{"id":68223,"date":"2024-08-20T20:48:00","date_gmt":"2024-08-20T23:48:00","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=68223"},"modified":"2024-08-26T12:18:38","modified_gmt":"2024-08-26T15:18:38","slug":"resumo-sobre-estatinas-farmacologia-mecanismo-de-acao-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-estatinas-farmacologia-mecanismo-de-acao-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo sobre Estatinas: farmacologia, mecanismo de a\u00e7\u00e3o e mais!"},"content":{"rendered":"<p>E a&iacute;, doc! Vamos falar sobre mais um assunto? Agora vamos comentar sobre as <strong>Estatinas<\/strong>, uma classe de medicamentos anti-hiperlip&ecirc;micos.<p>O <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> est&aacute; aqui para colaborar com mais um conte&uacute;do, proporcionando mais conhecimento para te auxiliar na sua forma&ccedil;&atilde;o.&nbsp;Confira!<\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-estatinas-farmacologia-mecanismo-de-acao-e-mais\/#Definicao-das-Estatinas\" >Defini&ccedil;&atilde;o das Estatinas&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-estatinas-farmacologia-mecanismo-de-acao-e-mais\/#Mecanismo-de-acao-das-estatinas\" >Mecanismo de a&ccedil;&atilde;o das estatinas<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-estatinas-farmacologia-mecanismo-de-acao-e-mais\/#Uso-clinico-das-estatinas\" >Uso cl&iacute;nico das estatinas<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-estatinas-farmacologia-mecanismo-de-acao-e-mais\/#Principais-medicamentos\" >Principais medicamentos<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-estatinas-farmacologia-mecanismo-de-acao-e-mais\/#Efeitos-adversos\" >Efeitos adversos<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-estatinas-farmacologia-mecanismo-de-acao-e-mais\/#Interacoes-medicamentosas\" >Intera&ccedil;&otilde;es medicamentosas<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-estatinas-farmacologia-mecanismo-de-acao-e-mais\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m!<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-estatinas-farmacologia-mecanismo-de-acao-e-mais\/#Referencias\" >Refer&ecirc;ncias<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-definicao-das-estatinas-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Definicao-das-Estatinas\"><\/span>Defini&ccedil;&atilde;o das Estatinas&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>As estatinas, tamb&eacute;m conhecidas como inibidores da HMG-CoA redutase, s&atilde;o uma classe de medicamentos amplamente utilizada para reduzir os n&iacute;veis elevados de colesterol LDL-C, conhecido como colesterol &ldquo;ruim&rdquo;. Sua principal fun&ccedil;&atilde;o &eacute; inibir a enzima HMG-CoA redutase, respons&aacute;vel pela produ&ccedil;&atilde;o de colesterol no f&iacute;gado, o que resulta em uma significativa redu&ccedil;&atilde;o dos eventos coronarianos e da mortalidade por doen&ccedil;a coronariana.<\/p><p>Al&eacute;m da redu&ccedil;&atilde;o do LDL-C, as estatinas oferecem outros benef&iacute;cios terap&ecirc;uticos importantes. Elas estabilizam as placas ateroscler&oacute;ticas, melhoram a fun&ccedil;&atilde;o endotelial das art&eacute;rias coron&aacute;rias, inibem a forma&ccedil;&atilde;o de trombos plaquet&aacute;rios e possuem propriedades anti-inflamat&oacute;rias. Por isso, s&atilde;o consideradas o tratamento de primeira linha para pacientes com alto risco de doen&ccedil;as cardiovasculares arterioscler&oacute;ticas (DCVAS).<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-mecanismo-de-acao-das-estatinas\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Mecanismo-de-acao-das-estatinas\"><\/span>Mecanismo de a&ccedil;&atilde;o das estatinas<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>As estatinas atuam principalmente como inibidores competitivos da enzima hidroximetilglutaril (HMG) CoA redutase, que &eacute; a etapa limitante na bioss&iacute;ntese do colesterol. Ao se ligarem ao s&iacute;tio ativo da enzima, as estatinas bloqueiam a liga&ccedil;&atilde;o do substrato HMG CoA, impedindo a convers&atilde;o deste em mevalonato, um precursor crucial na s&iacute;ntese do colesterol. Essa inibi&ccedil;&atilde;o leva a uma redu&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o de colesterol no f&iacute;gado.<\/p><p>Como consequ&ecirc;ncia da diminui&ccedil;&atilde;o do colesterol intra-hep&aacute;tico, h&aacute; um aumento na express&atilde;o dos receptores de lipoprote&iacute;nas de baixa densidade (LDL) nas membranas dos hepat&oacute;citos. Esses receptores promovem a capta&ccedil;&atilde;o e degrada&ccedil;&atilde;o do LDL circulante, resultando em uma diminui&ccedil;&atilde;o significativa dos n&iacute;veis de LDL-C no sangue.&nbsp;<\/p><p>Al&eacute;m disso, as estatinas reduzem a produ&ccedil;&atilde;o de lipoprote&iacute;nas de densidade muito baixa (VLDL), que s&atilde;o precursores do LDL, por meio de um efeito mediado pela redu&ccedil;&atilde;o na secre&ccedil;&atilde;o de apolipoprote&iacute;na B pelo f&iacute;gado.<\/p><p>Embora o efeito das estatinas sobre o colesterol de lipoprote&iacute;nas de alta densidade (HDL) seja modesto &mdash; geralmente em torno de 5%, a rosuvastatina pode causar um aumento mais expressivo nos n&iacute;veis de HDL. As estatinas tamb&eacute;m reduzem as concentra&ccedil;&otilde;es de triglicer&iacute;deos em m&eacute;dia de 20% a 40%, dependendo do tipo de estatina e da dosagem utilizada. Isso ocorre devido &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o na s&iacute;ntese de VLDL e &agrave; maior depura&ccedil;&atilde;o das part&iacute;culas remanescentes de VLDL pelos receptores de apolipoprote&iacute;na B\/E (LDL).&nbsp;<\/p><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"641\" height=\"409\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/Estatina.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-68226\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fonte: Farmacologia ilustrada &ndash; WHALEN, K.; FINKEL, R.; PANAVELIL, T. A &ndash; 2016<\/figcaption><\/figure><\/div><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-uso-clinico-das-estatinas\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Uso-clinico-das-estatinas\"><\/span>Uso cl&iacute;nico das estatinas<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>As estatinas desempenham um papel fundamental na preven&ccedil;&atilde;o <strong>prim&aacute;ria <\/strong>e <strong>secund&aacute;ria <\/strong>de <strong>doen&ccedil;as cardiovasculares<\/strong>, sendo amplamente utilizadas para reduzir o colesterol LDL (lipoprote&iacute;na de baixa densidade) e, consequentemente, diminuir o risco de eventos cardiovasculares, como infarto do mioc&aacute;rdio e acidente vascular cerebral.&nbsp;<\/p><p>Sua efic&aacute;cia na redu&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de colesterol LDL faz delas a <strong>primeira escolha em pacientes com dislipidemia e risco elevado de doen&ccedil;a cardiovascular<\/strong>. Al&eacute;m disso, as estatinas tamb&eacute;m t&ecirc;m sido utilizadas para estabilizar placas ateroscler&oacute;ticas, reduzir a inflama&ccedil;&atilde;o vascular e melhorar a fun&ccedil;&atilde;o endotelial, contribuindo para a redu&ccedil;&atilde;o do risco cardiovascular a longo prazo.<\/p><p>Al&eacute;m do controle do colesterol LDL, as estatinas tamb&eacute;m t&ecirc;m efeitos sobre outras fra&ccedil;&otilde;es lip&iacute;dicas. Por exemplo, elas podem aumentar modestamente os n&iacute;veis de colesterol HDL (lipoprote&iacute;na de alta densidade), embora a magnitude desse efeito varie entre diferentes estatinas e dosagens.&nbsp;<\/p><p><strong>Rosuvastatina <\/strong>e <strong>sinvastatina <\/strong>tendem a <strong>aumentar o HDL<\/strong> mais significativamente com o aumento da dose, enquanto o efeito da atorvastatina pode ser menos pronunciado em doses mais elevadas. As estatinas tamb&eacute;m s&atilde;o eficazes na redu&ccedil;&atilde;o dos triglicer&iacute;deos, especialmente em pacientes com hipertrigliceridemia, com redu&ccedil;&otilde;es que podem atingir at&eacute; 40-44% em alguns casos.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-principais-medicamentos\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Principais-medicamentos\"><\/span>Principais medicamentos<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Cada uma com caracter&iacute;sticas espec&iacute;ficas em termos de pot&ecirc;ncia, metabolismo, e perfil de efeitos colaterais. Aqui est&aacute; um resumo das principais estatinas:<\/p><p><strong>Lovastatina<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Primeira estatina aprovada: Lovastatina foi a primeira estatina introduzida no mercado. &Eacute; derivada de uma fonte natural, sendo inicialmente isolada de um fungo.<\/li>\n\n\n\n<li>Pot&ecirc;ncia moderada: &Eacute; menos potente em compara&ccedil;&atilde;o com outras estatinas mais recentes, mas ainda eficaz na redu&ccedil;&atilde;o do colesterol LDL.<\/li>\n\n\n\n<li>Metabolismo: &Eacute; metabolizada principalmente pelo sistema enzim&aacute;tico do citocromo P450, especificamente CYP3A4, o que a torna suscet&iacute;vel a intera&ccedil;&otilde;es medicamentosas com outros f&aacute;rmacos que inibem essa enzima.<\/li>\n<\/ul><p><strong>Pravastatina<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Menor risco de intera&ccedil;&otilde;es: Ao contr&aacute;rio de outras estatinas, pravastatina n&atilde;o &eacute; significativamente metabolizada pelo CYP3A4, o que resulta em menor risco de intera&ccedil;&otilde;es medicamentosas.<\/li>\n\n\n\n<li>Uso em pacientes de alto risco: &Eacute; frequentemente utilizada em pacientes com risco elevado de intera&ccedil;&otilde;es medicamentosas ou com fun&ccedil;&atilde;o hep&aacute;tica comprometida.<\/li>\n\n\n\n<li>Efic&aacute;cia: Reduz efetivamente os n&iacute;veis de colesterol LDL, embora seja menos potente que algumas das estatinas mais modernas.<\/li>\n<\/ul><p><strong>Sinvastatina<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Amplamente utilizada: &Eacute; uma das estatinas mais prescritas devido &agrave; sua efic&aacute;cia e hist&oacute;rico de uso.<\/li>\n\n\n\n<li>Metabolismo: Tamb&eacute;m &eacute; metabolizada pelo CYP3A4, o que pode aumentar o risco de rabdomi&oacute;lise quando combinada com inibidores dessa enzima.<\/li>\n\n\n\n<li>Efic&aacute;cia vari&aacute;vel: Demonstrou aumentar os n&iacute;veis de HDL, especialmente em doses mais altas, e &eacute; eficaz na redu&ccedil;&atilde;o de LDL e triglicer&iacute;deos.<\/li>\n<\/ul><p><strong>Fluvastatina<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Estatina menos potente: Comparada a outras estatinas, fluvastatina &eacute; menos potente na redu&ccedil;&atilde;o de LDL, mas ainda pode ser adequada para pacientes com necessidade de uma redu&ccedil;&atilde;o menos agressiva.<\/li>\n\n\n\n<li>Metabolismo: &Eacute; metabolizada principalmente pelo CYP2C9, o que pode levar a diferentes perfis de intera&ccedil;&atilde;o medicamentosa em rela&ccedil;&atilde;o a outras estatinas.<\/li>\n\n\n\n<li>Uso espec&iacute;fico: Pode ser preferida em casos onde h&aacute; necessidade de evitar intera&ccedil;&otilde;es com o CYP3A4.<\/li>\n<\/ul><p><strong>Atorvastatina<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Alta pot&ecirc;ncia: &Eacute; uma das estatinas mais potentes dispon&iacute;veis, capaz de reduzir significativamente os n&iacute;veis de LDL.<\/li>\n\n\n\n<li>Redu&ccedil;&atilde;o de triglicer&iacute;deos: Al&eacute;m de sua efic&aacute;cia em reduzir o LDL, atorvastatina &eacute; particularmente eficaz na redu&ccedil;&atilde;o de triglicer&iacute;deos.<\/li>\n\n\n\n<li>Perfil de intera&ccedil;&otilde;es: Como outras estatinas, &eacute; metabolizada pelo CYP3A4, necessitando cautela em combina&ccedil;&atilde;o com outros medicamentos que afetam essa enzima.<\/li>\n<\/ul><p><strong>Rosuvastatina<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Maior pot&ecirc;ncia: Rosuvastatina &eacute; uma das estatinas mais potentes, com capacidade para reduzir o LDL em n&iacute;veis mais elevados do que muitas outras op&ccedil;&otilde;es.<\/li>\n\n\n\n<li>Efeitos amplos: Al&eacute;m de reduzir o LDL, rosuvastatina pode aumentar os n&iacute;veis de HDL mais eficazmente do que outras estatinas e &eacute; altamente eficaz na redu&ccedil;&atilde;o de triglicer&iacute;deos.<\/li>\n\n\n\n<li>Doses menores em asi&aacute;ticos: Devido &agrave; maior sensibilidade observada em pacientes asi&aacute;ticos, recomenda-se iniciar com doses mais baixas nesse grupo populacional.<\/li>\n<\/ul><p><strong>Pitavastatina<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Nova estatina: &Eacute; uma das estatinas mais recentes no mercado e apresenta um perfil de pot&ecirc;ncia moderada a alta.<\/li>\n\n\n\n<li>Menor intera&ccedil;&atilde;o com CYP450: Pitavastatina &eacute; menos dependente das enzimas CYP450 para seu metabolismo, reduzindo o risco de intera&ccedil;&otilde;es medicamentosas.<\/li>\n\n\n\n<li>Perfil lip&iacute;dico: Demonstrou efic&aacute;cia na redu&ccedil;&atilde;o do LDL e potencial para aumentar o HDL, sendo uma op&ccedil;&atilde;o promissora para pacientes que necessitam de controle lip&iacute;dico com menor risco de intera&ccedil;&otilde;es.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-efeitos-adversos\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Efeitos-adversos\"><\/span>Efeitos adversos<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aumento das enzimas hep&aacute;ticas<\/strong>: o uso de estatinas pode elevar os n&iacute;veis de enzimas hep&aacute;ticas, sendo recomendada a avalia&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o do f&iacute;gado antes de iniciar o tratamento e sempre que o paciente apresentar sintomas indicativos de problemas hep&aacute;ticos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ac&uacute;mulo do f&aacute;rmaco em caso de insufici&ecirc;ncia hep&aacute;tica<\/strong>: pacientes com insufici&ecirc;ncia hep&aacute;tica podem ter uma acumula&ccedil;&atilde;o do medicamento, aumentando o risco de toxicidade.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Miopatia e rabdomi&oacute;lise<\/strong>: existe um risco, embora raro, de desenvolver miopatia (doen&ccedil;a muscular) e rabdomi&oacute;lise (degrada&ccedil;&atilde;o grave do m&uacute;sculo esquel&eacute;tico), especialmente em pacientes com insufici&ecirc;ncia renal ou que estejam utilizando medicamentos como eritromicina, gemfibrozila ou niacina.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Intera&ccedil;&atilde;o medicamentosa com inibidores do CYP3A4<\/strong>: a sinvastatina, metabolizada pelo CYP3A4, pode ter seu risco de rabdomi&oacute;lise aumentado quando usada com inibidores dessa enzima.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Monitoramento dos n&iacute;veis de creatinocinase<\/strong>: em pacientes que relatam dores musculares, &eacute; importante monitorar os n&iacute;veis de creatinocinase no sangue para avaliar poss&iacute;veis danos musculares.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Potencializa&ccedil;&atilde;o do efeito da varfarina<\/strong>: as estatinas podem aumentar o efeito anticoagulante da varfarina, sendo necess&aacute;rio monitorar frequentemente a rela&ccedil;&atilde;o normalizada internacional (INR).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Contraindica&ccedil;&atilde;o durante gravidez e lacta&ccedil;&atilde;o<\/strong>: o uso de estatinas &eacute; contraindicado em mulheres gr&aacute;vidas ou que estejam amamentando.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-interacoes-medicamentosas\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Interacoes-medicamentosas\"><\/span>Intera&ccedil;&otilde;es medicamentosas<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>As intera&ccedil;&otilde;es medicamentosas das estatinas variam conforme a via de metaboliza&ccedil;&atilde;o de cada uma. As estatinas metabolizadas pelo CYP3A4, como sinvastatina, lovastatina e atorvastatina, apresentam maior risco de intera&ccedil;&atilde;o, especialmente com medicamentos que inibem essa via, como bloqueadores dos canais de c&aacute;lcio, inibidores da protease do HIV e amiodarona, aumentando o risco de les&atilde;o muscular.<\/p><p>Outras estatinas, como rosuvastatina, pitavastatina e pravastatina, s&atilde;o menos dependentes do metabolismo do CYP450 e apresentam intera&ccedil;&otilde;es diferentes, como com ciclosporina e antivirais para HCV, que podem inibir transportadores como OATP, aumentando os n&iacute;veis s&eacute;ricos das estatinas.<\/p><p>Fibratos, como fenofibrato e gemfibrozil, tamb&eacute;m podem aumentar o risco de miopatia quando usados com estatinas, com gemfibrozil apresentando maior risco. Al&eacute;m disso, a coadministra&ccedil;&atilde;o com medicamentos como colchicina, &aacute;cido fus&iacute;dico e niacina pode aumentar o risco de les&atilde;o muscular, dependendo da estatina utilizada.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-veja-tambem\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-epinefrina-indicacoes-farmacologia-e-mais-2\/\">Resumo sobre epinefrina: indica&ccedil;&otilde;es, farmacologia e mais!<\/a>&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-lamotrigina-indicacoes-farmacologia-e-mais\/\">Resumo sobre lamotrigina: indica&ccedil;&otilde;es, farmacologia e mais!<\/a>&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-trazodona-indicacoes-farmacologia-e-mais\/\">Resumo sobre trazodona: indica&ccedil;&otilde;es, farmacologia e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-remdesivir-indicacoes-farmacologia-e-mais\/\">Resumo sobre remdesivir: indica&ccedil;&otilde;es, farmacologia e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-naltrexona-indicacoes-farmacologia-e-mais\/\">Resumo sobre naltrexona: indica&ccedil;&otilde;es, farmacologia e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-loperamida-indicacoes-farmacologia-e-mais\/\">Resumo sobre loperamida: indica&ccedil;&otilde;es, farmacologia e mais!<\/a>&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-atropina-indicacoes-farmacologia-e-mais\/\">Resumo sobre atropina: indica&ccedil;&otilde;es, farmacologia e mais!<\/a><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias\"><\/span>Refer&ecirc;ncias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Robert S Rosenson, MD. <strong>Statins: Actions, side effects, and administration<\/strong>. UpToDate, 2024. Dispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/www.uptodate.com\/contents\/statins-actions-side-effects-and-administration?search=estatina&amp;source=search_result&amp;selectedTitle=2%7E150&amp;usage_type=default&amp;display_rank=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UpToDate<\/a><\/p><p>Brunton, L.L. Goodman &amp; Gilman: <strong>As Bases Farmacol&oacute;gicas da Terap&ecirc;utica<\/strong>. 12&ordf; ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2012.<\/p><p>WHALEN, K.; FINKEL, R.; PANAVELIL, T. A. <strong>Farmacologia ilustrada<\/strong>. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"E a&iacute;, doc! Vamos falar sobre mais um assunto? 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