{"id":71192,"date":"2024-09-28T14:58:28","date_gmt":"2024-09-28T17:58:28","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=71192"},"modified":"2024-09-28T14:58:33","modified_gmt":"2024-09-28T17:58:33","slug":"resumo-de-helmintos-conceito-classificacao-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-helmintos-conceito-classificacao-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo de Helmintos: conceito, classifica\u00e7\u00e3o e mais!"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ol&aacute;, querido doutor e doutora! <\/strong>Os helmintos s&atilde;o parasitas multicelulares que causam uma ampla variedade de infec&ccedil;&otilde;es no ser humano, conhecidas como <strong>helmint&iacute;ases<\/strong>, representando um importante problema de sa&uacute;de p&uacute;blica global, especialmente em regi&otilde;es tropicais e subtropicais. Esses vermes podem ser classificados em dois grupos principais: <strong>nematelmintos <\/strong>e <strong>platelmintos<\/strong>, que incluem esp&eacute;cies como Ascaris lumbricoides, Ancylostoma duodenale e Schistosoma mansoni. Este texto abordar&aacute; o <strong>conceito <\/strong>de helmintos, suas <strong>classifica&ccedil;&otilde;es<\/strong>, a <strong>epidemiologia <\/strong>das infec&ccedil;&otilde;es causadas por esses parasitas, o <strong>quadro cl&iacute;nico<\/strong> das helmint&iacute;ases, e as <strong>abordagens terap&ecirc;uticas<\/strong> dispon&iacute;veis.<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-helmintos-conceito-classificacao-e-mais\/#Conceito-de-Helmintos\" >Conceito de Helmintos<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-helmintos-conceito-classificacao-e-mais\/#Classificacao-dos-Helmintos\" >Classifica&ccedil;&atilde;o dos Helmintos<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-helmintos-conceito-classificacao-e-mais\/#Epidemiologia-e-Fatores-de-Risco-dos-Helmintos\" >Epidemiologia e Fatores de Risco dos Helmintos<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-helmintos-conceito-classificacao-e-mais\/#Quadro-Clinico-da-Infeccao-por-Helmintos\" >Quadro Cl&iacute;nico da Infec&ccedil;&atilde;o por Helmintos<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-helmintos-conceito-classificacao-e-mais\/#Tratamento-de-Infeccao-por-Helmintos\" >Tratamento de Infec&ccedil;&atilde;o por Helmintos<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-helmintos-conceito-classificacao-e-mais\/#Veja-Tambem\" >Veja Tamb&eacute;m<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-helmintos-conceito-classificacao-e-mais\/#Referencias-Bibliograficas\" >Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas&nbsp;<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conceito-de-helmintos\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Conceito-de-Helmintos\"><\/span>Conceito de Helmintos<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os helmintos, tamb&eacute;m conhecidos como vermes, <strong>s&atilde;o parasitas multicelulares<\/strong> que podem habitar o corpo humano e causar uma s&eacute;rie de doen&ccedil;as conhecidas como helmint&iacute;ases. Eles <strong>se dividem em dois grandes grupos<\/strong>: <strong>nematelmintos <\/strong>(vermes cil&iacute;ndricos) e <strong>platelmintos <\/strong>(vermes achatados). Diferentemente dos protozo&aacute;rios, que s&atilde;o unicelulares, os helmintos s&atilde;o organismos maiores e complexos, frequentemente vis&iacute;veis a olho nu em suas fases adultas.&nbsp;<\/p><p>Esses parasitas podem infectar diversos &oacute;rg&atilde;os e sistemas, especialmente o <strong>trato gastrointestinal<\/strong>, transmitidos por ingest&atilde;o de alimentos ou &aacute;gua contaminados, contato com solo infectado ou por picadas de insetos vetores. As <strong>helmint&iacute;ases <\/strong>representam um importante problema de sa&uacute;de p&uacute;blica, especialmente em regi&otilde;es com condi&ccedil;&otilde;es sanit&aacute;rias inadequadas, afetando principalmente popula&ccedil;&otilde;es vulner&aacute;veis e contribuindo para a desnutri&ccedil;&atilde;o, anemia e comprometimento do desenvolvimento f&iacute;sico e cognitivo.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-classificacao-dos-helmintos\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Classificacao-dos-Helmintos\"><\/span>Classifica&ccedil;&atilde;o dos Helmintos<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os helmintos s&atilde;o classificados em dois grandes grupos principais: os <strong>nematelmintos <\/strong>e os <strong>platelmintos<\/strong>. Esses grupos se subdividem em diferentes ordens, fam&iacute;lias e esp&eacute;cies, cada um com caracter&iacute;sticas morfol&oacute;gicas, biol&oacute;gicas e epidemiol&oacute;gicas pr&oacute;prias. Abaixo, apresento a classifica&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica dos helmintos:<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-nematelmintos-nematodeos\">Nematelmintos (Nemat&oacute;deos)<\/h4><p>Os nematelmintos, tamb&eacute;m conhecidos como nemat&oacute;deos, s&atilde;o vermes cil&iacute;ndricos com simetria bilateral e corpo alongado, n&atilde;o segmentado. Eles possuem um sistema digestivo completo, com boca e &acirc;nus distintos. Esses parasitas s&atilde;o respons&aacute;veis por diversas doen&ccedil;as humanas. Exemplos de nematelmintos incluem:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ascaris lumbricoides<\/strong> (causador da ascarid&iacute;ase);<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Enterobius vermicularis<\/strong> (causador da enterob&iacute;ase ou oxiur&iacute;ase);<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ancylostoma duodenale<\/strong> e <strong>Necator americanus<\/strong> (causadores da ancilostom&iacute;ase);<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Strongyloides stercoralis<\/strong> (causador da estrongiloid&iacute;ase); e<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Trichuris trichiura<\/strong> (causador da tricur&iacute;ase).<\/li>\n<\/ul><p>Os nematelmintos podem ser transmitidos por ingest&atilde;o de ovos presentes em alimentos ou &aacute;gua contaminados, contato com o solo infectado ou por penetra&ccedil;&atilde;o ativa da larva pela pele<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-platelmintos\">Platelmintos<\/h4><p>Os platelmintos s&atilde;o vermes achatados dorsoventralmente, com corpo segmentado ou n&atilde;o, e com simetria bilateral. Eles possuem um sistema digestivo incompleto, e muitos s&atilde;o hermafroditas. Os platelmintos se subdividem em <strong>cest&oacute;deos <\/strong>e <strong>tremat&oacute;deos<\/strong>:<\/p><p>Os <strong>cest&oacute;deos<\/strong>, conhecidos como t&ecirc;nias, possuem corpo segmentado em proglotes, uma cabe&ccedil;a (esc&oacute;lex) que se fixa na parede do intestino do hospedeiro e n&atilde;o possuem trato digestivo, absorvendo nutrientes diretamente atrav&eacute;s da pele. Exemplos incluem:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Taenia solium<\/strong> (causadora da ten&iacute;ase e cisticercose);<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Taenia saginata<\/strong> (causadora da ten&iacute;ase); e<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Hymenolepis nana <\/strong>(causadora da himenolep&iacute;ase.<\/li>\n<\/ul><p>Os tremat&oacute;deos, ou vermes chatos n&atilde;o segmentados, geralmente t&ecirc;m forma de folha e s&atilde;o hermafroditas ou dioicos. Muitas esp&eacute;cies possuem ciclos de vida complexos, com m&uacute;ltiplos hospedeiros intermedi&aacute;rios. Exemplos incluem:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Schistosoma mansoni<\/strong> (causador da esquistossomose); e<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Fasciola hepatica<\/strong> (causadora da fasciol&iacute;ase).<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-epidemiologia-e-fatores-de-risco-dos-helmintos\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Epidemiologia-e-Fatores-de-Risco-dos-Helmintos\"><\/span>Epidemiologia e Fatores de Risco dos Helmintos<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>As infec&ccedil;&otilde;es por helmintos t&ecirc;m uma distribui&ccedil;&atilde;o global, com <strong>maior preval&ecirc;ncia em regi&otilde;es tropicais e subtropicais<\/strong>, onde o clima quente e &uacute;mido, aliado &agrave; precariedade das condi&ccedil;&otilde;es sanit&aacute;rias, favorece a dissemina&ccedil;&atilde;o desses parasitas. Estima-se que <strong>mais de um bilh&atilde;o de pessoas<\/strong> estejam infectadas por helmintos em todo o mundo, sendo essas infec&ccedil;&otilde;es um importante problema de sa&uacute;de p&uacute;blica nos pa&iacute;ses em desenvolvimento. As <strong>regi&otilde;es mais afetadas<\/strong> incluem a &Aacute;frica Subsaariana, Am&eacute;rica Latina, Caribe, Sudeste Asi&aacute;tico e Pac&iacute;fico Ocidental, &aacute;reas que compartilham caracter&iacute;sticas ambientais e socioecon&ocirc;micas que favorecem a transmiss&atilde;o.<\/p><p>Os <strong>principais fatores de risco<\/strong> para a transmiss&atilde;o dos helmintos est&atilde;o relacionados a:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Saneamento inadequado;<\/strong><\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Consumo de &aacute;gua contaminada;<\/strong><\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Pr&aacute;ticas alimentares insalubres;<\/strong><\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aus&ecirc;ncia de infraestrutura para o tratamento de dejetos humanos e animais; e<\/strong><\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ingest&atilde;o de carne crua ou mal cozida, como a carne de porco e peixe.<\/strong><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-quadro-clinico-da-infeccao-por-helmintos\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Quadro-Clinico-da-Infeccao-por-Helmintos\"><\/span>Quadro Cl&iacute;nico da Infec&ccedil;&atilde;o por Helmintos<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Muitas infec&ccedil;&otilde;es por helmintos podem ser <strong>assintom&aacute;ticas <\/strong>ou apresentar sintomas leves, especialmente em infec&ccedil;&otilde;es de baixa intensidade. No entanto, em casos de infec&ccedil;&otilde;es mais graves ou prolongadas, os sintomas podem ser debilitantes e impactar significativamente a qualidade de vida dos pacientes:<\/p><p><strong>Sintomas Gastrointestinais<\/strong>: os helmintos que habitam o trato gastrointestinal, como <strong>Ascaris lumbricoides<\/strong> e <strong>Trichuris trichiura<\/strong>, comumente causam sintomas digestivos. Entre os principais sinais est&atilde;o dor abdominal, diarreia, n&aacute;useas, v&ocirc;mitos e distens&atilde;o abdominal. A presen&ccedil;a de m&uacute;ltiplos parasitas pode levar &agrave; obstru&ccedil;&atilde;o intestinal, uma complica&ccedil;&atilde;o grave observada em infec&ccedil;&otilde;es maci&ccedil;as por Ascaris. Em crian&ccedil;as, as infec&ccedil;&otilde;es cr&ocirc;nicas podem causar desnutri&ccedil;&atilde;o, perda de peso e atraso no crescimento.&nbsp;<\/p><p><strong>Anemia e Fadiga<\/strong>: infec&ccedil;&otilde;es por helmintos que causam perda de sangue cr&ocirc;nica, como os ancilostom&iacute;deos <strong>(Ancylostoma duodenale<\/strong> e <strong>Necator americanus<\/strong>), est&atilde;o fortemente associadas &agrave; anemia ferropriva. Isso ocorre porque os parasitas se fixam na mucosa intestinal e se alimentam de sangue, levando a uma perda cont&iacute;nua de ferro. Como resultado, os pacientes podem apresentar fadiga, fraqueza, palidez e, em casos mais graves, dispneia e taquicardia. A anemia severa pode ser particularmente perigosa em crian&ccedil;as e gestantes, aumentando o risco de complica&ccedil;&otilde;es maternas e perinatais.&nbsp;<\/p><p><strong>Manifesta&ccedil;&otilde;es Cut&acirc;neas:<\/strong> algumas esp&eacute;cies de helmintos podem penetrar a pele e causar sintomas locais. <strong>Strongyloides stercoralis<\/strong>, por exemplo, pode gerar uma erup&ccedil;&atilde;o pruriginosa, conhecida como &ldquo;larva currens&rdquo;, no local de entrada das larvas. Da mesma forma, as infec&ccedil;&otilde;es por ancilostom&iacute;deos podem provocar dermatite no ponto de penetra&ccedil;&atilde;o das larvas. Outra manifesta&ccedil;&atilde;o importante &eacute; o &ldquo;<strong>sinal de Mazza<\/strong>&rdquo; na estrongiloid&iacute;ase, caracterizado por uma erup&ccedil;&atilde;o serpiginosa e migrat&oacute;ria.&nbsp;<\/p><p><strong>Comprometimento Respirat&oacute;rio<\/strong>: em alguns casos, os helmintos migram atrav&eacute;s do sistema respirat&oacute;rio, causando sintomas pulmonares. Isso &eacute; observado, por exemplo, na fase larval de Ascaris lumbricoides e Strongyloides stercoralis, que pode desencadear uma <strong>s&iacute;ndrome de Loeffler<\/strong>, caracterizada por tosse, sibilos e infiltrados pulmonares migrat&oacute;rios. Pacientes com esta s&iacute;ndrome podem ter sintomas respirat&oacute;rios transit&oacute;rios, que geralmente se resolvem &agrave; medida que as larvas completam seu ciclo de vida e migram para o trato gastrointestinal.&nbsp;<\/p><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXfBNBf6idA_AqkOjIm-ehzMJlUYB5XdJvg4gYAxft-H-sh8RfVkcH2mOZJIM3bJDe_iOdHFw8Gpdw05aifsae0XnwuVWvevTFcC3JyL-328VMmRJeM3SDvsxZv7xm7ZLjSgwfna1VoeiKRXYvtiuLdzekI1?key=1MBFbUXki8ueoFiXtUkB5g\" alt=\"\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Vermes associados a s&iacute;ndrome de Loeffler. Estrat&eacute;gia MED<\/figcaption><\/figure><\/div><p><strong>Complica&ccedil;&otilde;es Hep&aacute;ticas e Hepatoespl&ecirc;nicas:<\/strong> alguns helmintos, como <strong>Schistosoma mansoni<\/strong>, podem afetar o f&iacute;gado e o ba&ccedil;o, levando a quadros cl&iacute;nicos mais graves. A esquistossomose, por exemplo, pode causar fibrose hep&aacute;tica e hipertens&atilde;o portal, resultando em esplenomegalia, ascite e varizes esof&aacute;gicas. Em casos avan&ccedil;ados, essa condi&ccedil;&atilde;o pode evoluir para hemorragia digestiva alta, sendo uma complica&ccedil;&atilde;o potencialmente fatal.&nbsp;<\/p><p><strong>Manifesta&ccedil;&otilde;es Neurol&oacute;gicas<\/strong>: alguns parasitas podem causar sintomas neurol&oacute;gicos graves. A <strong>cisticercose<\/strong>, causada pela infec&ccedil;&atilde;o de <strong>Taenia solium<\/strong> em sua forma larval (Cysticercus), pode afetar o sistema nervoso central, levando &agrave; neurocisticercose. Esta condi&ccedil;&atilde;o pode manifestar-se com crises epil&eacute;pticas, cefaleias persistentes, hidrocefalia e, em casos severos, d&eacute;ficits neurol&oacute;gicos focais. A neurocisticercose &eacute; uma das causas mais comuns de epilepsia em regi&otilde;es end&ecirc;micas.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-de-infeccao-por-helmintos\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento-de-Infeccao-por-Helmintos\"><\/span>Tratamento de Infec&ccedil;&atilde;o por Helmintos<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Existem diversos medicamentos eficazes contra os helmintos, cada um com espectro de a&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fico para certos grupos de parasitos. Entre os f&aacute;rmacos mais utilizados est&atilde;o:&nbsp;<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Albendazol<\/strong>: &eacute; um antiparasit&aacute;rio de amplo espectro, eficaz contra nemat&oacute;deos e alguns platelmintos. Ele age inibindo a capta&ccedil;&atilde;o de glicose pelos helmintos, levando-os &agrave; morte. &Eacute; utilizado no tratamento de infec&ccedil;&otilde;es como ascarid&iacute;ase, enterob&iacute;ase, tricur&iacute;ase e estrongiloid&iacute;ase. O albendazol &eacute; tamb&eacute;m uma op&ccedil;&atilde;o para o manejo da neurocisticercose e hidatidose.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Mebendazol<\/strong>: semelhante ao albendazol, o mebendazol tamb&eacute;m &eacute; um antiparasit&aacute;rio de largo espectro, especialmente eficaz contra nemat&oacute;deos. Ele &eacute; amplamente utilizado no tratamento de ascarid&iacute;ase, tricur&iacute;ase e ancilostom&iacute;ase. O mebendazol inibe a fun&ccedil;&atilde;o microtubular dos parasitas, resultando em sua morte.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ivermectina<\/strong>: a ivermectina &eacute; particularmente eficaz contra Strongyloides stercoralis e tamb&eacute;m pode ser utilizada no tratamento de outras infec&ccedil;&otilde;es helm&iacute;nticas, como oncocercose e filariose. Ela atua como agonista dos canais de cloro regulados por glutamato nas c&eacute;lulas nervosas e musculares dos parasitas, causando paralisia e morte dos vermes.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Praziquantel<\/strong>: este medicamento &eacute; a droga de escolha para o tratamento de infec&ccedil;&otilde;es causadas por tremat&oacute;deos e cest&oacute;deos, como esquistossomose, ten&iacute;ase e cisticercose. O praziquantel aumenta a permeabilidade das membranas dos parasitas ao c&aacute;lcio, provocando paralisia esp&aacute;stica e morte dos helmintos.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Pamoato de pirantel<\/strong>: &eacute; um antiparasit&aacute;rio eficaz no tratamento de infec&ccedil;&otilde;es por nemat&oacute;deos, como ascarid&iacute;ase e enterob&iacute;ase. Ele age como um bloqueador neuromuscular, causando paralisia dos parasitas e permitindo sua elimina&ccedil;&atilde;o pelo organismo.<\/li>\n<\/ul><p>Al&eacute;m do tratamento medicamentoso, <strong>pode ser necess&aacute;ria interven&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica<\/strong>, como na neurocisticercose ou em casos de obstru&ccedil;&atilde;o intestinal. Em infec&ccedil;&otilde;es disseminadas, como a estrongiloid&iacute;ase hiperinfec&ccedil;&atilde;o, pode ser necess&aacute;rio um tratamento mais agressivo com ivermectina em doses repetidas e suporte cl&iacute;nico intensivo.<\/p><p>Em &aacute;reas com alta preval&ecirc;ncia de helmint&iacute;ases, <strong>programas de desparasita&ccedil;&atilde;o em massa<\/strong> s&atilde;o frequentemente implementados, particularmente em escolas e comunidades vulner&aacute;veis. Esses programas consistem na administra&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica de antiparasit&aacute;rios, independentemente do diagn&oacute;stico cl&iacute;nico individual, visando reduzir a carga parasit&aacute;ria na popula&ccedil;&atilde;o e prevenir complica&ccedil;&otilde;es associadas &agrave;s infec&ccedil;&otilde;es.<\/p><figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXetnLVq27iq4UeliLJCG5rOu0K9WSlN7wDsJ_2GrPj5j5oxDocbfSv6hG_e6im9wg-f43eokZEjt7tvtCzbGKkUBEwd3kFR5AIFKylLEDxpvCnRM6-PrCVmwg0y6g4fFFwd9npDjv_u0fazdFSLrjT_sClu?key=1MBFbUXki8ueoFiXtUkB5g\" alt=\"\"><\/figure><p>Venha fazer parte da <strong>maior plataforma de Medicina do Brasil<\/strong>! 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In: StatPearls [Internet]. Ilha do Tesouro (FL): Publica&ccedil;&atilde;o StatPearls; 2024 janeiro-. Dispon&iacute;vel a partir de: <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/books\/NBK560525\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/books\/NBK560525\/<\/a>. Acesso em: 28 set. 2024.<\/li>\n<\/ol><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ol&aacute;, querido doutor e doutora! 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