{"id":80912,"date":"2025-01-19T22:20:18","date_gmt":"2025-01-20T01:20:18","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=80912"},"modified":"2025-02-26T09:12:30","modified_gmt":"2025-02-26T12:12:30","slug":"resumo-sobre-insuficiencia-ovariana-primaria-manifestacoes-clinicas-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-insuficiencia-ovariana-primaria-manifestacoes-clinicas-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo sobre Insufici\u00eancia Ovariana Prim\u00e1ria: manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e mais!"},"content":{"rendered":"<p>E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? Hoje o foco &eacute; a <strong>Insufici&ecirc;ncia Ovariana Prematura<\/strong>, uma condi&ccedil;&atilde;o em que os ov&aacute;rios perdem sua fun&ccedil;&atilde;o antes dos 40 anos, resultando em altera&ccedil;&otilde;es hormonais, irregularidade menstrual e impacto na fertilidade.<p>O <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> est&aacute; aqui para descomplicar esse conceito e ajudar voc&ecirc; a aprimorar seus conhecimentos, garantindo uma pr&aacute;tica cl&iacute;nica cada vez mais assertiva.<\/p><p>Vamos nessa!<\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-insuficiencia-ovariana-primaria-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Definicao-de-Insuficiencia-Ovariana-Primaria-IOP\" >Defini&ccedil;&atilde;o de Insufici&ecirc;ncia Ovariana Prim&aacute;ria (IOP)<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-insuficiencia-ovariana-primaria-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Etiologias-da-Insuficiencia-Ovariana-Primaria\" >Etiologias da Insufici&ecirc;ncia Ovariana Prim&aacute;ria<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-insuficiencia-ovariana-primaria-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Manifestacoes-clinicas-da-Insuficiencia-Ovariana-Primaria\" >Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da Insufici&ecirc;ncia Ovariana Prim&aacute;ria<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-insuficiencia-ovariana-primaria-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Diagnostico-de-Insuficiencia-Ovariana-Primaria\" >Diagn&oacute;stico de Insufici&ecirc;ncia Ovariana Prim&aacute;ria<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-insuficiencia-ovariana-primaria-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Tratamento-da-Insuficiencia-Ovariana-Primaria\" >Tratamento da Insufici&ecirc;ncia Ovariana Prim&aacute;ria<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-insuficiencia-ovariana-primaria-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#De-olho-na-prova\" >De olho na prova!<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-insuficiencia-ovariana-primaria-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m!<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-insuficiencia-ovariana-primaria-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Referencias\" >Refer&ecirc;ncias<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-definicao-de-insuficiencia-ovariana-primaria-iop\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Definicao-de-Insuficiencia-Ovariana-Primaria-IOP\"><\/span>Defini&ccedil;&atilde;o de Insufici&ecirc;ncia Ovariana Prim&aacute;ria (IOP)<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A insufici&ecirc;ncia ovariana prematura (IOP) &eacute; definida como a perda da fun&ccedil;&atilde;o ovariana antes dos 40 anos, caracterizando-se por hipogonadismo hipergonadotr&oacute;fico. Essa condi&ccedil;&atilde;o &eacute; marcada por oligomenorreia ou amenorreia, sintomas de defici&ecirc;ncia estrog&ecirc;nica, n&iacute;veis elevados de gonadotrofinas (horm&ocirc;nio fol&iacute;culo-estimulante &ndash; FSH e horm&ocirc;nio luteinizante &ndash; LH) e infertilidade.&nbsp;<\/p><p>Apesar de compartilhar semelhan&ccedil;as com a menopausa, como hipoestrogenemia e altera&ccedil;&otilde;es menstruais, a IOP &eacute; distinta por ocorrer precocemente e por apresentar um padr&atilde;o intermitente de fun&ccedil;&atilde;o ovariana em muitas pacientes. Algumas mulheres podem ovular ou menstruar ocasionalmente, e cerca de 5 a 10% conseguem conceber e levar a termo uma gravidez normal, mesmo ap&oacute;s o diagn&oacute;stico.<\/p><p>A IOP n&atilde;o deve ser confundida com a insufici&ecirc;ncia ovariana induzida, que resulta de interven&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas como salpingo-ooforectomia bilateral, quimioterapia ou radioterapia. Al&eacute;m disso, o termo &ldquo;reserva ovariana diminu&iacute;da&rdquo; tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; sin&ocirc;nimo de IOP.&nbsp;<\/p><p>Enquanto a reserva ovariana diminu&iacute;da descreve a responsividade prejudicada dos ov&aacute;rios &agrave; estimula&ccedil;&atilde;o hormonal, mantendo ciclos menstruais regulares, a IOP representa um espectro mais amplo de comprometimento da fun&ccedil;&atilde;o ovariana. Essa condi&ccedil;&atilde;o reflete a deple&ccedil;&atilde;o precoce ou o comprometimento funcional do pool folicular ovariano, diferenciando-se de processos naturais, como a menopausa, que ocorre em m&eacute;dia aos 51,4 anos.<\/p><p>\n\n\n\n<div class=\"estrategia-catalog\"><p>Categoria \"Extensivo de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica\" n\u00e3o encontrada no cat\u00e1logo.<\/p><\/div>\n\n\n\n<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-etiologias-da-insuficiencia-ovariana-primaria\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Etiologias-da-Insuficiencia-Ovariana-Primaria\"><\/span>Etiologias da Insufici&ecirc;ncia Ovariana Prim&aacute;ria<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Em torno de 50% dos casos n&atilde;o apresentam uma causa definida, sendo classificados como idiop&aacute;ticos. As doen&ccedil;as autoimunes s&atilde;o respons&aacute;veis por aproximadamente 30% dos casos, seguidas por anomalias cromoss&ocirc;micas.&nbsp;<\/p><p>Embora existam outras causas associadas &agrave; IOP, essas ainda carecem de esclarecimento em rela&ccedil;&atilde;o aos mecanismos que a desencadeiam. Pode haver fatores gen&eacute;ticos n&atilde;o identificados em algumas dessas condi&ccedil;&otilde;es.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-causas-autoimunes\">Causas autoimunes<\/h3><p>As doen&ccedil;as autoimunes est&atilde;o entre as causas mais comuns de IOP, com destaque para as autoimunes tireoidianas, associadas em at&eacute; 20% dos casos. Outras condi&ccedil;&otilde;es autoimunes, como insufici&ecirc;ncia adrenal (doen&ccedil;a de Addison), diabetes mellitus tipo 1, hipoparatireoidismo, entre outras, tamb&eacute;m s&atilde;o mencionadas.&nbsp;<\/p><p>Doen&ccedil;as autoimunes n&atilde;o end&oacute;crinas, como p&uacute;rpura trombocitop&ecirc;nica idiop&aacute;tica, vitiligo, alopecia, l&uacute;pus eritematoso sist&ecirc;mico e artrite reumatoide, tamb&eacute;m t&ecirc;m sido associadas &agrave; IOP. No entanto, a caracteriza&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a autoimune ovariana &eacute; dif&iacute;cil, pois n&atilde;o existem marcadores espec&iacute;ficos para os autoanticorpos ovarianos, e a presen&ccedil;a de anticorpos &eacute; rara.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-causas-geneticas\">Causas gen&eacute;ticas<\/h3><p>Altera&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas t&ecirc;m sido cada vez mais reconhecidas como causas de IOP, com mais de 15% das mulheres com a condi&ccedil;&atilde;o apresentando muta&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas. Essas altera&ccedil;&otilde;es podem estar associadas ao cromossomo X ou serem autoss&ocirc;micas. Mulheres com a s&iacute;ndrome de Turner, por exemplo, apresentam atresia folicular acelerada ap&oacute;s a 20&ordf; semana de gesta&ccedil;&atilde;o, levando &agrave; perda precoce da fun&ccedil;&atilde;o ovariana.&nbsp;<\/p><p>Outras condi&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas, como a s&iacute;ndrome do X fr&aacute;gil e a s&iacute;ndrome blefarofimose-ptose-epicanto invertido (BPES), tamb&eacute;m podem estar relacionadas &agrave; IOP. Defeitos gen&eacute;ticos nas enzimas da esteroidog&ecirc;nese e muta&ccedil;&otilde;es no gene da aromatase tamb&eacute;m podem resultar em IOP. A IOP gen&eacute;tica manifesta-se geralmente antes dos 30 anos.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-causas-iatrogenicas\">Causas iatrog&ecirc;nicas<\/h3><p>Tratamentos m&eacute;dicos, como quimioterapia e radia&ccedil;&atilde;o ionizante, podem causar IOP. Quimioterapia &eacute; particularmente associada a IOP em mulheres jovens, com risco maior para aquelas tratadas para c&acirc;ncer de mama. A radia&ccedil;&atilde;o ovariana tamb&eacute;m pode ser gonadot&oacute;xica, dependendo da dose e da &aacute;rea irradiada, e tem maior impacto em mulheres com mais de 40 anos.&nbsp;<\/p><p>Al&eacute;m disso, algumas drogas e toxinas ambientais, como o fumo, podem contribuir para a perda ovariana, embora mais pesquisas sejam necess&aacute;rias para esclarecer os mecanismos exatos. Cirurgias p&eacute;lvicas, como a remo&ccedil;&atilde;o de tecido ovariano ou a emboliza&ccedil;&atilde;o da art&eacute;ria uterina, tamb&eacute;m podem diminuir a fun&ccedil;&atilde;o ovariana, levando &agrave; IOP.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-causas-infecciosas\">Causas Infecciosas<\/h3><p>Embora existam relatos hist&oacute;ricos de rela&ccedil;&atilde;o entre doen&ccedil;as infecciosas e IOP, as evid&ecirc;ncias n&atilde;o s&atilde;o conclusivas. Doen&ccedil;as como parotidite, rub&eacute;ola, varicela, herpes-z&oacute;ster e HIV t&ecirc;m sido associadas &agrave; perda da fun&ccedil;&atilde;o ovariana, mas muitas dessas associa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o baseadas em dados recordat&oacute;rios. O HIV, por exemplo, pode causar uma perda precoce da fun&ccedil;&atilde;o ovariana, mas a rela&ccedil;&atilde;o direta com o v&iacute;rus ainda &eacute; incerta, e fatores como tabagismo podem ter um papel mais relevante.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-manifestacoes-clinicas-da-insuficiencia-ovariana-primaria\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Manifestacoes-clinicas-da-Insuficiencia-Ovariana-Primaria\"><\/span>Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da Insufici&ecirc;ncia Ovariana Prim&aacute;ria<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A IOP &eacute; frequentemente associada a irregularidades menstruais, como oligomenorreia ou amenorreia. Muitas mulheres podem procurar ajuda devido a dificuldades para engravidar ou amenorreia prim&aacute;ria.&nbsp;<\/p><p>A IOP pode se manifestar ap&oacute;s o uso de contraceptivos orais (COs), quando as altera&ccedil;&otilde;es no ciclo menstrual e outros sintomas se tornam aparentes apenas ap&oacute;s a interrup&ccedil;&atilde;o do anticoncepcional.<\/p><p>Sem reposi&ccedil;&atilde;o estrog&ecirc;nica, as mulheres com IOP enfrentam diversos riscos e sintomas:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Fogachos<\/strong>: sintomas vasomotores podem aparecer antes das altera&ccedil;&otilde;es menstruais e s&atilde;o mais frequentes quando os n&iacute;veis de estrog&ecirc;nio est&atilde;o baixos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Perda &oacute;ssea e osteoporose<\/strong>: mulheres com IOP t&ecirc;m maior risco de perda &oacute;ssea, osteoporose e fraturas, com evid&ecirc;ncias de defici&ecirc;ncia de vitamina D e ingest&atilde;o inadequada de c&aacute;lcio.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sintomas geniturin&aacute;rios<\/strong>: a progress&atilde;o da IOP pode levar a vaginite atr&oacute;fica e dispareunia, caso o estrog&ecirc;nio n&atilde;o seja reposto.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sa&uacute;de sexual<\/strong>: a fun&ccedil;&atilde;o sexual pode ser afetada pela defici&ecirc;ncia estrog&ecirc;nica e fatores psicossociais. Mulheres com IOP apresentam fun&ccedil;&atilde;o sexual mais baixa, mas a terapia estrog&ecirc;nica sist&ecirc;mica n&atilde;o melhora esses sintomas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Morbidade e mortalidade cardiovascular<\/strong>: a IOP est&aacute; associada a maior risco cardiovascular, possivelmente devido &agrave; disfun&ccedil;&atilde;o endotelial, com risco aumentado de doen&ccedil;as card&iacute;acas isqu&ecirc;micas e AVC.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dem&ecirc;ncia e decl&iacute;nio cognitivo<\/strong>: mulheres com IOP precoce podem ter maior risco de dem&ecirc;ncia e decl&iacute;nio cognitivo, especialmente se n&atilde;o receberem reposi&ccedil;&atilde;o estrog&ecirc;nica.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sa&uacute;de emocional<\/strong>: o diagn&oacute;stico de IOP &eacute; frequentemente traum&aacute;tico, afetando a sa&uacute;de emocional. Mulheres com IOP t&ecirc;m maior preval&ecirc;ncia de depress&atilde;o e ansiedade, com o estigma e a incerteza sobre a doen&ccedil;a sendo fatores significativos.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-de-insuficiencia-ovariana-primaria\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico-de-Insuficiencia-Ovariana-Primaria\"><\/span>Diagn&oacute;stico de Insufici&ecirc;ncia Ovariana Prim&aacute;ria<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico da Insufici&ecirc;ncia Ovariana Prim&aacute;ria (IOP) &eacute; indicado em mulheres com menos de 40 anos que apresentem ciclos menstruais longos ou per&iacute;odos de amenorreia (aus&ecirc;ncia de menstrua&ccedil;&atilde;o) por 4 a 6 meses, ou em casos de amenorreia prim&aacute;ria.&nbsp;<\/p><p>O principal exame para o diagn&oacute;stico &eacute; a dosagem de FSH (horm&ocirc;nio fol&iacute;culo-estimulante), com um n&iacute;vel de corte historicamente aceito de 40 mUI\/mL. No entanto, uma nova abordagem sugere que o diagn&oacute;stico de IOP deve ser feito quando o n&iacute;vel de FSH for superior a 25 mUI\/mL, conforme proposto pela European Society of Embriology and Human Reproduction (ESHERE). Para confirmar o diagn&oacute;stico, &eacute; necess&aacute;rio obter valores de FSH acima do n&iacute;vel de corte em dois momentos distintos, com intervalo de pelo menos quatro semanas, devido &agrave;s flutua&ccedil;&otilde;es naturais dos n&iacute;veis de FSH.<\/p><p>Al&eacute;m do FSH, a dosagem de estradiol pode ser realizada, mas sempre deve ser analisada em conjunto com o FSH e as informa&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas sobre o ciclo menstrual. A IOP n&atilde;o implica necessariamente no esgotamento completo dos fol&iacute;culos ovarianos, mas sim em uma redu&ccedil;&atilde;o suficiente na reserva folicular para causar manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas, como sintomas vasomotores e dificuldades reprodutivas.<\/p><p>Se os n&iacute;veis de FSH forem superiores a 15 mUI\/mL, mas inferiores a 30 mUI\/mL, e se os n&iacute;veis de estradiol (E2) forem superiores a 50 pg\/mL ou a rela&ccedil;&atilde;o LH\/FSH for superior a 1,0, isso pode sugerir a presen&ccedil;a de fol&iacute;culos ovarianos. A ultrassonografia pode ajudar a identificar ov&aacute;rios de tamanho normal ou a presen&ccedil;a de fol&iacute;culos antrais. Quando h&aacute; suspeita de fol&iacute;culos, a possibilidade de gesta&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea deve ser discutida com a paciente.<\/p><p>A investiga&ccedil;&atilde;o da etiologia da IOP inclui uma anamnese detalhada e testes gen&eacute;ticos, como an&aacute;lise cromoss&ocirc;mica para mulheres com IOP precoce (antes dos 30 anos), e investiga&ccedil;&atilde;o para a pr&eacute;-muta&ccedil;&atilde;o do X fr&aacute;gil em casos familiares.&nbsp;<\/p><p>Causas autoimunes, como hipotireoidismo ou doen&ccedil;a de Addison, podem ser investigadas por meio de exames espec&iacute;ficos, como anticorpos anti-TPO e anti-21-hidroxilase. Al&eacute;m disso, causas iatrog&ecirc;nicas, como cirurgias ou tratamentos com radia&ccedil;&atilde;o e quimioterapia, devem ser consideradas com base na hist&oacute;ria cl&iacute;nica da paciente.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-da-insuficiencia-ovariana-primaria\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento-da-Insuficiencia-Ovariana-Primaria\"><\/span>Tratamento da Insufici&ecirc;ncia Ovariana Prim&aacute;ria<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O tratamento da insufici&ecirc;ncia ovariana prim&aacute;ria (IOP) baseia-se principalmente na reposi&ccedil;&atilde;o hormonal, com o objetivo de restabelecer os n&iacute;veis hormonais femininos e tratar as complica&ccedil;&otilde;es associadas &agrave; condi&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p><p>O principal componente do tratamento &eacute; a <strong>terapia de reposi&ccedil;&atilde;o estrog&ecirc;nica<\/strong> (TRH), que &eacute; indicada para aliviar sintomas da defici&ecirc;ncia hormonal, como ondas de calor, dist&uacute;rbios do humor, e para prevenir complica&ccedil;&otilde;es a longo prazo, como a perda &oacute;ssea.<\/p><p>Em casos em que o diagn&oacute;stico ocorre durante o per&iacute;odo puberal e n&atilde;o h&aacute; desenvolvimento adequado dos caracteres sexuais secund&aacute;rios, &eacute; necess&aacute;rio induzir a puberdade com doses baixas de estradiol (17&beta;-estradiol), aumentando gradualmente ao longo de 2 a 3 anos.&nbsp;<\/p><p>Ap&oacute;s o in&iacute;cio da puberdade, a introdu&ccedil;&atilde;o de progestag&ecirc;nios deve ocorrer dois anos ap&oacute;s a indu&ccedil;&atilde;o com estradiol ou assim que o primeiro sangramento menstrual se manifeste. Para mulheres diagnosticadas em idades mais avan&ccedil;adas, sem preocupa&ccedil;&atilde;o com o crescimento, a dose de estradiol pode ser iniciada de forma mais r&aacute;pida e progressiva.<\/p><p>A administra&ccedil;&atilde;o de estrog&ecirc;nio pode ser feita de diferentes formas, como adesivos transd&eacute;rmicos, gel percut&acirc;neo ou via oral, sendo os n&iacute;veis de estradiol ajustados conforme a necessidade. O regime de progestag&ecirc;nio tamb&eacute;m varia conforme a escolha do regime cont&iacute;nuo ou c&iacute;clico, visando proteger o endom&eacute;trio e prevenir c&acirc;ncer endometrial.<\/p><p>Al&eacute;m disso, a terapia de reposi&ccedil;&atilde;o hormonal deve ser mantida at&eacute; os 50 anos, idade esperada para a menopausa natural, e, ap&oacute;s essa idade, a continuidade do tratamento deve ser discutida com a paciente, levando em conta as indica&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas para cada caso.<\/p><p>A administra&ccedil;&atilde;o de testosterona, embora menos estudada, pode ser considerada em casos de IOP por disgenesia gonadal ou ooforectomia, para aliviar sintomas de insufici&ecirc;ncia androg&ecirc;nica, mas em doses bem controladas para evitar efeitos colaterais.<\/p><p>A IOP tamb&eacute;m exige uma abordagem multidisciplinar, incluindo orienta&ccedil;&otilde;es sobre dieta (ricos em c&aacute;lcio e vitamina D), pr&aacute;tica de atividades f&iacute;sicas e suporte emocional e sexual. Para mulheres sem prole e que desejam engravidar, a fertiliza&ccedil;&atilde;o assistida com doa&ccedil;&atilde;o de &oacute;vulos pode ser uma op&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-de-olho-na-prova\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"De-olho-na-prova\"><\/span>De olho na prova!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>N&atilde;o pense que esse assunto est&aacute; fora das provas de resid&ecirc;ncia, concursos p&uacute;blicos e avalia&ccedil;&otilde;es da gradua&ccedil;&atilde;o. Veja abaixo:<\/p><p><em>SP &ndash; PUC Sorocaba &ndash; 2025 &ndash; Resid&ecirc;ncia (Acesso Direto)<\/em><\/p><p>Mulher nuligesta de 29 anos, que apresentou ciclos irregulares (intervalos de 45 a 60 dias, sangramento de 3 dias, com intensidade leve) ao longo do primeiro semestre do ano passado. Sua &uacute;ltima menstrua&ccedil;&atilde;o foi h&aacute; 10 meses. Desde o in&iacute;cio do quadro, tem a sensa&ccedil;&atilde;o de calor exagerado, que surge em ondas, associados &agrave; descarga de sudorese, especialmente &agrave; noite, o que prejudica seu sono. Percebeu tamb&eacute;m dispareunia de penetra&ccedil;&atilde;o, redu&ccedil;&atilde;o da libido sexual e anorgasmia. Assinale a alternativa INCORRETA frente a esta situa&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica:<\/p><p>A) Ser&aacute; necess&aacute;rio avaliar pelo menos duas vezes os n&iacute;veis s&eacute;ricos de estradiol e FSH para defini&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico;<\/p><p>B) No caso de n&atilde;o haver desejo reprodutivo, o m&eacute;todo contraceptivo deve ser associado ao uso da terapia hormonal (TH);<\/p><p>C) Para a TH, a dose de estrog&ecirc;nio usualmente &eacute; maior do que a prescrita na menopausa habitual;<\/p><p>D) O uso seguro de terapia hormonal dever&aacute; respeitar o tempo de at&eacute; cinco anos, ser for efetuada a TH estroprogestativa.<\/p><p>Op&ccedil;&atilde;o correta: Alternativa &ldquo;<strong>D<\/strong>&rdquo;<\/p><p><strong><a id=\"cta\" class=\"cta-imagem\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/cursos\/extensivo-de-residncia-mdica\/\" target=\"blank\">\n                <img decoding=\"async\" width=\"100%\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/extensivo_rm.jpg\" alt=\"Extensivo RM\" title=\"extensivo_rm\">\n        <\/a><\/strong><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-veja-tambem\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/procedimentos\/resumo-sobre-histerectomia-indicacoes-tecnica-cirurgica-e-muito-mais\/\">Resumo sobre histerectomia: indica&ccedil;&otilde;es, t&eacute;cnica cir&uacute;rgica e muito mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-sobre-endometrio-composicao-funcoes-e-mais\/\">Resumo sobre endom&eacute;trio: composi&ccedil;&atilde;o, fun&ccedil;&otilde;es e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/casos-clinicos\/caso-clinico-sangramento-uterino-anormal-o-que-e-causas-e-mais\/\">Caso Cl&iacute;nico Sangramento Uterino Anormal: o que &eacute;, causas e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-metodos-contraceptivos-o-que-sao-quais-as-diferencas-e-mais\/\">Resumo sobre M&eacute;todos Contraceptivos: o que s&atilde;o, quais s&atilde;o as diferen&ccedil;as e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-donovanose-definicao-quadro-clinico-e-mais\/\">Resumo sobre Donovanose: defini&ccedil;&atilde;o, quadro cl&iacute;nico e mais!<\/a><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias\"><\/span>Refer&ecirc;ncias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Corrine K Welt, MD. <strong>Clinical manifestations and diagnosis of primary ovarian insufficiency (premature ovarian failure).<\/strong> UpToDate, 2024. Dispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/www.uptodate.com\/contents\/clinical-manifestations-and-diagnosis-of-primary-ovarian-insufficiency-premature-ovarian-failure\/contributors\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UpToDate<\/a><\/p><p>Corrine K Welt, MD. <strong>Management of primary ovarian insufficiency (premature ovarian failure).<\/strong> UpToDate, 2024. Dispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/www.uptodate.com\/contents\/management-of-primary-ovarian-insufficiency-premature-ovarian-failure\/contributors\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UpToDate<\/a><\/p><p><strong>Tratado de Ginecologia FEBRASGO <\/strong>&ndash; 1. ed. &ndash; Rio de Janeiro: Elsevier, 2019. BEREK, J.S.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? 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