{"id":84757,"date":"2025-04-04T08:17:00","date_gmt":"2025-04-04T11:17:00","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=84757"},"modified":"2025-04-04T18:32:59","modified_gmt":"2025-04-04T21:32:59","slug":"resumo-sobre-carcinoma-de-celulas-renais-parte-1-definicao-classificacao-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-carcinoma-de-celulas-renais-parte-1-definicao-classificacao-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo sobre Carcinoma de C\u00e9lulas Renais parte 1: defini\u00e7\u00e3o, classifica\u00e7\u00e3o e mais!"},"content":{"rendered":"<p>E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? Hoje o foco &eacute; o <strong>Carcinoma de C&eacute;lulas Renais<\/strong>, o tipo mais comum de c&acirc;ncer renal, que se origina nos t&uacute;bulos renais e pode apresentar sintomas como hemat&uacute;ria, dor lombar e massa abdominal palp&aacute;vel.<p>O <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> est&aacute; aqui para descomplicar esse conceito e ajudar voc&ecirc; a aprofundar seus conhecimentos, promovendo uma pr&aacute;tica cl&iacute;nica cada vez mais eficaz e segura.<\/p><p>Vamos nessa!<\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-carcinoma-de-celulas-renais-parte-1-definicao-classificacao-e-mais\/#Definicao-de-Carcinoma-de-Celulas-Renais\" >Defini&ccedil;&atilde;o de Carcinoma de C&eacute;lulas Renais<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-carcinoma-de-celulas-renais-parte-1-definicao-classificacao-e-mais\/#Epidemiologia\" >Epidemiologia<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-carcinoma-de-celulas-renais-parte-1-definicao-classificacao-e-mais\/#Fatores-de-risco\" >Fatores de risco<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-carcinoma-de-celulas-renais-parte-1-definicao-classificacao-e-mais\/#Classificacao-dos-Carcinomas-de-Celulas-Renais\" >Classifica&ccedil;&atilde;o dos Carcinomas de C&eacute;lulas Renais<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-carcinoma-de-celulas-renais-parte-1-definicao-classificacao-e-mais\/#Carcinomas-papilares\" >Carcinomas papilares<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-carcinoma-de-celulas-renais-parte-1-definicao-classificacao-e-mais\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m!<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-carcinoma-de-celulas-renais-parte-1-definicao-classificacao-e-mais\/#Referencias\" >Refer&ecirc;ncias<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-definicao-de-carcinoma-de-celulas-renais\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Definicao-de-Carcinoma-de-Celulas-Renais\"><\/span>Defini&ccedil;&atilde;o de Carcinoma de C&eacute;lulas Renais<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O carcinoma de c&eacute;lulas renais (CCR) &eacute; um tipo de c&acirc;ncer que se origina nas c&eacute;lulas epiteliais do c&oacute;rtex renal e representa a principal neoplasia maligna prim&aacute;ria do rim, correspondendo a cerca de 80 a 85% dos casos.&nbsp;<\/p><p>Esse tumor apresenta diferentes subtipos histol&oacute;gicos, sendo o <strong>carcinoma de c&eacute;lulas claras o mais prevalente<\/strong>, seguido pelo carcinoma papil&iacute;fero e pelo carcinoma crom&oacute;fobo. O CCR pode crescer de forma silenciosa nos est&aacute;gios iniciais, tornando-se sintom&aacute;tico apenas em fases avan&ccedil;adas.&nbsp;<\/p><p>Quando manifesta sintomas, pode causar hemat&uacute;ria, dor lombar e presen&ccedil;a de massa palp&aacute;vel no abd&ocirc;men. Al&eacute;m disso, pode estar associado a s&iacute;ndromes paraneopl&aacute;sicas, como hipercalcemia e policitemia, devido &agrave; produ&ccedil;&atilde;o an&ocirc;mala de subst&acirc;ncias hormonais pelo tumor.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-epidemiologia\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Epidemiologia\"><\/span>Epidemiologia<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>&#8203;No Brasil, o carcinoma de c&eacute;lulas renais (CCR) representa uma parcela significativa das neoplasias malignas, com estimativas variando entre 6.270 e 10.688 novos casos anuais. A taxa de incid&ecirc;ncia &eacute; estimada entre 7 a 10 casos por 100 mil habitantes, sendo mais elevada nas regi&otilde;es mais industrializadas do pa&iacute;s.<\/p><p>A doen&ccedil;a &eacute; aproximadamente <strong>duas vezes mais comum em homens<\/strong> e ocorre, em geral, entre a sexta e a oitava d&eacute;cada de vida, com idade m&eacute;dia de diagn&oacute;stico de 64 anos. &Eacute; rara em indiv&iacute;duos com menos de 40 anos. Nos Estados Unidos, a menor incid&ecirc;ncia ocorre entre asi&aacute;tico-americanos e descendentes de ilhas do Pac&iacute;fico, enquanto a taxa de sobreviv&ecirc;ncia de cinco anos para negros e brancos ultrapassa 75%.<\/p><p>No diagn&oacute;stico, 65% dos casos s&atilde;o localizados, 17% apresentam dissemina&ccedil;&atilde;o regional e 16% j&aacute; possuem met&aacute;stases. A mortalidade tem diminu&iacute;do devido &agrave; detec&ccedil;&atilde;o precoce e ao tratamento cir&uacute;rgico, resultando em uma taxa de sobreviv&ecirc;ncia de cinco anos superior a 75%.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fatores-de-risco\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Fatores-de-risco\"><\/span>Fatores de risco<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os fatores de risco para o carcinoma de c&eacute;lulas renais (CCR) incluem aspectos gen&eacute;ticos, ambientais e h&aacute;bitos de vida. Entre os principais, destacam-se:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Tabagismo<\/strong>: Aumenta significativamente o risco devido a subst&acirc;ncias carcinog&ecirc;nicas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Obesidade<\/strong>: Associada a altera&ccedil;&otilde;es hormonais e inflamat&oacute;rias que favorecem o tumor.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Hipertens&atilde;o arterial<\/strong>: Contribui para o desenvolvimento do CCR por mecanismos inflamat&oacute;rios e oxidativos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Hist&oacute;rico familiar e predisposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica<\/strong>: S&iacute;ndromes heredit&aacute;rias aumentam o risco.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Exposi&ccedil;&atilde;o ocupacional<\/strong>: Contato com solventes, c&aacute;dmio e derivados do petr&oacute;leo eleva a predisposi&ccedil;&atilde;o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Doen&ccedil;a renal cr&ocirc;nica e di&aacute;lise prolongada<\/strong>: Inflama&ccedil;&atilde;o e altera&ccedil;&otilde;es celulares favorecem o CCR.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Uso prolongado de analg&eacute;sicos<\/strong>: Poss&iacute;vel rela&ccedil;&atilde;o com o desenvolvimento do carcinoma.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-classificacao-dos-carcinomas-de-celulas-renais\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Classificacao-dos-Carcinomas-de-Celulas-Renais\"><\/span>Classifica&ccedil;&atilde;o dos Carcinomas de C&eacute;lulas Renais<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os carcinomas de c&eacute;lulas renais (CCRs) foram inicialmente classificados com base no tipo celular e no padr&atilde;o de crescimento. Com o avan&ccedil;o da pesquisa, essa categoriza&ccedil;&atilde;o evoluiu para incluir caracter&iacute;sticas como morfologia, origem celular e aspectos histoqu&iacute;micos e moleculares. Al&eacute;m disso, a patologia tem um impacto significativo no progn&oacute;stico da doen&ccedil;a, sendo esse aspecto discutido separadamente.<\/p><p>Os principais subtipos de CCR identificados s&atilde;o:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>C&eacute;lulas claras<\/strong>: Representam entre 75% e 85% dos casos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Papilar<\/strong>: Correspondem a 10% a 15% dos tumores.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Crom&oacute;fobo<\/strong>: Compreendem de 5% a 10% dos casos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Oncoc&iacute;tico<\/strong>: Respons&aacute;veis por 3% a 7% dos tumores.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ducto coletor<\/strong>: Forma rara de carcinoma renal.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>CCR definidos molecularmente<\/strong>: Subtipo raro identificado por caracter&iacute;sticas gen&eacute;ticas espec&iacute;ficas.<\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-carcinoma-de-celulas-claras\">Carcinoma de C&eacute;lulas Claras<\/h3><p>O carcinoma de c&eacute;lulas claras &eacute; o subtipo mais comum de carcinoma de c&eacute;lulas renais, representando entre 75% e 85% dos casos. Esse tumor se origina a partir das c&eacute;lulas do t&uacute;bulo proximal e &eacute; caracterizado por c&eacute;lulas com citoplasma claro devido ao ac&uacute;mulo de glicog&ecirc;nio e lip&iacute;dios.<\/p><p>Do ponto de vista histol&oacute;gico, apresenta um padr&atilde;o de crescimento vari&aacute;vel, podendo ser s&oacute;lido, tubular ou alveolar. Al&eacute;m disso, &eacute; frequentemente associado a muta&ccedil;&otilde;es no gene <strong>VHL (Von Hippel-Lindau),<\/strong> que desempenha um papel importante na regula&ccedil;&atilde;o da angiog&ecirc;nese, contribuindo para a vasculariza&ccedil;&atilde;o intensa desse tipo de tumor.<\/p><p>O carcinoma de c&eacute;lulas claras tende a ser agressivo, com maior risco de met&aacute;stases em compara&ccedil;&atilde;o a outros subtipos de carcinoma renal. O progn&oacute;stico depende de fatores como o est&aacute;gio da doen&ccedil;a no momento do diagn&oacute;stico, grau histol&oacute;gico e presen&ccedil;a de invas&atilde;o vascular. O tratamento pode envolver cirurgia, imunoterapia e terapia-alvo, dependendo da extens&atilde;o da doen&ccedil;a.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-carcinoma-de-celulas-renais-com-caracteristicas-sarcomatoides\">Carcinoma de c&eacute;lulas renais com caracter&iacute;sticas sarcomat&oacute;ides<\/h3><p>Esse tipo &eacute; uma forma agressiva de desdiferencia&ccedil;&atilde;o tumoral, caracterizada por c&eacute;lulas fusiformes semelhantes a sarcomas. Pode ocorrer em qualquer subtipo de CCR e, independentemente da quantidade de c&eacute;lulas sarcomatoides presentes, &eacute; classificado como grau IV.<\/p><p>Histologicamente, essas c&eacute;lulas podem lembrar fibrossarcomas ou histiocitomas fibrosos, sendo frequentemente pleom&oacute;rficas e altamente at&iacute;picas. Tumores sarcomatoides costumam apresentar necrose extensa, invas&atilde;o microvascular e caracter&iacute;sticas rabdoides. No n&iacute;vel molecular, compartilham origem com o componente epitelioide e exibem muta&ccedil;&otilde;es em genes como <strong>NF2<\/strong>, <strong>BAP1 <\/strong>e <strong>CDKN2A<\/strong>, que podem ser alvos terap&ecirc;uticos.<\/p><p>Clinicamente, a doen&ccedil;a evolui rapidamente e responde pouco a terapias antiangiog&ecirc;nicas, mas mostra boa resposta &agrave; imunoterapia devido &agrave; alta express&atilde;o de PD-L1 e infiltra&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas T CD8+. Apesar desses achados, ainda n&atilde;o h&aacute; biomarcadores validados para direcionar o tratamento, que deve seguir abordagens espec&iacute;ficas para casos agressivos.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-carcinomas-papilares\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Carcinomas-papilares\"><\/span>Carcinomas papilares<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Os carcinomas papilares representam aproximadamente 15% dos c&acirc;nceres renais e se originam do t&uacute;bulo proximal, assim como os carcinomas de c&eacute;lulas claras. No entanto, apresentam caracter&iacute;sticas morfol&oacute;gicas e gen&eacute;ticas distintas. Inicialmente, a patog&ecirc;nese molecular desse tipo de tumor foi estudada em pacientes com formas heredit&aacute;rias da doen&ccedil;a.<\/p><p>Esse tipo de carcinoma foi classificado nos tipos 1 e 2, com base em achados citopatol&oacute;gicos. No entanto, essa distin&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi mantida na classifica&ccedil;&atilde;o da OMS de 2022, devido &agrave; dificuldade de diferencia&ccedil;&atilde;o entre os subtipos.&nbsp;<\/p><p>Al&eacute;m disso, muitos tumores anteriormente classificados como CCR papilar tipo 2 foram reclassificados em subtipos definidos molecularmente, como o CCR deficiente em fumarato hidratase (FH).<\/p><p>O CCR papilar tipo 1, geralmente diagnosticado em est&aacute;gios iniciais, apresenta melhor progn&oacute;stico. Na forma heredit&aacute;ria, est&aacute; associado a variantes patog&ecirc;nicas do gene MET. J&aacute; nas formas espor&aacute;dicas, muta&ccedil;&otilde;es som&aacute;ticas no MET s&atilde;o identificadas em 10 a 20% dos casos. No total, altera&ccedil;&otilde;es no MET ou aumento do n&uacute;mero de c&oacute;pias do cromossomo 7 foram observados em 81% dos casos desse subtipo.<\/p><p>Por outro lado, o CCR papilar tipo 2 costuma ser mais agressivo e diagnosticado em est&aacute;gios avan&ccedil;ados, resultando em pior progn&oacute;stico. Muitos tumores antes classificados como CCR papilar tipo 2 foram reavaliados e redistribu&iacute;dos para outros subtipos definidos molecularmente. Al&eacute;m disso, esses tumores apresentam menor associa&ccedil;&atilde;o com altera&ccedil;&otilde;es na via MET.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-carcinomas-cromofobos\">Carcinomas crom&oacute;fobos<\/h3><p>Os carcinomas crom&oacute;fobos s&atilde;o tumores renais originados das c&eacute;lulas intercaladas do sistema coletor, caracterizados por c&eacute;lulas mais escuras e sem ac&uacute;mulo significativo de lip&iacute;dios e glicog&ecirc;nio. Eles apresentam um perfil gen&eacute;tico distinto, com hipodiploidia e aus&ecirc;ncia da dele&ccedil;&atilde;o do locus 3p.<\/p><p>Estudos gen&ocirc;micos identificam perdas cromoss&ocirc;micas recorrentes (1, 2, 6, 10, 13, 17 e 21) e alta express&atilde;o do oncogene KIT. Embora tenham menor risco de progress&atilde;o que os carcinomas de c&eacute;lulas claras, essa vantagem pode estar relacionada ao diagn&oacute;stico precoce. Fatores como sexo, est&aacute;gio da doen&ccedil;a e presen&ccedil;a de diferencia&ccedil;&atilde;o sarcomatoide influenciam o progn&oacute;stico.<\/p><p>An&aacute;lises do TCGA revelaram altera&ccedil;&otilde;es na fun&ccedil;&atilde;o mitocondrial e alta express&atilde;o da transcriptase reversa da telomerase (TERT), sugerindo seu papel na biologia tumoral. O tratamento segue diretrizes espec&iacute;ficas.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-oncocitomas\">Oncocitomas<\/h3><p>Os oncocitomas renais s&atilde;o tumores raros, representando 3 a 7% dos tumores renais. S&atilde;o compostos por onc&oacute;citos, c&eacute;lulas bem diferenciadas com citoplasma eosinof&iacute;lico devido ao grande n&uacute;mero de mitoc&ocirc;ndrias. Originam-se das c&eacute;lulas intercaladas dos ductos coletores, assim como os carcinomas crom&oacute;fobos.<\/p><p>Geralmente unilaterais e &uacute;nicos, oncocitomas m&uacute;ltiplos e bilaterais podem ocorrer em doen&ccedil;as heredit&aacute;rias como a esclerose tuberosa e a s&iacute;ndrome de Birt-Hogg-Dub&eacute;. Seu diagn&oacute;stico pode ser desafiador, pois at&eacute; 5% dos tumores inicialmente identificados como carcinomas renais podem ser oncocitomas. Estudos sugerem que a express&atilde;o da ciclina D1 pode ajudar a diferenci&aacute;-los dos CCRs crom&oacute;fobos.<\/p><p>Embora tenham um comportamento <strong>benigno <\/strong>e sejam <strong>encapsulados<\/strong>, podendo crescer sem invadir tecidos adjacentes, oncocitomas coexistem com CCRs em 10 a 32% dos casos, principalmente quando h&aacute; oncocitose renal. O risco de novos tumores renais ap&oacute;s a ressec&ccedil;&atilde;o &eacute; baixo, mas o acompanhamento &eacute; recomendado.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tumores-do-ducto-coletor\">Tumores do Ducto Coletor<\/h3><p>Os tumores do ducto coletor (ducto de Bellini) s&atilde;o <strong>raros<\/strong>, tendem a ocorrer em pacientes mais jovens e apresentam comportamento agressivo. A maior s&eacute;rie relatada vem do banco de dados SEER, que identificou 160 casos comparados com 33.000 casos de carcinoma de c&eacute;lulas claras.&nbsp;<\/p><p>Esses tumores foram mais comuns em indiv&iacute;duos negros, frequentemente diagnosticados em est&aacute;gios avan&ccedil;ados (T3\/T4) ou metast&aacute;ticos e apresentaram risco de morte 2,4 vezes maior em rela&ccedil;&atilde;o ao carcinoma de c&eacute;lulas claras. Biologicamente, esses tumores s&atilde;o mais semelhantes &agrave;s c&eacute;lulas transicionais do que aos carcinomas renais de c&eacute;lulas claras.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-carcinomas-de-celulas-renais-definidos-molecularmente-nbsp\">Carcinomas de C&eacute;lulas Renais Definidos Molecularmente&nbsp;<\/h3><p>Embora o diagn&oacute;stico e tratamento do carcinoma de c&eacute;lulas renais (CCR) dependam principalmente da histopatologia, alguns subtipos s&atilde;o definidos por altera&ccedil;&otilde;es moleculares espec&iacute;ficas.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-ccr-deficiente-em-fumarato-hidratase-e-leiomiomatose-hereditaria-nbsp\">CCR Deficiente em Fumarato Hidratase e Leiomiomatose Heredit&aacute;ria&nbsp;<\/h3><p>Esse carcinoma &eacute; caracterizado pela perda bial&eacute;lica do gene FH, podendo ser espor&aacute;dico ou heredit&aacute;rio. Pacientes com variantes germinativas de FH apresentam leiomiomatose heredit&aacute;ria e s&iacute;ndrome do c&acirc;ncer renal (HLRCC). Esses tumores s&atilde;o agressivos e associados &agrave; ativa&ccedil;&atilde;o da via NRF2, com hipermetila&ccedil;&atilde;o e altera&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas, como muta&ccedil;&otilde;es em NF2.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-carcinoma-de-celulas-renais-de-translocacao-mit-tfe-nbsp\">Carcinoma de C&eacute;lulas Renais de Transloca&ccedil;&atilde;o (MiT\/TFE)&nbsp;<\/h3><p>Caracterizado pela fus&atilde;o dos genes TFE3, TFEB ou MITF com outros genes, como ASPSCR1 e PRCC. Predomina em mulheres jovens e pode surgir ap&oacute;s quimioterapia. Apresenta progn&oacute;stico desfavor&aacute;vel e um padr&atilde;o de altera&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas distinto, incluindo perda de 9p e ganho de 17q. Tumores amplificados por TFEB t&ecirc;m um comportamento mais agressivo.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-carcinoma-medular-renal-e-deficiencia-de-smarcb1\">Carcinoma Medular Renal e Defici&ecirc;ncia de SMARCB1<\/h3><p>Originado do ramo ascendente da Al&ccedil;a de Henle, &eacute; caracterizado pela perda bial&eacute;lica de SMARCB1 e est&aacute; associado &agrave; doen&ccedil;a falciforme. Frequentemente apresenta dele&ccedil;&atilde;o ou transloca&ccedil;&atilde;o de SMARCB1 e compartilha semelhan&ccedil;as transcricionais com tumores do ducto coletor.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-carcinoma-de-celulas-renais-deficiente-em-succinato-desidrogenase-sdh\">Carcinoma de C&eacute;lulas Renais Deficiente em Succinato Desidrogenase (SDH)<\/h3><p>Caracterizado pela perda bial&eacute;lica de SDH, faz parte de uma s&iacute;ndrome heredit&aacute;ria que inclui feocromocitomas, adenomas hipofis&aacute;rios e tumores gastrointestinais. A forma som&aacute;tica tamb&eacute;m pode ocorrer com perda bial&eacute;lica de SDHB, apresentando perda extensa de 1p e altera&ccedil;&otilde;es no n&uacute;mero de c&oacute;pias.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-carcinoma-de-celulas-renais-com-mutacao-eloc-tceb1\">Carcinoma de C&eacute;lulas Renais com Muta&ccedil;&atilde;o ELOC (TCEB1)<\/h3><p>Esses tumores apresentam perda bial&eacute;lica de ELOC devido &agrave; monossomia 8 ou perda de heterozigosidade em 8q21. O gene ELOC codifica a elongina C, que faz parte do complexo VHL, e sua perda leva ao ac&uacute;mulo de HIF. S&atilde;o relativamente indolentes e raramente metastatizam.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-carcinomas-de-celulas-renais-rearranjados-por-alk-nbsp\">Carcinomas de C&eacute;lulas Renais Rearranjados por ALK&nbsp;<\/h3><p>Caracterizados por transloca&ccedil;&atilde;o de ALK, esses tumores s&atilde;o extremamente raros, mas respondem bem ao tratamento com inibidores de ALK.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-veja-tambem\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-donovanose-definicao-quadro-clinico-e-mais\/\">Resumo sobre Donovanose: defini&ccedil;&atilde;o, quadro cl&iacute;nico e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-orquite-definicao-etiologia-e-mais\/\">Resumo sobre Orquite: defini&ccedil;&atilde;o, etiologia e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cancer-de-uretra-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/\">Resumo sobre C&acirc;ncer de Uretra: defini&ccedil;&atilde;o, manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-sobre-diurese-definicao-causas-de-aumento-reducao-e-mais\/\">Resumo sobre Diurese: defini&ccedil;&atilde;o, causas de aumento, redu&ccedil;&atilde;o e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-carcinoma-de-adrenal-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/\">Resumo sobre Carcinoma de Adrenal: defini&ccedil;&atilde;o, manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e mais!<\/a><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias\"><\/span>Refer&ecirc;ncias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Michael B Atkins, MD. <strong>Clinical presentation, diagnosis, and staging of renal cell carcinoma<\/strong>. UpToDate, 2025. Dispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/www.uptodate.com\/contents\/clinical-presentation-diagnosis-and-staging-of-renal-cell-carcinoma?search=kidney+cancer&amp;source=search_result&amp;selectedTitle=2%7E150&amp;usage_type=default&amp;display_rank=2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UpToDate<\/a><\/p><p>Michael B Atkins, MDZiad El Bakouny, MDToni K Choueiri, MD. <strong>Epidemiology, pathology, and pathogenesis of renal cell carcinoma<\/strong>. UpToDate, 2025. Dispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/www.uptodate.com\/contents\/epidemiology-pathology-and-pathogenesis-of-renal-cell-carcinoma?search=kidney+cancer&amp;source=search_result&amp;selectedTitle=3%7E150&amp;usage_type=default&amp;display_rank=3\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UpToDate<\/a><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? 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