{"id":76909,"date":"2024-11-25T14:03:45","date_gmt":"2024-11-25T17:03:45","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=76909"},"modified":"2024-11-25T14:03:51","modified_gmt":"2024-11-25T17:03:51","slug":"resumo-sobre-cisplatina-definicao-indicacoes-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-cisplatina-definicao-indicacoes-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo sobre Cisplatina: defini\u00e7\u00e3o, indica\u00e7\u00f5es e mais!"},"content":{"rendered":"<p>E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? Hoje o foco &eacute; a <strong>cisplatina<\/strong>, um medicamento quimioter&aacute;pico amplamente utilizado no tratamento de diversos tipos de c&acirc;ncer, como os de pulm&atilde;o, ov&aacute;rio e bexiga. Ela age interferindo no DNA das c&eacute;lulas tumorais, inibindo sua divis&atilde;o e crescimento.<p>O <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> est&aacute; aqui para descomplicar esse tema e ajudar voc&ecirc; a aprimorar seus conhecimentos, garantindo uma pr&aacute;tica cl&iacute;nica cada vez mais eficaz no manejo de tratamentos oncol&oacute;gicos.<\/p><p>Vamos nessa!<\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-cisplatina-definicao-indicacoes-e-mais\/#Definicao-de-Cisplatina\" >Defini&ccedil;&atilde;o de Cisplatina<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-cisplatina-definicao-indicacoes-e-mais\/#Indicacoes-da-Cisplatina\" >Indica&ccedil;&otilde;es da Cisplatina<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-cisplatina-definicao-indicacoes-e-mais\/#Contraindicacoes-de-Cisplatina\" >Contraindica&ccedil;&otilde;es de Cisplatina<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-cisplatina-definicao-indicacoes-e-mais\/#Mecanismo-de-acao-da-Cisplatina\" >Mecanismo de a&ccedil;&atilde;o da Cisplatina<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-cisplatina-definicao-indicacoes-e-mais\/#Efeitos-Adversos-da-Cisplatina\" >Efeitos Adversos da Cisplatina<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-cisplatina-definicao-indicacoes-e-mais\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m!<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-cisplatina-definicao-indicacoes-e-mais\/#Referencias\" >Refer&ecirc;ncias<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-definicao-de-cisplatina\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Definicao-de-Cisplatina\"><\/span>Defini&ccedil;&atilde;o de Cisplatina<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A cisplatina (cis-diaminodicloroplatina(II)) &eacute; um agente quimioter&aacute;pico amplamente utilizado no tratamento de diversos tipos de c&acirc;ncer, como os de pulm&atilde;o, ov&aacute;rio e test&iacute;culos. Sua estrutura consiste em um metal de platina central, ligado a dois &aacute;tomos de cloro e duas mol&eacute;culas de am&ocirc;nia.&nbsp;<\/p><p>O seu mecanismo de a&ccedil;&atilde;o ocorre quando a cisplatina atravessa a membrana celular, sendo ativada por hidr&oacute;lise, onde os grupos cloreto s&atilde;o substitu&iacute;dos por grupos hidroxila. Isso permite que a subst&acirc;ncia se ligue ao DNA celular, formando liga&ccedil;&otilde;es cruzadas que impedem a replica&ccedil;&atilde;o do DNA, a transcri&ccedil;&atilde;o de RNA e a s&iacute;ntese de prote&iacute;nas, resultando na morte celular.&nbsp;<\/p><p>Embora seja eficaz no combate a c&eacute;lulas tumorais, a cisplatina tamb&eacute;m pode causar efeitos colaterais, como toxicidade renal e n&aacute;useas. A descoberta da cisplatina revolucionou o tratamento de c&acirc;ncer e, desde sua aprova&ccedil;&atilde;o em 1978, ela tem sido uma das drogas mais utilizadas na oncologia.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indicacoes-da-cisplatina\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Indicacoes-da-Cisplatina\"><\/span>Indica&ccedil;&otilde;es da Cisplatina<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A cisplatina &eacute; um agente quimioter&aacute;pico amplamente utilizado para o tratamento de diferentes tipos de c&acirc;ncer, sendo indicada principalmente em casos de tumores avan&ccedil;ados ou metast&aacute;ticos. Suas principais indica&ccedil;&otilde;es incluem:<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tumores-metastaticos-de-testiculo\">Tumores metast&aacute;ticos de test&iacute;culo<\/h3><p>A cisplatina &eacute; amplamente utilizada em casos de tumores metast&aacute;ticos de test&iacute;culo, sendo parte de esquemas de poliquimioterapia estabelecidos em combina&ccedil;&atilde;o com outros agentes quimioter&aacute;picos aprovados. Esta abordagem &eacute; indicada para pacientes que j&aacute; passaram por tratamentos cir&uacute;rgicos e\/ou radioter&aacute;picos apropriados.&nbsp;<\/p><p>Nessas situa&ccedil;&otilde;es, a cisplatina contribui para a destrui&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas cancer&iacute;genas que se disseminaram al&eacute;m do test&iacute;culo, oferecendo uma alternativa eficaz para controlar a progress&atilde;o da doen&ccedil;a.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tumores-metastaticos-de-ovario\">Tumores metast&aacute;ticos de ov&aacute;rio<\/h3><p>Nos tumores metast&aacute;ticos de ov&aacute;rio, a cisplatina &eacute; empregada principalmente como parte de combina&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas com outros quimioter&aacute;picos. Este uso &eacute; destinado a pacientes que j&aacute; realizaram tratamentos cir&uacute;rgicos e\/ou radioter&aacute;picos.&nbsp;<\/p><p>Al&eacute;m disso, a cisplatina pode ser usada como agente isolado em casos de tumores ovarianos metast&aacute;ticos refrat&aacute;rios &agrave; quimioterapia padr&atilde;o, especialmente em pacientes que ainda n&atilde;o foram tratadas previamente com esse f&aacute;rmaco. Essa indica&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;a seu papel em cen&aacute;rios de resist&ecirc;ncia ao tratamento convencional, ampliando as op&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas para o c&acirc;ncer de ov&aacute;rio.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cancer-avancado-de-bexiga\">C&acirc;ncer avan&ccedil;ado de bexiga<\/h3><p>A cisplatina &eacute; indicada como monoterapia para o c&acirc;ncer avan&ccedil;ado de c&eacute;lulas de transi&ccedil;&atilde;o da bexiga. Este tipo de tumor pode deixar de responder a tratamentos locais, como cirurgia ou radioterapia, e a cisplatina se torna uma alternativa eficaz para controlar a doen&ccedil;a. Seu mecanismo de a&ccedil;&atilde;o, que interfere diretamente no DNA das c&eacute;lulas cancer&iacute;genas, &eacute; crucial para retardar ou interromper a progress&atilde;o do c&acirc;ncer em est&aacute;gios avan&ccedil;ados.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-carcinomas-espino-celulares-de-cabeca-e-pescoco\">Carcinomas Espino-celulares de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o<\/h3><p>Para os carcinomas espino-celulares localizados na cabe&ccedil;a e no pesco&ccedil;o, a cisplatina &eacute; usada em combina&ccedil;&atilde;o com outros agentes quimioter&aacute;picos aprovados.&nbsp;<\/p><p>Essa abordagem &eacute; frequentemente adotada como uma terapia adjunta a procedimentos cir&uacute;rgicos e\/ou radioter&aacute;picos, maximizando as chances de controle da doen&ccedil;a.&nbsp;<\/p><p>A cisplatina desempenha um papel importante na redu&ccedil;&atilde;o do tumor e na preven&ccedil;&atilde;o de recidivas, contribuindo para um tratamento mais abrangente e eficaz.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-contraindicacoes-de-cisplatina\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Contraindicacoes-de-Cisplatina\"><\/span>Contraindica&ccedil;&otilde;es de Cisplatina<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O uso da cisplatina requer aten&ccedil;&atilde;o cuidadosa devido a contraindica&ccedil;&otilde;es que podem limitar sua aplica&ccedil;&atilde;o em determinados pacientes. Abaixo, est&atilde;o descritas as principais situa&ccedil;&otilde;es em que o uso da cisplatina &eacute; contraindicado, considerando os riscos associados ao medicamento e a necessidade de avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica criteriosa.<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Insufici&ecirc;ncia renal pr&eacute;-existente: <\/strong>a cisplatina &eacute; contraindicada em pacientes que apresentam insufici&ecirc;ncia renal, devido ao seu potencial nefrot&oacute;xico, que pode agravar ainda mais a fun&ccedil;&atilde;o renal. No entanto, em casos espec&iacute;ficos, o m&eacute;dico pode avaliar se os benef&iacute;cios do tratamento superam os riscos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Defici&ecirc;ncia auditiva: <\/strong>devido &agrave; ototoxicidade associada ao uso da cisplatina, o medicamento n&atilde;o deve ser utilizado por pacientes com perda auditiva preexistente. A administra&ccedil;&atilde;o pode ser considerada apenas em casos excepcionais, sob criteriosa avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mielodepress&atilde;o: <\/strong>pacientes com mielodepress&atilde;o, condi&ccedil;&atilde;o em que a medula &oacute;ssea reduz a produ&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas sangu&iacute;neas, n&atilde;o devem receber cisplatina. O medicamento pode piorar esse quadro, comprometendo a sa&uacute;de do paciente.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas:<\/strong><strong><br><\/strong>Pessoas com hist&oacute;rico de rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas &agrave; cisplatina, a outros compostos de platina ou a componentes da f&oacute;rmula est&atilde;o contraindicadas ao uso, devido ao risco de eventos adversos graves.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Gravidez: <\/strong>classificada na categoria de risco D, a cisplatina n&atilde;o deve ser utilizada por mulheres gr&aacute;vidas, pois pode causar danos ao feto. O uso s&oacute; &eacute; permitido em situa&ccedil;&otilde;es extremas, sob orienta&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica rigorosa, e o m&eacute;dico deve ser informado imediatamente em caso de suspeita de gravidez.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Lacta&ccedil;&atilde;o: <\/strong>o medicamento &eacute; contraindicado durante a amamenta&ccedil;&atilde;o, pois pode representar riscos ao lactente. Mulheres em tratamento com cisplatina devem interromper a amamenta&ccedil;&atilde;o.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-mecanismo-de-acao-da-cisplatina\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Mecanismo-de-acao-da-Cisplatina\"><\/span>Mecanismo de a&ccedil;&atilde;o da Cisplatina<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O mecanismo de a&ccedil;&atilde;o da Cisplatina, um dos principais compostos de platina utilizados no tratamento do c&acirc;ncer, envolve sua intera&ccedil;&atilde;o direta com o DNA, resultando em danos moleculares significativos. Esta intera&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental para sua atividade anticancer&iacute;gena, sendo a principal causa da citotoxicidade observada.&nbsp;<\/p><p>A Cisplatina tem a capacidade de formar adutos com o DNA, levando &agrave; indu&ccedil;&atilde;o de quebra das fitas e &agrave; inibi&ccedil;&atilde;o da replica&ccedil;&atilde;o e transcri&ccedil;&atilde;o celular. Essas intera&ccedil;&otilde;es s&atilde;o respons&aacute;veis pela morte celular programada, ou apoptose, em c&eacute;lulas tumorais. As evid&ecirc;ncias dessa intera&ccedil;&atilde;o incluem o crescimento de filamentos em bact&eacute;rias, a lise bacteriana, a inibi&ccedil;&atilde;o da s&iacute;ntese de DNA em culturas celulares, e a mutag&ecirc;nese induzida pela Cisplatina.<\/p><p>A Cisplatina interage com o DNA em pontos espec&iacute;ficos, com uma das principais liga&ccedil;&otilde;es ocorrendo entre os &aacute;tomos de nitrog&ecirc;nio na posi&ccedil;&atilde;o N7 das purinas, especialmente a guanina. Essa liga&ccedil;&atilde;o &eacute; facilitada pela estrutura de dupla h&eacute;lice do DNA, onde as intera&ccedil;&otilde;es podem ocorrer durante processos como replica&ccedil;&atilde;o e transcri&ccedil;&atilde;o, quando as liga&ccedil;&otilde;es de hidrog&ecirc;nio entre as fitas s&atilde;o momentaneamente desfeitas.&nbsp;<\/p><p>A platina pode formar adutos monofuncionais, onde uma &uacute;nica liga&ccedil;&atilde;o &eacute; feita, ou bifuncionais, onde a platina se liga em duas posi&ccedil;&otilde;es no DNA, podendo ser tanto dentro da mesma fita (intrafita) quanto entre fitas diferentes (interfitas). Esses adutos bifuncionais s&atilde;o considerados mais eficazes em induzir danos significativos ao DNA, dificultando sua repara&ccedil;&atilde;o e resultando em falha celular.<\/p><p>A forma&ccedil;&atilde;o dos adutos de Cisplatina com o DNA &eacute; complexa e envolve m&uacute;ltiplos tipos de intera&ccedil;&otilde;es. Entre os adutos mais comuns est&atilde;o as liga&ccedil;&otilde;es cruzadas entre guaninas da mesma fita de DNA, que representam uma grande parte dos adutos formados, mas tamb&eacute;m h&aacute; intera&ccedil;&otilde;es com bases de fitas diferentes, embora essas representem uma menor propor&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p><p>Al&eacute;m disso, a Cisplatina tamb&eacute;m interage com outras biomol&eacute;culas no meio biol&oacute;gico, como prote&iacute;nas e pept&iacute;deos, particularmente atrav&eacute;s de grupos ti&oacute;licos, como a glutationa, que pode se ligar &agrave; platina, potencialmente influenciando a toxicidade do tratamento. A liga&ccedil;&atilde;o com a glutationa &eacute; uma das principais respons&aacute;veis pelos efeitos colaterais, como a nefrotoxicidade, uma complica&ccedil;&atilde;o significativa associada ao uso da Cisplatina.<\/p><p>Essas intera&ccedil;&otilde;es do complexo de platina com o DNA e outras biomol&eacute;culas s&atilde;o fundamentais para a compreens&atilde;o do mecanismo de a&ccedil;&atilde;o da Cisplatina e do desenvolvimento de estrat&eacute;gias para minimizar sua toxicidade e melhorar a efic&aacute;cia do tratamento, especialmente em c&eacute;lulas resistentes.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-efeitos-adversos-da-cisplatina\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Efeitos-Adversos-da-Cisplatina\"><\/span>Efeitos Adversos da Cisplatina<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A cisplatina &eacute; um quimioter&aacute;pico que pode causar diversos efeitos adversos. A monitoriza&ccedil;&atilde;o rigorosa e a administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos para prevenir ou tratar essas rea&ccedil;&otilde;es s&atilde;o essenciais durante o uso da cisplatina.<\/p><p>Alguns dos principais incluem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Nefrotoxicidade<\/strong>: a insufici&ecirc;ncia renal &eacute; uma das toxicidades mais comuns e limitantes. Cerca de 28% a 36% dos pacientes que recebem uma dose &uacute;nica de 50 mg\/m&sup2; podem apresentar altera&ccedil;&otilde;es renais, geralmente manifestadas por aumento nos n&iacute;veis de ureia e creatinina, al&eacute;m de redu&ccedil;&atilde;o no clearance de creatinina. A toxicidade renal tende a ser mais grave com o uso repetido da droga. A fun&ccedil;&atilde;o renal pode ser recuperada com o tempo, mas &eacute; importante monitorar os pacientes e suspender a administra&ccedil;&atilde;o se houver sinais de comprometimento.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ototoxicidade<\/strong>: at&eacute; 31% dos pacientes podem apresentar problemas auditivos, como zumbido ou perda auditiva nas frequ&ecirc;ncias mais altas (4.000-8.000 Hz), principalmente ap&oacute;s doses repetidas. Crian&ccedil;as s&atilde;o mais suscet&iacute;veis a essa toxicidade. A perda auditiva pode ser unilateral ou bilateral e tende a se agravar com o uso cont&iacute;nuo de cisplatina. A ototoxicidade pode ser revers&iacute;vel ou n&atilde;o, e o monitoramento auditivo regular &eacute; recomendado durante o tratamento.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Hematol&oacute;gicas<\/strong>: a cisplatina pode causar mielodepress&atilde;o, afetando entre 25% a 30% dos pacientes. Isso pode resultar em leucopenia (redu&ccedil;&atilde;o de gl&oacute;bulos brancos), trombocitopenia (redu&ccedil;&atilde;o de plaquetas) e anemia. Os nadires de plaquetas e leuc&oacute;citos geralmente ocorrem entre o 18&ordm; e 23&ordm; dia ap&oacute;s a administra&ccedil;&atilde;o, com recupera&ccedil;&atilde;o em torno do 39&ordm; dia. A anemia tamb&eacute;m &eacute; comum e, em alguns casos, pode estar associada &agrave; hem&oacute;lise, com teste de Coombs positivo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Gastrintestinais<\/strong>: a maioria dos pacientes apresenta n&aacute;useas e v&ocirc;mitos acentuados, que podem ser t&atilde;o graves que levam &agrave; suspens&atilde;o do tratamento. Os sintomas come&ccedil;am geralmente entre uma a quatro horas ap&oacute;s a infus&atilde;o e podem durar at&eacute; 24 horas ou mais. Em alguns casos, esses sintomas persistem por uma semana. Diarreia tamb&eacute;m foi reportada em alguns pacientes.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dist&uacute;rbios eletrol&iacute;ticos<\/strong>: a cisplatina pode causar altera&ccedil;&otilde;es nos n&iacute;veis de eletr&oacute;litos, como hipomagnesemia, hipocalcemia, hiponatremia, hipocalemia e hipofosfatemia, geralmente devido aos efeitos renais. Em casos graves, a hipocalcemia e hipomagnesemia podem levar a tetania. A corre&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de eletr&oacute;litos e a suspens&atilde;o da cisplatina geralmente restauram os n&iacute;veis normais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Neurotoxicidade<\/strong>: neuropatias perif&eacute;ricas s&atilde;o uma complica&ccedil;&atilde;o conhecida, podendo ocorrer ap&oacute;s meses de tratamento, mas tamb&eacute;m podem se manifestar ap&oacute;s uma dose &uacute;nica. Outros sintomas neurol&oacute;gicos, como o sinal de L&rsquo;Hermitte e mielopatia, tamb&eacute;m foram reportados. C&atilde;ibras musculares e, raramente, convuls&otilde;es tamb&eacute;m podem ocorrer. A neuropatia perif&eacute;rica pode ser irrevers&iacute;vel em alguns casos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Toxicidade ocular<\/strong>: embora rara, a cisplatina pode causar neurite &oacute;ptica, edema papilar e at&eacute; cegueira cerebral. A vis&atilde;o turva e altera&ccedil;&otilde;es na percep&ccedil;&atilde;o de cores tamb&eacute;m foram observadas, especialmente ap&oacute;s doses mais altas. Esses efeitos geralmente melhoram ap&oacute;s a suspens&atilde;o do medicamento.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Rea&ccedil;&otilde;es anafil&aacute;ticas<\/strong>: embora raras, rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas graves, como edema facial, zumbido, taquicardia e hipotens&atilde;o, podem ocorrer, sendo tratadas com epinefrina, corticosteroides e anti-histam&iacute;nicos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Outras rea&ccedil;&otilde;es<\/strong>: a cisplatina tamb&eacute;m pode causar diarreia, anorexia, erup&ccedil;&otilde;es cut&acirc;neas, alopecia, astenia e mal-estar. Casos raros de altera&ccedil;&otilde;es card&iacute;acas, como infarto do mioc&aacute;rdio, microangiopatia tromb&oacute;tica e s&iacute;ndrome hemol&iacute;tica ur&ecirc;mica tamb&eacute;m foram observados.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-veja-tambem\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/cancer-de-pulmao\/\">C&acirc;ncer de Pulm&atilde;o: sintomas, diagn&oacute;stico, tipos, tratamento e mais<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/tumores-oculares-malignos\/\">Resumo de Tumores Oculares Malignos<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/resumed-de-rastreamento-de-cancer-de-mama\/\">Resumo de C&acirc;ncer de mama: classifica&ccedil;&atilde;o, tratamento, tipos e muito mais<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/resumed-de-rastreamento-de-cancer-de-mama\/\">Resumo de rastreamento do c&acirc;ncer de mama<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/cancer-de-pele\/\">C&acirc;ncer de Pele: o que &eacute;, tipos e muito mais<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-tumores-neuroendocrinos-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo de tumores neuroend&oacute;crinos: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a>&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-metaplasia-definicao-tipos-e-mais\/\">Resumo sobre Metaplasia: defini&ccedil;&atilde;o, tipos e mais<\/a><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias\"><\/span>Refer&ecirc;ncias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Mark A Perazella, MD, FACPDidier Portilla, MDA Mazin Safar, MD. <strong>Cisplatin nephrotoxicity<\/strong>. UpToDate, 2024. Dispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/www.uptodate.com\/contents\/cisplatin-nephrotoxicity\/contributors\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UpToDate<\/a><\/p><p>CONSULTA REM&Eacute;DIOS. <strong>Cisplatina<\/strong>: bula. Dispon&iacute;vel em:<a href=\"https:\/\/consultaremedios.com.br\/cisplatina\/bula\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> https:\/\/consultaremedios.com.br\/cisplatina\/bula<\/a>. Acesso em: 25 nov. 2024.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? 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