{"id":8180,"date":"2021-08-11T21:13:59","date_gmt":"2021-08-12T00:13:59","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategiaeducacional.com.br\/blog\/?p=8180"},"modified":"2022-06-09T20:05:16","modified_gmt":"2022-06-09T23:05:16","slug":"gonorreia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/","title":{"rendered":"Gonorreia: sintomas, tratamentos e muito mais!"},"content":{"rendered":"<p>Quer saber mais sobre a <strong>gonorreia<\/strong>? O Estrat&eacute;gia MED separou as principais informa&ccedil;&otilde;es sobre o assunto para voc&ecirc;. Vamos l&aacute;!<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#O-que-e-gonorreia\" >O que &eacute; gonorreia?<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#Uretrite\" >Uretrite&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#Cervicite\" >Cervicite<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#Conjuntivite\" >Conjuntivite<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#Doenca-inflamatoria-pelvica\" >Doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria p&eacute;lvica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m:<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-e-gonorreia\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O-que-e-gonorreia\"><\/span>O que &eacute; gonorreia?<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A gonorreia &eacute; uma <strong>infec&ccedil;&atilde;o sexualmente transmiss&iacute;vel causada por uma <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/bacterias\/\" target=\"_blank\">bact&eacute;ria<\/a> Gram-negativa, um diplococo, chamada de <em>Neisseria gonorrhoeae<\/em><\/strong><em>. <\/em>Tendo os &oacute;rg&atilde;os sexuais como local de origem mais comum, a infec&ccedil;&atilde;o pode cursar com<strong> importantes comprometimentos e sintomatologia sist&ecirc;mica<\/strong>. Sabe-se que o <strong>diplococo em quest&atilde;o &eacute; aer&oacute;bio, intracelular, im&oacute;vel e n&atilde;o formador de esporos<\/strong>. Uma caracter&iacute;stica estrutural importante do agente causador, que inclusive contribui para a patogenicidade, &eacute; a presen&ccedil;a de <strong>&lsquo;pili&rsquo;<\/strong>, um prolongamento proteico que auxilia na <strong>sustenta&ccedil;&atilde;o, ader&ecirc;ncia, transmissibilidade e fixa&ccedil;&atilde;o do coco no hospedeiro<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-epidemiologia\">Epidemiologia<\/h3><p>A epidemiologia da gonorreia possui apresenta&ccedil;&atilde;o estat&iacute;stica semelhante &agrave; de outras infec&ccedil;&otilde;es sexualmente transmiss&iacute;veis, como a <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/sifilis\/\" target=\"_blank\">s&iacute;filis<\/a>. A gonorreia &eacute; <strong>uma das doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis mais frequentes no mundo e os dados mostram que h&aacute; quase 200 milh&otilde;es de casos novos todos os anos<\/strong>.<\/p><p>A preval&ecirc;ncia da gonorreia &eacute; mais comum na<strong> popula&ccedil;&atilde;o sexualmente ativa<\/strong>, especialmente entre <strong>15 a 24 anos<\/strong>, mas pode se apresentar em qualquer faixa et&aacute;ria, com grande destaque para indiv&iacute;duos com rela&ccedil;&otilde;es sexuais desprotegidas com parceiros diversos. Importante mencionar que casos da infec&ccedil;&atilde;o em crian&ccedil;as podem ser um sinal de abuso sexual que deve ser investigado. Por outro lado, <strong>rec&eacute;m-nascidos podem se contaminar na passagem pelo canal vaginal, nessa situa&ccedil;&atilde;o o principal sintoma &eacute; a conjuntivite<\/strong>.<\/p><p>A possibilidade de transmiss&atilde;o da infec&ccedil;&atilde;o, de mulheres para homens, ap&oacute;s um sexo vaginal&nbsp; &eacute; de <strong>20%<\/strong> e a taxa de transmiss&atilde;o de homens para mulheres pode ser mais alta. A taxa de <strong>coinfec&ccedil;&atilde;o com clam&iacute;dia, cujo agente causador &eacute; <\/strong><strong><em>Chlamydia trachomatis<\/em><\/strong><em>, <\/em>&eacute; de at&eacute; 25% em homens heterossexuais e de at&eacute; 50% nas mulheres, sendo um importante diagn&oacute;stico diferencial.<\/p><p>A preval&ecirc;ncia estimada da gonorreia &eacute; de <strong>0,8% da popula&ccedil;&atilde;o mundial e esse n&uacute;mero, no Brasil, pode chegar a 1,4% entre a popula&ccedil;&atilde;o de 15 a 49 anos,<\/strong> com quase<strong> 500 mil casos novos todos os anos.&nbsp;<\/strong><\/p><p>O paciente, quando infectado, pode manifestar diferentes formas da doen&ccedil;a, com sintomas variados, diagn&oacute;sticos espec&iacute;ficos e tratamento mais direcionados. As principais formas s&atilde;o:<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-uretrite\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Uretrite\"><\/span>Uretrite&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sintomas\">Sintomas<\/h3><p>O <strong>per&iacute;odo de incuba&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a costuma ser de 2 a 5 dias<\/strong> ap&oacute;s o contato sexual contagiante. Ap&oacute;s esse per&iacute;odo, os principais sintomas relatados pelos homens s&atilde;o decorrentes da<strong> uretrite<\/strong>, como:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Dis&uacute;ria;<\/strong><\/li><li><strong>Prurido intrauretral com sensa&ccedil;&atilde;o de formigamento; <\/strong>e<\/li><li><strong>Fluxo uretral mucoso,<\/strong> o qual evolui para aspecto mucopurulento de colora&ccedil;&atilde;o amarelo-esverdeado cuja elimina&ccedil;&atilde;o &eacute; <strong>espont&acirc;nea e em grande quantidade<\/strong>.<\/li><\/ul><p>Depois desse momento sintom&aacute;tico inicial, as por&ccedil;&otilde;es pr&oacute;ximas ao meato uretral tendem a se tornar <strong>edemaciadas e eritematosas, inclusive, causando dor<\/strong>. A <strong>epididimite<\/strong> pode estar presente, com dor unilateral no escroto que apresenta <strong>sensibilidade e edema<\/strong>. A infec&ccedil;&atilde;o pode evoluir e comprometer a uretra posterior o que tende a aumentar o volume do conte&uacute;do inflamat&oacute;rio expelido. Os sintomas decorrentes que podem estar presentes s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Polaci&uacute;ria;<\/strong><\/li><li><strong>Ard&ecirc;ncia ao urinar com dis&uacute;ria; <\/strong>e<\/li><li><strong>Sensa&ccedil;&atilde;o de corte &agrave; mic&ccedil;&atilde;o<\/strong>.<\/li><\/ul><p>Por outro lado, nas mulheres, os sintomas podem ser menos presentes e a preval&ecirc;ncia de <strong>pacientes assintom&aacute;ticas<\/strong> &eacute; elevada. Quando os sinais est&atilde;o presentes, normalmente s&atilde;o decorrentes da <strong>inflama&ccedil;&atilde;o das gl&acirc;ndulas de Skene (skenite)<\/strong>, cursando com <strong>secre&ccedil;&atilde;o amarelada, urg&ecirc;ncia urin&aacute;ria e dis&uacute;ria<\/strong>.&nbsp;<\/p><p>Algumas<strong> complica&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis da infec&ccedil;&atilde;o por gonorreia no homem s&atilde;o<\/strong>: balanopostite, epididimite, estenose uretral, esterilidade e infertilidade, prostatite e infec&ccedil;&atilde;o nos canais e gl&acirc;ndulas de Littr&eacute; e de Cowper. <strong>J&aacute; nas mulheres, algumas das poss&iacute;veis complica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o<\/strong>: anexite, salpingite, <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/gestacao-ectopica\/\" target=\"_blank\">gravidez tub&aacute;ria<\/a>, infertilidade e esterilidade, cistite, bartolinite e <strong>doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria p&eacute;lvica.<\/strong><\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico\">Diagn&oacute;stico<\/h3><p>O diagn&oacute;stico deve ser feito, principalmente, por meio de <strong>exames laboratoriais<\/strong>, j&aacute; que a sintomatologia &eacute; pouco espec&iacute;fica e a gonorreia apresenta importantes <strong>diagn&oacute;sticos diferenciais, como outras doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis e uretrites n&atilde;o gonoc&oacute;cicas<\/strong>.<\/p><p>Existem alguns <strong>exames laboratoriais <\/strong>poss&iacute;veis e dispon&iacute;veis para o diagn&oacute;stico, os principais s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Exame bacter&iacute;osc&oacute;pico<\/strong>: a presen&ccedil;a do pat&oacute;geno &eacute; pesquisada na secre&ccedil;&atilde;o uretral colhida por exame direto. Quando o exame<strong> &eacute; positivo para diplococos Gram-negativos intracelulares, ap&oacute;s colora&ccedil;&atilde;o por m&eacute;todo de Gram, o diagn&oacute;stico &eacute; conclu&iacute;do<\/strong>. Vale ressaltar que se o exame for negativo para a bact&eacute;ria da gonorreia, o mais indicado &eacute; que seja iniciado tratamento para<strong> clam&iacute;dia<\/strong>;<\/li><li><strong>Cultura<\/strong>: com uso de <strong>meios enriquecidos e seletivos <\/strong>para o crescimento da <em>N. gonorrhoeae. <\/em>Os meios mais utilizados s&atilde;o os de Thayer-Martin modificado, New York City (NYC) e o meio de Martin Lewis. <strong>Caso a cultura seja positiva para a bact&eacute;ria em quest&atilde;o, o diagn&oacute;stico &eacute; conclu&iacute;do<\/strong>; e<\/li><li><strong>Prova de degrada&ccedil;&atilde;o de carboidratos<\/strong>: esse exame permite visualizar a produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;cido formado como resultado da degrada&ccedil;&atilde;o de macromol&eacute;culas org&acirc;nicas, normalmente, &eacute; indicado para a diferencia&ccedil;&atilde;o do agente causador dentro do g&ecirc;nero <em>Neisseria<\/em>.<\/li><\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento\">Tratamento<\/h3><p>O tratamento &eacute; feito &agrave; base de <strong>antibioticoterapia<\/strong>, que pode ser feita por meio de diferentes drogas, posologias e combina&ccedil;&otilde;es dependendo da gravidade e das caracter&iacute;sticas da infec&ccedil;&atilde;o. As<strong> recomenda&ccedil;&otilde;es mais cl&aacute;ssicas para o tratamento da gonorreia eram<\/strong>:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Cefixima<\/strong> com dose &uacute;nica de 400 mg por via oral (esse esquema vem caindo em desuso);<\/li><li><strong>Ofloxacina<\/strong> com dose &uacute;nica de 400 mg por via oral;<\/li><li><strong>Ceftriaxona <\/strong>com dose &uacute;nica de 250 mg por administra&ccedil;&atilde;o intramuscular; e<\/li><li><strong>Ciprofloxacino <\/strong>com dose &uacute;nica de 500 mg por via oral (esse esquema vem caindo em desuso). Essa droga &eacute; contraindicada para pacientes com menos de 18 anos.<\/li><\/ul><p><strong>Entretanto, a monoterapia com antibi&oacute;tico est&aacute; sendo questionada por conta do consequente aumento da resist&ecirc;ncia a tais f&aacute;rmacos<\/strong>.<\/p><p>Uma alternativa terap&ecirc;utica atual, normalmente eficaz, e adotada por alguns servi&ccedil;os, inclusive pelo <strong>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de<\/strong>, &eacute; <strong>a administra&ccedil;&atilde;o de ceftriaxona com dose &uacute;nica de 500 mg por via intramuscular junto com uma dose de 1 g de azitromicina por via oral<\/strong>, tal esquema apresenta<strong> efic&aacute;cia de 99%<\/strong> no tratamento de infec&ccedil;&atilde;o gonoc&oacute;cica da uretra quando <strong>n&atilde;o complicada<\/strong>. Este esquema visa tratar n&atilde;o apenas o gonococo, mas tamb&eacute;m cobre a clam&iacute;dia, que frequentemente est&aacute; associada ao primeiro. Uma alternativa &eacute; a dose &uacute;nica de <strong>400 mg de cefixima por via oral + 1 g de azitromicina tamb&eacute;m por via oral<\/strong>.<\/p><p>Para pacientes al&eacute;rgicos &agrave;s cefalosporinas, o mais indicado &eacute; administra&ccedil;&atilde;o por via oral de <strong>320 mg de gemifloxacino + 2 g de azitromicina<\/strong>, tendo como alternativa a administra&ccedil;&atilde;o de <strong>gentamicina 240 mg por via intramuscular junto com 2 g de azitromicina por via oral<\/strong>.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cervicite\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Cervicite\"><\/span>Cervicite<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sintomas-1\">Sintomas<\/h3><p>A <strong>cervicite<\/strong> &eacute; um dos quadros mais comuns nas <strong>mulheres<\/strong> e, normalmente, apresenta-se de forma <strong>assintom&aacute;tica<\/strong>. Quando desencadeia sintomas, pode estar presente <strong>corrimento vaginal e c&eacute;rvice edemaciado<\/strong>. A cervicite gonoc&oacute;cica tamb&eacute;m pode cursar com <strong>outros sinais<\/strong> que, normalmente, s&atilde;o pouco espec&iacute;ficos, os principais s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Dispareunia<\/strong>, a dor ap&oacute;s o coito tamb&eacute;m pode estar presente;<\/li><li><strong>Sangramentos irregulares<\/strong>, que podem aparecer entre os per&iacute;odos menstruais ou ap&oacute;s a rela&ccedil;&atilde;o sexual;<\/li><li><strong>Irrita&ccedil;&atilde;o vaginal e\/ou vulvar<\/strong>; e<\/li><li><strong>Dis&uacute;ria<\/strong>.<\/li><\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-1\">Diagn&oacute;stico<\/h3><p>Assim como na uretrite, o diagn&oacute;stico da cervicite deve ser feito por meio de <strong>exames laboratoriais que confirmem a etiologia patog&ecirc;nica espec&iacute;fica do quadro<\/strong>. Infec&ccedil;&otilde;es por <strong><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/herpes-genital\/\" target=\"_blank\">v&iacute;rus herpes simples<\/a> e clam&iacute;dia<\/strong> s&atilde;o importantes diagn&oacute;sticos diferenciais afastados pelo exame laboratorial. Al&eacute;m disso, etiologias n&atilde;o infecciosas podem estar presentes, como <strong>alergias<\/strong>, <strong>rea&ccedil;&atilde;o a procedimentos ginecol&oacute;gicos e presen&ccedil;a de corpos estranhos<\/strong>. O principal exame utilizado &eacute; a<strong> an&aacute;lise do exsudato mucopurulento\/purulento<\/strong> e a<strong> friabilidade cervical pode estar presente<\/strong>, quando ocorre sangramento ap&oacute;s o toque do c&eacute;rvice com um cotonete, por exemplo.&nbsp;<\/p><p>A an&aacute;lise do material coletado &eacute; feita, principalmente, por <strong>exame bacter&iacute;osc&oacute;pico <\/strong>por t&eacute;cnica de<strong> PCR<\/strong>, que pesquisa a presen&ccedil;a do pat&oacute;geno na secre&ccedil;&atilde;o colhida por exame direto. Colora&ccedil;&atilde;o por <strong>t&eacute;cnica de Gram<\/strong> &eacute; outra possibilidade e quando o exame<strong> &eacute; positivo para diplococos Gram-negativos intracelulares, ap&oacute;s colora&ccedil;&atilde;o por m&eacute;todo de Gram, o diagn&oacute;stico &eacute; conclu&iacute;do<\/strong>. Vale ressaltar que se o exame for negativo para a bact&eacute;ria da gonorreia, o mais indicado &eacute; que seja iniciado tratamento para<strong> clam&iacute;dia<\/strong>. A <strong>cultura celular e a prova de degrada&ccedil;&atilde;o de carboidratos<\/strong> s&atilde;o t&eacute;cnicas menos comuns, mas que tamb&eacute;m podem ser utilizadas.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-1\">Tratamento<\/h3><p>O tratamento da cervicite gonoc&oacute;cica &eacute; semelhante ao tratamento da uretrite. Deve ser feito com <strong>a administra&ccedil;&atilde;o de ceftriaxona com dose &uacute;nica de 500 mg por via intramuscular junto com uma dose de 1 g de azitromicina por via oral<\/strong>. Uma alternativa &eacute; a dose &uacute;nica de <strong>400 mg de cefixima por via oral + 1 g de azitromicina tamb&eacute;m por via oral<\/strong>.<\/p><p>Para pacientes al&eacute;rgicos &agrave;s cefalosporinas, o mais indicado &eacute; administra&ccedil;&atilde;o por via oral de <strong>320 mg de gemifloxacino + 2 g de azitromicina<\/strong>, tendo como alternativa a administra&ccedil;&atilde;o de <strong>gentamicina 240 mg por via intramuscular junto com 2 g de azitromicina por via oral<\/strong>.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conjuntivite\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Conjuntivite\"><\/span>Conjuntivite<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sintomas-2\">Sintomas<\/h3><p>A conjuntivite gonoc&oacute;cica &eacute; uma doen&ccedil;a com apresenta&ccedil;&atilde;o <strong>predominantemente neonatal<\/strong>. A infec&ccedil;&atilde;o &eacute; adquirida, pelo beb&ecirc;, durante o parto, no <strong>momento da passagem pelo canal vaginal da m&atilde;e, que est&aacute; contaminado<\/strong>. Menos de 1% dos casos de conjuntivite neonatal possuem a bact&eacute;ria <strong><em>Neisseria gonorrhoeae <\/em><\/strong>como agente etiol&oacute;gico.<\/p><p>Normalmente, o quadro <strong>sintom&aacute;tico se apresenta nos primeiros 5 dias de vida e tende a ser um quadro agudo com presen&ccedil;a abundante de secre&ccedil;&atilde;o purulenta<\/strong>. Um dos achados mais frequentes &eacute; um <strong>edema importante das p&aacute;lpebras que pode causar equimose e libera&ccedil;&atilde;o de grande volume de exsudato<\/strong>. Importante mencionar que, se n&atilde;o tratada, pode evoluir para quadro de <strong>ulcera&ccedil;&atilde;o da c&oacute;rnea causando cegueira<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-2\">Diagn&oacute;stico<\/h3><p>Deve ser feito exame bacteriosc&oacute;pico de material conjuntival colhido. Pela colora&ccedil;&atilde;o de Gram, quando o exame<strong> for positivo para diplococos Gram-negativos intracelulares, o diagn&oacute;stico &eacute; conclu&iacute;do. <\/strong>A pesquisa do agente etiol&oacute;gico, por <strong>meio de cultura,<\/strong> ganha destaque na investiga&ccedil;&atilde;o da conjuntivite neonatal e o <strong>principal meio utilizado &eacute; o de Thayer-Martin modificado<\/strong>. O <strong>exame NAAT ou teste de amplifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;cido nucleico<\/strong> tamb&eacute;m pode ser utilizado e apresenta elevada sensibilidade na<strong> pesquisa direta da bact&eacute;ria<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-2\">Tratamento<\/h3><p>O tratamento deve ser <strong>iniciado imediatamente <\/strong>e o paciente rec&eacute;m-nascido deve ser <strong>hospitalizado<\/strong>, principalmente para evitar maiores complica&ccedil;&otilde;es oftalmol&oacute;gicas e\/ou sist&ecirc;micas. A droga de escolha &eacute; a <strong>ceftriaxona na dose de 25 a 50 mg\/Kg (a dose m&aacute;xima &eacute; de 125 mg) que pode ser administrada por via endovenosa ou intramuscular<\/strong>. Pacientes que possuem <strong>contraindica&ccedil;&atilde;o para o uso de ceftriaxona, como aqueles com hiperbilirrubinemia<\/strong>, devem ser tratados com <strong>cefotaxima na dose de 100 mg\/Kg<\/strong> que tamb&eacute;m pode ser feita por via <strong>endovenosa ou intramuscular<\/strong>. Importante mencionar que <strong>pomadas antimicrobianas s&atilde;o ineficazes<\/strong> para esse tipo de infec&ccedil;&atilde;o.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-doenca-inflamatoria-pelvica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Doenca-inflamatoria-pelvica\"><\/span>Doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria p&eacute;lvica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sintomas-3\">Sintomas<\/h3><p>Entre 10 e 20% das mulheres o quadro pode cursar com <strong>doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria p&eacute;lvica, <\/strong>cujos principais sintomas s&atilde;o<strong> peritonite p&eacute;lvica, salpingite, desconforto abdominal inferior, dispareunia, abcessos p&eacute;lvicos e dor<\/strong>. Al&eacute;m disso, pode estar presente<strong> sangramento anormal do &uacute;tero, corrimento cervical e febre.<\/strong><\/p><p>A <strong>salpingite aguda<\/strong> &eacute; uma complica&ccedil;&atilde;o poss&iacute;vel e cursa com <strong>dor intensa bilateral, n&aacute;useas, v&ocirc;mitos, sangramento irregular e febre<\/strong>. Algumas mulheres podem relatar tamb&eacute;m <strong>dis&uacute;ria e\/ou dispareunia.<\/strong><\/p><p>S&iacute;ndrome de Fitz-Hugh-Curtis<\/p><p>&Eacute; a s&iacute;ndrome caracterizada por uma<strong> peri-hepatite por causa gonoc&oacute;cica <\/strong>(tamb&eacute;m pode ser decorrente da clam&iacute;dia) causando <strong>dor no hipoc&ocirc;ndrio direito, n&aacute;useas, v&ocirc;mitos e febre<\/strong> com semelhan&ccedil;a a doen&ccedil;as biliares ou hep&aacute;ticas, <strong>ap&oacute;s quadro de doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria p&eacute;lvica<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-3\">Diagn&oacute;stico<\/h3><p>O <strong>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de<\/strong> recomenda que o diagn&oacute;stico da<strong> doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria p&eacute;lvica<\/strong> (mesmo com etiopatogenia n&atilde;o gonoc&oacute;cica) seja feito com base em crit&eacute;rios estabelecidos. Assim, devem estar presentes<strong> 3 crit&eacute;rios maiores associados e 1 crit&eacute;rio menor<\/strong> ou, <strong>simplesmente, um crit&eacute;rio elaborado<\/strong> (tamb&eacute;m chamado de espec&iacute;fico), s&atilde;o eles:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Crit&eacute;rios maiores:<\/strong><ul><li>Dor na por&ccedil;&atilde;o inferior do abd&ocirc;men;<\/li><li>Dor &agrave; palpa&ccedil;&atilde;o de anexos; e<\/li><li>Dor &agrave; mobiliza&ccedil;&atilde;o do colo do &uacute;tero.<\/li><\/ul><\/li><li><strong>Crit&eacute;rios menores:<\/strong><ul><li>Massa p&eacute;lvica;<\/li><li>Eleva&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;na C reativa;<\/li><li>Eleva&ccedil;&atilde;o da temperatura, com ponto de corte de 37,5&deg;C em medida axilar e de 38,3&deg;C em medida oral;<\/li><li>Visualiza&ccedil;&atilde;o de 5 ou mais leuc&oacute;citos por campo de imers&atilde;o em secre&ccedil;&atilde;o de endoc&eacute;rvice;<\/li><li>Presen&ccedil;a de secre&ccedil;&atilde;o purulenta endocervical e\/ou vaginal; e<\/li><li>Infec&ccedil;&atilde;o no c&eacute;rvice do &uacute;tero comprovada, pode ser por gonococo ou clam&iacute;dia.<\/li><\/ul><\/li><li><strong>Crit&eacute;rios elaborados:<\/strong><ul><li>Laparoscopia que demonstra doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria p&eacute;lvica;<\/li><li>Endometrite comprovada por pesquisa histopatol&oacute;gica; e<\/li><li>Ultrassonografia p&eacute;lvica que mostra a presen&ccedil;a de um abscesso tubo-ovariano ou no fundo do saco de Douglas, complica&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis.<\/li><\/ul><\/li><\/ul><p>A etiologia gonoc&oacute;cica pode ser confirmada atrav&eacute;s de testes moleculares ou microbiol&oacute;gicos, por&eacute;m esta diferencia&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-3\">Tratamento<\/h3><p>A base do tratamento tamb&eacute;m consiste na antibioticoterapia e pode ser feita com <strong>ceftriaxona com dose &uacute;nica de 500 mg por via intramuscular junto com uma dose de 1 g de azitromicina por via oral. <\/strong>Para pacientes internados, a associa&ccedil;&atilde;o <strong>ceftriaxona + metronidazol<\/strong> por via endovenosa pode ser indicada. Indiv&iacute;duos al&eacute;rgicos &agrave;s cefalosporinas possuem indica&ccedil;&atilde;o para administra&ccedil;&atilde;o por via oral de <strong>320 mg de gemifloxacino + 2 g de azitromicina<\/strong>, tendo como alternativa a administra&ccedil;&atilde;o de <strong>gentamicina 240 mg por via intramuscular junto com 2 g de azitromicina por via oral<\/strong>. Entretanto, o tratamento <strong>deve ser feito com base na manifesta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica da doen&ccedil;a que pode ser bastante diversa<\/strong>. Quando, por exemplo, a <strong>salpingite &eacute; a principal manifesta&ccedil;&atilde;o, a antibioticoterapia por via oral pode ser eficiente<\/strong>, enquanto para casos que evoluem para <strong>Fritz-Hugh-Curtis ou abscesso e que n&atilde;o respondem bem ao tratamento farmacol&oacute;gico, o procedimento cir&uacute;rgico deve ser estudado. <\/strong>Vale ressaltar que, dentre as complica&ccedil;&otilde;es,<strong> a evolu&ccedil;&atilde;o do abscesso tuboovariano pode causar rotura do mesmo e deve ser operado em car&aacute;ter de urg&ecirc;ncia,<\/strong> j&aacute; que o quadro pode apresentar importantes preju&iacute;zos &agrave; hemostasia.<\/p><p>O<strong> tratamento medicamentoso<\/strong> pode ser feito de forma<strong> ambulatorial ou internada <\/strong>e as principais <strong>indica&ccedil;&otilde;es de hospitaliza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o: gesta&ccedil;&atilde;o, sintomas graves, febre alta, resposta ineficiente a tratamento oral (ambulatorial) e abscesso tubo-ovariano<\/strong>. Nessas situa&ccedil;&otilde;es, com a paciente internada, a antibi&oacute;ticoterapia deve ser feita por<strong> administra&ccedil;&atilde;o endovenosa<\/strong>, outras cefalosporinas podem ser utilizadas tamb&eacute;m com posologia e abordagem vari&aacute;vel de acordo com a sintomatologia presente.&nbsp;<\/p><p>A infec&ccedil;&atilde;o pelo gonococo pode cursar com <strong>outras manifesta&ccedil;&otilde;es de car&aacute;ter sist&ecirc;micos ou localizadas<\/strong>, como:&nbsp;&nbsp;<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-gonorreia-disseminada\">Gonorreia disseminada<\/h4><p>Tamb&eacute;m chamada de<strong> infec&ccedil;&atilde;o gonoc&oacute;cica disseminada (IGD) ou s&iacute;ndrome artrite-dermatite<\/strong>, &eacute; causada pela <strong>dissemina&ccedil;&atilde;o por via hematog&ecirc;nica do gonococo<\/strong>, normalmente, por conta da cronifica&ccedil;&atilde;o da infec&ccedil;&atilde;o no s&iacute;tio de contamina&ccedil;&atilde;o inicial. A primeira fase, a bacteri&ecirc;mica, cursa com sintomas pouco espec&iacute;ficos como <strong>febre, les&otilde;es cut&acirc;neas de apresenta&ccedil;&atilde;o papulosas com p&uacute;stulas<\/strong>, principalmente nas extremidades, <strong>e artralgias<\/strong>. O comprometimento reumatol&oacute;gico costuma se apresentar em <strong><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/artrite\/\" target=\"_blank\">monoartrite<\/a> migrat&oacute;ria de grandes articula&ccedil;&otilde;es, tenossinovite<\/strong> tamb&eacute;m pode estar presente. Algumas complica&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis s&atilde;o:<strong> endocardite, osteomielite, processos cerebrais, <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/meningite\/\" target=\"_blank\">meningite<\/a> e artrite gonoc&oacute;cica s&eacute;ptica <\/strong>com limita&ccedil;&atilde;o dos movimentos. A <strong><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/artrite-reativa\/\" target=\"_blank\">artrite reativa<\/a><\/strong> &eacute; uma doen&ccedil;a com curso parecido e entra como importante diagn&oacute;stico diferencial. Pelo comprometimento sist&ecirc;mico, a t&eacute;cnica <strong>de NAAT ou teste de amplifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;cido nucleico<\/strong> &eacute; indicada. Ela <strong>confirma o diagn&oacute;stico<\/strong> ao procurar especificamente o material gen&eacute;tico (DNA) da bact&eacute;ria. Vale ressaltar que esse exame pode ser feito com material coletado das <strong>articula&ccedil;&otilde;es ou do sangue<\/strong>, quando se suspeita de infec&ccedil;&atilde;o ativa nesses outros s&iacute;tios.<\/p><p>Em casos com<strong> infec&ccedil;&atilde;o gonoc&oacute;cica disseminada e\/ou artrite gonoc&oacute;cica<\/strong>, algumas alternativas iniciais para o tratamento s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>Ceftriaxona com administra&ccedil;&atilde;o intramuscular ou endovenosa de 1 g\/dia<\/strong>;<\/li><li>Cefotaxima com administra&ccedil;&atilde;o de 1 g por via endovenosa a cada 8 horas; e<\/li><li>Ceftizoxima com dose de 1 g por via endovenosa a cada 8 horas.<\/li><\/ul><p>Essa abordagem deve ser mantida de acordo com a perman&ecirc;ncia dos sintomas (<strong>normalmente por 7 dias)<\/strong> e, ent&atilde;o, <strong>a terapia por via oral deve ser feita por mais 4 a 7 dias<\/strong>, preferencialmente com <strong>azitromicina<\/strong> na dose de 1 g por via oral.<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-orofaringe-gonococica\">Orofaringe gonoc&oacute;cica<\/h4><p>Essa forma de gonorreia &eacute; causada, normalmente, pela pr&aacute;tica do <strong>sexo oral<\/strong>, os principais sinais s&atilde;o<strong> inflama&ccedil;&atilde;o das am&iacute;gdalas, eritema de faringe podendo causar ulcera&ccedil;&otilde;es e adenopatias cervicais<\/strong>. Est&aacute; presente em <strong>10 a 25% dos indiv&iacute;duos<\/strong> contaminados.<\/p><h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-anorretite-gonococica\">Anorretite gonoc&oacute;cica<\/h4><p>Causada, normalmente, pela<strong> pr&aacute;tica de sexo anal<\/strong> e, mais raramente, por conta da secre&ccedil;&atilde;o vaginal contaminada na mulher. Quando sintom&aacute;tica, pode cursar com <strong>tenesmo, secre&ccedil;&atilde;o anal purulenta e\/ou sanguinolenta, ardor e dor.<\/strong><\/p><p>Para infec&ccedil;&otilde;es<strong> retais ou far&iacute;ngeas um swab<\/strong> da regi&atilde;o afetada deve ser recolhido e pode ser <strong>investigado por NAAT ou mesmo por meio de cultura<\/strong>. O tratamento para essas duas formas de apresenta&ccedil;&atilde;o sintom&aacute;tica da doen&ccedil;a &eacute; o mesmo da uretrite e consiste na administra&ccedil;&atilde;o preferencial de <strong>ceftriaxona com dose &uacute;nica de 500 mg por via intramuscular junto com uma dose de 1 g de azitromicina por via oral.<\/strong><\/p><p>Segundo a USPSTF, <strong>o rastreio populacional n&atilde;o &eacute; indicado<\/strong>, a exce&ccedil;&atilde;o &eacute; composta por <strong>mulheres com idade igual ou menor a 24 anos e que preencham os seguintes crit&eacute;rios: sexualmente ativas, hist&oacute;rico de DSTs pr&eacute;vias, apresentem comportamento sexual de alto risco ou tenham parceiro com comportamento de alto risco<\/strong>, isto &eacute;, trabalho sexual, uso inadequado e inconstante de preservativos e m&uacute;ltiplos ou novos parceiros sexuais. <strong>Homens que tenham rela&ccedil;&otilde;es sexuais com outros homens<\/strong> devem ser testados apenas se estiverem sexualmente ativos no &uacute;ltimo ano ou se, sabidamente, <strong>estarem <a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/aids\/\" target=\"_blank\">infectados pelo HIV<\/a> ou terem parceiros infectados<\/strong>.<\/p><p>Vale ressaltar que os <strong>parceiros sexuais, principalmente os dos &uacute;ltimos 60 dias, devem ser avisados e testados<\/strong>. Al&eacute;m disso, o<strong> uso correto de preservativos<\/strong> &eacute; uma importante medida profil&aacute;tica que deve ser orientada e incentivada.<\/p><p>Aproveitou o conte&uacute;do? O<a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/\"> blog do <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong><\/a> tem muito mais esperando por voc&ecirc;! Se voc&ecirc; est&aacute; se preparando para as provas de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica e Revalida, o<a href=\"https:\/\/med.estrategiaeducacional.com.br\/#plans-session\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> <strong>Sistema de Quest&otilde;es MED<\/strong> e o <strong>Curso Extensivo MED<\/strong><\/a> ser&atilde;o seu diferencial!&nbsp;<\/p><p>Por meio deles, voc&ecirc; tem acesso a diversos materiais exclusivos e atualizados, al&eacute;m de milhares de quest&otilde;es que ir&atilde;o ajudar no seu aprendizado. Aproveite! Clique no banner abaixo e saiba mais sobre a nossa plataforma:<\/p><p><\/p><p><strong><a id=\"cta\" class=\"cta-imagem\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/cursos\/extensivo-de-residncia-mdica\/\" target=\"blank\">\n                <img decoding=\"async\" width=\"100%\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/extensivo_rm.jpg\" alt=\"Extensivo RM\" title=\"extensivo_rm\">\n        <\/a><\/strong><\/p><h2 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m:<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/profissoes-da-medicina\/ginecologia-e-obstetricia\/\">Ginecologia e Obstetr&iacute;cia<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/inducao-do-trabalho-de-parto\/\">Resumo de Indu&ccedil;&atilde;o do Trabalho de Parto<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/anatomia-e-embriologia-sistema-reprodutor-feminino\/\">Resumo de Anatomia e embriologia do sistema reprodutor feminino<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/dor-pelvica-cronica-e-dismenorreia\/\">Resumo de dor p&eacute;lvica cr&ocirc;nica e Dismenorreia: fisiopatologia, diagn&oacute;stico, tratamento e mais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/puerperio\/\">Puerp&eacute;rio: o que &eacute; e muito mais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/candidiase\/\">Candid&iacute;ase: o que &eacute;, tipos e muito mais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/clamidia\/\">Resumo sobre Clam&iacute;dia: manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas, diagn&oacute;stico, tratamento e mais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/atualidades\/saude-da-mulher\/\">Sa&uacute;de da Mulher: import&acirc;ncia, doen&ccedil;as e mais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/dor-pelvica-cronica-e-dismenorreia\/\">Resumo de dor p&eacute;lvica cr&ocirc;nica e Dismenorreia: fisiopatologia, diagn&oacute;stico, tratamento e mais<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/profissoes-da-medicina\/tudo-sobre-mastologia\/\">Mastologia: rotina, sal&aacute;rio resid&ecirc;ncia m&eacute;dica e mais<\/a><\/li><\/ul><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Quer saber mais sobre a gonorreia? O Estrat&eacute;gia MED separou as principais informa&ccedil;&otilde;es sobre o assunto para voc&ecirc;.&hellip;\n","protected":false},"author":20,"featured_media":8181,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"wl_entities_gutenberg":"","footnotes":""},"categories":[304],"tags":[85,51],"wl_entity_type":[199],"class_list":{"0":"post-8180","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-doencas","8":"tag-clinica-medica","9":"tag-infectologia","10":"wl_entity_type-article"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v26.6 (Yoast SEO v26.6) - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Gonorreia: sintomas, tratamentos e muito mais!<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Quer saber mais sobre gonorreia? O Estrat\u00e9gia MED preparou as principais informa\u00e7\u00f5es e manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas dessa doen\u00e7a. Vamos l\u00e1!\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Gonorreia: sintomas, tratamentos e muito mais!\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Quer saber mais sobre gonorreia? O Estrat\u00e9gia MED preparou as principais informa\u00e7\u00f5es e manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas dessa doen\u00e7a. Vamos l\u00e1!\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Estrat\u00e9gia MED\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/estrategiamed1\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2021-08-12T00:13:59+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2022-06-09T23:05:16+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/cdn.medblog.estrategiaeducacional.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/11211242\/pexels-andrea-piacquadio-3771115-1.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"640\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"426\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"J\u00f4natas Pena\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@estrategiamed_\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@estrategiamed_\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"J\u00f4natas Pena\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"17 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/\",\"url\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/\",\"name\":\"Gonorreia: sintomas, tratamentos e muito mais!\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/pexels-andrea-piacquadio-3771115-1.jpg\",\"datePublished\":\"2021-08-12T00:13:59+00:00\",\"dateModified\":\"2022-06-09T23:05:16+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/#\/schema\/person\/f6b4ac47cc193adfd94d018ad90e53a8\"},\"description\":\"Quer saber mais sobre gonorreia? O Estrat\u00e9gia MED preparou as principais informa\u00e7\u00f5es e manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas dessa doen\u00e7a. Vamos l\u00e1!\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/pexels-andrea-piacquadio-3771115-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/pexels-andrea-piacquadio-3771115-1.jpg\",\"width\":640,\"height\":426},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Conte\u00fados Gr\u00e1tis\",\"item\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":3,\"name\":\"Doen\u00e7as\",\"item\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":4,\"name\":\"Gonorreia: sintomas, tratamentos e muito mais!\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/#website\",\"url\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/\",\"name\":\"Estrat\u00e9gia MED\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/#\/schema\/person\/f6b4ac47cc193adfd94d018ad90e53a8\",\"name\":\"J\u00f4natas Pena\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e1bc355b6ca977e8cbb0eb03e2b8a716?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e1bc355b6ca977e8cbb0eb03e2b8a716?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"J\u00f4natas Pena\"},\"description\":\"Sou estudante de medicina da Unicamp. Gosto muito de conversar e estar com os amigos.\",\"url\":\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/author\/jonatas\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO Premium plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Gonorreia: sintomas, tratamentos e muito mais!","description":"Quer saber mais sobre gonorreia? O Estrat\u00e9gia MED preparou as principais informa\u00e7\u00f5es e manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas dessa doen\u00e7a. Vamos l\u00e1!","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Gonorreia: sintomas, tratamentos e muito mais!","og_description":"Quer saber mais sobre gonorreia? O Estrat\u00e9gia MED preparou as principais informa\u00e7\u00f5es e manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas dessa doen\u00e7a. Vamos l\u00e1!","og_url":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/","og_site_name":"Estrat\u00e9gia MED","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/estrategiamed1","article_published_time":"2021-08-12T00:13:59+00:00","article_modified_time":"2022-06-09T23:05:16+00:00","og_image":[{"width":640,"height":426,"url":"https:\/\/cdn.medblog.estrategiaeducacional.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/11211242\/pexels-andrea-piacquadio-3771115-1.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"J\u00f4natas Pena","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@estrategiamed_","twitter_site":"@estrategiamed_","twitter_misc":{"Escrito por":"J\u00f4natas Pena","Est. tempo de leitura":"17 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/","url":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/","name":"Gonorreia: sintomas, tratamentos e muito mais!","isPartOf":{"@id":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/pexels-andrea-piacquadio-3771115-1.jpg","datePublished":"2021-08-12T00:13:59+00:00","dateModified":"2022-06-09T23:05:16+00:00","author":{"@id":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/#\/schema\/person\/f6b4ac47cc193adfd94d018ad90e53a8"},"description":"Quer saber mais sobre gonorreia? O Estrat\u00e9gia MED preparou as principais informa\u00e7\u00f5es e manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas dessa doen\u00e7a. Vamos l\u00e1!","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#primaryimage","url":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/pexels-andrea-piacquadio-3771115-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/pexels-andrea-piacquadio-3771115-1.jpg","width":640,"height":426},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/gonorreia\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Conte\u00fados Gr\u00e1tis","item":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/"},{"@type":"ListItem","position":3,"name":"Doen\u00e7as","item":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/"},{"@type":"ListItem","position":4,"name":"Gonorreia: sintomas, tratamentos e muito mais!"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/#website","url":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/","name":"Estrat\u00e9gia MED","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/#\/schema\/person\/f6b4ac47cc193adfd94d018ad90e53a8","name":"J\u00f4natas Pena","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e1bc355b6ca977e8cbb0eb03e2b8a716?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e1bc355b6ca977e8cbb0eb03e2b8a716?s=96&d=mm&r=g","caption":"J\u00f4natas Pena"},"description":"Sou estudante de medicina da Unicamp. Gosto muito de conversar e estar com os amigos.","url":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/author\/jonatas\/"}]}},"_wl_alt_label":[],"wl:entity_url":"\/post\/gonorreia","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8180","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8180"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8180\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20481,"href":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8180\/revisions\/20481"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8181"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8180"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8180"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8180"},{"taxonomy":"wl_entity_type","embeddable":true,"href":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/wl_entity_type?post=8180"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}