{"id":77097,"date":"2024-11-26T23:24:40","date_gmt":"2024-11-27T02:24:40","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=77097"},"modified":"2024-11-26T23:24:46","modified_gmt":"2024-11-27T02:24:46","slug":"resumo-sobre-sindrome-fungica-definicao-caracteristicas-clinicas-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-sindrome-fungica-definicao-caracteristicas-clinicas-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo sobre S\u00edndrome F\u00fangica: defini\u00e7\u00e3o, caracter\u00edsticas cl\u00ednicas e mais!"},"content":{"rendered":"<p>E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? Hoje o foco &eacute; a <strong>s&iacute;ndrome f&uacute;ngica<\/strong>, um conjunto de manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas causadas por infec&ccedil;&otilde;es f&uacute;ngicas que podem variar desde doen&ccedil;as superficiais at&eacute; condi&ccedil;&otilde;es sist&ecirc;micas graves.<p>O <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> est&aacute; aqui para descomplicar esse conceito e ajudar voc&ecirc; a aprimorar seus conhecimentos, garantindo uma pr&aacute;tica cl&iacute;nica cada vez mais eficaz.<\/p><p>Vamos nessa!<\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-sindrome-fungica-definicao-caracteristicas-clinicas-e-mais\/#Definicao-de-Sindrome-Fungica\" >Defini&ccedil;&atilde;o de S&iacute;ndrome F&uacute;ngica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-sindrome-fungica-definicao-caracteristicas-clinicas-e-mais\/#Eixo-cerebro-intestino-e-disbiose-intestinal\" >Eixo c&eacute;rebro-intestino e disbiose intestinal<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-sindrome-fungica-definicao-caracteristicas-clinicas-e-mais\/#Fatores-de-risco-da-Sindrome-Fungica\" >Fatores de risco da S&iacute;ndrome F&uacute;ngica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-sindrome-fungica-definicao-caracteristicas-clinicas-e-mais\/#Fisiopatologia-da-Sindrome-Fungica\" >Fisiopatologia da S&iacute;ndrome F&uacute;ngica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-sindrome-fungica-definicao-caracteristicas-clinicas-e-mais\/#Manifestacoes-clinicas-da-Sindrome-Fungica\" >Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da S&iacute;ndrome F&uacute;ngica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-sindrome-fungica-definicao-caracteristicas-clinicas-e-mais\/#Diagnostico-da-Sindrome-Fungica\" >Diagn&oacute;stico da S&iacute;ndrome F&uacute;ngica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-sindrome-fungica-definicao-caracteristicas-clinicas-e-mais\/#Tratamento-da-Sindrome-Fungica\" >Tratamento da S&iacute;ndrome F&uacute;ngica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-sindrome-fungica-definicao-caracteristicas-clinicas-e-mais\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m!<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-sindrome-fungica-definicao-caracteristicas-clinicas-e-mais\/#Referencias\" >Refer&ecirc;ncias<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-definicao-de-sindrome-fungica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Definicao-de-Sindrome-Fungica\"><\/span>Defini&ccedil;&atilde;o de S&iacute;ndrome F&uacute;ngica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A s&iacute;ndrome f&uacute;ngica &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica associada ao desequil&iacute;brio da microbiota intestinal, caracterizada pelo crescimento excessivo de fungos, especialmente esp&eacute;cies como <em>Candida albicans<\/em>, <em>Candida glabrata<\/em> e <em>Penicillium spp<\/em>..&nbsp;<\/p><p>Esse desequil&iacute;brio, geralmente causado por uma <strong>disbiose intestinal<\/strong>, compromete a barreira das mucosas e desencadeia processos inflamat&oacute;rios que podem levar a disfun&ccedil;&otilde;es sist&ecirc;micas. O eixo bidirecional c&eacute;rebro-intestino tamb&eacute;m desempenha um papel importante no desenvolvimento da s&iacute;ndrome, agravando a resposta imune e contribuindo para a manifesta&ccedil;&atilde;o dos sintomas.<\/p><p>A s&iacute;ndrome f&uacute;ngica pode apresentar uma ampla gama de manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas, como sintomas gastrointestinais, dermatol&oacute;gicos, genitais e at&eacute; mesmo psiqui&aacute;tricos, incluindo ansiedade e depress&atilde;o.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-eixo-cerebro-intestino-e-disbiose-intestinal\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Eixo-cerebro-intestino-e-disbiose-intestinal\"><\/span>Eixo c&eacute;rebro-intestino e disbiose intestinal<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O eixo c&eacute;rebro-intestino &eacute; uma conex&atilde;o bidirecional que integra o sistema nervoso central, o sistema nervoso aut&ocirc;nomo, o sistema l&iacute;mbico e o eixo hipot&aacute;lamo-hip&oacute;fise-adrenal com o sistema nervoso ent&eacute;rico. Essa comunica&ccedil;&atilde;o ocorre por meio de ramos aferentes e eferentes do sistema nervoso aut&ocirc;nomo, influenciando a motilidade intestinal, a permeabilidade da mucosa e a resposta imunol&oacute;gica.<\/p><p>Sob estresse, o sistema nervoso central estimula a libera&ccedil;&atilde;o de cortisol, que aumenta a permeabilidade intestinal, favorecendo infec&ccedil;&otilde;es e inflama&ccedil;&otilde;es. Al&eacute;m disso, a microbiota intestinal regula neurotransmissores como serotonina e GABA, impactando diretamente o c&eacute;rebro, protegendo a barreira intestinal e fortalecendo a imunidade.<\/p><p>Por outro lado, a disbiose intestinal, caracterizada pelo desequil&iacute;brio da microbiota, prejudica fun&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, metab&oacute;licas e de prote&ccedil;&atilde;o do trato gastrointestinal. Esse desequil&iacute;brio, causado por fatores como uso prolongado de antibi&oacute;ticos, estresse elevado, dieta inadequada e baixa imunidade, permite o crescimento de pat&oacute;genos, incluindo fungos, que liberam toxinas capazes de induzir inflama&ccedil;&otilde;es e aumentar a permeabilidade intestinal. A microbiota equilibrada, em condi&ccedil;&otilde;es normais, contribui para a produ&ccedil;&atilde;o de vitaminas, &aacute;cidos graxos de cadeia curta e prote&ccedil;&atilde;o contra microrganismos nocivos.<\/p><p>A associa&ccedil;&atilde;o entre os dois temas destaca a influ&ecirc;ncia m&uacute;tua entre o intestino e o c&eacute;rebro, onde a disbiose afeta negativamente o eixo c&eacute;rebro-intestino. A microbiota desregulada n&atilde;o apenas compromete a fun&ccedil;&atilde;o intestinal, mas tamb&eacute;m pode interferir no sistema nervoso central, agravando condi&ccedil;&otilde;es inflamat&oacute;rias, emocionais e imunol&oacute;gicas.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fatores-de-risco-da-sindrome-fungica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Fatores-de-risco-da-Sindrome-Fungica\"><\/span>Fatores de risco da S&iacute;ndrome F&uacute;ngica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Baixo estado imunol&oacute;gico.<\/li>\n\n\n\n<li>Alto n&iacute;vel de estresse.<\/li>\n\n\n\n<li>Idade avan&ccedil;ada.<\/li>\n\n\n\n<li>Alta ingest&atilde;o de alimentos ferment&aacute;veis.<\/li>\n\n\n\n<li>M&aacute; digest&atilde;o.<\/li>\n\n\n\n<li>Longo tempo de tr&acirc;nsito intestinal.<\/li>\n\n\n\n<li>Altera&ccedil;&otilde;es no pH intestinal.<\/li>\n\n\n\n<li>Consumo excessivo de alimentos processados.<\/li>\n\n\n\n<li>Uso cr&ocirc;nico de medicamentos, como:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Inibidores da bomba de pr&oacute;tons (IBP).<\/li>\n\n\n\n<li>Opioides.<\/li>\n\n\n\n<li>Antibi&oacute;ticos.<\/li>\n\n\n\n<li>Corticoides.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li>Tratamentos m&eacute;dicos, como:<\/li>\n\n\n\n<li>Quimioterapia.<\/li>\n\n\n\n<li>Transplantes.<\/li>\n\n\n\n<li>Condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de, incluindo:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Doen&ccedil;a de Parkinson.<\/li>\n\n\n\n<li>Diabetes mellitus.<\/li>\n\n\n\n<li>Esclerodermia.<\/li>\n\n\n\n<li>Colectomia.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li>Ingest&atilde;o de alimentos contaminados por fungos.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fisiopatologia-da-sindrome-fungica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Fisiopatologia-da-Sindrome-Fungica\"><\/span>Fisiopatologia da S&iacute;ndrome F&uacute;ngica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A fisiopatologia da s&iacute;ndrome f&uacute;ngica inicia-se com a disbiose intestinal, um desequil&iacute;brio na microbiota que favorece a prolifera&ccedil;&atilde;o de fungos no intestino. Esses microrganismos liberam toxinas como estrat&eacute;gia de sobreviv&ecirc;ncia, causando um efeito inflamat&oacute;rio na mucosa intestinal.&nbsp;<\/p><p>Essa inflama&ccedil;&atilde;o aumenta a permeabilidade intestinal, permitindo que mol&eacute;culas nocivas e hifas f&uacute;ngicas transloquem para a circula&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica. Esse processo facilita a dissemina&ccedil;&atilde;o dos fungos para outros tecidos e &oacute;rg&atilde;os do corpo, como pele, mucosas genitais, couro cabeludo, unhas e at&eacute; &oacute;rg&atilde;os internos.<\/p><p>A libera&ccedil;&atilde;o das toxinas pelos fungos tamb&eacute;m desencadeia processos inflamat&oacute;rios sist&ecirc;micos. Essas subst&acirc;ncias, ao entrarem na corrente sangu&iacute;nea, ampliam a resposta inflamat&oacute;ria, contribuindo para o aparecimento de manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas em diferentes tecidos. Al&eacute;m disso, a disbiose intestinal provoca uma disfun&ccedil;&atilde;o na barreira mucosa e na motilidade intestinal, aumentando a vulnerabilidade do organismo.<\/p><p>Outro fator relevante &eacute; a disfun&ccedil;&atilde;o do sistema imunol&oacute;gico associada &agrave; disbiose. A redu&ccedil;&atilde;o da efic&aacute;cia das rea&ccedil;&otilde;es imunes intestinais pode predispor o indiv&iacute;duo a doen&ccedil;as inflamat&oacute;rias e imunomediadas. Assim, o eixo c&eacute;rebro-intestino tamb&eacute;m desempenha papel central, pois altera&ccedil;&otilde;es no intestino podem afetar a regula&ccedil;&atilde;o imunol&oacute;gica e contribuir para o desenvolvimento da s&iacute;ndrome.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-manifestacoes-clinicas-da-sindrome-fungica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Manifestacoes-clinicas-da-Sindrome-Fungica\"><\/span>Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da S&iacute;ndrome F&uacute;ngica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>As manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da s&iacute;ndrome f&uacute;ngica resultam principalmente da prolifera&ccedil;&atilde;o dos fungos e da libera&ccedil;&atilde;o de suas toxinas no organismo. Essas toxinas, ao entrarem na circula&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica, podem causar efeitos farmacol&oacute;gicos, como o &ldquo;efeito exorfina&rdquo;, que se manifesta como letargia e est&aacute; associado a casos de m&uacute;ltipla sensibilidade alimentar.&nbsp;<\/p><p>Al&eacute;m disso, a predomin&acirc;ncia de microrganismos patog&ecirc;nicos interfere na produ&ccedil;&atilde;o de enzimas digestivas, comprometendo a absor&ccedil;&atilde;o de nutrientes e gerando d&eacute;ficit nutricional, o que enfraquece o sistema imunol&oacute;gico.<\/p><p>Os sintomas podem variar amplamente, incluindo diarreia, constipa&ccedil;&atilde;o, dor e distens&atilde;o abdominal, flatul&ecirc;ncia e altera&ccedil;&otilde;es na motilidade intestinal. H&aacute; tamb&eacute;m manifesta&ccedil;&otilde;es cut&acirc;neas e mucosas, como micoses, descama&ccedil;&atilde;o do couro cabeludo e candid&iacute;ase recorrente.&nbsp;<\/p><p>A s&iacute;ndrome pode ainda impactar outros sistemas conectados &agrave; microbiota intestinal, resultando em sintomas como artrite reumatoide, letargia, fadiga cr&ocirc;nica e transtornos mentais, incluindo ansiedade, depress&atilde;o e altera&ccedil;&otilde;es de humor. Essas manifesta&ccedil;&otilde;es refletem a ampla influ&ecirc;ncia da microbiota sobre a sa&uacute;de sist&ecirc;mica.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-da-sindrome-fungica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico-da-Sindrome-Fungica\"><\/span>Diagn&oacute;stico da S&iacute;ndrome F&uacute;ngica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico da s&iacute;ndrome f&uacute;ngica &eacute; predominantemente cl&iacute;nico, sendo baseado na an&aacute;lise detalhada da hist&oacute;ria do paciente e na identifica&ccedil;&atilde;o de sinais e sintomas relacionados &agrave; condi&ccedil;&atilde;o. Esse processo envolve um racioc&iacute;nio cl&iacute;nico cuidadoso durante a investiga&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a. No entanto, exames laboratoriais podem ser utilizados para complementar o diagn&oacute;stico e fornecer informa&ccedil;&otilde;es mais precisas.<\/p><p>Entre os exames laboratoriais dispon&iacute;veis, destaca-se a cultura de aspirado do intestino delgado, que permite a identifica&ccedil;&atilde;o direta de fungos na microbiota intestinal. Outros exames incluem a calprotectina fecal, que avalia o grau de inflama&ccedil;&atilde;o intestinal; o indican urin&aacute;rio, que mede um metab&oacute;lito derivado da decomposi&ccedil;&atilde;o do triptofano por bact&eacute;rias intestinais; e a medi&ccedil;&atilde;o de D-arabinitol, um a&ccedil;&uacute;car produzido pela <strong>Candida spp<\/strong>., em fluidos corporais.<\/p><p>A presen&ccedil;a de <strong>Candida sp<\/strong>. na microbiota intestinal &eacute; comum, com cerca de 70% dos indiv&iacute;duos saud&aacute;veis apresentando contagem de at&eacute; 10&sup2; CFU\/mL no jejuno. No entanto, para diagnosticar a superpopula&ccedil;&atilde;o f&uacute;ngica intestinal, ou SIFO, &eacute; necess&aacute;rio observar uma carga m&iacute;nima de 10&sup3; CFU\/mL no aspirado intestinal, obtido por bi&oacute;psia.&nbsp;<\/p><p>Apesar desses par&acirc;metros, ainda h&aacute; lacunas na literatura sobre a carga f&uacute;ngica exata necess&aacute;ria para o diagn&oacute;stico, evidenciando a necessidade de mais estudos para padronizar os crit&eacute;rios diagn&oacute;sticos.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-da-sindrome-fungica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento-da-Sindrome-Fungica\"><\/span>Tratamento da S&iacute;ndrome F&uacute;ngica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O tratamento da s&iacute;ndrome f&uacute;ngica (SIFO) deve ser baseado em tr&ecirc;s vari&aacute;veis principais: o equil&iacute;brio da imunidade do paciente, a estabilidade geral e a toler&acirc;ncia &agrave; terapia antif&uacute;ngica. O foco terap&ecirc;utico abrange o uso de medicamentos antif&uacute;ngicos, probi&oacute;ticos e uma nutri&ccedil;&atilde;o adequada.<\/p><p>Os medicamentos antif&uacute;ngicos, como os az&oacute;is, s&atilde;o utilizados, mas h&aacute; questionamentos sobre sua efic&aacute;cia a longo prazo, especialmente devido &agrave; dificuldade de penetra&ccedil;&atilde;o nos biofilmes f&uacute;ngicos, onde os fungos se alojam, e ao fato de que esses medicamentos n&atilde;o atacam diretamente a causa do crescimento f&uacute;ngico excessivo. O fluconazol &eacute; frequentemente escolhido devido ao seu custo-benef&iacute;cio e facilidade de administra&ccedil;&atilde;o.<\/p><p>Como a s&iacute;ndrome f&uacute;ngica est&aacute; associada &agrave; disbiose intestinal e ao enfraquecimento do sistema imunol&oacute;gico, o tratamento deve ser focado na revers&atilde;o do desequil&iacute;brio da microbiota intestinal. Isso pode ser alcan&ccedil;ado por meio de uma alimenta&ccedil;&atilde;o orientada por uma terapia nutricional que visa restaurar a flora intestinal e, consequentemente, fortalecer a imunidade do paciente. Uma nutri&ccedil;&atilde;o adequada &eacute; fundamental para garantir que o sistema imunol&oacute;gico funcione corretamente e combata a prolifera&ccedil;&atilde;o de fungos.<\/p><p>A dieta desempenha um papel crucial na gest&atilde;o da s&iacute;ndrome f&uacute;ngica, pois certos alimentos podem contribuir para a malabsor&ccedil;&atilde;o de nutrientes, o que favorece o crescimento de fungos. A priva&ccedil;&atilde;o de alimentos essenciais pode levar &agrave; escassez de nutrientes necess&aacute;rios para o bom funcionamento do corpo. Em casos de disbiose intestinal, a digest&atilde;o e absor&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios nutrientes ficam prejudicadas, resultando em problemas de malabsor&ccedil;&atilde;o.<\/p><p>Al&eacute;m disso, o tratamento pode incluir o uso de alimentos funcionais, que oferecem benef&iacute;cios al&eacute;m dos nutrientes b&aacute;sicos, como probi&oacute;ticos e prebi&oacute;ticos, vitaminas antioxidantes, compostos fen&oacute;licos, fibras, &aacute;cidos poli-insaturados e alimentos sulfurados e nitrogenados.&nbsp;<\/p><p>Esses alimentos ajudam a revitalizar a microbiota intestinal, reduzir a incid&ecirc;ncia de infec&ccedil;&otilde;es gastrointestinais e fortalecer o sistema imunol&oacute;gico. Os probi&oacute;ticos, como os g&ecirc;neros Lactobacillus e Bifidobacterium, s&atilde;o especialmente importantes para estabilizar a microbiota intestinal, melhorar a digest&atilde;o e aumentar a absor&ccedil;&atilde;o de minerais e vitaminas.<\/p><p>&Eacute; recomendada a ingest&atilde;o de prebi&oacute;ticos, como inulina e frutooligossacar&iacute;deos (FOS), que servem de substrato para as bact&eacute;rias intestinais ben&eacute;ficas. A combina&ccedil;&atilde;o de prebi&oacute;ticos e probi&oacute;ticos (simbi&oacute;ticos) potencializa os efeitos ben&eacute;ficos, garantindo uma microbiota intestinal mais saud&aacute;vel.<\/p><p>Al&eacute;m disso, vitaminas antioxidantes, como as vitaminas C e E, ajudam a proteger o organismo contra os danos causados pelos radicais livres. Alimentos ricos em compostos fen&oacute;licos, como a soja, e fontes de fibras, como vegetais e gr&atilde;os, tamb&eacute;m s&atilde;o recomendados. &Aacute;cidos graxos poli-insaturados, como o &ocirc;mega-3, encontrados em peixes e &oacute;leos vegetais, t&ecirc;m propriedades anti-inflamat&oacute;rias e imunomoduladoras, sendo ben&eacute;ficos para o tratamento da s&iacute;ndrome f&uacute;ngica.<\/p><p>O uso de alimentos sulfurados e nitrogenados, como br&oacute;colis e couve-flor, tamb&eacute;m auxilia na detoxifica&ccedil;&atilde;o do f&iacute;gado e pode ter propriedades anticancer&iacute;genas.<\/p><p>O controle da alimenta&ccedil;&atilde;o e a ingest&atilde;o de alimentos funcionais, al&eacute;m de prevenir o crescimento f&uacute;ngico excessivo, ajudam na reorganiza&ccedil;&atilde;o da microbiota intestinal e na restaura&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o imunol&oacute;gica. Para otimizar os resultados, deve-se evitar alimentos industrializados, ricos em carboidratos simples e facilmente ferment&aacute;veis pelos fungos.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-veja-tambem\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/resumo-de-doenca-inflamatoria-intestinal\/\">Resumo de doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria intestinal: manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas, diagn&oacute;stico, tratamento e mais<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/abdome-agudo-hemorragico-definicao-causas-tratamento-e-muito-mais\/\">Resumo de Abdome Agudo Hemorr&aacute;gico: defini&ccedil;&atilde;o, principais causas, tratamento e muito mais<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/resumed-de-hepatopatias\/\">Resumo de doen&ccedil;a hep&aacute;tica gordurosa n&atilde;o alco&oacute;lica: diagn&oacute;stico, exames e tratamento<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/tudo-sobre-disfagia\/\">Resumo de Disfagia o que &eacute; e suas altera&ccedil;&otilde;es estruturais<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-hepatomegalia-anatomia-hepatica-causas-e-mais\/\">Resumo sobre Hepatomegalia: anatomia hep&aacute;tica, causas e mais!<\/a><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias\"><\/span>Refer&ecirc;ncias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Ayesha Shah, MBBS, FRACP, PhDGerald Holtmann, MD, PhD, MBA, FRACP, FRCP, FAHMS. <strong>Small intestinal bacterial overgrowth: Etiology and pathogenesis<\/strong>. UpToDate, 2024. Dispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/www.uptodate.com\/contents\/small-intestinal-bacterial-overgrowth-etiology-and-pathogenesis\/contributors\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UpToDate<\/a><\/p><p>ERDOGAN, A.; RAO, S. S. C. Small Intestinal Fungal Overgrowth. Current Gastroenterology Reports, v. 17, n. 4, p. 1&ndash;7, 2015.&nbsp;<\/p><p>FERREIRA, G. S. Disbiose Intestinal : Aplicabilidade Dos Prebi&oacute;ticos E Dos Probi&oacute;ticos Na Recupera&ccedil;&atilde;o E Manuten&ccedil;&atilde;o Da Disbiose Intestinal : Aplicabilidade Dos Prebi&oacute;ticos E Dos Probi&oacute;ticos Na Recupera&ccedil;&atilde;o E Manuten&ccedil;&atilde;o Da. Centro Universit&aacute;rio Luterano de Palmas, v. 3607, n. 202, p. 33, 2014.<\/p><p>ALMEIDA, LUCIANA BARROS; MARINHO, C&Eacute;LIA BASTOS; SOUZA, CRISTIANE DA SILVA; CHEIB, V. B. P. Disbiose Intestinal. Rev. bras. nutr. cl&iacute;n., v. 24, n. 1, p. 58&ndash;65, 2009.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? 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