{"id":68669,"date":"2024-08-27T09:19:33","date_gmt":"2024-08-27T12:19:33","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=68669"},"modified":"2026-01-12T16:33:47","modified_gmt":"2026-01-12T19:33:47","slug":"resumo-de-esquizofrenia-paranoide-conceito-diagnostico-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-esquizofrenia-paranoide-conceito-diagnostico-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo de Esquizofrenia Paranoide: conceito, diagn\u00f3stico e mais!"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ol&aacute;, querido doutor e doutora!<\/strong> A esquizofrenia paranoide &eacute; um subtipo de esquizofrenia que se destaca por seus sintomas intensos e espec&iacute;ficos, como <strong>del&iacute;rios e alucina&ccedil;&otilde;es auditivas<\/strong>, frequentemente centrados em temas de persegui&ccedil;&atilde;o ou grandeza. Embora a esquizofrenia em geral seja um transtorno mental complexo e cr&ocirc;nico, com uma ampla gama de manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas, a forma paranoide preserva, em grande parte, as<strong> fun&ccedil;&otilde;es cognitivas e emocionais do paciente<\/strong>, tornando os del&iacute;rios e alucina&ccedil;&otilde;es ainda mais convincentes e dif&iacute;ceis de tratar.&nbsp;<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-esquizofrenia-paranoide-conceito-diagnostico-e-mais\/#Conceito-de-Esquizofrenia-Paranoide\" >Conceito de Esquizofrenia Paranoide&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-esquizofrenia-paranoide-conceito-diagnostico-e-mais\/#Epidemiologia-da-Esquizofrenia-Paranoide\" >Epidemiologia da Esquizofrenia Paranoide<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-esquizofrenia-paranoide-conceito-diagnostico-e-mais\/#Fatores-de-Risco-da-Esquizofrenia-Paranoide\" >Fatores de Risco da Esquizofrenia Paranoide<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-esquizofrenia-paranoide-conceito-diagnostico-e-mais\/#Quadro-Clinico-da-Esquizofrenia-Paranoide\" >Quadro Cl&iacute;nico da Esquizofrenia Paranoide<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-esquizofrenia-paranoide-conceito-diagnostico-e-mais\/#Diagnostico-da-Esquizofrenia-Paranoide\" >Diagn&oacute;stico da Esquizofrenia Paranoide<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-esquizofrenia-paranoide-conceito-diagnostico-e-mais\/#Tratamento-da-Esquizofrenia-Paranoide\" >Tratamento da Esquizofrenia Paranoide&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-esquizofrenia-paranoide-conceito-diagnostico-e-mais\/#Cai-na-Prova\" >Cai na Prova&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-esquizofrenia-paranoide-conceito-diagnostico-e-mais\/#Veja-Tambem\" >Veja Tamb&eacute;m<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-esquizofrenia-paranoide-conceito-diagnostico-e-mais\/#Referencias-Bibliograficas\" >Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas&nbsp;<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conceito-de-esquizofrenia-paranoide-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Conceito-de-Esquizofrenia-Paranoide\"><\/span>Conceito de Esquizofrenia Paranoide&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A esquizofrenia paranoide <strong>&eacute; um subtipo de esquizofrenia <\/strong>caracterizado principalmente por <strong>del&iacute;rios e alucina&ccedil;&otilde;es auditivas<\/strong>, frequentemente envolvendo temas de persegui&ccedil;&atilde;o ou grandeza. Ao contr&aacute;rio de outros subtipos de esquizofrenia, como o desorganizado ou catat&ocirc;nico, a esquizofrenia paranoide tende a apresentar uma preserva&ccedil;&atilde;o relativamente maior das fun&ccedil;&otilde;es cognitivas e emocionais, com menor incid&ecirc;ncia de sintomas como o pensamento desorganizado e o comportamento ap&aacute;tico.<\/p><p>Embora a classifica&ccedil;&atilde;o mais recente de transtornos mentais, como o DSM-5, n&atilde;o fa&ccedil;a distin&ccedil;&otilde;es r&iacute;gidas entre subtipos de esquizofrenia, a compreens&atilde;o dos aspectos espec&iacute;ficos da esquizofrenia paranoide continua sendo importante para o manejo cl&iacute;nico, por orientar as abordagens terap&ecirc;uticas e as expectativas de progn&oacute;stico.<\/p><p>\n\n\n\n<p>Cat\u00e1logo nomeado 'Resid&ecirc;ncia' n\u00e3o encontrado.<\/p>\n\n\n\n<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-epidemiologia-da-esquizofrenia-paranoide\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Epidemiologia-da-Esquizofrenia-Paranoide\"><\/span>Epidemiologia da Esquizofrenia Paranoide<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A esquizofrenia, incluindo o subtipo paranoide, possui as seguintes caracter&iacute;sticas epidemiol&oacute;gicas:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Afeta aproximadamente 0,3% a 0,7% da popula&ccedil;&atilde;o mundial ao longo da vida, embora a preval&ecirc;ncia possa variar dependendo de fatores geogr&aacute;ficos e socioecon&ocirc;micos;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Tende a se manifestar no final da adolesc&ecirc;ncia ou in&iacute;cio da idade adulta;&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Mais comum em homens do que em mulheres, especialmente em casos com in&iacute;cio mais precoce e curso mais severo;&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Em mulheres, a esquizofrenia frequentemente se apresenta de forma mais tardia, com um segundo pico de incid&ecirc;ncia ocorrendo durante a meia-idade.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fatores-de-risco-da-esquizofrenia-paranoide\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Fatores-de-Risco-da-Esquizofrenia-Paranoide\"><\/span>Fatores de Risco da Esquizofrenia Paranoide<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Diversos fatores de risco est&atilde;o associados ao desenvolvimento da esquizofrenia paranoide, incluindo:&nbsp;<\/p><ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Gen&eacute;tica<\/strong>: existe uma forte predisposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica na esquizofrenia, com a doen&ccedil;a sendo mais comum em pessoas com parentes de primeiro grau que tamb&eacute;m t&ecirc;m o dist&uacute;rbio. Estudos sugerem que uma combina&ccedil;&atilde;o de m&uacute;ltiplos genes pode contribuir para o risco, embora nenhum gene &uacute;nico seja respons&aacute;vel pela condi&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Complica&ccedil;&otilde;es no per&iacute;odo pr&eacute;-natal e perinatal<\/strong>: exposi&ccedil;&atilde;o a fatores adversos durante a gesta&ccedil;&atilde;o, como infec&ccedil;&otilde;es virais, desnutri&ccedil;&atilde;o materna, complica&ccedil;&otilde;es durante o parto e hip&oacute;xia neonatal, est&aacute; associada a um aumento no risco de esquizofrenia.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Fatores ambientais<\/strong>: o ambiente em que uma pessoa cresce tamb&eacute;m desempenha um papel importante. Crian&ccedil;as que crescem em &aacute;reas urbanas e aquelas de minorias &eacute;tnicas ou grupos marginalizados apresentam um risco maior de desenvolver esquizofrenia. Al&eacute;m disso, o estresse psicossocial durante o desenvolvimento pode contribuir para a vulnerabilidade &agrave; doen&ccedil;a.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Idade dos pais<\/strong>: a idade avan&ccedil;ada dos pais, especialmente do pai, no momento da concep&ccedil;&atilde;o &eacute; associada a um risco ligeiramente aumentado de esquizofrenia nos filhos, possivelmente devido a muta&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas de novo.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"5\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Abuso de subst&acirc;ncias<\/strong>: o uso de subst&acirc;ncias psicoativas, particularmente a can&aacute;bis, tem sido identificado como um fator de risco para o desenvolvimento da esquizofrenia, especialmente em indiv&iacute;duos predispostos geneticamente. O uso de drogas durante a adolesc&ecirc;ncia pode precipitar o in&iacute;cio da esquizofrenia em indiv&iacute;duos vulner&aacute;veis.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"6\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Fatores psicol&oacute;gicos e sociais<\/strong>: traumas na inf&acirc;ncia, abuso f&iacute;sico ou emocional, e outras formas de estresse severo podem aumentar o risco de desenvolver esquizofrenia. Esses fatores podem influenciar o desenvolvimento cerebral de maneiras que aumentam a vulnerabilidade a dist&uacute;rbios psic&oacute;ticos.<\/li>\n<\/ol><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-quadro-clinico-da-esquizofrenia-paranoide\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Quadro-Clinico-da-Esquizofrenia-Paranoide\"><\/span>Quadro Cl&iacute;nico da Esquizofrenia Paranoide<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A esquizofrenia paranoide &eacute; caracterizada por um conjunto espec&iacute;fico de sintomas, principalmente del&iacute;rios e alucina&ccedil;&otilde;es auditivas, que dominam o quadro cl&iacute;nico. Esses sintomas s&atilde;o frequentemente acompanhados por altera&ccedil;&otilde;es de comportamento e humor, embora os aspectos cognitivos e afetivos possam permanecer relativamente preservados em compara&ccedil;&atilde;o com outros subtipos de esquizofrenia:<\/p><ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Del&iacute;rios<\/strong>: o sintoma central da esquizofrenia paranoide &eacute; a presen&ccedil;a de del&iacute;rios, as quais s&atilde;o cren&ccedil;as falsas e r&iacute;gidas, mantidas pelo paciente, apesar das evid&ecirc;ncias em contr&aacute;rio. <strong>Os del&iacute;rios mais comuns<\/strong> envolvem temas de persegui&ccedil;&atilde;o (como acreditar que est&atilde;o sendo seguidos, espionados ou alvo de conspira&ccedil;&otilde;es) ou de grandeza (como acreditar que possuem poderes especiais ou s&atilde;o figuras importantes). Esses del&iacute;rios s&atilde;o frequentemente sistematizados e podem estar elaborados de forma complexa, o que pode tornar o comportamento do paciente coerente no contexto dessas cren&ccedil;as delirantes.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Alucina&ccedil;&otilde;es Auditivas<\/strong>: as alucina&ccedil;&otilde;es auditivas, onde o paciente ouve vozes que n&atilde;o s&atilde;o reais, s&atilde;o outro sintoma predominante. Essas vozes <strong>podem ter um conte&uacute;do cr&iacute;tico<\/strong>, amea&ccedil;ador ou autorit&aacute;rio, comentando frequentemente as a&ccedil;&otilde;es do paciente, dando ordens ou fazendo julgamentos. As alucina&ccedil;&otilde;es auditivas refor&ccedil;am os del&iacute;rios, tornando-os ainda mais convincentes para o paciente.<\/li>\n<\/ol><ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Comportamento e Rea&ccedil;&otilde;es Emocionais<\/strong>: embora os pacientes com esquizofrenia paranoide possam manter um n&iacute;vel relativamente alto de funcionamento cognitivo e social, o comportamento deles pode se tornar progressivamente defensivo, suspeito ou hostil devido &agrave; influ&ecirc;ncia dos del&iacute;rios e das alucina&ccedil;&otilde;es. O comportamento pode ser marcado por desconfian&ccedil;a extrema e rea&ccedil;&otilde;es emocionais inadequadas ou exageradas em resposta a percep&ccedil;&otilde;es delirantes.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Sintomas Negativos<\/strong>: embora menos proeminentes na esquizofrenia paranoide do que em outros subtipos, sintomas negativos, como <strong>diminui&ccedil;&atilde;o da express&atilde;o emocional<\/strong> (embotamento afetivo), <strong>abulia <\/strong>(falta de motiva&ccedil;&atilde;o) e <strong>anedonia <\/strong>(incapacidade de sentir prazer), podem estar presentes. Esses sintomas contribuem para o isolamento social e para a deteriora&ccedil;&atilde;o funcional, mesmo em casos em que os sintomas positivos (del&iacute;rios e alucina&ccedil;&otilde;es) est&atilde;o sob controle.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"5\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Preserva&ccedil;&atilde;o Cognitiva<\/strong>: diferente de outros subtipos de esquizofrenia, como o desorganizado, os pacientes com esquizofrenia paranoide frequentemente mant&ecirc;m uma maior clareza de pensamento e capacidade cognitiva. Isso pode tornar os del&iacute;rios e alucina&ccedil;&otilde;es ainda mais insidiosos, pois o paciente consegue elaborar e sustentar argumentos complexos baseados em suas percep&ccedil;&otilde;es distorcidas da realidade.<\/li>\n<\/ol><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-da-esquizofrenia-paranoide\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico-da-Esquizofrenia-Paranoide\"><\/span>Diagn&oacute;stico da Esquizofrenia Paranoide<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Para que o diagn&oacute;stico de esquizofrenia paranoide seja estabelecido, os seguintes crit&eacute;rios, baseados no DSM-5, devem ser observados:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Sintomas caracter&iacute;sticos (crit&eacute;rio A)<\/strong>: dois (ou mais) dos sintomas a seguir devem estar presentes durante um per&iacute;odo significativo de tempo, em um m&ecirc;s ou menos se tratados com sucesso:&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Del&iacute;rios;&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Alucina&ccedil;&otilde;es;&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Discurso desorganizado (ex.: fala incoerente ou perda de associa&ccedil;&atilde;o entre ideias);<\/li>\n<\/ol><ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Comportamento grosseiramente desorganizado ou catat&ocirc;nico; e&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"5\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Sintomas negativos (ex.: embotamento afetivo, avolia).&nbsp;<\/li>\n<\/ol><p>Para o diagn&oacute;stico de esquizofrenia paranoide, <strong>pelo menos um dos sintomas deve ser del&iacute;rios ou alucina&ccedil;&otilde;es<\/strong>, sendo mais predominantes nesse subtipo.<\/p><ul start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Disfun&ccedil;&atilde;o social e ocupacional (crit&eacute;rio B)<\/strong>: desde o in&iacute;cio do dist&uacute;rbio, uma ou mais &aacute;reas importantes do funcionamento, como trabalho, rela&ccedil;&otilde;es interpessoais ou autocuidado, est&atilde;o significativamente abaixo do n&iacute;vel anterior ao in&iacute;cio da doen&ccedil;a. No caso de in&iacute;cio na inf&acirc;ncia ou adolesc&ecirc;ncia, h&aacute; uma incapacidade de alcan&ccedil;ar o n&iacute;vel esperado de funcionamento interpessoal, acad&ecirc;mico ou ocupacional.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dura&ccedil;&atilde;o (crit&eacute;rio C)<\/strong>: sinais cont&iacute;nuos da perturba&ccedil;&atilde;o devem persistir por pelo menos seis meses. Esse per&iacute;odo de seis meses deve incluir no m&iacute;nimo um m&ecirc;s de sintomas da fase ativa que satisfa&ccedil;am o Crit&eacute;rio A, podendo incluir per&iacute;odos de sintomas prodr&ocirc;micos ou residuais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Exclus&atilde;o de outros transtornos (crit&eacute;rio D e E)<\/strong>:&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Transtorno esquizoafetivo e transtornos do humor com caracter&iacute;sticas psic&oacute;ticas devem ser descartados; e&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>A perturba&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve ser atribu&iacute;da aos efeitos fisiol&oacute;gicos diretos de uma subst&acirc;ncia ou outra condi&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ul start=\"5\" class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Condi&ccedil;&otilde;es especiais (crit&eacute;rio F)<\/strong>: Se h&aacute; uma hist&oacute;ria de transtorno do espectro autista ou de um transtorno da comunica&ccedil;&atilde;o iniciado na inf&acirc;ncia, o diagn&oacute;stico adicional de esquizofrenia &eacute; realizado apenas se del&iacute;rios ou alucina&ccedil;&otilde;es proeminentes est&atilde;o presentes por pelo menos um m&ecirc;s.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-da-esquizofrenia-paranoide-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento-da-Esquizofrenia-Paranoide\"><\/span>Tratamento da Esquizofrenia Paranoide&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O tratamento da esquizofrenia paranoide &eacute; complexo e envolve uma <strong>combina&ccedil;&atilde;o de interven&ccedil;&otilde;es farmacol&oacute;gicas e psicossociais<\/strong> para controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.&nbsp;<\/p><p>Os antipsic&oacute;ticos, particularmente os de <strong>segunda gera&ccedil;&atilde;o<\/strong>, s&atilde;o a base do tratamento e visam reduzir os sintomas psic&oacute;ticos como del&iacute;rios e alucina&ccedil;&otilde;es. Em casos resistentes, a clozapina pode ser usada, embora exija monitoramento cuidadoso. A ades&atilde;o ao tratamento &eacute; um desafio comum, e os antipsic&oacute;ticos de a&ccedil;&atilde;o prolongada podem ser uma solu&ccedil;&atilde;o eficaz para melhorar a continuidade do tratamento.&nbsp;<\/p><p>Al&eacute;m da medica&ccedil;&atilde;o, as interven&ccedil;&otilde;es psicossociais, como a <strong>terapia cognitivo-comportamental<\/strong>, a terapia familiar e programas de reabilita&ccedil;&atilde;o psicossocial, s&atilde;o fundamentais para auxiliar os pacientes a desenvolver habilidades sociais, melhorar o funcionamento di&aacute;rio e reintegrar-se na comunidade.&nbsp;<\/p><p>A <strong>educa&ccedil;&atilde;o do paciente e da fam&iacute;lia<\/strong> sobre a esquizofrenia &eacute; importante para aumentar a ades&atilde;o ao tratamento e reduzir o estigma, com grupos de apoio desempenhando um papel importante no fornecimento de suporte emocional e estrat&eacute;gias de enfrentamento.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cai-na-prova-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Cai-na-Prova\"><\/span>Cai na Prova&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Acompanhe comigo uma quest&atilde;o sobre o tema <strong>(dispon&iacute;vel no banco de quest&otilde;es do Estrat&eacute;gia MED):&nbsp;<\/strong><\/p><p><em>PR &ndash; Universidade Estadual de Londrina &ndash; UEL (Hospital Universit&aacute;rio da UEL) 2010 Marcos, 20 anos, h&aacute; dois anos, vem apresentando mudan&ccedil;a de comportamento, come&ccedil;ou a ter retraimento social, deixou de estudar, ficava recluso no seu quarto, sem conversar com familiares e n&atilde;o sa&iacute;a de casa. Referia ter desconfian&ccedil;a dos vizinhos, achava que o olhavam de modo estranho. Dizia que o estavam filmando e que seus pensamentos estavam sendo transmitidos. Dizia que o vizinho estava praticando vodu e ouvia vozes em sua casa, que o acusavam e o amea&ccedil;avam. Nega uso de &aacute;lcool, embora tenha usado maconha ocasionalmente aos 15 anos. O exame f&iacute;sico n&atilde;o revelou anormalidades e todos os testes sangu&iacute;neos foram normais. Ao exame do estado mental apresenta afeto embotado, anedonia, abulia, irradia&ccedil;&atilde;o do pensamento, del&iacute;rio de controle e alucina&ccedil;&otilde;es auditivas. Sua fala tem velocidade, ritmo e tom normais. O diagn&oacute;stico deste caso &eacute; de:&nbsp;<\/em><\/p><p><em>A. Esquizofrenia paranoide.<\/em><\/p><p><em>B. Esquizofrenia catat&ocirc;nica.<\/em><\/p><p><em>C. Depress&atilde;o p&oacute;s-esquizofr&ecirc;nica.&nbsp;<\/em><\/p><p><em>D. Esquizofrenia hebefr&ecirc;nica.&nbsp;<\/em><\/p><p><em>E. Esquizofrenia residual<\/em><strong>.<\/strong><\/p><p><strong>Coment&aacute;rio da Equipe EMED:<\/strong> Correta a <strong>alternativa A<\/strong>. Esquizofrenia &ldquo;paranoide&rdquo; possui caracter&iacute;sticas de del&iacute;rios, alucina&ccedil;&otilde;es auditivas acusat&oacute;rias e um comportamento desconfiado.<\/p><p>Venha fazer parte da <strong>maior plataforma de Medicina do Brasil<\/strong>! 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Porto Alegre: Artmed, 2014.<\/li>\n<\/ol><ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>NCBI: SADEGHIAN, J. <strong>Paranoid Schizophrenia<\/strong>. In: STATPEARLS. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2023. Available from: https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/books\/NBK539864\/. Acesso em: 27 ago. 2024.<\/li>\n<\/ol><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ol&aacute;, querido doutor e doutora! 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