{"id":8048,"date":"2021-08-08T16:58:08","date_gmt":"2021-08-08T19:58:08","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategiaeducacional.com.br\/blog\/?p=8048"},"modified":"2023-07-06T10:52:40","modified_gmt":"2023-07-06T13:52:40","slug":"apendicite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/apendicite\/","title":{"rendered":"Apendicite: tudo sobre!"},"content":{"rendered":"<p>Quer saber mais sobre a <strong>apendicite<\/strong>? O Estrat&eacute;gia MED separou as principais informa&ccedil;&otilde;es sobre o assunto para voc&ecirc;. Vamos l&aacute;!<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/apendicite\/#O-que-e-apendicite\" >O que &eacute; apendicite<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/apendicite\/#Evolucao-clinica-da-apendicite\" >Evolu&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica da apendicite<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/apendicite\/#Diagnostico\" >Diagn&oacute;stico&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/apendicite\/#Tratamento\" >Tratamento<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/apendicite\/#Cuidados-e-Recuperacao-pos-procedimento\" >Cuidados e Recupera&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-procedimento<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-e-apendicite\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O-que-e-apendicite\"><\/span>O que &eacute; apendicite<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A apendicite &eacute; o quadro de<strong> inflama&ccedil;&atilde;o do ap&ecirc;ndice<\/strong>, uma estrutura vermiforme, intraperitoneal, tubular e ligada ao ceco. A principal fun&ccedil;&atilde;o relacionada a essa estrutura &eacute; <strong>imunol&oacute;gica<\/strong>, especialmente por possuir diversos fol&iacute;culos linf&oacute;ides localizados nas camadas submucosa e serosa, agregado nomeado de GALT (gut associated lymphoid tissue). Costuma ter entre <strong>8 a 10 cent&iacute;metros de comprimento e est&aacute; pr&oacute;ximo &agrave; v&aacute;lvula ileocecal<\/strong>. Sua proje&ccedil;&atilde;o sobre a parede abdominal anterior est&aacute; localizada no<strong> ponto de McBurney<\/strong>, definido como os dois ter&ccedil;os distais de uma linha tra&ccedil;ada entre a cicatriz umbilical e a crista il&iacute;aca anterossuperior direita. Importante mencionar que, em rela&ccedil;&atilde;o ao ceco, o ap&ecirc;ndice pode <strong>apresentar diversas posi&ccedil;&otilde;es <\/strong>que, inclusive, podem influenciar a abordagem cir&uacute;rgica. As principais s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Retrocecal;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Paracecal;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pr&eacute;-ileal;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>P&oacute;s-ileal;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Subcecal; <\/strong>e<\/li>\n\n\n\n<li><strong>P&eacute;lvica<\/strong>.&nbsp;<\/li>\n<\/ul><div class=\"wp-block-buttons is-horizontal is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-1 wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link has-background wp-element-button\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/cursos\/\" style=\"background-color:#0ba4ae\" target=\"_blank\">Conhe&ccedil;a os cursos do Estrat&eacute;gia MED!<\/a><\/div>\n<\/div><p>O quadro de apendicite aguda &eacute; uma das situa&ccedil;&otilde;es inflamat&oacute;rias mais comuns no mundo, pode <strong>apresentar etiologia multifatorial e possuir envolvimento infeccioso<\/strong>, especialmente por <strong><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/bacterias\/\" target=\"_blank\">bact&eacute;rias <\/a><\/strong>(como <em>Escherichia coli, Pseudomonas <\/em>e <em>Peptostreotococcus) <\/em>ou por <strong>helmintos<\/strong>, em at&eacute; 3% dos casos (como ten&iacute;ase, ascarid&iacute;ase, angiostrongil&iacute;ase, multiparasitose e enterobiose).<\/p><p>Tipicamente, a apendicite &eacute; causada por sua <strong>obstru&ccedil;&atilde;o luminal<\/strong>, o que pode acontecer devido a <strong>tumores, parasitas, hiperplasia linfonodal, fecalito ou corpo estranho<\/strong>. Acontece, ent&atilde;o, <strong>hipersecre&ccedil;&atilde;o de muco com grande aumento na press&atilde;o na luz do ap&ecirc;ndice<\/strong>. Por fim, h&aacute; uma importante <strong>compress&atilde;o vasculonervosa com estase venosa, falta de irriga&ccedil;&atilde;o, isquemia e, consequentemente, necrose.<\/strong> <strong>Infec&ccedil;&otilde;es bacterianas podem, tamb&eacute;m, serem secund&aacute;rias <\/strong>a esse processo que acaba comprometendo a integridade da barreira mucosa. Algumas das consequ&ecirc;ncias poss&iacute;veis do quadro s&atilde;o:<strong> perfura&ccedil;&atilde;o da v&iacute;scera, peritonite generalizada ou forma&ccedil;&atilde;o de abscesso.<\/strong><\/p><p>No mundo, s&atilde;o registrados mais de <strong>300 mil casos novos todos os anos<\/strong> e a incid&ecirc;ncia da afec&ccedil;&atilde;o pode chegar a <strong>2% na popula&ccedil;&atilde;o geral<\/strong>. A faixa et&aacute;ria mais comprometida &eacute; a de indiv&iacute;duos entre <strong>20 e 30 anos, com pequena predile&ccedil;&atilde;o por homens<\/strong>.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-evolucao-clinica-da-apendicite\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Evolucao-clinica-da-apendicite\"><\/span>Evolu&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica da apendicite<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O principal sintoma inicial da apendicite aguda &eacute; a<strong> dor abdominal que pode se apresentar junto com v&ocirc;mitos, n&aacute;useas e anorexia<\/strong>. Normalmente a dor apresenta<strong> importante piora dentro de 12 a 24 horas<\/strong> do seu in&iacute;cio. A apresenta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica mais comum (que acontece entre 50 e 60% dos casos) &eacute; descrita na <strong>sequ&ecirc;ncia de Murphy,<\/strong> quando a<strong> dor come&ccedil;a na regi&atilde;o epig&aacute;strica ou periumbilical, com caracter&iacute;stica de ser dor visceral, que n&atilde;o &eacute; aliviada pela evacua&ccedil;&atilde;o ou flatos<\/strong>. Ent&atilde;o, os sintomas seguintes s&atilde;o: <strong>anorexia, v&ocirc;mitos e n&aacute;useas<\/strong>. <strong>Ap&oacute;s 6 a 12 horas, a dor tende a se tornar mais localizada e intensa na regi&atilde;o da fossa il&iacute;aca direita<\/strong>. <strong>Constipa&ccedil;&atilde;o e febre baixa<\/strong>, assim como <strong>interrup&ccedil;&atilde;o da libera&ccedil;&atilde;o de flatos<\/strong>, podem estar presentes.&nbsp;<\/p><p>Outros sintomas menos frequentes que s&atilde;o comumente encontrados s&atilde;o: <strong>dor no hipoc&ocirc;ndrio esquerdo<\/strong> (especialmente nos casos de apendicite com localiza&ccedil;&atilde;o retrocecal), <strong>queixas retais e dis&uacute;ria.<\/strong><\/p><p>Com a evolu&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica do quadro, o exame f&iacute;sico da parede abdominal pode indicar <strong>descompress&atilde;o dolorosa e rigidez da parede<\/strong>, al&eacute;m disso, abscessos periapendiculares podem ser palpados. Vale ressaltar que <strong>casos com evolu&ccedil;&atilde;o para perfura&ccedil;&atilde;o do ap&ecirc;ndice possuem elevada taxa de morbidade e mortalidade<\/strong>, quando pode apresentar sinais difusos de peritonite, sepse e piora intensa da dor.<\/p><p><strong>Alguns achados semiol&oacute;gicos<\/strong> que podem estar presentes s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>McBurney<\/strong>: com dor ou reflexo de defesa &agrave; palpa&ccedil;&atilde;o do quadrante inferior direito do abd&ocirc;men;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dunphy<\/strong>: quando o paciente relata melhora da dor em posi&ccedil;&otilde;es com a flex&atilde;o do quadril;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Psoas<\/strong>: quando h&aacute; dor durante o movimento de hiperextens&atilde;o da coxa direita;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Flex&atilde;o do quadril:<\/strong> quando h&aacute; hiperestesia da pele do quadrante inferior direito do abd&ocirc;men, al&eacute;m de dor &agrave; compress&atilde;o;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Blumberg<\/strong>: quando h&aacute; piora da dor com compress&atilde;o ou descompress&atilde;o s&uacute;bita do ponto de <strong>McBurney<\/strong>, se positivo, h&aacute; forte indica&ccedil;&atilde;o de peritonite;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Rovsing<\/strong>: quando h&aacute; piora da dor localizada no quadrante inferior direito ao tossir e quando h&aacute; dor no quadrante inferior direito ao realizar palpa&ccedil;&atilde;o do quadrante inferior esquerdo; e<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Obturador<\/strong>: quando o paciente refere dor ao realizar rota&ccedil;&atilde;o interna da coxa.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico\"><\/span>Diagn&oacute;stico&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico da apendicite aguda deve come&ccedil;ar com uma<strong> boa hist&oacute;ria e um exame f&iacute;sico preciso<\/strong>. Vale ressaltar que a dor no quadrante inferior direito do abd&ocirc;men n&atilde;o &eacute; patognom&ocirc;nica do quadro que tem como importantes diagn&oacute;sticos diferenciais:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Colecistite aguda;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/pancreatite\/\" target=\"_blank\">Pancreatite aguda<\/a>;<\/li>\n\n\n\n<li>Adenite mesent&eacute;rica;<\/li>\n\n\n\n<li>Diverticulite de Meckel;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/obstrucao-intestinal\/\" target=\"_blank\">Obstru&ccedil;&atilde;o intestinal<\/a>;<\/li>\n\n\n\n<li>&Uacute;lcera p&eacute;ptica perfurada;<\/li>\n\n\n\n<li>C&oacute;lica ureteral;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/pielonefrite\/\" target=\"_blank\">Pielonefrite<\/a>;<\/li>\n\n\n\n<li>Infec&ccedil;&otilde;es no trato geniturin&aacute;rio;<\/li>\n\n\n\n<li>Gastroenterite aguda;<\/li>\n\n\n\n<li>Cetoacidose diab&eacute;tica, ressaltando que a apresenta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica em pacientes diab&eacute;ticos pode ser um desafio para o diagn&oacute;stico;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/doenca-de-crohn\/\" target=\"_blank\">Doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria intestinal<\/a>;<\/li>\n\n\n\n<li>Gravidez ect&oacute;pica;<\/li>\n\n\n\n<li>Tor&ccedil;&atilde;o de cisto de ov&aacute;rio;<\/li>\n\n\n\n<li>Salpingite ou doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria p&eacute;lvica; e<\/li>\n\n\n\n<li>Ruptura de fol&iacute;culo ovariano.<\/li>\n<\/ul><p>Dessa forma, a<strong> hip&oacute;tese diagn&oacute;stica, normalmente, pode ser comprovada com aux&iacute;lio de exames laboratoriais e de imagem, mesmo o diagn&oacute;stico sendo predominantemente cl&iacute;nico<\/strong>. Importante mencionar que, diante de <strong>casos altamente sugestivos, o paciente deve ser encaminhado para tratamento cir&uacute;rgico imediato em detrimento a exames complementares<\/strong>.&nbsp;<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-exames-de-imagem\">Exames de imagem<\/h4><p>Podem ajudar a <strong>afastar outras hip&oacute;teses diagn&oacute;sticas <\/strong>e possuem importante papel nos quadros menos cl&aacute;ssicos e mais duvidosos. A<strong> ultrassonografia <\/strong>pode ser &uacute;til e confirmar a apendicite aguda, os achados mais frequentes s&atilde;o: <strong>di&acirc;metro total &gt; 6 mm, di&acirc;metro da parede &gt; 3 mm, visualiza&ccedil;&atilde;o de estrutura hipoecoica com conte&uacute;do l&iacute;quido, formato tubular ou em alvo na regi&atilde;o da fossa il&iacute;aca direita, ap&ecirc;ndice aperist&aacute;ltico, ap&ecirc;ndice n&atilde;o compress&iacute;vel, cole&ccedil;&atilde;o gasosa, fecalito, l&iacute;quido livre circunscrito e aumento da ecogenicidade do tecido gorduroso periapendicular.<\/strong> Vale ressaltar, que tem <strong>baixo valor preditivo negativo<\/strong>, &eacute; de dif&iacute;cil realiza&ccedil;&atilde;o em pacientes muito obesos, al&eacute;m de ser <strong>operador-dependente<\/strong>.<\/p><p>Por outro lado, a<strong> <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/tomografia-computadorizada\/\" target=\"_blank\">tomografia computadorizada<\/a><\/strong> possui <strong>sensibilidade e especificidade acima de 90%<\/strong> o que, normalmente, permite a visualiza&ccedil;&atilde;o de uma <strong>estrutura espessada, borramento da gordura periapendicular, aumento da vasculariza&ccedil;&atilde;o local, abscesso ou massa pericecal e apendicolite.&nbsp;<\/strong><\/p><p>Contudo, a<strong> real import&acirc;ncia da realiza&ccedil;&atilde;o de exames de imagem vem sendo muito discutida<\/strong>, enquanto alguns estudos mostram desfecho semelhante, outros apontam para menor taxa de apendicectomias brancas em pacientes que foram submetidos a eles. Dessa forma, <strong>muitas vezes a demora para realizar exames de imagem, diante de um quadro cl&iacute;nico t&iacute;pico, pode atrasar a cirurgia e piorar o progn&oacute;stico<\/strong>. A<strong> Sociedade Americana de Cirurgia <\/strong>recomenda a realiza&ccedil;&atilde;o de tomografia computadorizada com contraste, especificamente <strong>se houver necessidade de realiza&ccedil;&atilde;o de algum exame de imagem complementar.<\/strong><\/p><p>Alguns servi&ccedil;os tamb&eacute;m adotam a realiza&ccedil;&atilde;o de <strong>raio-x<\/strong> em pacientes suspeitos de apendicite.<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-exames-laboratoriais\">Exames laboratoriais<\/h4><p>S&atilde;o exames que podem mostrar a<strong> ocorr&ecirc;ncia de processo inflamat&oacute;rio e\/ou infeccioso<\/strong> no corpo do paciente. O<strong> leucograma completo <\/strong>encontra-se alterado em quase 80% dos doentes e, normalmente, mostra <strong>leucocitose com predom&iacute;nio de neutr&oacute;filos<\/strong>. Outros marcadores de inflama&ccedil;&atilde;o, como <strong>prote&iacute;na C reativa e velocidade de hemossedimenta&ccedil;&atilde;o<\/strong>, respectivamente <strong>PCR e VHS<\/strong>, tamb&eacute;m podem ajudar. O<strong> exame de urina <\/strong>pode estar alterado em 40% dos pacientes.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-escores-para-diagnostico\">Escores para diagn&oacute;stico<\/h3><p>Existem muitos escores que podem ajudar no diagn&oacute;stico da apendicite aguda. O <strong>escore de Alvarado<\/strong>, normalmente, &eacute; a ferramenta adotada. Sua utiliza&ccedil;&atilde;o pode ser bastante &uacute;til, especialmente, para<strong> afastar o diagn&oacute;stico de apendicite em pacientes com pontua&ccedil;&atilde;o de baixa probabilidade<\/strong>. Costuma ser bom para homens, mas para crian&ccedil;as e mulheres pode n&atilde;o ser o ideal.<\/p><p>O<strong> escore de Alvarado <\/strong>apresenta as seguintes caracter&iacute;sticas:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Migra&ccedil;&atilde;o da dor: <strong>+1<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>Anorexia: <strong>+1<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>N&aacute;useas: <strong>+1<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>Desconforto no quadrante inferior direito do abdome: <strong>+2<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>Descompress&atilde;o dolorosa: <strong>+1<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>Eleva&ccedil;&atilde;o da temperatura: <strong>+1<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>Leucocitose: <strong>+2<\/strong>; e<\/li>\n\n\n\n<li>Desvio &agrave; esquerda no leucograma: <strong>+1.<\/strong><\/li>\n<\/ul><p>Segundo o escore de Alvarado, a <strong>probabilidade de apendicite<\/strong> varia da seguinte forma, assim como a <strong>melhor conduta indicada<\/strong>:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Pontua&ccedil;&atilde;o entre <strong>1 e 4: 30%<\/strong>, devem ser <strong>liberados<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>Pontua&ccedil;&atilde;o entre <strong>5 e 6: 66%,<\/strong> devem ficar <strong>sob observa&ccedil;&atilde;o<\/strong> e os exames devem ser repetidos;&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Pontua&ccedil;&atilde;o entre <strong>7 e 10: 93%<\/strong>, devem ser submetidos a <strong>apendicectomia<\/strong>; e<\/li>\n\n\n\n<li>Al&eacute;m disso, o corte de<strong> 5 &eacute; um indicador sens&iacute;vel para afastar a possibilidade de apendicite aguda.<\/strong><\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-classificacao-da-apendicite\">Classifica&ccedil;&atilde;o da apendicite<\/h3><p>A apendicite pode ser <strong>classificada em graus com base nos achados inflamat&oacute;rios presentes<\/strong>. Antes da cirurgia pode haver suposi&ccedil;&atilde;o do grau, que &eacute; <strong>confirmado ap&oacute;s an&aacute;lise da pe&ccedil;a cir&uacute;rgica<\/strong>. A classifica&ccedil;&atilde;o mais usual &eacute;:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Grau 1<\/strong>: ap&ecirc;ndice normal;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Grau 2<\/strong>: ap&ecirc;ndice hiperemiado e edemaciado;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Grau 3<\/strong>: ap&ecirc;ndice com exsudato fibrinoso; e<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Grau 4<\/strong>: ap&ecirc;ndice perfurado podendo evoluir para peritonite generalizada.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento\"><\/span>Tratamento<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A cirurgia &eacute; o tratamento mais adotado para a apendicite aguda h&aacute; mais de 1 s&eacute;culo. Existem <strong>2 t&eacute;cnicas mais comuns para a realiza&ccedil;&atilde;o do procedimento: laparotomia convencional aberta ou laparoscopia<\/strong>. A escolha entre os dois m&eacute;todos &eacute; feita baseada em fatores como <strong>idade, associa&ccedil;&atilde;o a outras comorbidades, hist&oacute;rico de cirurgias, gravidade do quadro, habilidade do cirurgi&atilde;o, disponibilidade de equipamentos (uma das condi&ccedil;&otilde;es mais relevantes no Brasil) e estilo de vida do paciente<\/strong>. Outra vari&aacute;vel importante &eacute; o<strong> grau de certeza e confirma&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico<\/strong>, nesse sentido, em casos de<strong> diagn&oacute;stico duvidoso a via laparosc&oacute;pica &eacute; a melhor op&ccedil;&atilde;o<\/strong>, inclusive para confirma&ccedil;&atilde;o do quadro. Ela tamb&eacute;m &eacute; a escolha prefer&iacute;vel em <strong>mulheres, obesos e idosos<\/strong>.<\/p><p>Parte consider&aacute;vel dos procedimentos cir&uacute;rgicos s&atilde;o de <strong>apendicectomias negativas<\/strong> (n&uacute;mero que pode variar entre 15 e 25%) e, nesses casos, deve ser feita uma<strong> pesquisa minuciosa no intraoperat&oacute;rio de outras poss&iacute;veis causas do quadro cl&iacute;nico, al&eacute;m disso, o ap&ecirc;ndice deve ser removido para an&aacute;lise patol&oacute;gica.<\/strong><\/p><p>A <strong>administra&ccedil;&atilde;o de antibi&oacute;ticos <\/strong>parece reduzir poss&iacute;veis complica&ccedil;&otilde;es no p&oacute;s-operat&oacute;rio, como abscesso e infec&ccedil;&atilde;o da ferida. Em pacientes com <strong>apendicite n&atilde;o complicada<\/strong>, a conduta recomendada &eacute; de <strong>1 a 2 g de cefoxitina em dose &uacute;nica<\/strong>, tendo como alternativa a administra&ccedil;&atilde;o de<strong> 2 a 3 g de cefazolina junto com 500 mg de metronidazol por via endovenosa<\/strong>.<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-apendicite-aguda-nao-complicada\">Apendicite aguda n&atilde;o complicada<\/h4><p>A escolha da conduta entre antibioticoterapia e cirurgia ainda necessita de maiores estudos, mas a abordagem<strong> mais conservadora parece apresentar taxa importante de recorr&ecirc;ncia que varia entre 4 e 15%<\/strong>. O tratamento com antibioticoterapia para essa classe de pacientes &eacute; tida como falha quando o doente apresentar PCR&gt; 4 mg\/dL, presen&ccedil;a de fecalitos visto nos exames de imagem, suboclus&atilde;o intestinal e leucograma com desvio &gt; 10%.<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-apendicite-aguda-complicada\">Apendicite aguda complicada<\/h4><p>Marcada pela situa&ccedil;&atilde;o de apendicite aguda associada &agrave; <strong>peritonite generalizada e perfura&ccedil;&atilde;o e\/ou quadro de sepse que pode evoluir para choque s&eacute;ptico com dano a outros &oacute;rg&atilde;os<\/strong>. Para esses pacientes, a <strong>antibioticoterapia &eacute; indicada<\/strong>, especialmente com drogas de amplo espectro, e deve ser direcionada contra <strong>Gram-negativos ent&eacute;ricos e pat&oacute;genos anaer&oacute;bios<\/strong>, tendo como exemplos a associa&ccedil;&atilde;o<strong> ceftriaxona + metronidazol ou piperacilina + tazobactam<\/strong>. Vale ressaltar que para esses doentes a <strong>abordagem cir&uacute;rgica deve ser indicada em car&aacute;ter de urg&ecirc;ncia.<\/strong><\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-apendicite-com-apresentacao-tardia\">Apendicite com apresenta&ccedil;&atilde;o tardia<\/h4><p>Caracterizada por casos que<strong> n&atilde;o s&atilde;o diagnosticados de imediato, mas apenas ap&oacute;s 4 a 5 dias<\/strong>. Uma das apresenta&ccedil;&otilde;es t&iacute;picas &eacute; o <strong>abscesso intra-abdominal ou flegm&atilde;o, que s&atilde;o consequ&ecirc;ncia de perfura&ccedil;&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o<\/strong>. Para esses pacientes, o mais indicado &eacute; que seja feita a <strong>antibioticoterapia<\/strong>, a <strong>cirurgia nesse momento possui maior n&uacute;mero de complica&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis<\/strong> como reopera&ccedil;&otilde;es, forma&ccedil;&atilde;o de novos abcessos, f&iacute;stulas, ader&ecirc;ncias, pneumonia, sepse, tromboembolismo venoso e obstru&ccedil;&atilde;o, devendo ser adiada algumas semanas e estudada com cautela. Em alguns desses casos, pode ser necess&aacute;ria a nomeada <strong>apendicectomia de intervalo<\/strong>.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cuidados-e-recuperacao-pos-procedimento\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Cuidados-e-Recuperacao-pos-procedimento\"><\/span>Cuidados e Recupera&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-procedimento<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os cuidados m&eacute;dicos necess&aacute;rios ap&oacute;s a apendicectomia s&atilde;o principalmente direcionados para os<strong> casos em que houve perfura&ccedil;&atilde;o do ap&ecirc;ndice com extravasamento de conte&uacute;do para o interior da cavidade abdominal<\/strong>. Para esses pacientes, a <strong>interna&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-operat&oacute;ria &eacute; mais prolongada e os riscos envolvidos s&atilde;o consideravelmente maiores<\/strong>. Caso haja perfura&ccedil;&atilde;o, a<strong> antibioticoterapia deve ser continuada <\/strong>ap&oacute;s o procedimento at&eacute; que o paciente apresente<strong> temperatura e contagem leucocit&aacute;ria normais<\/strong>. Em alguns casos, pode ser necess&aacute;ria a coloca&ccedil;&atilde;o de <strong>drenos<\/strong>.<\/p><p>Al&eacute;m disso, para os <strong>casos n&atilde;o complicados, normalmente o tempo de interna&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-operat&oacute;ria &eacute; de 1 ou 2 dias, o recomendado &eacute; repouso absoluto por 7 dias e exerc&iacute;cios ou esfor&ccedil;os f&iacute;sicos devem ser evitados por um per&iacute;odo de 1 m&ecirc;s.<\/strong><\/p><p>Aproveitou o conte&uacute;do? O blog do <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> tem muito mais esperando por voc&ecirc;! 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