{"id":7845,"date":"2021-07-28T21:56:50","date_gmt":"2021-07-29T00:56:50","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategiaeducacional.com.br\/blog\/?p=7845"},"modified":"2022-09-13T09:49:54","modified_gmt":"2022-09-13T12:49:54","slug":"miomatose-uterina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/miomatose-uterina\/","title":{"rendered":"Miomatose Uterina: o que \u00e9, sintomas e muito mais!"},"content":{"rendered":"<p>Quer saber mais sobre a <strong>miomatose uterina<\/strong>? O Estrat&eacute;gia MED separou as principais informa&ccedil;&otilde;es sobre o assunto para voc&ecirc;. Vamos l&aacute;!<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/miomatose-uterina\/#O-que-e-Miomatose-Uterina\" >O que &eacute; Miomatose Uterina<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/miomatose-uterina\/#Causas\" >Causas<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/miomatose-uterina\/#Sinais-e-Sintomas\" >Sinais e Sintomas<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/miomatose-uterina\/#Diagnostico\" >Diagn&oacute;stico<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/miomatose-uterina\/#Tratamento\" >Tratamento<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-e-miomatose-uterina\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O-que-e-Miomatose-Uterina\"><\/span>O que &eacute; Miomatose Uterina<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os <strong>miomas uterinos<\/strong>, tamb&eacute;m chamados de <strong>leiomiomas<\/strong>, s&atilde;o <strong><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/profissoes-da-medicina\/oncologia\/\" target=\"_blank\">neoplasias<\/a> benignas <\/strong>originadas no <strong>tecido muscular do &uacute;tero<\/strong>. S&atilde;o extremamente comuns e acometem de <strong>20% a 40% das mulheres em idade reprodutiva<\/strong>, sendo o tumor com maior preval&ecirc;ncia no sistema genital da mulher.<\/p><p>Sua constitui&ccedil;&atilde;o &eacute; feita, basicamente, por <strong>tecido conjuntivo e por fibras musculares lisas<\/strong>. Apresentam-se na forma de<strong> n&oacute;dulos localizados no miom&eacute;trio<\/strong>, com evolu&ccedil;&atilde;o lenta. Os miomas s&atilde;o encontrados, preferencialmente, em alguma das <strong>por&ccedil;&otilde;es do corpo uterino<\/strong> como na camada intramural, submucosa ou subserosa, mas os miomas tamb&eacute;m podem se desenvolver no <strong>colo uterino<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tipos\">Tipos<\/h3><p><strong>Os miomas s&atilde;o classificados em tipos, principalmente, quanto &agrave; sua localiza&ccedil;&atilde;o. Os principais s&atilde;o:<\/strong><\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Mioma subseroso<\/strong>, quando o n&oacute;dulo se origina na parte mais externa do &uacute;tero, a serosa. Raramente apresenta sintomas, a exce&ccedil;&atilde;o est&aacute; nos casos em que o tumor apresenta grande volume. <strong>&Eacute; o tipo mais comum<\/strong>;<\/li><li><strong>Mioma intramural<\/strong>, principalmente relacionados &agrave; causa hormonal, possui <strong>preval&ecirc;ncia intermedi&aacute;ria<\/strong>. Localiza-se entre as camadas que constituem a parede muscular do &uacute;tero; e<\/li><li><strong>Mioma submucoso, &eacute; o mais raro<\/strong>, est&aacute; na camada mais interna do &uacute;tero, portanto, &eacute; o <strong>principal tipo causador de sintomas<\/strong>, especialmente aos relacionados a altera&ccedil;&otilde;es menstruais sejam no volume ou na frequ&ecirc;ncia.<\/li><\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-causas\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Causas\"><\/span>Causas<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Apesar de ser um assunto muito estudado e prevalente, a causa do desenvolvimento da miomatose ainda n&atilde;o &eacute; muito clara. Por conta de caracter&iacute;sticas, principalmente a idade de manifesta&ccedil;&atilde;o, as pesquisas apontam para uma <strong>causa dependente de esteroides, assim, parece haver envolvimento da regula&ccedil;&atilde;o hormonal.<\/strong><\/p><p>A por&ccedil;&atilde;o uterina comprometida costuma possuir <strong>maior densidade de receptores de estr&oacute;geno e de progesterona<\/strong>, o que favorece a hip&oacute;tese da neoplasia possuir envolvimento hormonal importante.&nbsp;<\/p><p>H&aacute; um <strong>componente gen&eacute;tico associado<\/strong> j&aacute; que, por exemplo, mulheres com parentes pr&oacute;ximas acometidas possuem de 4 a 5 vezes mais chance de desenvolverem miomas uterinos.<\/p><p>Al&eacute;m disso, pesquisas com <strong>t&eacute;cnicas de biologia molecular<\/strong> mostraram que as c&eacute;lulas miomatosas possuem, frequentemente, <strong>altera&ccedil;&otilde;es citogen&eacute;ticas como dele&ccedil;&otilde;es, trissomias, rearranjos e transloca&ccedil;&otilde;es<\/strong>. As c&eacute;lulas neopl&aacute;sicas podem apresentar tamb&eacute;m altera&ccedil;&otilde;es importantes no <strong>cromossomo 7 e\/ou no cromossomo 12<\/strong>. Dessa forma, as c&eacute;lulas tumorais <strong>perdem a capacidade de regular seu crescimento, divis&atilde;o e multiplica&ccedil;&atilde;o, tornando-se um grupo de c&eacute;lulas com car&aacute;ter monoclonal<\/strong>, as quais formam o n&oacute;dulo miomatoso.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fatores-de-risco-e-fatores-de-protecao\">Fatores de risco e fatores de prote&ccedil;&atilde;o<\/h3><p>Alguns achados s&atilde;o, sabidamente, <strong>envolvidos no desenvolvimento ou n&atilde;o da neoplasia<\/strong> e constituem vari&aacute;veis importantes que influenciam na doen&ccedil;a. Os principais <strong>fatores de risco <\/strong>associados &agrave; miomatose uterina s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li>Ingest&atilde;o exagerada de carne vermelha;<\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/hipertensao\/\" target=\"_blank\">Hipertens&atilde;o arterial<\/a>;<\/li><li><strong>Hist&oacute;rico familiar positivo<\/strong>;<\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/atualidades\/obesidade\/\" target=\"_blank\">Obesidade<\/a>;<\/li><li><strong>Menopausa tardia ou <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/puberdade-precoce\/\" target=\"_blank\">puberdade precoce<\/a><\/strong>, favorecendo a hip&oacute;tese de importante envolvimento hormonal;<\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/diabetes-mellitus\/\" target=\"_blank\">Diabetes melito<\/a>; e<\/li><li><strong>Contraceptivos orais<\/strong>.<\/li><\/ul><p>Por outro lado, <strong>alguns fatores atuam como prote&ccedil;&atilde;o<\/strong> para a ocorr&ecirc;ncia da miomatose uterina como:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li>Ter um filho nascido-vivo;<\/li><li>Consumo elevado de vegetais;<\/li><li><strong>Mulheres mult&iacute;paras<\/strong>, especialmente com 4 ou 5 partos a termo; e<\/li><li><strong>Exerc&iacute;cio f&iacute;sico<\/strong>.<\/li><\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sinais-e-sintomas\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Sinais-e-Sintomas\"><\/span>Sinais e Sintomas<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>De forma geral, o in&iacute;cio do quadro &eacute; <strong>assintom&aacute;tico<\/strong> e muitas mulheres com mioma podem passar a vida toda sem apresentar sinais ou sintomas. Alguns fatores podem influenciar na presen&ccedil;a, gravidade e intensidade dos sintomas, como: <strong>volume e localiza&ccedil;&atilde;o do tumor<\/strong>. Al&eacute;m disso, os sintomas podem ser manifesta&ccedil;&otilde;es secund&aacute;rias da presen&ccedil;a do mioma, como:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Algia p&eacute;lvica<\/strong>, com dor referida do tipo c&oacute;lica ou em press&atilde;o;<\/li><li><strong>Compress&atilde;o gastrointestinal ou do sistema urin&aacute;rio<\/strong>, que pode ter como consequ&ecirc;ncia <strong>tenesmo, hemorroidas, reten&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria ou polaci&uacute;ria, edema de membros inferiores e dispareunia;<\/strong><\/li><li><strong>Distens&atilde;o abdominal<\/strong>;<\/li><li>Aumento do <strong>fluxo menstrual<\/strong>, principalmente por altera&ccedil;&otilde;es vasculares do endom&eacute;trio induzidas pelo tumor. Anormalidades estruturais, assim como o aumento da superf&iacute;cie do endom&eacute;trio podem justificar a <strong>dismenorreia<\/strong>;<\/li><li>Anemia ferropriva, principalmente por conta da menstrua&ccedil;&atilde;o aumentada;&nbsp;<\/li><li><strong>Infertilidade<\/strong>, raramente como causa &uacute;nica;<\/li><li>Alguns sintomas mais raros que podem estar presentes s&atilde;o <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/derrame-pleural\/\" target=\"_blank\">derrame pleural<\/a> e ascite.&nbsp;<\/li><\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico\"><\/span>Diagn&oacute;stico<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico, normalmente, &eacute; feito por meio da<strong> anamnese, exame ginecol&oacute;gico, exame de imagem<\/strong> e, em alguns casos, exames laboratoriais. Na anamnese, al&eacute;m da pesquisa dos sintomas e da <strong>evolu&ccedil;&atilde;o da queixa<\/strong>, o m&eacute;dico deve se atentar a fatores como<strong> antecedentes familiares e pessoais, ra&ccedil;a e idade, hist&oacute;rico menstrual e sexual<\/strong>, buscando por altera&ccedil;&otilde;es ou dados que possam levantar a suspeita da miomatose.<\/p><p>Tumores com volumes importantes podem ser <strong>palpados na por&ccedil;&atilde;o inferior do abdome e costumam apresentar mobilidade, consist&ecirc;ncia fibroel&aacute;stica, limites precisos e de aspecto bocelado<\/strong>. O <strong>exame especular<\/strong> pode notar <strong>epiteliza&ccedil;&atilde;o e aumento na densidade vascular<\/strong>, achados que justificam, por exemplo, corrimento de constitui&ccedil;&atilde;o sanguinolenta. O&nbsp; toque ginecol&oacute;gico bimanual pode constatar<strong> aumento volum&eacute;trico<\/strong> do &uacute;tero e alguns n&oacute;dulos podem ser palp&aacute;veis.<\/p><p>Os <strong>exames de imagem<\/strong> constituem uma parte importante do diagn&oacute;stico de miomatose uterina e o mais utilizado &eacute; a <strong>ultrassonografia da regi&atilde;o p&eacute;lvica<\/strong>, que pode ser <strong>endovaginal e\/ou abdomina<\/strong>l. A <strong>histerossonografia (com inje&ccedil;&atilde;o de soro fisiol&oacute;gico)<\/strong> tamb&eacute;m pode ser utilizada e permite observar o relevo do tumor com mais clareza, assim como a <strong>histerossalpingografia<\/strong> para visualizar as tubas uterinas.<\/p><p>A <strong>histeroscopia<\/strong> tende a ser um exame utilizado, principalmente, para <strong>especificar a localiza&ccedil;&atilde;o e realizar a ex&eacute;rese de alguns miomas submucosos<\/strong>. A <strong>resson&acirc;ncia magn&eacute;tica<\/strong> &eacute; um exame &uacute;til, especialmente, para &uacute;teros muito aumentados ou quando h&aacute; v&aacute;rios miomas e a paciente est&aacute; sob tratamentos conservadores.<\/p><p>Os <strong>exames laboratoriais s&atilde;o pouco &uacute;teis para o diagn&oacute;stico<\/strong>, entretanto, s&atilde;o importantes para avaliar a melhor conduta. Assim, deve-se solicitar <strong>hemograma completo, exame de urina, coagulograma e teste de gravidez<\/strong>, principalmente para definir a conduta cir&uacute;rgica.<\/p><p>A miomatose uterina possui <strong>diagn&oacute;sticos diferenciais importantes<\/strong> e que devem ser afastados para o diagn&oacute;stico preciso de leiomioma. Os principais s&atilde;o: <strong>tumores anexiais, gesta&ccedil;&atilde;o, hiperplasias do endom&eacute;trio, adenomiose, hemorragias, endometriose, p&oacute;lipos e leiomiossarcoma<\/strong>.<\/p><p>Vale ressaltar que pacientes com diagn&oacute;stico confirmado <strong>devem ser acompanhadas<\/strong> quanto &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o do quadro, principalmente por meio de<strong> exames de imagem de rotina<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-classificacao\">Classifica&ccedil;&atilde;o<\/h3><p>A <strong>Federa&ccedil;&atilde;o Internacional de Ginecologia e Obstetr&iacute;cia (FIGO)<\/strong>, assim como a <strong>Morphological Uterus Sonographic Assessment (MUSA)<\/strong>, adotam uma classifica&ccedil;&atilde;o dos miomas segundo a <strong>localiza&ccedil;&atilde;o<\/strong>, de forma detalhada, do mioma. Assim, os miomas s&atilde;o classificados em 9 categorias, s&atilde;o elas:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>0<\/strong>: quando o tumor &eacute; <strong>intracavit&aacute;rio<\/strong>;<\/li><li><strong>1<\/strong>: quando o tumor encontra-se na <strong>camada submucosa do &uacute;tero<\/strong>, sendo que uma por&ccedil;&atilde;o &lt;50% &eacute; intramural;<\/li><li><strong>2<\/strong>: quando o tumor encontra-se na <strong>camada submucosa do &uacute;tero<\/strong>, sendo que uma por&ccedil;&atilde;o &gt; 50% &eacute; intramural;<\/li><li><strong>3<\/strong>: quando o tumor &eacute;<strong> intramural<\/strong>, mas est&aacute; em contato com o endom&eacute;trio;<\/li><li><strong>4<\/strong>: quando o tumor &eacute; <strong>intramural<\/strong>;<\/li><li><strong>5<\/strong>: quando o tumor est&aacute; na<strong> camada subserosa do &uacute;tero<\/strong>, sendo que &gt;50% dele &eacute; intramural;<\/li><li><strong>6<\/strong>: quando o tumor est&aacute; na <strong>camada subserosa do &uacute;tero<\/strong>, sendo que &lt; 50% dele &eacute; intramural;<\/li><li><strong>7<\/strong>: quando o tumor &eacute; <strong>subseroso<\/strong>, mas &eacute; pediculado; e<\/li><li><strong>8<\/strong>: quando o tumor &eacute; <strong>parasit&aacute;rio ou cervical<\/strong>.<\/li><\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento\"><\/span>Tratamento<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Existem diferentes abordagens terap&ecirc;uticas poss&iacute;veis para casos de miomas uterinos. Elas devem ser indicadas levando em conta fatores como <strong>sintomatologia, paridade, localiza&ccedil;&atilde;o, tamanho, idade da mulher e presen&ccedil;a ou inten&ccedil;&atilde;o de gesta&ccedil;&atilde;o<\/strong>.&nbsp;<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamentos-clinicos-para-miomatose-uterina\">Tratamentos cl&iacute;nicos para miomatose uterina<\/h3><p>A abordagem mais conservadora e menos invasiva &eacute; a <strong>expectante<\/strong>, principalmente para <strong>pacientes assintom&aacute;ticas<\/strong> e consiste no <strong>acompanhamento do tamanho dos miomas<\/strong>, com exames de imagens e ginecol&oacute;gicos, sem interferir no curso da doen&ccedil;a.<\/p><p>O<strong> tratamento medicamentoso<\/strong> &eacute; frequentemente indicado e pode ser feito, em um primeiro momento, com <strong>anticoncepcionais hormonais, <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/aines\/\" target=\"_blank\">AINEs<\/a>, DIU, danazol, progesterona e antifibrinol&iacute;ticos<\/strong>.&nbsp;<\/p><p>As drogas que apresentam melhores resultados s&atilde;o os <strong>an&aacute;logos do horm&ocirc;nio GnRH que causam hipoestrogenismo com menopausa qu&iacute;mica<\/strong>. Sua administra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve perdurar por mais de 6 meses por conta, principalmente, dos <strong>efeitos colaterais<\/strong> associados como irritabilidade, diminui&ccedil;&atilde;o de libido e possibilidade de osteoporose. Os resultados da administra&ccedil;&atilde;o desse f&aacute;rmaco s&atilde;o positivos no <strong>controle volum&eacute;trico<\/strong> do conjunto &uacute;tero-mioma (que pode chegar a <strong>40% de redu&ccedil;&atilde;o<\/strong>), <strong>diminui&ccedil;&atilde;o do sangramento, e corre&ccedil;&atilde;o de eventual anemia<\/strong>, facilitando, inclusive, eventuais abordagens cir&uacute;rgicas futuras. A<strong> leuprolida<\/strong> &eacute; um exemplo dessa classe de drogas e deve ser administrada na dose de 3,75 mg\/m&ecirc;s de forma intramuscular, <strong>a nafarelina <\/strong>na forma de spray tamb&eacute;m &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o, assim como o acetato de Ulipristal, uma droga mais nova. Dessa forma, a principal inten&ccedil;&atilde;o do tratamento medicamentoso &eacute; o <strong>controle sintom&aacute;tico e da dor associada ao mioma.<\/strong><\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-cirurgico-para-miomatose-uterina\">Tratamento cir&uacute;rgico para miomatose uterina<\/h3><p>O tratamento cir&uacute;rgico <strong>&eacute; curativo<\/strong>, entretanto, deve ser estudado com cautela inclusive respeitando a escolha da paciente, j&aacute; que tal procedimento <strong>pode impedir futuras gesta&ccedil;&otilde;es<\/strong>, por exemplo. Dentre os procedimentos poss&iacute;veis, alguns apresentam car&aacute;ter mais <strong>radical <\/strong>enquanto outros tendem a ser <strong>menos invasivos<\/strong>. Especialmente para as pacientes com <strong>sintomas importantes<\/strong>, tais t&eacute;cnicas devem ser estudadas e discutidas.&nbsp;<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-histeroscopia\">Histeroscopia&nbsp;<\/h4><p>Os <strong>miomas submucosos sintom&aacute;ticos com di&acirc;metro menor do que 4 cm<\/strong> s&atilde;o os principais tumores com a indica&ccedil;&atilde;o de <strong>miomectomia histerosc&oacute;pica<\/strong>. Essa t&eacute;cnica consiste na introdu&ccedil;&atilde;o de uma c&acirc;mera atrav&eacute;s do colo do &uacute;tero e apresenta baixa morbimortalidade, al&eacute;m de ser menos invasiva. Vale ressaltar que, em<strong> pacientes com desejo de engravidar<\/strong>, o procedimento deve ser ainda mais cuidadoso e conservador, j&aacute; que<strong> deve preservar a integridade, especialmente a arquitetura, da cavidade uterina<\/strong>. Para algumas pacientes, a <strong>cirurgia pode ser realizada em dois tempos<\/strong>, assim, parte do mioma &eacute; retirada na primeira interven&ccedil;&atilde;o e, depois de um tempo de recupera&ccedil;&atilde;o, outro procedimento deve ser feito para a retirada do restante do tumor. Tal abordagem pode proporcionar melhores condi&ccedil;&otilde;es da cavidade uterina para suportar futuras gesta&ccedil;&otilde;es.&nbsp;<\/p><p>Um importante risco p&oacute;s-operat&oacute;rio associado s&atilde;o as <strong>ader&ecirc;ncias<\/strong> intrauterinas.<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-miomectomia\">Miomectomia<\/h4><p>A miomectomia &eacute; a abordagem cir&uacute;rgica que consiste na <strong>ressec&ccedil;&atilde;o do mioma<\/strong>. Ela deve ser estudada em <strong>pacientes que n&atilde;o concordam com a retirada do &uacute;tero, principalmente pelo desejo de engravidar<\/strong>. Al&eacute;m disso, a localiza&ccedil;&atilde;o preferencial do tumor para essa abordagem &eacute; a <strong>submucosa ou intramural<\/strong>. &Eacute; uma t&eacute;cnica que tem sido questionada por conta dos <strong>riscos de ruptura uterina em futuras gesta&ccedil;&otilde;es, da recorr&ecirc;ncia do tumor <\/strong>(em 50% das mulheres no per&iacute;odo de 5 anos) e da <strong>possibilidade de forma&ccedil;&atilde;o de f&iacute;stulas &uacute;tero-peritoneais<\/strong>. Ela pode ser via por <strong>via transabdomial ou aberto<\/strong> (para tumores volumosos, com mais de 10 cm de di&acirc;metro), <strong>inilaparot&ocirc;mico ou laparosc&oacute;pico<\/strong> (principalmente para tumores menores do que 10 cm e em localiza&ccedil;&atilde;o subserosa). Essa &uacute;ltima com menores taxas de perda de sangue, melhor recupera&ccedil;&atilde;o e menores complica&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-operat&oacute;rias.&nbsp;<\/p><p><strong>Pacientes com mais de 5 miomas ou com somat&oacute;ria dos di&acirc;metros maior do que 8 cm possuem contraindica&ccedil;&atilde;o para realiza&ccedil;&atilde;o da miomectomia por via laparosc&oacute;pica.<\/strong><\/p><p>Dessa forma, a miomectomia &eacute; indicada para pacientes com <strong>miomas grandes e\/ou com sintomas importantes, como dores e hemorragias<\/strong>, e que possuem <strong>inten&ccedil;&atilde;o futura de gesta&ccedil;&atilde;o.<\/strong><\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-histerectomia\">Histerectomia<\/h4><p>A histerectomia &eacute; a abordagem cir&uacute;rgia<strong> mais invasiva e radical <\/strong>consistindo na <strong>retirada total do &uacute;tero (ou de, mais raramente, parte consider&aacute;vel dele).<\/strong> N&atilde;o costuma ser feita junto com a ooforectomia, ou retirada dos ov&aacute;rios e tubas uterinas, logo, normalmente, <strong>n&atilde;o determina o curso da menopausa<\/strong>. Segundo o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, &eacute; o <strong>tratamento indicado para pacientes com a prole completa, miomas m&uacute;ltiplos, desejo de um tratamento definitivo e, principalmente, quando o tumor causa sintomas importantes<\/strong>. Essa cirurgia pode ser feita por diferentes m&eacute;todos como: <strong>via abdominal, via vaginal ou via vaginal com assist&ecirc;ncia laparosc&oacute;pica<\/strong>. Essa &uacute;ltima apresenta vantagens importantes como m<strong>enor tempo de cirurgia<\/strong>, <strong>menor tempo de interna&ccedil;&atilde;o e menor quantidade de analgesia necess&aacute;ria no p&oacute;s-operat&oacute;rio<\/strong>, al&eacute;m de <strong>menor taxa de complica&ccedil;&otilde;es<\/strong> <strong>quando comparada &agrave; cirurgia transabdominal.<\/strong><\/p><p>Outra indica&ccedil;&atilde;o importante para a realiza&ccedil;&atilde;o desse procedimento &eacute; o <strong>grupo de mulheres que passaram por tratamento cl&iacute;nico e medicamentoso sem resultados satisfat&oacute;rios, apresentando sangramento uterino anormal<\/strong>, e concordam com a retirada do &uacute;tero<strong>.<\/strong><\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-embolizacao-arterial\">Emboliza&ccedil;&atilde;o arterial<\/h4><p>A t&eacute;cnica de emboliza&ccedil;&atilde;o da art&eacute;ria uterina &eacute; uma <strong>alternativa de procediemento pouco invasivo<\/strong>. As pacientes que podem se beneficiar de tal abordagem s&atilde;o as que apresentam <strong>miomas sintom&aacute;ticos e que n&atilde;o queiram se submeter &agrave; cirurgia<\/strong>, suas poss&iacute;veis complica&ccedil;&otilde;s e consequ&ecirc;ncias indesejadas, assim como pacientes que possuem contraindica&ccedil;&otilde;es importantes para a realiza&ccedil;&atilde;o de outros procedimentos. <strong>Quanto ao di&acirc;metro do tumor, essa t&eacute;cnica n&atilde;o possui contraindica&ccedil;&otilde;es, entretanto, tumores submucosos n&atilde;o possuem indica&ccedil;&atilde;o para emboliza&ccedil;&atilde;o<\/strong>. Vale ressaltar que essa t&eacute;cnica ainda n&atilde;o apresenta dados suficientes relacionados &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o da fertilidade p&oacute;s-procedimento, assim, <strong>o desejo futuro de gesta&ccedil;&atilde;o costuma ser uma limita&ccedil;&atilde;o importante<\/strong>.&nbsp;<\/p><p>Aproveitou o conte&uacute;do? 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