{"id":66122,"date":"2024-07-14T09:04:31","date_gmt":"2024-07-14T12:04:31","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=66122"},"modified":"2024-07-24T17:51:31","modified_gmt":"2024-07-24T20:51:31","slug":"resumo-de-treponema-pallidum-microbiologia-patologia-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-treponema-pallidum-microbiologia-patologia-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo de Treponema pallidum: microbiologia, patologia e mais!"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ol&aacute;, querido doutor e doutora!<\/strong> O Treponema pallidum, a bact&eacute;ria causadora da s&iacute;filis, foi identificado pela primeira vez em 1905 pelos cientistas Fritz Schaudinn e Erich Hoffmann. A descoberta desse organismo foi um marco significativo na microbiologia e medicina, permitindo uma melhor compreens&atilde;o e tratamento da s&iacute;filis, uma doen&ccedil;a que afeta a humanidade por s&eacute;culos.<p><strong>Vem com o Estrat&eacute;gia MED <\/strong>entender a microbiologia, fisiopatologia, epidemiologia, diagn&oacute;stico e tratamento da infec&ccedil;&atilde;o pelo Treponema pallidum. <strong>Ao final, separei uma quest&atilde;o de prova sobre o tema para respondermos juntos!<\/strong> &nbsp;<\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-treponema-pallidum-microbiologia-patologia-e-mais\/#Conceito-de-Treponema-Pallidum\" >Conceito de Treponema Pallidum<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-treponema-pallidum-microbiologia-patologia-e-mais\/#Patogenese-do-Treponema-Pallidum\" >Patog&ecirc;nese do Treponema Pallidum<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-treponema-pallidum-microbiologia-patologia-e-mais\/#Epidemiologia-do-Treponema-Pallidum\" >Epidemiologia do Treponema Pallidum&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-treponema-pallidum-microbiologia-patologia-e-mais\/#Transmissao-do-Treponema-Pallidum\" >Transmiss&atilde;o do Treponema Pallidum&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-treponema-pallidum-microbiologia-patologia-e-mais\/#Manifestacoes-Clinicas-do-Treponema-Pallidum\" >Manifesta&ccedil;&otilde;es Cl&iacute;nicas do Treponema Pallidum<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-treponema-pallidum-microbiologia-patologia-e-mais\/#Diagnostico-do-Treponema-Pallidum\" >Diagn&oacute;stico do Treponema Pallidum&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-treponema-pallidum-microbiologia-patologia-e-mais\/#Tratamento-do-Treponema-Pallidum\" >Tratamento do Treponema Pallidum&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-treponema-pallidum-microbiologia-patologia-e-mais\/#Cai-na-Prova\" >Cai na Prova&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-treponema-pallidum-microbiologia-patologia-e-mais\/#Veja-Tambem\" >Veja Tamb&eacute;m<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-10\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-treponema-pallidum-microbiologia-patologia-e-mais\/#Referencias-Bibliograficas\" >Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas&nbsp;<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conceito-de-treponema-pallidum\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Conceito-de-Treponema-Pallidum\"><\/span>Conceito de Treponema Pallidum<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Treponema pallidum, a bact&eacute;ria respons&aacute;vel pela s&iacute;filis, foi descoberta em 1905, pertence &agrave; ordem <em>Spirochaetales<\/em> e &eacute; o <strong>agente causador da s&iacute;filis<\/strong>. Medindo cerca de 10 a 13 m&iacute;crons de comprimento e apenas 0,15 m&iacute;crons de largura, &eacute; muito fino para ser observado diretamente por microscopia convencional, dificultando o diagn&oacute;stico.&nbsp;<\/p><p>A visualiza&ccedil;&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel usando microscopia de campo escuro, que utiliza um condensador especial para emitir luz obl&iacute;qua. Esse m&eacute;todo revela o T. pallidum como um organismo delicado <strong>em forma de abridor de garrafas<\/strong>, com espirais bem definidas e um movimento rotat&oacute;rio caracter&iacute;stico, al&eacute;m de movimentos de flex&atilde;o e vaiv&eacute;m, caracter&iacute;sticas diagn&oacute;sticas distintivas.<\/p><p>\n\n\n\n<p>Cat\u00e1logo nomeado 'Resid&ecirc;ncia' n\u00e3o encontrado.<\/p>\n\n\n\n<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-patogenese-do-treponema-pallidum\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Patogenese-do-Treponema-Pallidum\"><\/span>Patog&ecirc;nese do Treponema Pallidum<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A infec&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a quando o T. pallidum penetra nos tecidos subcut&acirc;neos por pequenas abras&otilde;es. Apesar de se replicar lentamente a cada 30 horas, a bact&eacute;ria evita as respostas imunol&oacute;gicas iniciais do hospedeiro, causando uma <strong>les&atilde;o ulcerativa chamada cancro<\/strong>. Durante essa fase, alguns organismos se espalham para os linfonodos regionais e se disseminam. O T. pallidum desencadeia respostas imunes celulares e humorais. Inicialmente, leuc&oacute;citos polimorfonucleares infiltram a les&atilde;o, seguidos por linf&oacute;citos T.<\/p><p>Apesar das respostas imunes iniciais que parecem resolver o cancro prim&aacute;rio, a dissemina&ccedil;&atilde;o das espiroquetas continua, levando &agrave; s&iacute;filis secund&aacute;ria ou terci&aacute;ria se n&atilde;o tratada. A resposta imune ao T. pallidum &eacute; paradoxal: <strong>embora haja uma resposta efetiva inicialmente, a dissemina&ccedil;&atilde;o bacteriana ainda ocorre<\/strong>.<\/p><p>A imunidade celular &eacute; importante para controlar a infec&ccedil;&atilde;o tardia. A <strong>s&iacute;filis tardia<\/strong> &eacute; caracterizada por um per&iacute;odo latente prolongado, sugerindo envolvimento de mecanismos imunol&oacute;gicos. A redu&ccedil;&atilde;o da imunidade com a idade pode permitir a reativa&ccedil;&atilde;o de treponemas em locais sequestrados, ou uma resposta imune hipersens&iacute;vel pode causar inflama&ccedil;&atilde;o cr&ocirc;nica.<\/p><p>Gomas, ou <strong>s&iacute;filis benigna tardia<\/strong>, envolvem a forma&ccedil;&atilde;o de granulomas na pele, v&iacute;sceras ou outros tecidos. J&aacute; a<strong> s&iacute;filis cardiovascular<\/strong> afeta o arco a&oacute;rtico ascendente e a valva a&oacute;rtica, resultante de vasculite nos vasa vasorum. Vasculite de pequenos vasos, com infiltra&ccedil;&atilde;o de linf&oacute;citos e plasm&oacute;citos, &eacute; comum nos est&aacute;gios secund&aacute;rios e posteriores da s&iacute;filis.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-epidemiologia-do-treponema-pallidum-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Epidemiologia-do-Treponema-Pallidum\"><\/span>Epidemiologia do Treponema Pallidum&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Em 2016, a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) estimou <strong>19,9 milh&otilde;es de casos prevalentes de s&iacute;filis em adolescentes e adultos de 15 a 49 anos<\/strong>, com 6,3 milh&otilde;es de novos casos. A maior preval&ecirc;ncia foi na regi&atilde;o do Pac&iacute;fico Ocidental (93 casos por 100.000 adultos), seguida pela &Aacute;frica (46,6 casos por 100.000 adultos) e pelas Am&eacute;ricas (34,1 casos por 100.000 adultos).&nbsp;<\/p><p>Em 2021, foram registrados 53.767 casos de s&iacute;filis prim&aacute;ria e secund&aacute;ria, com um aumento de 28,6% em rela&ccedil;&atilde;o a 2020. Homens representaram cerca de 75% desses casos, <strong>especialmente entre homens que fazem sexo com homens (HSH)<\/strong>, que foram 46% dos casos masculinos. O uso de metanfetamina e parceiros sexuais adquiridos via m&iacute;dia social s&atilde;o fatores de risco entre HSH.&nbsp;<\/p><p>A taxa de s&iacute;filis prim&aacute;ria e secund&aacute;ria entre mulheres aumentou mais de 70% desde 2012, com um aumento de 55% de 2020 a 2021. Esse aumento foi maior entre mulheres negras, seguido por hisp&acirc;nicas e brancas. <strong>O aumento pode estar relacionado ao maior uso de drogas, como metanfetamina e hero&iacute;na<\/strong>.&nbsp;<\/p><p>Com o aumento de casos em mulheres, houve tamb&eacute;m um aumento nos casos de<strong> s&iacute;filis cong&ecirc;nita<\/strong>, com 2.855 casos notificados em 2021, incluindo 220 natimortos e &oacute;bitos infantis.<\/p><p><strong>Outras Tend&ecirc;ncias&nbsp;<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Alta taxa de coinfec&ccedil;&atilde;o por HIV entre homens que fazem sexo com homens com s&iacute;filis (aproximadamente 45%);&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Maiores taxas de s&iacute;filis prim&aacute;ria e secund&aacute;ria em homens de 25 a 34 anos; e&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Taxas mais altas de s&iacute;filis entre indiv&iacute;duos negros, com homens negros apresentando a maior taxa (68,3 por 100.000).<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-transmissao-do-treponema-pallidum-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Transmissao-do-Treponema-Pallidum\"><\/span>Transmiss&atilde;o do Treponema Pallidum&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O Treponema pallidum &eacute; transmitido principalmente <strong>por contato direto com les&otilde;es infecciosas durante rela&ccedil;&otilde;es sexuais<\/strong>. Al&eacute;m disso, pode<strong> atravessar a placenta,<\/strong> causando infec&ccedil;&atilde;o fetal. A transmiss&atilde;o por transfus&atilde;o de sangue &eacute; rara, pois os doadores s&atilde;o triados e a bact&eacute;ria n&atilde;o sobrevive mais de 24 a 48 horas em condi&ccedil;&otilde;es de armazenamento de sangue.<\/p><p>A <strong>transmiss&atilde;o sexual<\/strong> ocorre ao entrar em contato com les&otilde;es abertas, como o <strong>cancro prim&aacute;rio<\/strong> e certas manifesta&ccedil;&otilde;es da s&iacute;filis secund&aacute;ria, como manchas mucosas e condiloma lata, sendo altamente infecciosas com uma taxa de transmiss&atilde;o de aproximadamente 30%. Em contraste, les&otilde;es cut&acirc;neas da s&iacute;filis secund&aacute;ria cont&ecirc;m poucos treponemas e t&ecirc;m baixo risco de transmiss&atilde;o pela pele &iacute;ntegra. Pacientes com s&iacute;filis latente precoce podem ser infecciosos devido a les&otilde;es recentemente ativas.<\/p><p>O T. pallidum pode infectar qualquer tecido que entre em contato com secre&ccedil;&otilde;es infectadas, permitindo a <strong>transmiss&atilde;o por beijos ou toque em &aacute;reas com les&otilde;es ativas<\/strong>, como l&aacute;bios, boca, mamas ou genitais. A s&iacute;filis tamb&eacute;m pode ser transmitida pelo sexo oral, como observado em homens que fazem sexo com homens (HSH).<\/p><p>A s&iacute;filis est&aacute; associada a um maior risco de transmiss&atilde;o e aquisi&ccedil;&atilde;o de outras infec&ccedil;&otilde;es sexualmente transmiss&iacute;veis, como o HIV. <strong>1 em cada 20 HSH diagnosticados com s&iacute;filis prim&aacute;ria ou secund&aacute;ria foi diagnosticado com HIV<\/strong> em um ano ap&oacute;s o diagn&oacute;stico de s&iacute;filis.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-manifestacoes-clinicas-do-treponema-pallidum\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Manifestacoes-Clinicas-do-Treponema-Pallidum\"><\/span>Manifesta&ccedil;&otilde;es Cl&iacute;nicas do Treponema Pallidum<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sifilis-primaria-nbsp\">S&iacute;filis prim&aacute;ria&nbsp;<\/h3><p>A s&iacute;filis prim&aacute;ria se manifesta inicialmente como uma <strong>les&atilde;o cut&acirc;nea chamada cancro<\/strong>, que aparece ap&oacute;s um per&iacute;odo de incuba&ccedil;&atilde;o de cerca de 21 dias. Essa les&atilde;o come&ccedil;a como uma p&aacute;pula indolor que se ulcera, formando uma &uacute;lcera com margem elevada e endurecida. Cancros geralmente ocorrem na genit&aacute;lia, mas podem surgir em outras &aacute;reas, como faringe e &acirc;nus. A les&atilde;o prim&aacute;ria <strong>cicatriza espontaneamente em tr&ecirc;s a seis semanas<\/strong>, mesmo sem tratamento. No entanto, a infec&ccedil;&atilde;o se dissemina sistemicamente, podendo levar a s&iacute;filis secund&aacute;ria e\/ou tardia.<\/p><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"203\" height=\"306\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-8.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-66124\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">S&iacute;filis prim&aacute;ria: cancro peniano. UpToDate<\/figcaption><\/figure><\/div><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sifilis-secundaria-nbsp\">S&iacute;filis secund&aacute;ria&nbsp;<\/h3><p>A s&iacute;filis secund&aacute;ria <strong>ocorre semanas a meses ap&oacute;s o cancro inicial<\/strong> em cerca de 25% dos indiv&iacute;duos n&atilde;o tratados. Manifesta-se com uma variedade de sinais e sintomas sist&ecirc;micos, incluindo febre, mal-estar, dor de cabe&ccedil;a, perda de peso e linfadenopatia. A erup&ccedil;&atilde;o cut&acirc;nea &eacute; caracter&iacute;stica, frequentemente <strong>envolvendo palmas das m&atilde;os e plantas dos p&eacute;s<\/strong>. Les&otilde;es mucosas como manchas mucosas e <strong>condiloma lata<\/strong> tamb&eacute;m podem ocorrer. Em pacientes com HIV, uma forma <strong>ulcerativa grave chamada &ldquo;lues maligna&rdquo;<\/strong> pode ser observada. Outros achados podem incluir alopecia, hepatite, sinovite, anormalidades renais e neurol&oacute;gicas, al&eacute;m de manifesta&ccedil;&otilde;es oculares e auditivas.<\/p><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"700\" height=\"525\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-9.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-66125\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">S&iacute;filis secund&aacute;ria palmas e plantas dos p&eacute;s. UpToDate<\/figcaption><\/figure><\/div><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sifilis-terciaria-nbsp\">S&iacute;filis Terciaria&nbsp;<\/h3><p>A s&iacute;filis terci&aacute;ria pode se desenvolver anos ap&oacute;s a infec&ccedil;&atilde;o inicial, em cerca de 25 a 40% dos pacientes n&atilde;o tratados. <strong>Envolve principalmente o sistema cardiovascular<\/strong>, com aortite e regurgita&ccedil;&atilde;o da valva a&oacute;rtica, e o desenvolvimento de les&otilde;es granulomatosas chamadas <strong>gomas<\/strong>, que podem afetar pele, ossos e &oacute;rg&atilde;os internos. A s&iacute;filis do sistema nervoso central (SNC), como paresia geral e <strong>tabes dorsalis<\/strong>, tamb&eacute;m pode ocorrer anos ap&oacute;s a infec&ccedil;&atilde;o inicial.<\/p><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"284\" height=\"360\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-9.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-66126\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Radiografia de t&oacute;rax da s&iacute;filis cardiovascular terci&aacute;ria. UpToDate<\/figcaption><\/figure><\/div><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sifilis-latente\">S&iacute;filis Latente<\/h3><p>A s&iacute;filis latente &eacute; o est&aacute;gio onde o paciente est&aacute; infectado pelo Treponema pallidum, confirmado por testes sorol&oacute;gicos, mas <strong>n&atilde;o apresenta sintomas<\/strong>. Esse est&aacute;gio &eacute; diagnosticado exclusivamente com base em resultados sorol&oacute;gicos. A s&iacute;filis latente &eacute; dividida em <strong>precoce<\/strong>, se a infec&ccedil;&atilde;o ocorreu nos &uacute;ltimos 12 meses, e <strong>tardia<\/strong>, se a infec&ccedil;&atilde;o ocorreu h&aacute; mais de 12 meses. Quando a data da infec&ccedil;&atilde;o &eacute; desconhecida, a s&iacute;filis latente tardia &eacute; presumida.&nbsp;<\/p><figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"cs-embed cs-embed-responsive\"><iframe title=\"&Uacute;lceras genitais - Aula de Ginecologia do Curso Extensivo de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica 2023\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/NHOI8tajH4k?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-do-treponema-pallidum-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico-do-Treponema-Pallidum\"><\/span>Diagn&oacute;stico do Treponema Pallidum&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A s&iacute;filis &eacute; uma infec&ccedil;&atilde;o sexualmente transmiss&iacute;vel causada pela bact&eacute;ria Treponema pallidum. <strong>Devem ser testados tanto pacientes com sinais e sintomas de s&iacute;filis<\/strong> quanto aqueles assintom&aacute;ticos em alto risco, como gestantes, para detectar a doen&ccedil;a latente.<\/p><p>O diagn&oacute;stico da s&iacute;filis &eacute; geralmente feito com testes sorol&oacute;gicos de amostras de sangue, combinando testes n&atilde;o trepon&ecirc;micos e trepon&ecirc;micos. Um teste confirmat&oacute;rio &eacute; necess&aacute;rio ap&oacute;s o teste inicial devido ao risco de resultados falso-positivos. Para suspeita de neuross&iacute;filis, deve-se tamb&eacute;m avaliar o l&iacute;quido cefalorraquidiano.<\/p><p>A interpreta&ccedil;&atilde;o dos testes depende da presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia de sintomas, hist&oacute;rico de s&iacute;filis e estado imunol&oacute;gico do paciente:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Testes n&atilde;o trepon&ecirc;mico e trepon&ecirc;mico positivos<\/strong>: Indicam infec&ccedil;&atilde;o em pacientes sem hist&oacute;rico de s&iacute;filis, que devem ser tratados. Em pacientes com hist&oacute;rico de s&iacute;filis tratada, pode indicar nova infec&ccedil;&atilde;o ou resposta ao tratamento.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Teste trepon&ecirc;mico positivo e n&atilde;o trepon&ecirc;mico negativo<\/strong>: Geralmente indica um falso-positivo, especialmente durante a gravidez, infec&ccedil;&atilde;o aguda ou condi&ccedil;&otilde;es autoimunes. Pode tamb&eacute;m ocorrer em s&iacute;filis precoce ou tardia.<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Teste n&atilde;o trepon&ecirc;mico negativo com evid&ecirc;ncia de s&iacute;filis precoce<\/strong>: Pode ser falso-negativo devido &agrave; forma&ccedil;&atilde;o inicial de anticorpos ou efeito pr&oacute;-zona.<\/li>\n<\/ul><p>A s&iacute;filis latente &eacute; diagnosticada quando o paciente n&atilde;o apresenta sintomas cl&iacute;nicos, mas tem evid&ecirc;ncia sorol&oacute;gica de infec&ccedil;&atilde;o. &Eacute; dividida em s&iacute;filis latente precoce (infec&ccedil;&atilde;o adquirida nos &uacute;ltimos 12 meses) e s&iacute;filis latente tardia (infec&ccedil;&atilde;o adquirida h&aacute; mais de 12 meses).<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-identificacao-do-treponema-pallidum\">Identifica&ccedil;&atilde;o do Treponema pallidum<\/h3><p>A identifica&ccedil;&atilde;o do Treponema pallidum &eacute; feita mediante m&eacute;todos diretos, pois a bact&eacute;ria n&atilde;o pode ser cultivada em laborat&oacute;rio. Esses m&eacute;todos incluem visualiza&ccedil;&atilde;o direta ou detec&ccedil;&atilde;o em amostras cl&iacute;nicas:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Microscopia de Campo Escuro e Teste de Anticorpos Fluorescentes Diretos (DFA):<\/strong>  Embora sejam m&eacute;todos eficazes para detectar o T. pallidum, a microscopia de campo escuro e o teste DFA n&atilde;o s&atilde;o amplamente dispon&iacute;veis em ambientes cl&iacute;nicos devido &agrave; necessidade de equipamentos especializados e habilidade t&eacute;cnica para interpretar os resultados. Portanto, s&atilde;o usados principalmente como ferramentas diagn&oacute;sticas alternativas.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Teste de rea&ccedil;&atilde;o em cadeia da polimerase (PCR)<\/strong>: laborat&oacute;rios desenvolveram testes de PCR para detectar o DNA do T. pallidum em amostras cl&iacute;nicas. Esses testes utilizam diferentes m&eacute;todos de PCR e devem ser validados em cada laborat&oacute;rio, pois n&atilde;o h&aacute; kits comerciais dispon&iacute;veis. A sensibilidade do PCR, especialmente em amostras de mucosas, varia entre 70% e 95%, sendo geralmente mais alta que a da microscopia de campo escuro. A especificidade &eacute; de 92% a 98%.<\/li>\n<\/ul><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"360\" height=\"252\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-7.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-66123\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Exame de campo escuro em um paciente com s&iacute;filis. UpToDate<\/figcaption><\/figure><\/div><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-do-treponema-pallidum-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento-do-Treponema-Pallidum\"><\/span>Tratamento do Treponema Pallidum&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p><strong>S&iacute;filis precoce<\/strong>: para adultos com s&iacute;filis prim&aacute;ria, secund&aacute;ria ou latente precoce sem neuross&iacute;filis, &eacute; recomendada uma dose &uacute;nica de penicilina G benzatina (2,4 milh&otilde;es de unidades IM). Esse regime tem uma taxa de cura cl&iacute;nica superior a 90%.&nbsp;<\/p><p><strong>S&iacute;filis tardia<\/strong>: pacientes com s&iacute;filis latente tardia ou terci&aacute;ria (doen&ccedil;a gomosa ou cardiovascular) sem neuross&iacute;filis devem receber penicilina G benzatina IM (2,4 milh&otilde;es de unidades) uma vez por semana durante tr&ecirc;s semanas. Se uma dose for perdida por mais de 14 dias, o regime deve ser reiniciado.&nbsp;<\/p><p><strong>Neuross&iacute;filis, s&iacute;filis ocular ou &oacute;tica:<\/strong> para neuross&iacute;filis, recomenda-se penicilina G intravenosa (IV). Ap&oacute;s o curso IV, uma dose adicional de penicilina G benzatina IM pode ser administrada para tratar manifesta&ccedil;&otilde;es tardias. Para s&iacute;filis ocular ou &oacute;tica, a penicilina IV &eacute; sugerida mesmo com exame de LCR normal.&nbsp;<\/p><p><strong>Pacientes al&eacute;rgicos &agrave; penicilina:<\/strong> para pacientes al&eacute;rgicos, recomenda-se teste al&eacute;rgico seguido de dessensibiliza&ccedil;&atilde;o ou reprovoca&ccedil;&atilde;o com penicilina, especialmente em gr&aacute;vidas e em casos de s&iacute;filis neurol&oacute;gica, &oacute;tica ou cardiovascular. Alternativas incluem doxiciclina e ceftriaxona.<\/p><p><strong>Avalia&ccedil;&atilde;o da resposta ao tratamento em pacientes sem HIV:<\/strong> devem realizar testes serol&oacute;gicos:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>S&iacute;filis precoce<\/strong>: aos 6 e 12 meses ap&oacute;s o tratamento.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>S&iacute;filis tardia<\/strong>: aos 6, 12 e 24 meses.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><p>Pacientes com HIV s&atilde;o monitorados com mais frequ&ecirc;ncia. Um decl&iacute;nio de quatro vezes no t&iacute;tulo n&atilde;o trepon&ecirc;mico &eacute; considerado uma resposta adequada e t&iacute;tulos trepon&ecirc;micos podem permanecer positivos por toda a vida, mesmo ap&oacute;s tratamento bem-sucedido.&nbsp;<\/p><p><strong>Manejo de outras ISTs e parceiros sexuais:<\/strong> todos os pacientes com s&iacute;filis devem ser avaliados para outras ISTs. Parceiros sexuais devem ser avaliados cl&iacute;nica e sorologicamente, e a necessidade de tratamento emp&iacute;rico depende da exposi&ccedil;&atilde;o e do est&aacute;gio da infec&ccedil;&atilde;o do parceiro.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cai-na-prova-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Cai-na-Prova\"><\/span>Cai na Prova&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Acompanhe comigo uma quest&atilde;o sobre o tema <strong>(dispon&iacute;vel no banco de quest&otilde;es do Estrat&eacute;gia MED):&nbsp;<\/strong><\/p><p><em>SP &ndash; SANTA CASA DE MISERIC&Oacute;RDIA DE RIBEIR&Atilde;O PRETO &ndash; SCMRP 2024 Sobre a s&iacute;filis, assinale a alternativa correta.&nbsp;<\/em><\/p><p><em>A. A ferida da s&iacute;filis prim&aacute;ria acontece ap&oacute;s 90 dias do cont&aacute;gio e &eacute; frequentemente causa sintomas intensos.&nbsp;<\/em><\/p><p><em>B. O teste r&aacute;pido para s&iacute;filis est&aacute; dispon&iacute;vel apenas nos servi&ccedil;os especializados do SUS e s&atilde;o de dif&iacute;cil leitura.&nbsp;<\/em><\/p><p><em>C. A s&iacute;filis &eacute; sempre sintom&aacute;tica.&nbsp;<\/em><\/p><p><em>D. Os sinais e sintomas da s&iacute;filis secund&aacute;ria aparecem entre seis semanas e seis meses do aparecimento e cicatriza&ccedil;&atilde;o da ferida inicial.<\/em><\/p><p><em>E. A s&iacute;filis &eacute; sexualmente transmiss&iacute;vel, causada pela bact&eacute;ria Treponema pallidum e ocorre por contato inter-humano, embora seja frequente em animais dom&eacute;sticos.<\/em><\/p><p><strong>Coment&aacute;rio da Equipe EMED:<\/strong> Os sinais e sintomas surgem em m&eacute;dia entre seis semanas e seis meses ap&oacute;s a infec&ccedil;&atilde;o e duram em m&eacute;dia entre quatro e 12 semanas.<strong> Portanto, alternativa D.<\/strong><\/p><p>Venha fazer parte da <strong>maior plataforma de Medicina do Brasil<\/strong>! 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Last updated: Dec 20, 2023.<\/li>\n<\/ol><ol class=\"wp-block-list\" start=\"2\">\n<li>Charles B. &amp; Meredith C. <strong>Syphilis: Screening and diagnostic testing.<\/strong> UpToDate. Last updated: Sep 27, 2022.<\/li>\n<\/ol><ol class=\"wp-block-list\" start=\"3\">\n<li>Charles B. &amp; Meredith C.<strong> Syphilis: Treatment and monitoring.<\/strong> UpToDate. Last updated: Dec 21, 2023.<\/li>\n<\/ol><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ol&aacute;, querido doutor e doutora! 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