\/strong>. Quadros secund&aacute;rios de <strong>sepse<a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/bacterias\/\" target=\"_blank\"> bacteriana<\/a> ou f&uacute;ngica, hemorragias, arritmias e <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/choque\/\" target=\"_blank\">choque<\/a> tamb&eacute;m podem levar &agrave; morte.<\/strong><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-vacina-contra-a-febre-amarela\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Vacina-contra-a-febre-amarela\"><\/span>Vacina contra a febre amarela<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/atualidades\/desenvolvimento-da-vacina\/\" target=\"_blank\">vacina <\/a>contra a febre amarela possui <strong>efic&aacute;cia acima de 95%<\/strong>, portanto, &eacute; a principal forma de preven&ccedil;&atilde;o. Ela &eacute; composta por <strong>v&iacute;rus vivos atenuados da subcepa 17D<\/strong>. A orienta&ccedil;&atilde;o vacinal &eacute; de uma <strong>dose para pacientes acima de 9 meses de idade, com refor&ccedil;o aos 4 anos.<\/strong> Os anticorpos estimulados por ela s&atilde;o produzidos em um per&iacute;odo de at&eacute; 10 dias, por isso, a vacina&ccedil;&atilde;o em pacientes que ir&atilde;o viajar para &aacute;reas end&ecirc;micas, deve acontecer <strong>10 dias antes da viagem<\/strong>.<\/p><p>A vacina &eacute; <strong>contraindicada para gestantes, crian&ccedil;as menores do que 6 meses e pacientes imunossuprimidos<\/strong>.<\/p><p>Outras medidas relacionadas ao inseto vetor podem ajudar na preven&ccedil;&atilde;o, como: <strong>uso de repelentes, n&atilde;o deixar &aacute;gua parada e utiliza&ccedil;&atilde;o de telas e mosquiteiros.<\/strong><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico\"><\/span>Diagn&oacute;stico<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico da febre amarela &eacute; importante para a monitora&ccedil;&atilde;o de uma poss&iacute;vel evolu&ccedil;&atilde;o mais grave. Os <strong>achados cl&iacute;nicos<\/strong> s&atilde;o bastante sugestivos na maioria dos pacientes. Al&eacute;m disso, a <strong>investiga&ccedil;&atilde;o da hist&oacute;ria do indiv&iacute;duo &eacute; importante, principalmente a respeito de viagens recentes para zonas end&ecirc;micas da doen&ccedil;a e se o paciente j&aacute; foi vacinado.<\/strong><\/p><p>O <strong>diagn&oacute;stico laboratorial<\/strong> pode ser feito de diversas formas, cada uma com suas especifica&ccedil;&otilde;es, as principais s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li>A <strong>sorologia, <\/strong>que investiga a presen&ccedil;a de anticorpos IgM espec&iacute;ficos, &eacute; feita pela t&eacute;cnica <strong>ELISA<\/strong>. A coleta de sangue para a amostra deve ser feita a partir do s&eacute;timo dia do aparecimento dos sintomas;<\/li><li>O <strong>isolamento viral<\/strong> que &eacute; feito pela pesquisa do v&iacute;rus em<strong> cultura de c&eacute;lulas<\/strong>. Pode ser utilizado sangue, soro, l&iacute;quido cefalorraquidiano, urina ou bi&oacute;psia visceral &ndash; para o caso de investiga&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s o &oacute;bito;<\/li><li><strong>Pesquisa de ant&iacute;geno viral<\/strong> que &eacute; feita pela t&eacute;cnica de<strong> imuno-histoqu&iacute;mica<\/strong> e consiste na detec&ccedil;&atilde;o do ant&iacute;geno viral em amostras de tecidos. Esse procedimento &eacute; normalmente realizado em indiv&iacute;duos que j&aacute; foram a &oacute;bito para comprovar a causa da morte; e<\/li><li>O <strong>RT-PCR<\/strong> tamb&eacute;m pode ser solicitado e analisa se h&aacute; genoma viral, normalmente no sangue, soro ou tecidos.<\/li><\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento\"><\/span>Tratamento<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p><strong>N&atilde;o existe um tratamento espec&iacute;fico para a febre amarela<\/strong>, os medicamentos e medidas adotadas t&ecirc;m como objetivo <strong>controlar os sintomas da doen&ccedil;a<\/strong>. A principal conduta para os casos mais leves &eacute; a <strong>manuten&ccedil;&atilde;o da hidrata&ccedil;&atilde;o e recomenda&ccedil;&atilde;o de repouso<\/strong>. As drogas comumente utilizadas s&atilde;o <strong>antit&eacute;rmicos e analg&eacute;sicos<\/strong>, vale ressaltar que <strong>derivados de &aacute;cido acetilsalic&iacute;lico s&atilde;o contraindicados pelo risco de hemorragia.<\/strong><\/p><p>Durante o tratamento, &eacute; importante <strong>monitorar a atividade hep&aacute;tica e renal<\/strong>, o que acontece pela <strong>dosagem das transaminases TGO e TGP e a dosagem de ureia e creatinina<\/strong>, respectivamente. O componente hematog&ecirc;nico tamb&eacute;m merece aten&ccedil;&atilde;o nesse processo, principalmente para <strong>evitar poss&iacute;veis hemorragias.<\/strong><\/p><p>No caso de pacientes adultos graves, o <strong>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de do Brasil<\/strong> prop&otilde;e algumas medidas, como:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Interna&ccedil;&atilde;o<\/strong> com objetivo principal de hidrata&ccedil;&atilde;o e controle dos sintomas, <strong>suspender uso de AAS e <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/aines\/\" target=\"_blank\">AINEs<\/a>;<\/strong><\/li><li>Realizar a <strong>notifica&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria da doen&ccedil;a<\/strong>, que deve ser feita para todos os pacientes sintom&aacute;ticos;<\/li><li>Nas formas ainda mais graves recomenda-se a<strong> interna&ccedil;&atilde;o em unidade de terapia intensiva<\/strong>, administra&ccedil;&atilde;o de<strong> inibidor de bombas de pr&oacute;tons<\/strong>, monitorar <strong>balan&ccedil;o h&iacute;drico e prevenir hipoglicemia<\/strong>. Em alguns casos a <strong>di&aacute;lise<\/strong> &eacute; indicada, principalmente para pacientes com n&iacute;vel de bicarbonato menor do que 18 meq\/L. O tratamento para <strong>prevenir a encefalopatia hep&aacute;tica<\/strong> &eacute; feito com 250 mL de manitol com bisacodil, em caso de resposta negativa, utilizar clister glicerinado retal. Para a <strong>preven&ccedil;&atilde;o de poss&iacute;veis crises convulsivas<\/strong>, a administra&ccedil;&atilde;o de <strong>levetiracetam<\/strong> &eacute; o mais indicado, tendo a fenito&iacute;na como alternativa, e para o <strong>controle das crises utiliza-se 0,15mg\/Kg IV de diazepam<\/strong>; e<\/li><li>Algumas outras medidas como <strong>transfus&atilde;o de sangue e componentes, e a troca plasm&aacute;tica<\/strong> podem ajudar nos casos mais severos.<\/li><\/ul><p>Outras drogas v&ecirc;m sendo testadas e parecem apresentar bons resultados, as principais s&atilde;o: <strong>sofosbuvir e terapia com Interferon-.<\/strong><\/p><p>Se est&aacute; prestando provas de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica e Revalida, o <a href=\"https:\/\/med.estrategiaeducacional.com.br\/#plans-session\" target=\"_blank\"><strong>Sistema de Quest&otilde;es MED<\/strong> e o <strong>Curso Extensivo MED<\/strong><\/a> podem lhe ajudar!&nbsp;<\/p><p>Com eles, voc&ecirc; tem acesso a materiais exclusivos e atualizados, junto com milhares de quest&otilde;es. 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