{"id":82725,"date":"2025-02-19T22:08:31","date_gmt":"2025-02-20T01:08:31","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=82725"},"modified":"2025-02-19T22:08:37","modified_gmt":"2025-02-20T01:08:37","slug":"resumo-sobre-cistos-cutaneos-parte-2-definicao-tipo-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cistos-cutaneos-parte-2-definicao-tipo-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo sobre Cistos Cut\u00e2neos &#8211; Parte 2: defini\u00e7\u00e3o, tipo e mais!"},"content":{"rendered":"<p>E a&iacute;, doc! Hoje seguimos falando sobre os <strong>Cistos Epid&eacute;rmicos<\/strong>, um dos tipos mais comuns de cistos cut&acirc;neos. Essas les&otilde;es benignas se formam a partir da prolifera&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas epiteliais dentro da pele, resultando no ac&uacute;mulo de queratina em seu interior.<p>Geralmente indolores e de crescimento lento, os cistos epid&eacute;rmicos podem permanecer est&aacute;veis por anos. No entanto, inflama&ccedil;&otilde;es ou infec&ccedil;&otilde;es podem causar aumento de volume, dor e necessidade de drenagem ou remo&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica.<\/p><p>O <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> est&aacute; aqui para descomplicar esse conceito e ajudar voc&ecirc; a aprofundar seus conhecimentos, promovendo uma pr&aacute;tica cl&iacute;nica cada vez mais eficaz e segura.<\/p><p>Vamos nessa!<\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cistos-cutaneos-parte-2-definicao-tipo-e-mais\/#Cistos-revestidos-por-epitelio-nao-estratificado-escamoso\" >Cistos revestidos por epit&eacute;lio n&atilde;o estratificado escamoso<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cistos-cutaneos-parte-2-definicao-tipo-e-mais\/#Cistos-sem-revestimento-epitelial\" >Cistos sem revestimento epitelial<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cistos-cutaneos-parte-2-definicao-tipo-e-mais\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m!<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cistos-cutaneos-parte-2-definicao-tipo-e-mais\/#Referencias\" >Refer&ecirc;ncias<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cistos-revestidos-por-epitelio-nao-estratificado-escamoso\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Cistos-revestidos-por-epitelio-nao-estratificado-escamoso\"><\/span>Cistos revestidos por epit&eacute;lio n&atilde;o estratificado escamoso<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os cistos revestidos por epit&eacute;lio n&atilde;o estratificado escamoso correspondem a forma&ccedil;&otilde;es c&iacute;sticas delimitadas por um epit&eacute;lio fino e n&atilde;o queratinizado. Essas les&otilde;es podem se originar a partir de diversas estruturas anat&ocirc;micas e apresentar conte&uacute;do l&iacute;quido ou semiss&oacute;lido em seu interior. S&atilde;o frequentemente encontrados em diferentes regi&otilde;es do corpo e podem estar associados a processos cong&ecirc;nitos, inflamat&oacute;rios ou traum&aacute;ticos.&nbsp;<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-hidrocistomas\">Hidrocistomas<\/h3><p>Os hidrocistomas s&atilde;o cistos resultantes da dilata&ccedil;&atilde;o dos ductos &eacute;crinos devido &agrave; reten&ccedil;&atilde;o de secre&ccedil;&otilde;es. Essas les&otilde;es podem crescer em resposta ao aumento da temperatura e &agrave; maior produ&ccedil;&atilde;o de suor. S&atilde;o mais comuns em adultos de meia-idade ou idosos e ocorrem igualmente em homens e mulheres.<\/p><p>Os hidrocistomas apresentam-se como pequenas les&otilde;es transl&uacute;cidas, opalescentes ou peroladas, com di&acirc;metro entre 1 e 5 mm. Surgem principalmente na face, especialmente ao redor dos olhos, mas tamb&eacute;m podem ocorrer no pesco&ccedil;o e no t&oacute;rax.<\/p><p>S&atilde;o cistos uniloculados, contendo material claro e envoltos por uma parede composta por duas camadas de c&eacute;lulas achatadas.<\/p><p>O diagn&oacute;stico &eacute; cl&iacute;nico e pode ser confirmado por exame histopatol&oacute;gico. Deve-se realizar um diagn&oacute;stico diferencial com outras les&otilde;es c&iacute;sticas.<\/p><p>As op&ccedil;&otilde;es de tratamento incluem abertura e drenagem da les&atilde;o, eletrodisseca&ccedil;&atilde;o da c&aacute;psula, excis&atilde;o cir&uacute;rgica ou remo&ccedil;&atilde;o a laser. Para les&otilde;es m&uacute;ltiplas, h&aacute; relatos do uso de cremes de atropina e toxina botul&iacute;nica.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cistos-broncogenicos\">Cistos broncog&ecirc;nicos<\/h3><p>Os cistos broncog&ecirc;nicos s&atilde;o <strong>malforma&ccedil;&otilde;es cong&ecirc;nitas<\/strong> raras resultantes do sequestro de epit&eacute;lio respirat&oacute;rio durante a embriog&ecirc;nese. S&atilde;o <strong>frequentemente localizados na regi&atilde;o esternal superior<\/strong>, podendo, em casos menos comuns, surgir na face anterior do pesco&ccedil;o ou no mento.&nbsp;<\/p><p>Geralmente presentes ao nascimento, essas les&otilde;es costumam se manifestar como cistos &uacute;nicos, podendo, em algumas situa&ccedil;&otilde;es, apresentar-se pedunculados ou com uma f&iacute;stula conectando-os &agrave; superf&iacute;cie.<\/p><p>Histologicamente, os cistos broncog&ecirc;nicos s&atilde;o revestidos por epit&eacute;lio ciliar pseudoestratificado, frequentemente acompanhados de m&uacute;sculo liso, gl&acirc;ndulas mucosas e, ocasionalmente, cartilagem. O diagn&oacute;stico &eacute; baseado na avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica e histopatol&oacute;gica, sendo essencial diferenci&aacute;-los de outras les&otilde;es c&iacute;sticas e doen&ccedil;as fistulosas.&nbsp;<\/p><p>Quando h&aacute; abertura para a superf&iacute;cie, devem ser distinguidos de infec&ccedil;&otilde;es f&uacute;ngicas, micobacterianas e f&iacute;stulas odontog&ecirc;nicas. O tratamento &eacute; <strong>cir&uacute;rgico<\/strong>, sendo necess&aacute;ria a remo&ccedil;&atilde;o completa para evitar recidivas e poss&iacute;veis complica&ccedil;&otilde;es.<\/p><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"410\" height=\"253\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Cistos-broncogenicos.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-82728\"><figcaption class=\"wp-element-caption\"> Cistos broncog&ecirc;nicos. Fonte: Manual de dermatologia cl&iacute;nica de Sampaio e Rivitti. 2. ed. <\/figcaption><\/figure><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cistos-do-ducto-tireoglosso\">Cistos do ducto tireoglosso<\/h3><p>Os cistos do ducto tireoglosso s&atilde;o malforma&ccedil;&otilde;es cong&ecirc;nitas resultantes da persist&ecirc;ncia de tecidos remanescentes do ducto tireoglosso, estrutura que guia a descida da tireoide do assoalho da faringe para sua posi&ccedil;&atilde;o final no pesco&ccedil;o durante o desenvolvimento embrion&aacute;rio.<\/p><p>Geralmente, esses cistos surgem em crian&ccedil;as e adultos jovens como n&oacute;dulos ou les&otilde;es n&oacute;dulo-fistulosas na linha m&eacute;dia da face anterior do pesco&ccedil;o. Quando est&atilde;o conectados ao osso hioide, podem se mover durante a degluti&ccedil;&atilde;o. Em alguns casos, h&aacute; drenagem de secre&ccedil;&atilde;o mucoide e risco de infec&ccedil;&atilde;o, tornando-se eritematosos, dolorosos e purulentos, podendo causar dificuldade para engolir e respirar.<\/p><p>Histologicamente, as paredes desses cistos s&atilde;o formadas por epit&eacute;lio cuboidal, colunar ou estratificado escamoso, podendo conter tecido tireoidiano com fol&iacute;culos funcionais. O diagn&oacute;stico &eacute; cl&iacute;nico e histopatol&oacute;gico, sendo essencial diferenci&aacute;-los de outras les&otilde;es c&iacute;sticas cervicais. O tratamento padr&atilde;o &eacute; a <strong>remo&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica<\/strong>, geralmente pelo procedimento de Sistrunk, para reduzir o risco de recorr&ecirc;ncia.<\/p><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"411\" height=\"256\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Cisto-tireoglosso.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-82727\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cisto tireoglosso. Fonte: Manual de dermatologia cl&iacute;nica de Sampaio e Rivitti. 2. ed. <\/figcaption><\/figure><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cistos-originarios-do-ducto-onfalomesenterico\">Cistos origin&aacute;rios do ducto onfalomesent&eacute;rico<\/h3><p>Os cistos origin&aacute;rios do ducto onfalomesent&eacute;rico s&atilde;o anomalias cong&ecirc;nitas decorrentes da <strong>falha no fechamento do ducto onfalomesent&eacute;rico<\/strong>, estrutura embrion&aacute;ria que conecta o intestino primitivo ao saco vitelino.&nbsp;<\/p><p>Normalmente, esse fechamento ocorre por volta da sexta semana de gesta&ccedil;&atilde;o, e sua persist&ecirc;ncia pode resultar em diversas malforma&ccedil;&otilde;es, como f&iacute;stulas onfaloent&eacute;ricas, divert&iacute;culo de Meckel, f&iacute;stulas onfalomesent&eacute;ricas e p&oacute;lipos umbilicais.<\/p><p>Clinicamente, esses cistos se apresentam como les&otilde;es c&iacute;sticas polipoides localizadas na regi&atilde;o umbilical. Seu diagn&oacute;stico diferencial inclui outras massas umbilicais, como met&aacute;stases e adenocarcinomas gastrointestinais, devido &agrave; poss&iacute;vel presen&ccedil;a de mucosa gastrintestinal ect&oacute;pica em sua histopatologia.<\/p><p>O tratamento &eacute; cir&uacute;rgico, sendo essencial a realiza&ccedil;&atilde;o de exames de imagem pr&eacute;-operat&oacute;rios para avaliar a extens&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o do cisto com o trato digestivo, garantindo uma abordagem adequada e reduzindo riscos de complica&ccedil;&otilde;es.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cistos-sem-revestimento-epitelial\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Cistos-sem-revestimento-epitelial\"><\/span>Cistos sem revestimento epitelial<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os cistos sem revestimento epitelial s&atilde;o forma&ccedil;&otilde;es c&iacute;sticas que n&atilde;o possuem uma camada epitelial delimitando sua cavidade. Eles geralmente resultam de processos degenerativos, traum&aacute;ticos ou inflamat&oacute;rios, nos quais h&aacute; ac&uacute;mulo de fluidos ou subst&acirc;ncias biol&oacute;gicas em uma estrutura circundada por tecido conjuntivo.&nbsp;<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-mucocele-cisto-mucoso-oral\">Mucocele (Cisto mucoso oral)<\/h3><p>A mucocele &eacute; um cisto sem revestimento epitelial que se origina da <strong>ruptura de ductos ou &aacute;cinos das gl&acirc;ndulas salivares menores<\/strong>, levando ao extravasamento de muco e &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de uma rea&ccedil;&atilde;o inflamat&oacute;ria circundante.<\/p><p>Aparece como p&aacute;pula ou n&oacute;dulo transl&uacute;cido, de tamanho vari&aacute;vel, localizado na mucosa oral, principalmente no l&aacute;bio inferior. Tamb&eacute;m pode ocorrer na mucosa bucal, na l&iacute;ngua e no assoalho da boca, sendo chamada de r&acirc;nula quando localizada nessa &uacute;ltima regi&atilde;o.&nbsp;<\/p><p>H&aacute; uma variante superficial que se manifesta como ves&iacute;cula ou bolha de curta dura&ccedil;&atilde;o e recorr&ecirc;ncia, especialmente na mucosa bucal posterior, &aacute;rea gengival retromolar e palato mole.<\/p><p>Caracteriza-se pela presen&ccedil;a de dep&oacute;sitos de mucina cercados por tecido de granula&ccedil;&atilde;o e c&eacute;lulas inflamat&oacute;rias cr&ocirc;nicas. Em alguns casos, os ductos glandulares remanescentes e as gl&acirc;ndulas salivares adjacentes podem apresentar inflama&ccedil;&atilde;o cr&ocirc;nica e fibrose.<\/p><p>O diagn&oacute;stico &eacute; cl&iacute;nico e histopatol&oacute;gico, sendo necess&aacute;rio diferenci&aacute;-lo de outras les&otilde;es c&iacute;sticas da cavidade oral e doen&ccedil;as vesicobolhosas imunol&oacute;gicas ou virais.<\/p><p>Embora possa ocorrer regress&atilde;o espont&acirc;nea, a maioria dos casos exige <strong>tratamento cir&uacute;rgico com excis&atilde;o, eletrocoagula&ccedil;&atilde;o, criocirurgia ou laser de CO&#8322;<\/strong>. Em algumas situa&ccedil;&otilde;es, infiltra&ccedil;&otilde;es intralesionais de triancinolona s&atilde;o consideradas como alternativa terap&ecirc;utica.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cisto-mixoide\">Cisto mixoide<\/h3><p>O cisto mixoide &eacute; uma les&atilde;o c&iacute;stica benigna que pode estar associada ao conte&uacute;do da cavidade sinovial ou resultar de uma degenera&ccedil;&atilde;o focal do tecido conjuntivo d&eacute;rmico, levando &agrave; superprodu&ccedil;&atilde;o de &aacute;cido hialur&ocirc;nico. Sua forma&ccedil;&atilde;o pode ser desencadeada por traumas repetitivos na regi&atilde;o afetada.<\/p><p>Apresenta-se como um n&oacute;dulo de consist&ecirc;ncia c&iacute;stica, geralmente transl&uacute;cido, localizado na superf&iacute;cie dorsal das falanges distais dos dedos das m&atilde;os. Quando puncionado, elimina um l&iacute;quido viscoso semelhante &agrave; glicerina. Em alguns casos, pode comprimir a matriz ungueal, causando uma leve depress&atilde;o na l&acirc;mina ungueal.<\/p><p>Caracteriza-se por lacunas na derme sem revestimento epitelial, circundadas por tecido conjuntivo frouxo rico em mucopolissacar&iacute;deos, o que pode ser evidenciado por colora&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas para mucina.<\/p><p>Baseia-se na avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica e histopatol&oacute;gica, sendo importante diferenci&aacute;-lo de cistos epiteliais de inclus&atilde;o.<\/p><p>O tratamento inicial pode incluir a drenagem do cisto por pun&ccedil;&atilde;o, seguida de infiltra&ccedil;&atilde;o de triancinolona, procedimento que pode ser repetido at&eacute; a resolu&ccedil;&atilde;o completa. Em casos persistentes, a ex&eacute;rese cir&uacute;rgica pode ser necess&aacute;ria.<\/p><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"408\" height=\"256\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/Cisto-mixoide.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-82726\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cisto mixoide. Fonte: Manual de dermatologia cl&iacute;nica de Sampaio e Rivitti. 2. ed. <\/figcaption><\/figure><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cisto-sinovial\">Cisto sinovial<\/h3><p>O cisto sinovial &eacute; uma massa c&iacute;stica benigna que se forma pr&oacute;xima &agrave;s articula&ccedil;&otilde;es ou tend&otilde;es, frequentemente ligada &agrave; c&aacute;psula articular, mas sem comunica&ccedil;&atilde;o direta com a cavidade articular.<\/p><p>Apresenta-se como uma les&atilde;o c&iacute;stica de at&eacute; 5 cm, sendo mais comum na superf&iacute;cie dorsal dos punhos, mas tamb&eacute;m podendo ocorrer na superf&iacute;cie ventral dos punhos e dedos, no dorso dos p&eacute;s, nos joelhos e, mais raramente, nos cotovelos e ombros. Afeta predominantemente mulheres e pode causar desconforto, limitando a movimenta&ccedil;&atilde;o da articula&ccedil;&atilde;o afetada.<\/p><p>Caracteriza-se por espa&ccedil;os c&iacute;sticos no tecido conjuntivo d&eacute;rmico contendo mucina, circundados por tecido fibroso ou sinovial.<\/p><p>Baseia-se na avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica e histopatol&oacute;gica, devendo ser diferenciado de outras les&otilde;es c&iacute;sticas, como lipomas e tumores benignos.<\/p><p>O tratamento inicial inclui medidas compressivas e infiltra&ccedil;&atilde;o de triancinolona ap&oacute;s a drenagem do conte&uacute;do c&iacute;stico. Nos casos resistentes, pode ser indicada a excis&atilde;o cir&uacute;rgica, embora haja alta taxa de recidiva.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-veja-tambem\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cistos-cutaneos-parte-1-definicao-tipo-e-mais\/\">Resumo sobre Cistos Cut&acirc;neos &ndash; Parte 1: defini&ccedil;&atilde;o, tipo e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-dermatite-seborreica-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo de dermatite seborreica: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-lipoma-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo sobre lipoma: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/outros\/resumo-sobre-tecido-epitelial-estruturas-funcoes-e-mais\/(abrir%20em%20uma%20nova%20aba)\">Resumo sobre tecido epitelial: estruturas, fun&ccedil;&otilde;es e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-vasculite-cutanea-de-pequenos-vasos-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo de vasculite cut&acirc;nea de pequenos vasos: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-petequias-definicao-etiologias-e-mais\/\">Resumo sobre pet&eacute;quias: defini&ccedil;&atilde;o, etiologias e mais!<\/a><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias\"><\/span>Refer&ecirc;ncias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>RIVITTI, Evandro A. <strong>Manual de dermatologia cl&iacute;nica de Sampaio e Rivitti<\/strong>. 2. ed. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas, 2024. E-pub. ISBN 978-85-367-0279-7.<\/p><p>Adam O Goldstein, MD, MPH. <strong>Overview of benign lesions of the skin<\/strong>. UpToDate, 2024. dispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/www.uptodate.com\/contents\/overview-of-benign-lesions-of-the-skin?search=cistos%20cutaneos&amp;sectionRank=1&amp;usage_type=default&amp;anchor=H59809494&amp;source=machineLearning&amp;selectedTitle=1%7E150&amp;display_rank=1#H59809494\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UpToDate<\/a><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"E a&iacute;, doc! 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