{"id":68848,"date":"2024-08-29T09:55:28","date_gmt":"2024-08-29T12:55:28","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=68848"},"modified":"2024-09-04T10:51:15","modified_gmt":"2024-09-04T13:51:15","slug":"resumo-de-escleroterapia-conceito-procedimento-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/procedimentos\/resumo-de-escleroterapia-conceito-procedimento-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo de Escleroterapia: conceito, procedimento e mais!"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ol&aacute;, querido doutor e doutora!<\/strong> A escleroterapia &eacute; um procedimento m&eacute;dico minimamente invasivo <strong>utilizado no tratamento de varizes e telangiectasias<\/strong>, sendo dilata&ccedil;&otilde;es venosas frequentemente encontradas nas pernas. Este m&eacute;todo envolve a <strong>inje&ccedil;&atilde;o de uma subst&acirc;ncia esclerosante<\/strong> nas veias afetadas, levando &agrave; sua oblitera&ccedil;&atilde;o e subsequente reabsor&ccedil;&atilde;o pelo organismo. Esse texto ir&aacute; abordar os aspectos principais da escleroterapia, incluindo seu <strong>conceito<\/strong>, <strong>indica&ccedil;&otilde;es<\/strong>, <strong>t&eacute;cnica<\/strong>, <strong>cuidados p&oacute;s-procedimento e potenciais complica&ccedil;&otilde;es<\/strong>.<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/procedimentos\/resumo-de-escleroterapia-conceito-procedimento-e-mais\/#Conceito-de-Escleroterapia\" >Conceito de Escleroterapia&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/procedimentos\/resumo-de-escleroterapia-conceito-procedimento-e-mais\/#Indicacoes-da-Escleroterapia\" >Indica&ccedil;&otilde;es da Escleroterapia<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/procedimentos\/resumo-de-escleroterapia-conceito-procedimento-e-mais\/#Contraindicacoes-da-Escleroterapia\" >Contraindica&ccedil;&otilde;es da Escleroterapia<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/procedimentos\/resumo-de-escleroterapia-conceito-procedimento-e-mais\/#Tecnica-da-Escleroterapia\" >T&eacute;cnica da Escleroterapia&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/procedimentos\/resumo-de-escleroterapia-conceito-procedimento-e-mais\/#Complicacoes-da-Escleroterapia\" >Complica&ccedil;&otilde;es da Escleroterapia&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/procedimentos\/resumo-de-escleroterapia-conceito-procedimento-e-mais\/#Cuidados-Pos-Procedimento-e-Orientacoes-ao-Paciente\" >Cuidados P&oacute;s-Procedimento e Orienta&ccedil;&otilde;es ao Paciente<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/procedimentos\/resumo-de-escleroterapia-conceito-procedimento-e-mais\/#Veja-Tambem\" >Veja Tamb&eacute;m<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/procedimentos\/resumo-de-escleroterapia-conceito-procedimento-e-mais\/#Referencias-Bibliograficas\" >Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas&nbsp;<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conceito-de-escleroterapia-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Conceito-de-Escleroterapia\"><\/span>Conceito de Escleroterapia&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A escleroterapia &eacute; um procedimento m&eacute;dico minimamente invasivo amplamente utilizado no <strong>tratamento de varizes e telangiectasias<\/strong>. Esse m&eacute;todo envolve a <strong>inje&ccedil;&atilde;o de uma solu&ccedil;&atilde;o esclerosante diretamente nas veias afetadas<\/strong>, levando &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o do endot&eacute;lio vascular. Essa irrita&ccedil;&atilde;o provoca uma rea&ccedil;&atilde;o inflamat&oacute;ria controlada, resultando na fibrose da veia e, eventualmente, em sua oclus&atilde;o. Com o tempo, a veia tratada &eacute; reabsorvida pelo corpo, melhorando a apar&ecirc;ncia est&eacute;tica e aliviando sintomas associados, como dor, incha&ccedil;o e sensa&ccedil;&atilde;o de peso nas pernas.<\/p><p>\n\n\n\n<p>Cat\u00e1logo nomeado 'Resid&ecirc;ncia' n\u00e3o encontrado.<\/p>\n\n\n\n<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indicacoes-da-escleroterapia\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Indicacoes-da-Escleroterapia\"><\/span>Indica&ccedil;&otilde;es da Escleroterapia<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A escleroterapia &eacute; indicada para o tratamento de diversas condi&ccedil;&otilde;es vasculares, sendo mais frequentemente utilizada em pacientes com varizes e telangiectasias, mas suas aplica&ccedil;&otilde;es v&atilde;o al&eacute;m dessas patologias:<\/p><ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Varizes de pequeno e m&eacute;dio calibre<\/strong>: a escleroterapia &eacute; amplamente indicada para o tratamento de varizes em veias de pequeno a m&eacute;dio calibre, especialmente aquelas que n&atilde;o respondem bem ao tratamento conservador. Estas varizes podem causar sintomas como dor, incha&ccedil;o, sensa&ccedil;&atilde;o de peso nas pernas, c&atilde;ibras noturnas e prurido.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol class=\"wp-block-list\" start=\"2\">\n<li><strong>Telangiectasias: <\/strong>as telangiectasias s&atilde;o pequenas veias dilatadas que aparecem na superf&iacute;cie da pele, frequentemente nas pernas e rosto. Embora geralmente sejam assintom&aacute;ticas, podem causar desconforto est&eacute;tico significativo para os pacientes.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol class=\"wp-block-list\" start=\"3\">\n<li><strong>Veias reticulares<\/strong>: essas veias s&atilde;o maiores do que as telangiectasias, mas menores que as varizes cl&aacute;ssicas. S&atilde;o vis&iacute;veis atrav&eacute;s da pele e podem ser tratadas eficazmente com escleroterapia.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol class=\"wp-block-list\" start=\"4\">\n<li><strong>Malforma&ccedil;&otilde;es vasculares venosas e linf&aacute;ticas<\/strong>: a escleroterapia pode ser utilizada no manejo de malforma&ccedil;&otilde;es vasculares venosas e linf&aacute;ticas. Nesse contexto, a escleroterapia ajuda a reduzir o tamanho das malforma&ccedil;&otilde;es e aliviar os sintomas.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol class=\"wp-block-list\" start=\"5\">\n<li><strong>Hemorroidas<\/strong>: em casos selecionados, especialmente em hemorroidas internas de graus I e II, a escleroterapia pode ser uma op&ccedil;&atilde;o de tratamento. A inje&ccedil;&atilde;o de uma subst&acirc;ncia esclerosante nas hemorroidas causa a fibrose e a subsequente redu&ccedil;&atilde;o do tamanho dos vasos, aliviando sintomas como sangramento e desconforto.<\/li>\n<\/ol><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-contraindicacoes-da-escleroterapia\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Contraindicacoes-da-Escleroterapia\"><\/span>Contraindica&ccedil;&otilde;es da Escleroterapia<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A escleroterapia, embora seja um procedimento seguro e amplamente utilizado, n&atilde;o &eacute; indicada para todos os pacientes. Existem contraindica&ccedil;&otilde;es absolutas e relativas que devem ser consideradas antes de se proceder com o tratamento:&nbsp;<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-contraindicacoes-absolutas-nbsp\">Contraindica&ccedil;&otilde;es Absolutas&nbsp;<\/h4><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Hipersensibilidade ou alergia &agrave; subst&acirc;ncia esclerosante<\/strong>: pacientes com hist&oacute;rico de rea&ccedil;&atilde;o al&eacute;rgica grave (anafilaxia) a qualquer um dos componentes da solu&ccedil;&atilde;o esclerosante, como polidocanol ou tetradecil sulfato de s&oacute;dio, n&atilde;o devem ser submetidos ao procedimento.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Trombose venosa profunda (TVP) ativa ou hist&oacute;ria recente de TVP<\/strong>: a presen&ccedil;a de TVP ou um epis&oacute;dio recente contraindica a escleroterapia devido ao risco aumentado de propaga&ccedil;&atilde;o do trombo, ou desenvolvimento de embolia pulmonar.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Gravidez e amamenta&ccedil;&atilde;o<\/strong>: a escleroterapia n&atilde;o &eacute; recomendada durante a gravidez e a amamenta&ccedil;&atilde;o devido &agrave; falta de estudos conclusivos sobre a seguran&ccedil;a das subst&acirc;ncias esclerosantes para o feto ou lactente.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Infec&ccedil;&otilde;es locais ou sist&ecirc;micas ativas<\/strong>: pacientes com infec&ccedil;&atilde;o ativa, seja no local de tratamento ou sist&ecirc;mica, devem adiar a escleroterapia at&eacute; que a infec&ccedil;&atilde;o esteja completamente resolvida, para evitar complica&ccedil;&otilde;es.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Doen&ccedil;a arterial perif&eacute;rica severa<\/strong>: em pacientes com doen&ccedil;a arterial perif&eacute;rica grave, especialmente nos membros inferiores, a escleroterapia pode comprometer ainda mais a circula&ccedil;&atilde;o, o que pode levar a complica&ccedil;&otilde;es isqu&ecirc;micas.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-contraindicacoes-relativas-nbsp\">Contraindica&ccedil;&otilde;es Relativas&nbsp;<\/h4><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Imobiliza&ccedil;&atilde;o prolongada<\/strong>: pacientes que est&atilde;o imobilizados por longos per&iacute;odos, como aqueles em repouso no leito ou com restri&ccedil;&otilde;es de mobilidade, devem evitar a escleroterapia devido ao risco aumentado de trombose venosa.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Insufici&ecirc;ncia venosa profunda significativa<\/strong>: em pacientes com insufici&ecirc;ncia venosa profunda n&atilde;o corrigida, a escleroterapia pode ser menos eficaz e potencialmente perigosa, sendo importante avaliar cuidadosamente os benef&iacute;cios e riscos.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Uso de anticoagulantes<\/strong>: pacientes em tratamento com anticoagulantes devem ser avaliados com cautela. Embora n&atilde;o seja uma contraindica&ccedil;&atilde;o absoluta, o risco de sangramento pode ser maior, exigindo ajustes na medica&ccedil;&atilde;o antes do procedimento.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Cardiopatia grave<\/strong>: pacientes com insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca ou outras cardiopatias severas podem apresentar maior risco de complica&ccedil;&otilde;es durante, ou ap&oacute;s a escleroterapia, especialmente devido ao poss&iacute;vel aumento da sobrecarga vol&ecirc;mica.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Dist&uacute;rbios de coagula&ccedil;&atilde;o<\/strong>: pacientes com dist&uacute;rbios de coagula&ccedil;&atilde;o, como trombofilia ou defici&ecirc;ncia de fatores de coagula&ccedil;&atilde;o, devem ser cuidadosamente avaliados antes de realizar a escleroterapia devido ao risco aumentado de complica&ccedil;&otilde;es tromboemb&oacute;licas.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tecnica-da-escleroterapia-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tecnica-da-Escleroterapia\"><\/span>T&eacute;cnica da Escleroterapia&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A escleroterapia &eacute; um procedimento t&eacute;cnico que, quando realizado corretamente, pode resultar em alta efic&aacute;cia no tratamento de varizes e outras condi&ccedil;&otilde;es vasculares. O passo a passo consiste em:&nbsp;<\/p><ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Avalia&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-procedimento<\/strong>: realizar uma avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica completa, incluindo exames como ultrassonografia Doppler, para identificar as veias-alvo e planejar o tratamento.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol class=\"wp-block-list\" start=\"2\">\n<li><strong>Escolha da solu&ccedil;&atilde;o esclerosante<\/strong>: selecionar a subst&acirc;ncia esclerosante adequada (ex.: polidocanol, tetradecil sulfato de s&oacute;dio) e determinar a concentra&ccedil;&atilde;o com base no tipo e tamanho das veias.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol class=\"wp-block-list\" start=\"3\">\n<li><strong>Prepara&ccedil;&atilde;o do paciente<\/strong>: posicionar o paciente confortavelmente, limpar a &aacute;rea a ser tratada com antiss&eacute;ptico e, se necess&aacute;rio, utilizar luz ou ultrassom para visualizar melhor as veias. Uma sess&atilde;o de escleroterapia &eacute; um procedimento relativamente r&aacute;pido e minimamente invasivo, que dura cerca de 30 minutos a 1 hora.<\/li>\n<\/ol><ol class=\"wp-block-list\" start=\"4\">\n<li><strong>Inje&ccedil;&atilde;o da solu&ccedil;&atilde;o esclerosante<\/strong>: injetar a solu&ccedil;&atilde;o lentamente e com precis&atilde;o na veia, utilizando uma agulha fina ou microc&acirc;nula. Observar a resposta da veia para confirmar a efic&aacute;cia.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol class=\"wp-block-list\" start=\"5\">\n<li><strong>Sess&otilde;es de tratamento<\/strong>: realizar sess&otilde;es adicionais conforme necess&aacute;rio, geralmente com intervalos de <strong>4 a 6 semanas<\/strong>, at&eacute; atingir o resultado desejado. Os efeitos vis&iacute;veis do tratamento come&ccedil;am a aparecer gradualmente nas semanas seguintes &agrave;s sess&otilde;es. As veias tratadas tendem a clarear ao longo de <strong>3 a 6 meses<\/strong>, com a maioria dos pacientes observando uma melhora significativa ap&oacute;s esse per&iacute;odo.<\/li>\n<\/ol><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-complicacoes-da-escleroterapia-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Complicacoes-da-Escleroterapia\"><\/span>Complica&ccedil;&otilde;es da Escleroterapia&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Embora a escleroterapia seja geralmente segura e eficaz, como qualquer procedimento m&eacute;dico, ela pode apresentar complica&ccedil;&otilde;es. A maioria dessas complica&ccedil;&otilde;es &eacute; leve e tempor&aacute;ria, mas algumas podem ser mais graves:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Hiperpigmenta&ccedil;&atilde;o<\/strong>: uma das complica&ccedil;&otilde;es mais comuns, a hiperpigmenta&ccedil;&atilde;o ocorre quando a pele sobre a veia tratada adquire uma cor escura, geralmente devido &agrave; deposi&ccedil;&atilde;o de hemossiderina. Essa pigmenta&ccedil;&atilde;o geralmente &eacute; tempor&aacute;ria e tende a desaparecer em meses, mas pode se tornar permanente em alguns casos.<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Matting<\/strong>: Matting refere-se ao aparecimento de pequenos vasos sangu&iacute;neos ou telangiectasias ao redor da &aacute;rea tratada, geralmente dentro de algumas semanas ap&oacute;s o procedimento. Pode ser esteticamente indesej&aacute;vel, e em alguns casos, requer tratamento adicional.<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Tromboflebite<\/strong>: a tromboflebite &eacute; a inflama&ccedil;&atilde;o de uma veia superficial acompanhada pela forma&ccedil;&atilde;o de co&aacute;gulo. Pode causar dor, vermelhid&atilde;o e incha&ccedil;o ao longo da veia tratada. O tratamento inclui compress&atilde;o, anti-inflamat&oacute;rios e, em alguns casos, anticoagulantes.<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Necrose cut&acirc;nea<\/strong>: a necrose cut&acirc;nea &eacute; uma complica&ccedil;&atilde;o rara, mas grave, que pode ocorrer se a solu&ccedil;&atilde;o esclerosante extravasar para os tecidos circundantes ou se for injetada acidentalmente em uma art&eacute;ria. Isso leva &agrave; morte do tecido, resultando em ulcera&ccedil;&otilde;es dolorosas que podem deixar cicatrizes permanentes.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas<\/strong>: embora raras, as rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas &agrave; solu&ccedil;&atilde;o esclerosante podem ocorrer, variando de rea&ccedil;&otilde;es cut&acirc;neas leves, como urtic&aacute;ria, a rea&ccedil;&otilde;es sist&ecirc;micas mais graves, como anafilaxia, que requerem tratamento emergencial.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cuidados-pos-procedimento-e-orientacoes-ao-paciente\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Cuidados-Pos-Procedimento-e-Orientacoes-ao-Paciente\"><\/span>Cuidados P&oacute;s-Procedimento e Orienta&ccedil;&otilde;es ao Paciente<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Ap&oacute;s a escleroterapia, &eacute; fundamental que o paciente siga algumas orienta&ccedil;&otilde;es para otimizar os resultados e evitar complica&ccedil;&otilde;es. O <strong>uso de meias de compress&atilde;o<\/strong> &eacute; recomendado por v&aacute;rias semanas para auxiliar na cicatriza&ccedil;&atilde;o das veias tratadas e prevenir o desenvolvimento de novas varizes. <strong>Caminhadas di&aacute;rias<\/strong> s&atilde;o incentivadas para melhorar a circula&ccedil;&atilde;o, enquanto atividades f&iacute;sicas intensas devem ser evitadas inicialmente.&nbsp;<\/p><p>O paciente tamb&eacute;m deve proteger a pele tratada da exposi&ccedil;&atilde;o solar direta, utilizando <strong>protetor solar<\/strong> para evitar hiperpigmenta&ccedil;&atilde;o. &Eacute; importante estar atento a <strong>sinais de complica&ccedil;&otilde;es<\/strong>, como dor intensa ou incha&ccedil;o anormal, e buscar atendimento m&eacute;dico se necess&aacute;rio.<\/p><p>Venha fazer parte da <strong>maior plataforma de Medicina do Brasil<\/strong>! 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In: STATPEARLS. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing, 2024. Dispon&iacute;vel em: https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/books\/NBK599526\/. Acesso em: 29 ago. 2024.<\/li>\n<\/ol><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ol&aacute;, querido doutor e doutora! 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