{"id":75841,"date":"2024-11-15T12:41:56","date_gmt":"2024-11-15T15:41:56","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=75841"},"modified":"2024-11-15T12:42:02","modified_gmt":"2024-11-15T15:42:02","slug":"resumo-sobre-antipsicoticos-de-segunda-geracao-definicao-classes-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-antipsicoticos-de-segunda-geracao-definicao-classes-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo sobre Antipsic\u00f3ticos de Segunda Gera\u00e7\u00e3o: defini\u00e7\u00e3o, classes e mais!"},"content":{"rendered":"<p>E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? Hoje o foco est&aacute; nos <strong>antipsic&oacute;ticos de segunda gera&ccedil;&atilde;o<\/strong>, tamb&eacute;m conhecidos como antipsic&oacute;ticos at&iacute;picos.&nbsp;<p>O <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> est&aacute; aqui para descomplicar esse conceito e ajudar voc&ecirc; a fortalecer seus conhecimentos, promovendo uma pr&aacute;tica cl&iacute;nica ainda mais segura e eficaz.<\/p><p>Vamos nessa!<\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-antipsicoticos-de-segunda-geracao-definicao-classes-e-mais\/#Mecanismo-de-acao-dos-antipsicoticos-de-segunda-geracao\" >Mecanismo de a&ccedil;&atilde;o dos antipsic&oacute;ticos de segunda gera&ccedil;&atilde;o<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-antipsicoticos-de-segunda-geracao-definicao-classes-e-mais\/#Metabolismo-dos-antipsicoticos-de-segunda-geracao\" >Metabolismo dos antipsic&oacute;ticos de segunda gera&ccedil;&atilde;o<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-antipsicoticos-de-segunda-geracao-definicao-classes-e-mais\/#Principais-antipsicoticos-de-segunda-geracao\" >Principais antipsic&oacute;ticos de segunda gera&ccedil;&atilde;o<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-antipsicoticos-de-segunda-geracao-definicao-classes-e-mais\/#Interacoes-medicamentosas\" >Intera&ccedil;&otilde;es medicamentosas<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-antipsicoticos-de-segunda-geracao-definicao-classes-e-mais\/#Efeitos-adversos\" >Efeitos adversos<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-antipsicoticos-de-segunda-geracao-definicao-classes-e-mais\/#De-olho-na-prova\" >De olho na prova!<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-antipsicoticos-de-segunda-geracao-definicao-classes-e-mais\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m!<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-antipsicoticos-de-segunda-geracao-definicao-classes-e-mais\/#Referencias\" >Refer&ecirc;ncias<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-mecanismo-de-acao-dos-antipsicoticos-de-segunda-geracao\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Mecanismo-de-acao-dos-antipsicoticos-de-segunda-geracao\"><\/span>Mecanismo de a&ccedil;&atilde;o dos antipsic&oacute;ticos de segunda gera&ccedil;&atilde;o<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O mecanismo de a&ccedil;&atilde;o da maioria dos antipsic&oacute;ticos de primeira gera&ccedil;&atilde;o (FGAs) e segunda gera&ccedil;&atilde;o (SGAs) est&aacute; relacionado principalmente ao bloqueio p&oacute;s-sin&aacute;ptico dos receptores D2 de dopamina no c&eacute;rebro, que desempenham um papel crucial na media&ccedil;&atilde;o dos sintomas psic&oacute;ticos.&nbsp;<\/p><p>Os antipsic&oacute;ticos de primeira gera&ccedil;&atilde;o (FGAs), como a clorpromazina e o haloperidol, t&ecirc;m uma forte afinidade pelos receptores D2 e atuam de forma mais &ldquo;dura&rdquo;, ligando-se fortemente a esses receptores, o que contribui para uma efic&aacute;cia antipsic&oacute;tica, mas tamb&eacute;m aumenta o risco de efeitos colaterais extrapiramidais (EPS), como tremores e rigidez muscular.<\/p><p>Por outro lado, os antipsic&oacute;ticos de segunda gera&ccedil;&atilde;o (SGAs), como a olanzapina, a risperidona e a quetiapina, t&ecirc;m uma afinidade mais balanceada entre os receptores D2 e outros receptores, como os de serotonina (5HT2A), o que resulta em menor risco de efeitos extrapiramidais.&nbsp;<\/p><p>Al&eacute;m disso, esses medicamentos geralmente apresentam uma &ldquo;liga&ccedil;&atilde;o mais solta&rdquo; ao receptor D2, com uma taxa mais r&aacute;pida de dissocia&ccedil;&atilde;o, o que pode reduzir a intensidade dos efeitos colaterais motores. Essa caracter&iacute;stica dos SGAs tamb&eacute;m est&aacute; associada &agrave; sua atividade terap&ecirc;utica mais abrangente, que inclui a modula&ccedil;&atilde;o de outros sistemas neurotransmissores, como o serotonin&eacute;rgico e o noradren&eacute;rgico.<\/p><p>No entanto, existem exce&ccedil;&otilde;es not&aacute;veis. O aripiprazol e o brexpiprazol, por exemplo, s&atilde;o considerados agonistas parciais do receptor D2. Isso significa que eles n&atilde;o bloqueiam completamente a atividade dopamin&eacute;rgica, mas modulam de maneira equilibrada a ativa&ccedil;&atilde;o dos receptores D2, oferecendo um perfil de efeitos colaterais mais favor&aacute;vel em compara&ccedil;&atilde;o aos antipsic&oacute;ticos tradicionais.&nbsp;<\/p><p>Outro desenvolvimento recente na classe dos antipsic&oacute;ticos &eacute; o lumateperona e a pimavanserina, que possuem um mecanismo de a&ccedil;&atilde;o diferenciado, atuando principalmente no bloqueio dos receptores de serotonina 5HT2A. A lumateperona, apesar de ter uma afinidade moderada pelos receptores D2, exerce sua atividade antipsic&oacute;tica principalmente por essa via serotonin&eacute;rgica, enquanto a pimavanserina, sem afinidade relevante pelos receptores D2 de dopamina, age como um agonista inverso no receptor 5HT2A, com um perfil de efeitos colaterais mais brando em compara&ccedil;&atilde;o aos antipsic&oacute;ticos tradicionais.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-metabolismo-dos-antipsicoticos-de-segunda-geracao\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Metabolismo-dos-antipsicoticos-de-segunda-geracao\"><\/span>Metabolismo dos antipsic&oacute;ticos de segunda gera&ccedil;&atilde;o<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O metabolismo dos antipsic&oacute;ticos de segunda gera&ccedil;&atilde;o (SGAs) &eacute; um aspecto essencial para compreender como esses medicamentos funcionam no organismo e como podem afetar os pacientes. Esses medicamentos s&atilde;o majoritariamente metabolizados no f&iacute;gado por enzimas do sistema do <strong>citocromo P450<\/strong>, particularmente pelas isoenzimas CYP3A4, CYP2D6 e CYP1A2.&nbsp;<\/p><p>Antipsic&oacute;ticos como a <strong>olanzapina<\/strong> e a <strong>quetiapina<\/strong> s&atilde;o amplamente metabolizados pela enzima CYP3A4. Isso significa que a coadministra&ccedil;&atilde;o com outros medicamentos que influenciam essa enzima pode alterar a concentra&ccedil;&atilde;o dessas subst&acirc;ncias no organismo.&nbsp;<\/p><p>Por exemplo, medicamentos indutores do CYP3A4, como a rifampicina, podem reduzir os n&iacute;veis de olanzapina, diminuindo sua efic&aacute;cia. Por outro lado, inibidores dessa enzima, como o cetoconazol, podem aumentar os n&iacute;veis plasm&aacute;ticos do medicamento, elevando o risco de efeitos colaterais.<\/p><p>A <strong>risperidona<\/strong> &eacute; metabolizada pelo CYP2D6 em sua forma ativa, a 9-hidroxi-risperidona. Pacientes com atividade reduzida dessa enzima (metabolizadores lentos) podem ter n&iacute;veis mais altos de risperidona ativa no sangue, aumentando o risco de efeitos adversos, como seda&ccedil;&atilde;o e ganho de peso. Por isso, a variabilidade gen&eacute;tica no metabolismo pode exigir ajustes na dosagem para evitar rea&ccedil;&otilde;es adversas.<\/p><p>O <strong>aripiprazol<\/strong> possui um metabolismo distinto, sendo tamb&eacute;m metabolizado pelas enzimas CYP3A4 e CYP2D6, mas com uma meia-vida mais longa, o que permite uma libera&ccedil;&atilde;o gradual do medicamento. Isso significa que o aripiprazol pode ser administrado uma vez ao dia, oferecendo conveni&ecirc;ncia para os pacientes. Al&eacute;m disso, ele &eacute; convertido principalmente em metab&oacute;litos inativos, o que pode reduzir o risco de efeitos adversos, embora ainda seja poss&iacute;vel o aumento de peso em alguns pacientes.<\/p><p>A idade, a presen&ccedil;a de doen&ccedil;as hep&aacute;ticas e o uso concomitante de medicamentos podem alterar a forma como esses antipsic&oacute;ticos s&atilde;o processados pelo organismo. Pacientes com fun&ccedil;&atilde;o hep&aacute;tica comprometida, por exemplo, podem ter maior dificuldade em metabolizar esses medicamentos, o que pode levar ao ac&uacute;mulo de subst&acirc;ncias ativas no sangue e ao aumento dos efeitos colaterais.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-principais-antipsicoticos-de-segunda-geracao\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Principais-antipsicoticos-de-segunda-geracao\"><\/span>Principais antipsic&oacute;ticos de segunda gera&ccedil;&atilde;o<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os principais antipsic&oacute;ticos de segunda gera&ccedil;&atilde;o (SGAs), tamb&eacute;m conhecidos como antipsic&oacute;ticos at&iacute;picos, incluem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Aripiprazol<\/li>\n\n\n\n<li>Brexpiprazol<\/li>\n\n\n\n<li>Cariprazina<\/li>\n\n\n\n<li>Clozapina<\/li>\n\n\n\n<li>Lurasidona<\/li>\n\n\n\n<li>Olanzapina<\/li>\n\n\n\n<li>Paliperidona<\/li>\n\n\n\n<li>Quetiapina<\/li>\n\n\n\n<li>Risperidona<\/li>\n\n\n\n<li>Ziprasidona<\/li>\n\n\n\n<li>Asenapina<\/li>\n\n\n\n<li>Iloperidona<\/li>\n\n\n\n<li>Lumateperona<\/li>\n\n\n\n<li>Pimavanserina<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-interacoes-medicamentosas\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Interacoes-medicamentosas\"><\/span>Intera&ccedil;&otilde;es medicamentosas<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os antipsic&oacute;ticos de segunda gera&ccedil;&atilde;o (SGAs) apresentam v&aacute;rias intera&ccedil;&otilde;es medicamentosas devido ao seu metabolismo principalmente mediado pelas enzimas do citocromo P450, particularmente CYP3A4, CYP2D6 e CYP1A2. Abaixo est&atilde;o algumas das principais intera&ccedil;&otilde;es descritas para esses medicamentos:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aripiprazol<\/strong>:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Metabolizado pelas enzimas <strong>CYP2D6 e CYP3A4<\/strong>. Indutores como <strong>carbamazepina<\/strong> podem reduzir significativamente seus n&iacute;veis s&eacute;ricos, exigindo um aumento da dose. Inibidores como <strong>fluoxetina, quinidina e cetoconazol<\/strong> podem duplicar os n&iacute;veis s&eacute;ricos, necessitando de uma redu&ccedil;&atilde;o de 50% na dose&#8203;.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Quetiapina<\/strong>:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Depende principalmente do <strong>CYP3A4<\/strong> para seu metabolismo. Indutores como <strong>carbamazepina<\/strong> podem diminuir sua concentra&ccedil;&atilde;o, sendo recomendado aumentar a dose em at&eacute; cinco vezes. Inibidores potentes do CYP3A4, como <strong>ritonavir e voriconazol<\/strong>, podem aumentar os n&iacute;veis plasm&aacute;ticos, sugerindo uma redu&ccedil;&atilde;o da dose para um sexto do habitual&#8203;.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Risperidona<\/strong>:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Primariamente metabolizada pelo <strong>CYP2D6<\/strong>. Inibidores fortes dessa enzima, como <strong>fluoxetina e paroxetina<\/strong>, podem aumentar seus n&iacute;veis, embora ajustes de dose nem sempre sejam necess&aacute;rios.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Olanzapina<\/strong>:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Principalmente metabolizada pelo <strong>CYP1A2<\/strong>. Medicamentos que induzem ou inibem fortemente essa enzima, como <strong>ciprofloxacino<\/strong> (inibidor) e <strong>tabaco<\/strong> (indutor), podem afetar seus n&iacute;veis. Em pacientes fumantes, a dose de olanzapina pode precisar ser aumentada em at&eacute; 30%&#8203;.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Lurasidona<\/strong>:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Metabolizada pelo <strong>CYP3A4<\/strong>. O uso concomitante com indutores (como <strong>rifampicina<\/strong>) ou inibidores fortes (como <strong>cetoconazol<\/strong>) &eacute; contraindicado devido ao risco de altera&ccedil;&atilde;o significativa nos n&iacute;veis plasm&aacute;ticos.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ziprasidona<\/strong>:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Embora tenha uma contribui&ccedil;&atilde;o menor do CYP3A4, seu metabolismo ocorre principalmente por oxidases. N&atilde;o &eacute; recomend&aacute;vel us&aacute;-la com outros medicamentos que prolongam o intervalo QT devido ao risco aumentado de arritmias&#8203;.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Clozapina<\/strong>:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Afetada por inibidores do <strong>CYP1A2<\/strong>, como <strong>fluvoxamina<\/strong> e <strong>ciprofloxacino<\/strong>, que podem aumentar significativamente seus n&iacute;veis. Al&eacute;m disso, fumar pode reduzir os n&iacute;veis plasm&aacute;ticos, exigindo um ajuste da dose em pacientes que mudam seus h&aacute;bitos de tabagismo&#8203;.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-efeitos-adversos\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Efeitos-adversos\"><\/span>Efeitos adversos<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os antipsic&oacute;ticos de segunda gera&ccedil;&atilde;o (SGAs) est&atilde;o associados a uma ampla gama de efeitos adversos que podem variar em preval&ecirc;ncia e gravidade entre os diferentes medicamentos dessa classe. Aqui est&atilde;o os principais efeitos adversos relatados:<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sindrome-metabolica\">S&iacute;ndrome Metab&oacute;lica<\/h3><p><strong>Ganho de peso<\/strong>, <strong>dislipidemia <\/strong>e <strong>diabetes <\/strong>s&atilde;o frequentemente observados, principalmente com o uso de clozapina e olanzapina. Esses medicamentos t&ecirc;m um risco significativamente maior de induzir esses efeitos em compara&ccedil;&atilde;o com outros SGAs.<\/p><p>Por outro lado, aripiprazol, lurasidona e ziprasidona est&atilde;o associados a um risco menor para esses problemas metab&oacute;licos&#8203;.Recomenda-se o monitoramento regular de peso, circunfer&ecirc;ncia da cintura, press&atilde;o arterial, glicemia de jejum e perfil lip&iacute;dico para pacientes em uso prolongado desses medicamentos.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-efeitos-extrapiramidais-eps\">Efeitos Extrapiramidais (EPS)<\/h3><p>Sintomas extrapiramidais, como tremores, rigidez muscular e acatisia, s&atilde;o menos comuns com SGAs em compara&ccedil;&atilde;o aos antipsic&oacute;ticos de primeira gera&ccedil;&atilde;o. Contudo, medicamentos como risperidona e paliperidona apresentam um risco maior de EPS, especialmente em doses mais altas&#8203;.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sedacao-e-sonolencia\">Seda&ccedil;&atilde;o e sonol&ecirc;ncia<\/h3><p>Clozapina, olanzapina e quetiapina s&atilde;o conhecidos por causar seda&ccedil;&atilde;o significativa. Outros antipsic&oacute;ticos como asenapina e lurasidona t&ecirc;m menor potencial sedativo, enquanto o aripiprazol tende a causar ins&ocirc;nia em vez de seda&ccedil;&atilde;o&#8203;.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-efeitos-anticolinergicos\">Efeitos anticolin&eacute;rgicos<\/h3><p>Medicamentos como clozapina e olanzapina podem apresentar efeitos anticolin&eacute;rgicos, resultando em boca seca, constipa&ccedil;&atilde;o, vis&atilde;o turva e, em casos raros, reten&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria. A clozapina, especificamente, pode causar sialorreia (excesso de saliva) em vez de boca seca&#8203;.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-elevacao-da-prolactina\">Eleva&ccedil;&atilde;o da Prolactina<\/h3><p>A risperidona e a paliperidona s&atilde;o conhecidas por aumentar significativamente os n&iacute;veis de prolactina, o que pode levar a galactorreia, ginecomastia e disfun&ccedil;&atilde;o sexual. Outros SGAs, como olanzapina e quetiapina, t&ecirc;m menos impacto sobre a prolactina.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-risco-cardiovascular\">Risco cardiovascular<\/h3><p>Alguns SGAs, especialmente clozapina e quetiapina, est&atilde;o associados &agrave; hipotens&atilde;o ortost&aacute;tica, o que pode aumentar o risco de quedas, especialmente em pacientes idosos. Al&eacute;m disso, o prolongamento do intervalo QT &eacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o com medicamentos como ziprasidona&#8203;.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-disfuncao-sexual\">Disfun&ccedil;&atilde;o sexual<\/h3><p>A disfun&ccedil;&atilde;o sexual &eacute; um efeito adverso significativo, afetando entre 40% a 60% dos pacientes que tomam clozapina, olanzapina ou risperidona. Os pacientes em aripiprazol ou quetiapina t&ecirc;m menor incid&ecirc;ncia desse efeito&#8203;.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-aumento-da-mortalidade\">Aumento da mortalidade<\/h3><p>Estudos indicam um aumento da mortalidade em pacientes mais velhos com dem&ecirc;ncia que utilizam SGAs, devido ao risco aumentado de eventos adversos como infec&ccedil;&otilde;es e complica&ccedil;&otilde;es cardiovasculares&#8203;.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-de-olho-na-prova\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"De-olho-na-prova\"><\/span>De olho na prova!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>N&atilde;o pense que esse assunto fica de fora das provas de resid&ecirc;ncia, concursos p&uacute;blicos e at&eacute; das avalia&ccedil;&otilde;es da gradua&ccedil;&atilde;o. Veja um exemplo abaixo:<\/p><p><em>MG &ndash; Funda&ccedil;&atilde;o Educacional Lucas Machado &ndash; FELUMA &ndash; 2025 &ndash; Resid&ecirc;ncia (Acesso Direto)<\/em><\/p><p>Paciente do sexo masculino, 36 anos de idade, com diagn&oacute;stico de esquizofrenia resistente ao tratamento (j&aacute; realizou tr&ecirc;s esquemas com ades&atilde;o adequada e em tempo e dose corretas), necessidade de interna&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via. Com rela&ccedil;&atilde;o ao quadro cl&iacute;nico descrito acima, assinale a alternativa CORRETA que apresenta qual o antipsic&oacute;tico est&aacute; indicado para o paciente.<\/p><p>A) Clozapina.<\/p><p>B) Quetiapina.<\/p><p>C) Risperidona.<\/p><p>D) Clorpromazina.<\/p><p>Coment&aacute;rio da quest&atilde;o:<\/p><p>Estrategista, o tratamento da esquizofrenia &eacute; feito com medica&ccedil;&otilde;es antipsic&oacute;ticas, drogas que agem principalmente bloqueando a transmiss&atilde;o dopamin&eacute;rgica cerebral, especialmente na via dopamin&eacute;rgica mesol&iacute;mbica.<\/p><p>O antipsic&oacute;tico escolhido deve ser institu&iacute;do at&eacute; sua dose alvo, devendo-se aguardar entre quatro e oito semanas para avaliar a resposta terap&ecirc;utica. Caso a resposta terap&ecirc;utica seja pobre ou insatisfat&oacute;ria, outro antipsic&oacute;tico deve ser institu&iacute;do, preferencialmente um antipsic&oacute;tico at&iacute;pico, e um outro per&iacute;odo de quatro a oito semanas deve ser aguardado para nova avalia&ccedil;&atilde;o.<\/p><p>Caso haja falha de duas tentativas consecutivas, bem conduzidas,, chamamos o quadro de &ldquo;esquizofrenia refrat&aacute;ria ao tratamento&rdquo;, estando indicado o uso do antipsic&oacute;tico at&iacute;pico <strong>clozapina<\/strong>.<\/p><p>Vamos &agrave;s alternativas!<\/p><p>A) <strong>Correta<\/strong>. Estrategista, a clozapina &eacute; um antipsic&oacute;tico at&iacute;pico, e o mais eficaz entre todos. Apresenta importantes efeitos de redu&ccedil;&atilde;o da agressividade e do comportamento suicida. Teoricamente, a clozapina n&atilde;o causa sintomas extrapiramidais, pois, mesmo em altas doses, exerce pouco bloqueio dos receptores D2. Apesar disso, &eacute; reservada aos casos mais graves e refrat&aacute;rios, porque apresenta efeitos colaterais mais intensos, inclusive alguns potencialmente fatais, como miocardite e agranulocitose, que ocorre em at&eacute; 1% dos pacientes.&nbsp;<\/p><p>B) Incorreta. A quetiapina &eacute; um antipsic&oacute;tico at&iacute;pico, aprovado para o tratamento da esquizofrenia, bipolaridade, e &uacute;til como adjuvante para transtorno depressivo maior. A quetiapina tamb&eacute;m &eacute; usada para v&aacute;rias indica&ccedil;&otilde;es off-label , como transtorno de ansiedade generalizada, ins&ocirc;nia, TOC, tiques e transtornos de comportamentos em quadros demenciais. Para o tratamento da depress&atilde;o com transtorno bipolar: Adultos&mdash; A princ&iacute;pio, 50 miligramas (mg) uma vez ao dia &agrave; noite. No entanto, a dose geralmente n&atilde;o &eacute; superior a 300 mg por dia.&nbsp; Para tratamento de mania com transtorno bipolar: Adultos &ndash; No in&iacute;cio, 100 miligramas (mg) uma vez ao dia &agrave; noite. No entanto, a dose geralmente n&atilde;o &eacute; superior a 800 mg por dia. Para o tratamento da esquizofrenia: Adultos &ndash; No in&iacute;cio, 100 miligramas (mg) uma vez ao dia &agrave; noite. A dose geralmente n&atilde;o &eacute; superior a 800 mg por dia.<\/p><p>C) Incorreta. Risperidona &eacute; um antipsic&oacute;tico at&iacute;pico, de alta pot&ecirc;ncia, utilizado para tratamento de transtornos psic&oacute;ticos, sintomas comportamentais no TEA, dentre outras possibilidades.<\/p><p>D) Incorreta. A clorpromazina &eacute; um antipsic&oacute;tico t&iacute;pico de baixa pot&ecirc;ncia, da classe das fenotiazinas, com efeitos sedativos proeminentes ap&oacute;s 30 minutos da administra&ccedil;&atilde;o. Seu uso, especialmente em pacientes mais velhos, aumenta o risco de delirium, convuls&otilde;es, hipotens&atilde;o grave e arritmias card&iacute;acas. Por isso, n&atilde;o &eacute; uma medica&ccedil;&atilde;o de primeira linha para essa finalidade, especialmente em pacientes idosos.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-veja-tambem\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/exames\/resumo-sobre-antipsicoticos-de-primeira-geracao-definicao-classes-e-mais\/\">Resumo sobre Antipsic&oacute;ticos de Primeira Gera&ccedil;&atilde;o: defini&ccedil;&atilde;o, classes e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-sindrome-de-estocolmo-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo de s&iacute;ndrome de Estocolmo: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-naltrexona-indicacoes-farmacologia-e-mais\/\">Resumo sobre naltrexona: indica&ccedil;&otilde;es, farmacologia e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-fobia-social-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo sobre fobia social: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-insonia-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo de ins&ocirc;nia: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/resumed-de-psicofarmacologia\/\">Resumo de psicofarmacologia<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/delirium\/\">Resumo de delirium: manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas, diagn&oacute;stico, tratamento e mais<\/a><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias\"><\/span>Refer&ecirc;ncias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>NARDI, Antonio Egidio; SILVA, Ant&ocirc;nio Geraldo da; QUEVEDO, Jo&atilde;o (orgs.). <strong>Tratado de psiquiatria da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Psiquiatria<\/strong>. Porto Alegre: Artmed, 2022. E-pub. ISBN 978-65-5882-034-5.<\/p><p>Michael D Jibson, MD, PhD. Second-generation and other antipsychotic medications: Pharmacology, administration, and side effects. UpToDate, 2024. Dispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/www.uptodate.com\/contents\/second-generation-and-other-antipsychotic-medications-pharmacology-administration-and-side-effects\/contributors\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UpToDate<\/a><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? 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