{"id":7592,"date":"2021-07-16T12:03:07","date_gmt":"2021-07-16T15:03:07","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategiaeducacional.com.br\/blog\/?p=7592"},"modified":"2022-09-13T10:06:30","modified_gmt":"2022-09-13T13:06:30","slug":"esquizofrenia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/esquizofrenia\/","title":{"rendered":"Esquizofrenia: tudo sobre!"},"content":{"rendered":"<p>Quer saber mais sobre a Esquizofrenia? O Estrat&eacute;gia MED separou as principais informa&ccedil;&otilde;es sobre o assunto para voc&ecirc;. Vamos l&aacute;!<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/esquizofrenia\/#O-que-e-Esquizofrenia\" >O que &eacute; Esquizofrenia?<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/esquizofrenia\/#Causas\" >Causas<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/esquizofrenia\/#Sinais-e-sintomas-da-Esquizofrenia\" >Sinais e sintomas da Esquizofrenia<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/esquizofrenia\/#Diagnostico\" >Diagn&oacute;stico&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/esquizofrenia\/#Tratamento-da-Esquizofrenia\" >Tratamento da Esquizofrenia<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-e-esquizofrenia\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O-que-e-Esquizofrenia\"><\/span>O que &eacute; Esquizofrenia?<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A esquizofrenia &eacute; um<strong> transtorno <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/profissoes-da-medicina\/tuso-sobre-psiquiatria\/\" target=\"_blank\">psiqui&aacute;trico<\/a><\/strong> que, por conta de sua <strong>manifesta&ccedil;&atilde;o cr&ocirc;nica<\/strong>, pode ser incapacitante. Normalmente, ela <strong>se inicia no final da inf&acirc;ncia e in&iacute;cio da juventude<\/strong>. &Eacute; dif&iacute;cil definir esquizofrenia, entretanto, ela &eacute; bem caracterizada por uma <strong>sintomatologia de car&aacute;ter multidimensional<\/strong>. Dessa forma, al&eacute;m do aparecimento de <strong>sintomas psic&oacute;ticos como alucina&ccedil;&otilde;es e del&iacute;rios<\/strong>, a doen&ccedil;a pode cursar com uma variedade de outros sinais e sintomas poss&iacute;veis, tanto no<strong> dom&iacute;nio emocional, quanto do aspecto cognitivo<\/strong>.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-causas\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Causas\"><\/span>Causas<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A causa da esquizofrenia foi tema de diversas pesquisas ao redor do mundo, hoje, j&aacute; se sabe que ela possui<strong> base biol&oacute;gica<\/strong>. Muitos achados apontam a etiopatogenia da doen&ccedil;a como sendo um <strong>transtorno no neurodesenvolvimento<\/strong>, principalmente, <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/cerebro\/\" target=\"_blank\">cerebral<\/a>. Isso se deve ao fato de que os pacientes<strong> costumam apresentar redu&ccedil;&atilde;o volum&eacute;trica do c&oacute;rtex cerebral, altera&ccedil;&otilde;es dos giros cerebrais e subst&acirc;ncia branca e poss&iacute;vel dilata&ccedil;&atilde;o do sistema ventricular<\/strong>.<\/p><p>Por outro lado, algumas evid&ecirc;ncias, principalmente de <strong>estudos longitudinais<\/strong> com m&eacute;todos de imagem, apontam para o <strong>fator neurodegenerativo associado &agrave; esquizofrenia<\/strong>. Pacientes com esse transtorno mental <strong>apresentaram diminui&ccedil;&atilde;o do volume cerebral<\/strong> ao longo do tempo de forma mais acentuada do que nos grupos controles.<\/p><p>H&aacute; tamb&eacute;m o <strong>envolvimento gen&eacute;tico<\/strong>, evidenciado pela epidemiologia. <strong>A chance de desenvolver esquizofrenia &eacute; 10 vezes maior para indiv&iacute;duos que possuem irm&atilde;os esquizofr&ecirc;nicos<\/strong>. Os genes que parecem estar envolvidos s&atilde;o: disbindina (6p), DISC (<em>disrupted in schizophrenia)<\/em>, catecol-ortometiltranferase (COMT &ndash; 22q), prote&iacute;na G72 (13q), entre outros.<\/p><p>Alguns <strong>fatores de risco<\/strong> foram descritos para o desenvolvimento da esquizofrenia como:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Complica&ccedil;&otilde;es <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/profissoes-da-medicina\/medico-obstetra\/\" target=\"_blank\">obst&eacute;tricas<\/a>;<\/strong><\/li><li><strong>Infec&ccedil;&otilde;es no per&iacute;odo pr&eacute;-natal<\/strong>;<\/li><li>Migra&ccedil;&atilde;o, classificada como fator de risco tardio; e<\/li><li><strong>Uso abusivo de drogas<\/strong>, com grande destaque para a cannabis.<\/li><\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sinais-e-sintomas-da-esquizofrenia\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Sinais-e-sintomas-da-Esquizofrenia\"><\/span>Sinais e sintomas da Esquizofrenia<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Por ser um transtorno de comprometimento cr&ocirc;nico, a esquizofrenia tende a apresentar <strong>per&iacute;odos de remiss&atilde;o e exacerba&ccedil;&atilde;o<\/strong>. Normalmente, seu in&iacute;cio &eacute; pouco preciso e os primeiros sintomas relatados n&atilde;o s&atilde;o muito espec&iacute;ficos. A<strong> manifesta&ccedil;&atilde;o longitudinal<\/strong> do transtorno pode ser dividida em <strong>fases<\/strong> das seguintes formas:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Pr&eacute;-m&oacute;rbida<\/strong> que acontece <strong>antes do in&iacute;cio sintom&aacute;tico do quadro<\/strong>. Os principais sintomas que podem ser identificados s&atilde;o: <strong>atraso no desenvolvimento motor<\/strong> como demora para aprender a falar;<\/li><li><strong>Prodr&ocirc;mica<\/strong> descrita em um <strong>per&iacute;odo anterior ao primeiro epis&oacute;dio de surto<\/strong>. Normalmente, se observam <strong>altera&ccedil;&otilde;es do humor, pensamento ou mesmo personalidade<\/strong>;<\/li><li><strong>Progressiva<\/strong> que compreende o momento <strong>ap&oacute;s a primeira manifesta&ccedil;&atilde;o sintom&aacute;tica mais aguda<\/strong>. Durante essa fase, h&aacute; <strong>comprometimento das fun&ccedil;&otilde;es ocupacionais e sociais<\/strong>, marcadas por <strong>anormalidades de pensamento, afeto e comportamento<\/strong>; e<\/li><li><strong>Cr&ocirc;nica<\/strong> que tende a ser <strong>est&aacute;vel, por&eacute;m com grande chance de reca&iacute;das<\/strong>. Nesse momento pode haver <strong>perda das principais fun&ccedil;&otilde;es executivas, desencadeando importantes complica&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas<\/strong>.<\/li><\/ul><p>Quando o aparecimento da doen&ccedil;a se d&aacute; de forma completa, pode haver <strong>sinais relacionados a 5 territ&oacute;rios psicopatol&oacute;gicos<\/strong> com seus principais sintomas relacionados como:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Desorganiza&ccedil;&atilde;o do pensamento<\/strong> com <strong>incoer&ecirc;ncia<\/strong>, descarrilhamento, desorganiza&ccedil;&atilde;o conceitual do pensamento e perda das associa&ccedil;&otilde;es. <strong>Desorganiza&ccedil;&atilde;o no comportamento<\/strong> que pode ser percebido pela catatonia ou <strong>comportamentos bizarros<\/strong>;<\/li><li><strong>Positiva<\/strong> com os principais sintomas sendo <strong>alucina&ccedil;&otilde;es e del&iacute;rios<\/strong>;<\/li><li><strong>Negativa<\/strong> com d&eacute;ficit volitivo, anedonia, pobreza de fala e afeto embotado ou inapropriado;<\/li><li><strong>Depressivo-ansiosa <\/strong>que pode se manifestar com <strong>sentimento de culpa<\/strong>, <strong>ansiedade ps&iacute;quica ou depress&atilde;o<\/strong>; e<\/li><li><strong>Cognitiva<\/strong> marcada pelo preju&iacute;zo na capacidade de <strong>aten&ccedil;&atilde;o, processamento, mem&oacute;ria e abstra&ccedil;&atilde;o<\/strong> quando, tamb&eacute;m, o indiv&iacute;duo <strong>perde o <\/strong><strong><em>insight<\/em><\/strong><em>.<\/em><\/li><\/ul><p>Vale mencionar que os sintomas classificados como<strong> negativos podem aparecer e serem detectados desde as primeiras fases de manifesta&ccedil;&atilde;o do transtorno<\/strong>,<strong> j&aacute; os psic&oacute;ticos ou positivos tendem a se concentrar em epis&oacute;dios de surtos, as chamadas exacerba&ccedil;&otilde;es<\/strong>.<\/p><p>Al&eacute;m disso, entre pacientes esquizofr&ecirc;nicos a <strong>preval&ecirc;ncia do suic&iacute;dio &eacute; 5 vezes maior<\/strong> do que em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; popula&ccedil;&atilde;o geral.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico\"><\/span>Diagn&oacute;stico&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Inicialmente, para que o diagn&oacute;stico seja feito corretamente, &eacute; importante <strong>diferenciar psicose de um quadro de <\/strong><strong><em>delirium<\/em><\/strong><em>. <\/em>Enquanto esse &eacute; um quadro confusional agudo de causa org&acirc;nica, aquele &eacute; descrito como <strong>distor&ccedil;&atilde;o da realidade sem que haja rebaixamento no n&iacute;vel de consci&ecirc;ncia<\/strong>.<\/p><p>O diagn&oacute;stico, no Brasil, &eacute; feito com base na <strong>10<\/strong><strong>a<\/strong><strong> revis&atilde;o da Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional das Doen&ccedil;as <\/strong>(a CID10). Dessa forma, precisam estar presentes pela maior parte do tempo durante um epis&oacute;dio de doen&ccedil;a psic&oacute;tica que perdure por, pelo menos, <strong>um m&ecirc;s<\/strong>:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li>Pelo menos <strong>um dos sintomas<\/strong>, sinais ou s&iacute;ndromes a seguir:<ul><li><strong>Del&iacute;rios<\/strong> de controle, influ&ecirc;ncia ou passividade, claramente referindo-se ao <strong>pr&oacute;prio corpo ou aos movimentos dos membros ou pensamentos, sensa&ccedil;&otilde;es ou a&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas, percep&ccedil;&atilde;o delirante<\/strong>;<\/li><li><strong>Eco de pensamento<\/strong>, roubo ou inser&ccedil;&atilde;o do pensamento ou irradia&ccedil;&atilde;o do pensamento;<\/li><li><strong>Vozes alucinat&oacute;rias <\/strong>que comentam o comportamento do indiv&iacute;duo ou discutem entre elas sobre o paciente, podem estar presentes tamb&eacute;m vozes provenientes de outras partes do corpo; e<\/li><li><strong>Del&iacute;rios de car&aacute;ter persistentes<\/strong> de outros tipos que sejam <strong>inapropriados culturalmente e muito imposs&iacute;veis<\/strong>. Alguns exemplos poss&iacute;veis s&atilde;o: o indiv&iacute;duo dizer ser capaz de controlar o tempo ou estar em comunica&ccedil;&atilde;o com seres extra-terrestres.<\/li><\/ul><\/li><li>Ou, pelo menos, <strong>dois dos sintomas<\/strong> listados a seguir:<ul><li><strong>Intercepta&ccedil;&otilde;es ou interpola&ccedil;&otilde;es<\/strong> no curso do pensamento, gerando um discurso incoerente ou irrelevante &ndash; neologismos;<\/li><li><strong>Excita&ccedil;&atilde;o, postura inadequada, flexibilidade c&eacute;rea, negativismo, mutismo e estupor, caracterizando o comportamento catat&ocirc;nico<\/strong>;<\/li><li><strong>Apatia <\/strong>marcante, pobreza de discurso, embotamento ou incongru&ecirc;ncia de respostas emocionais, os chamados sintomas negativos. Importante mencionar que sintomas causados por depress&atilde;o ou por medica&ccedil;&atilde;o psicotr&oacute;pica devem ser exclu&iacute;dos; e<\/li><li><strong>Alucina&ccedil;&otilde;es<\/strong>, quando ocorrerem por todos os dias, em um per&iacute;odo de 1 m&ecirc;s, que quando<strong> acompanhadas por del&iacute;rios<\/strong> (superficiais ou parciais), que n&atilde;o possuam componente afetivo claro ou quando acompanhadas por ideias superestimadas persistentes.<\/li><\/ul><\/li><\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-diferencial\">Diagn&oacute;stico diferencial<\/h3><p>Diversas outras condi&ccedil;&otilde;es e doen&ccedil;as s&atilde;o importantes diagn&oacute;sticos diferenciais para a esquizofrenia, inclusive media&ccedil;&otilde;es podem desencadear sintomas parecidos com os desse transtorno. Dessa forma, <strong>recomenda-se que sejam feitos exames complementares<\/strong> para afastar outras poss&iacute;veis causas, os principais s&atilde;o: <strong>exame neurol&oacute;gico, hemograma <\/strong>principalmente hormonal, fun&ccedil;&atilde;o hep&aacute;tica e tireoidiana, <strong>toxicol&oacute;gico<\/strong>, eletr&oacute;litos, sorol&oacute;gico para HIV e <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/sifilis\/\" target=\"_blank\">s&iacute;filis<\/a>, <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/tomografia-computadorizada\/\" target=\"_blank\">tomografia <\/a>e <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/ressonancia-magnetica\/\" target=\"_blank\">resson&acirc;ncia magn&eacute;tica<\/a>, <strong>eletroencefalograma<\/strong> e exame de liquor.<\/p><p>Dentre as <strong>doen&ccedil;as que s&atilde;o investigadas<\/strong> por esses exames, as mais importantes s&atilde;o: <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/epilepsia\/\" target=\"_blank\">epilepsia<\/a>, neuross&iacute;filis, febre reum&aacute;tica, neurocisticercose, <strong>encefalite virais<\/strong>, neoplasias cerebrais, <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/lupus\/\" target=\"_blank\">l&uacute;pus<\/a>, <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/hiperplasia-adrenal-congenita\/\" target=\"_blank\">hiperplasia adrenal cong&ecirc;nita<\/a> e <strong>alguns transtornos mentais<\/strong> como TAB, depress&atilde;o maior, <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/transtorno-de-personalidade-boderline\/\" target=\"_blank\">Boderline<\/a>, abuso de drogas psicoativas, Asperger, retardo mental e transtorno de estresse p&oacute;s-traum&aacute;tico.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-da-esquizofrenia\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento-da-Esquizofrenia\"><\/span>Tratamento da Esquizofrenia<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>&Eacute; importante entender que a <strong>esquizofrenia n&atilde;o tem cura, mas tem tratamentos<\/strong> que podem ajudar muito o paciente. O grande objetivo do tratamento, independente da abordagem, &eacute; fazer com que o <strong>transtorno n&atilde;o se torne incapacitante<\/strong> e que o indiv&iacute;duo possa ter uma vida normal com as fun&ccedil;&otilde;es sociais e psicol&oacute;gicas preservadas, al&eacute;m de <strong>limitar a gravidade dos sintomas psic&oacute;ticos<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-medicamentos-antipsicoticos\">Medicamentos antipsic&oacute;ticos<\/h3><p>A base do tratamento medicamentoso da esquizofrenia &eacute; a <strong>monoterapia<\/strong>, j&aacute; que a associa&ccedil;&atilde;o de diferentes drogas antipsic&oacute;ticas n&atilde;o se mostrou mais eficiente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; monoterapia, por isso, deve ser evitada.<\/p><p>O tratamento deve ser iniciado, preferencialmente, com um <strong>antipsic&oacute;tico de segunda gera&ccedil;&atilde;o<\/strong>, caso n&atilde;o seja poss&iacute;vel, &eacute; recomendado o uso de antipsic&oacute;ticos mais antigos com doses adequadas. Essa primeira parte do tratamento <strong>deve durar de 4 a 6 semanas <\/strong>e, ent&atilde;o, passar por nova avalia&ccedil;&atilde;o para ajuste de dose ou medica&ccedil;&atilde;o. Caso o paciente responda bem &agrave; medica&ccedil;&atilde;o inicial, deve-se <strong>avaliar a dose de manuten&ccedil;&atilde;o para o indiv&iacute;duo<\/strong>. Para pacientes <strong>n&atilde;o responsivos<\/strong> &agrave; primeira droga administrada, <strong>um segundo antipsic&oacute;tico de segunda gera&ccedil;&atilde;o deve ser escolhido<\/strong>, sendo usado por um per&iacute;odo de <strong>4 a 6 semanas tamb&eacute;m<\/strong>.<\/p><p><strong>Caso a segunda medica&ccedil;&atilde;o escolhida tamb&eacute;m n&atilde;o tenha sucesso<\/strong> no controle da doen&ccedil;a, a <strong>clozapina deve ser indicada, com dose m&aacute;xima de 900 mg\/dia<\/strong>, j&aacute; que o paciente &eacute; considerado <strong>refrat&aacute;rio<\/strong>. Poucos pacientes n&atilde;o apresentam resposta &agrave; clozapina, quando, ent&atilde;o, s&atilde;o considerados<strong> superrefrat&aacute;rios<\/strong> e devem ser alvos de <strong>estrat&eacute;gias para potencializar a a&ccedil;&atilde;o dessa droga<\/strong> (como a eletroconvulsoterapia).<\/p><p>Importante mencionar que <strong>alguns aspectos devem ser analisados<\/strong> durante esse processo, como: <strong>risco de suic&iacute;dio, viol&ecirc;ncia, agita&ccedil;&atilde;o, sintomas depressivos, abuso de outras drogas e n&atilde;o ades&atilde;o ao tratamento<\/strong>, todos fatores que podem agravar o quadro devem, portanto, serem investigados.<\/p><p><strong>Os principais antipsic&oacute;ticos at&iacute;picos utilizados s&atilde;o: amisulprida, aripiprazol, olanzapina, quetiapina, risperidona, ziprasidona<\/strong>. Vale ressaltar que essas drogas podem possuir importantes <strong>efeitos colaterais<\/strong> que devem ser monitorados como: <strong>aumento do intervalo QT, ganho ponderal, altera&ccedil;&otilde;es press&oacute;ricas, risco de <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/convulsao\/\" target=\"_blank\">convuls&otilde;es<\/a>, resist&ecirc;ncia &agrave; insulina<\/strong>, entre outros. Al&eacute;m disso, cado caso precisa ser estudado quanto a poss&iacute;veis<strong> intera&ccedil;&otilde;es medicamentosas<\/strong> ou intera&ccedil;&atilde;o com outras drogas de consumo ilegal que o paciente possa estar fazendo uso.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-psicoterapia\">Psicoterapia<\/h3><p>Nessa abordagem terap&ecirc;utica, merece destaque a <strong>psicoterapia individual, psicoeduca&ccedil;&atilde;o <\/strong>(tamb&eacute;m importante por envolver a fam&iacute;lia nas chamadas interven&ccedil;&otilde;es familiares),<strong> treino comunit&aacute;rio assertivo, emprego protegido e treinamento de habilidades de socializa&ccedil;&atilde;o<\/strong>. A<strong> terapia cognitiva comportamental<\/strong> possui importante papel nesse contexto, inclusive em pacientes superrefrat&aacute;rios, na <strong>limita&ccedil;&atilde;o geral dos sintomas <\/strong>do transtorno.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-programas-de-reabilitacao\">Programas de reabilita&ccedil;&atilde;o<\/h3><p>Os <strong>programas de reabilita&ccedil;&atilde;o<\/strong> s&atilde;o importantes ferramentas que podem devolver certa autonomia ao paciente, al&eacute;m de<strong> capacidade de realizar fun&ccedil;&otilde;es cotidianas ou mesmo de trabalhar<\/strong>. Algumas pesquisas mostraram que a <strong>terapia ocupacional<\/strong> (com abordagem multiprofissional), em conjunto com o tratamento medicamentoso, apresentam maior efic&aacute;cia no tratamento do paciente em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo que s&oacute; foi tratado farmacologicamente.<\/p><p>Muitos pacientes possuem sucesso na inser&ccedil;&atilde;o na comunidade e s&atilde;o capazes de administrar uma casa, fazer compras, trabalhar e realizar outras atividades normalmente. Alguns podem necessitar de relativa supervis&atilde;o e treinamento constante. Existem diversos <strong>programas de reabilita&ccedil;&atilde;o<\/strong> que v&atilde;o, progressivamente, dando <strong>autonomia ao paciente<\/strong> at&eacute; que ele se torne relativamente independente, tendo o programa apenas como uma rede de apoio.<\/p><p>Vale ressaltar que,<strong> durante crises e recidivas, a interna&ccedil;&atilde;o com cuidados hospitalares pode ser necess&aacute;ria<\/strong>, inclusive com interna&ccedil;&atilde;o involunt&aacute;ria para alguns casos quando, por exemplo, o paciente apresentar risco para si mesmo ou para outras pessoas.<\/p><p>Aproveitou o conte&uacute;do? O blog do <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> tem muito mais esperando por voc&ecirc;! 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