{"id":6047,"date":"2021-05-28T15:34:05","date_gmt":"2021-05-28T18:34:05","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategiaeducacional.com.br\/blog\/?p=6047"},"modified":"2023-02-02T16:20:36","modified_gmt":"2023-02-02T19:20:36","slug":"espondilite-anquilosante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/espondilite-anquilosante\/","title":{"rendered":"Espondilite Anquilosante: tudo sobre!"},"content":{"rendered":"<p>Quer saber mais sobre espondilite anquilosante? O Estrat&eacute;gia MED separou as principais informa&ccedil;&otilde;es sobre o assunto para voc&ecirc;. Vamos l&aacute;!<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/espondilite-anquilosante\/#O-que-e-espondilite-anquilosante\" >O que &eacute; espondilite anquilosante?<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/espondilite-anquilosante\/#Causas-da-espondilite-anquilosante\" >Causas da espondilite anquilosante<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/espondilite-anquilosante\/#Sintomas-da-espondilite-anquilosante\" >Sintomas da espondilite anquilosante<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/espondilite-anquilosante\/#Quais-orgaos-sao-afetados\" >Quais &oacute;rg&atilde;os s&atilde;o afetados?<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/espondilite-anquilosante\/#Diagnostico\" >Diagn&oacute;stico<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/espondilite-anquilosante\/#Tratamento\" >Tratamento<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-e-espondilite-anquilosante\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O-que-e-espondilite-anquilosante\"><\/span>O que &eacute; espondilite anquilosante?<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p><strong>A espondilite anquilosante &eacute; uma doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria cr&ocirc;nica de manifesta&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica.<\/strong> Sua principal caracter&iacute;stica inicial &eacute; o <strong>comprometimento da coluna vertebral<\/strong> e de outras por&ccedil;&otilde;es do esqueleto axial de forma sim&eacute;trica, como as <strong>articula&ccedil;&otilde;es sacroil&iacute;cas<\/strong>. A espondilite anquilosante &eacute; bastante representativa das <strong>espondiloartropatias.<\/strong><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-causas-da-espondilite-anquilosante\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Causas-da-espondilite-anquilosante\"><\/span>Causas da espondilite anquilosante<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A causa da espondilite anquilosante, assim como das outras espondiloartrites, &eacute; pouco elucidada. O <strong>fator gen&eacute;tico<\/strong> parece ser a maior causa da doen&ccedil;a, principalmente em pacientes com <strong>HLA-B27<\/strong>. O <strong>aumento de macr&oacute;fagos, linf&oacute;citos T e, consequentemente, de grande quantidade de citocinas inflamat&oacute;rias na articula&ccedil;&atilde;o<\/strong>, s&atilde;o fatores que podem ajudar na const&acirc;ncia da inflama&ccedil;&atilde;o que desencadeia o quadro cl&iacute;nico. Outras consequ&ecirc;ncias observadas decorrem da manuten&ccedil;&atilde;o inflamat&oacute;ria local, como <strong>calcifica&ccedil;&atilde;o dos ligamentos, eros&otilde;es &oacute;sseas, anquilose &oacute;ssea e deformidades nas articula&ccedil;&otilde;es.<\/strong><\/p><p>Al&eacute;m disso, uma das causas que j&aacute; foi descrita s&atilde;o as <strong>infec&ccedil;&otilde;es por <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/bacterias\/\" target=\"_blank\">bact&eacute;rias<\/a><\/strong>, vale ressaltar, entretanto, que o quadro sintom&aacute;tico de espondilite &eacute; ass&eacute;ptico.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sintomas-da-espondilite-anquilosante\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Sintomas-da-espondilite-anquilosante\"><\/span>Sintomas da espondilite anquilosante<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os sintomas da espondilite anquilosante, normalmente, aparecem na segunda e terceira d&eacute;cada de vida, os <strong>homens podem ser at&eacute; 3 vezes mais acometidos do que as mulheres<\/strong>. Inicialmente, ela costuma se manifestar com <strong>lombalgia<\/strong> e o paciente frequentemente relata sentir <strong>&lsquo;dor em peso&rsquo;, <\/strong>&eacute; importante notar que a <strong>localiza&ccedil;&atilde;o &eacute; pouco precisa<\/strong>. Outra caracter&iacute;stica importante desta primeira dor &eacute; ser de <strong>ritmo inflamat&oacute;rio e apresentar irradia&ccedil;&atilde;o para a por&ccedil;&atilde;o gl&uacute;tea profunda<\/strong>, al&eacute;m da <strong>linha articular entre as articula&ccedil;&otilde;es sacroil&iacute;acas<\/strong>, normalmente, bilateral.<\/p><p>Para o diagn&oacute;stico diferencial, &eacute; importante lembrar que <strong>o in&iacute;cio da dor &eacute; insidioso e que piora depois do repouso<\/strong>. Com o tempo, a dor passa a ser constante e a <strong>rigidez pode ser percebida na regi&atilde;o lombar<\/strong>, com relato tamb&eacute;m de uma <strong>dor difusa<\/strong>. Algumas pessoas podem notar uma <strong>melhora sintom&aacute;tica com o exerc&iacute;cio.<\/strong><\/p><p>Raramente a doen&ccedil;a come&ccedil;a a se manifestar no esqueleto apendicular, quando o principal sintoma inicial &eacute; um <strong>quadro mi&aacute;lgico com dores nas por&ccedil;&otilde;es de inser&ccedil;&atilde;o de ligamentos e tend&otilde;es<\/strong>.<\/p><p>Outros sintomas que podem ser encontrados s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Entesites localizadas na parede da cavidade tor&aacute;cica<\/strong>, podendo ser nos processos espinhosos, articula&ccedil;&otilde;es costovertebrais e costoesternais e na esc&aacute;pula;<\/li>\n\n\n\n<li>A dor da cavidade tor&aacute;cica pode gerar <strong>respira&ccedil;&atilde;o diafragm&aacute;tica ou abdominal<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Febre baixa<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Diminui&ccedil;&atilde;o do movimento da coluna lombar;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>Inapet&ecirc;ncia; e<\/li>\n\n\n\n<li>Anorexia.<\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-posicao-do-esquiador\">Posi&ccedil;&atilde;o do Esquiador<\/h3><p>A evolu&ccedil;&atilde;o do quadro de espondilite anquilosante &eacute; demorada, entretanto, se n&atilde;o diagnosticada e tratada em seu in&iacute;cio, pode evoluir para a <strong>manifesta&ccedil;&atilde;o mais grave, sintom&aacute;tica e debilitante da doen&ccedil;a,<\/strong> quando o paciente adquire a chamada &lsquo;posi&ccedil;&atilde;o do esquiador&rsquo;. Os principais achados nesse quadro s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Retifica&ccedil;&atilde;o da coluna cervical;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Retifica&ccedil;&atilde;o da coluna lombar;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Acentua&ccedil;&atilde;o da cifose tor&aacute;cica; e<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Flex&atilde;o parcial dos joelhos<\/strong>, o que normalmente acontece para permitir a deambula&ccedil;&atilde;o.<\/li>\n<\/ul><p>O paciente costuma chegar a esse n&iacute;vel de acometimento <strong>10 anos ap&oacute;s o in&iacute;cio dos sintomas<\/strong> e, na radiografia, &eacute; poss&iacute;vel perceber o sinal da<strong> &lsquo;coluna em bambu&rsquo;.<\/strong><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-quais-orgaos-sao-afetados\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Quais-orgaos-sao-afetados\"><\/span>Quais &oacute;rg&atilde;os s&atilde;o afetados?<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A principal regi&atilde;o do corpo afetada &eacute; a <strong>coluna vertebral, especialmente a por&ccedil;&atilde;o lombar.<\/strong> Al&eacute;m disso, o comprometimento articular apendicular tamb&eacute;m pode acontecer &ndash; as <strong>articula&ccedil;&otilde;es mais frequentes s&atilde;o tornozelos, coxofemurias, joelhos e ombros.<\/strong> Algumas manifesta&ccedil;&otilde;es extra-articulares que podem estar presentes e, inclusive, ajudam no diagn&oacute;stico, por ordem de preval&ecirc;ncia s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Uve&iacute;te,<\/strong>os sintomas podem ser dor, fotofobia, lacrimejamento e borramento de vis&atilde;o. &Eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o aguda que pode ser unilateral ou bilateral;<\/li>\n\n\n\n<li>Comprometimento <strong>cardiovascular, <\/strong>que &eacute; bastante raro, presente entre 3 e 10% dos doentes e os principais achados s&atilde;o aortite ascendente, insufici&ecirc;ncia a&oacute;rtica ou valvular, pericardite e cardiomegalia;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Les&atilde;o pulmonar<\/strong>, o comprometimento parenquimatoso do <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/pulmao\/\" target=\"_blank\">pulm&atilde;o<\/a> pode estar presente;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dano neurol&oacute;gico<\/strong>, principalmente nas fases tardias da doen&ccedil;a e pode ser visto com s&iacute;ndrome da cauda equina, fraturas das v&eacute;rtebras e subluxa&ccedil;&atilde;o atlantoaxial; e&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Comprometimento da mucosa intestinal<\/strong>, quando as les&otilde;es se encontram principalmente no ter&ccedil;o terminal do &iacute;leo e podem ser vistas por colonoscopia.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico\"><\/span>Diagn&oacute;stico<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico das formas mais iniciais da doen&ccedil;a &eacute; essencial para evitar maiores preju&iacute;zos ao paciente. A grande caracter&iacute;stica cl&iacute;nica que deve ser pesquisada &eacute; a <strong>limita&ccedil;&atilde;o dos movimentos realizados pela por&ccedil;&atilde;o lombar da coluna. <\/strong>Para isso, os principais testes utilizados na avalia&ccedil;&atilde;o da hiperextens&atilde;o, flex&atilde;o e rota&ccedil;&atilde;o lateral s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Manobra de Schober,<\/strong> que &eacute; feita tra&ccedil;ando uma linha vertical de 10 cm na coluna lombar a partir da linha tra&ccedil;ada entre as cristas il&iacute;acas postero-superiores do paciente na posi&ccedil;&atilde;o ortost&aacute;tica, ent&atilde;o, verifica-se, ap&oacute;s solicitar que o paciente realize flex&atilde;o da coluna, se a marca&ccedil;&atilde;o atinge os 15 cm de comprimento. <strong>O teste &eacute; considerado positivo quando o tra&ccedil;ado n&atilde;o alcan&ccedil;a 15 cm, indicando perda ou limita&ccedil;&atilde;o do movimento da coluna lombar;<\/strong> e<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dist&acirc;ncia terceiro-dedo ch&atilde;o.<\/strong><\/li>\n<\/ul><p>Para o diagn&oacute;stico precoce, os<strong> crit&eacute;rios modificados de Nova York <\/strong>s&atilde;o os mais indicados e, para confirmar a doen&ccedil;a, <strong>s&atilde;o necess&aacute;rios, pelo menos, 1 dos 3 crit&eacute;rios cl&iacute;nicos, mais 1 dos crit&eacute;rios <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/profissoes-da-medicina\/radiologia-e-diagnostico-por-imagem\/\" target=\"_blank\">radiol&oacute;gicos<\/a>.<\/strong> Os crit&eacute;rios s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Limita&ccedil;&atilde;o da movimenta&ccedil;&atilde;o lombar em dois planos<\/strong>, como adu&ccedil;&atilde;o-abdu&ccedil;&atilde;o e flex&atilde;o-extens&atilde;o;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Lombalgia que melhora com exerc&iacute;cio e piora com repouso, por um per&iacute;odo de, no m&iacute;nimo, 3 meses;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Diminui&ccedil;&atilde;o da expansibilidade tor&aacute;rica<\/strong>, em rela&ccedil;&atilde;o ao esperado para a idade e sexo; e<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Crit&eacute;rios radiol&oacute;gicos: constata&ccedil;&atilde;o de sacroile&iacute;te bilateral, leve a grave intensidade<\/strong>, ou <strong>unilateral, de moderada a grave intensidade<\/strong>. Essa parte do diagn&oacute;stico &eacute; feita, normalmente, com a utiliza&ccedil;&atilde;o do<strong> raio-x.<\/strong><\/li>\n<\/ul><p>A <strong><em>Assessment of SpondydiloArthritis International Society, <\/em><\/strong><strong>ou ASAS<\/strong>, tamb&eacute;m estabelece crit&eacute;rios para o diagn&oacute;stico da doen&ccedil;a, que &eacute; confirmada quando um<strong> paciente de at&eacute; 45 anos e lombalgia por mais de 3 meses apresenta um dos dois crit&eacute;rios poss&iacute;veis:<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Sacroile&iacute;te em exames de imagem<\/strong>, nos mesmos crit&eacute;rios dos modificados de Nova York <strong>e, pelo menos 1 caracter&iacute;stica de espondiloartrite<\/strong>; e<\/li>\n\n\n\n<li><strong>HLA-B27 e 2 ou mais caracter&iacute;sticas de espondiloartrite.<\/strong><\/li>\n<\/ul><p>As caracter&iacute;sticas de espondiloartrite propostas s&atilde;o: <strong>lombalgia inflamat&oacute;ria, <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/artrite\/\" target=\"_blank\">artrite<\/a>, entesite, uve&iacute;te, dactilite, psor&iacute;ase, <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/doenca-de-crohn\/\" target=\"_blank\">doen&ccedil;a de Crohn <\/a>ou retocolite ulcerativa, boa resposta a anti-inflamat&oacute;rios n&atilde;o esteroidais (em 24-48 horas de m&aacute;xima dose tolerada), hist&oacute;ria familiar positiva de espondiloartrite, HLA-B27 e prote&iacute;na C reativa elevada.<\/strong><\/p><p><strong>Exames laboratoriais <\/strong>podem ser utilizados, entretanto, apresentam baixa especificidade. A principal fun&ccedil;&atilde;o deles &eacute; <strong>avaliar o quadro inflamat&oacute;rio apresentado pelo paciente<\/strong>, o que &eacute; mostrado pelo <strong>aumento s&eacute;rico da prote&iacute;na C reativa e de IgA, al&eacute;m de um aumento na VHS<\/strong>. O <strong>exame para HLA-B27 <\/strong>tamb&eacute;m pode ajudar no diagn&oacute;stico da espondilite anquilosante, j&aacute; que ela apresenta elevada carga heredit&aacute;ria.<\/p><p>Os exames de imagem s&atilde;o utilizados para o diagn&oacute;stico e tamb&eacute;m para monitorar a evolu&ccedil;&atilde;o do quadro. <strong>Ao raio-x, os principais achados s&atilde;o: sindesm&oacute;fitos, &lsquo;coluna em bambu&rsquo;, espor&atilde;o do osso calc&acirc;neo e, principalmente, a sacroile&iacute;te. A tomografia computadorizada e a resson&acirc;ncia magn&eacute;tica s&atilde;o &uacute;teis para a comprova&ccedil;&atilde;o da sacroile&iacute;te.&nbsp;<\/strong><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento\"><\/span>Tratamento<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O tratamento consiste em uma abordagem <strong>medicamentosa e n&atilde;o medicamentosa.<\/strong> A principal classe de drogas indicada s&atilde;o os <strong><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/aines\/\" target=\"_blank\">AINEs<\/a><\/strong>, que costumam mostrar resultado em at&eacute; 3 meses de uso, caso o efeito desejado n&atilde;o seja observado, deve-se fazer a troca para um <strong>segundo anti-inflamat&oacute;rio n&atilde;o hormonal<\/strong>.<\/p><p>Para alguns casos, principalmente de acometimento axial, <strong>bloqueadores TNF<\/strong> podem ser utilizados. Quando o acometimento &eacute; perif&eacute;rico, o <strong>metotrexato e a sulfassalazina <\/strong>s&atilde;o indicados 12 semanas antes da administra&ccedil;&atilde;o de bloqueadores TNF.&nbsp;<\/p><p>Em pacientes com importante acometimento extra-articular, o uso de <strong>anticorpos monoclonais parece ser o mais eficiente, as melhores op&ccedil;&otilde;es s&atilde;o infliximabe e adalimumabe.<\/strong> Para o tratamento sintom&aacute;tico, o m&eacute;dico pode lan&ccedil;ar m&atilde;o de <strong>analg&eacute;sicos e corticoides locais<\/strong>. Em alguns pacientes com quadro grave e dor refrat&aacute;ria incapacitante, a <strong>cirurgia de artoplastia de quadril <\/strong>pode ajudar.<\/p><p>Para a abordagem n&atilde;o medicamentosa, recomenda-se acompanhamento com <strong>fisioterapia, exerc&iacute;cios para reabilita&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o para a doen&ccedil;a, terapia ocupacional e alongamentos.<\/strong>&nbsp;<\/p><p>Aproveitou o conte&uacute;do? 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