{"id":86942,"date":"2025-05-16T14:25:16","date_gmt":"2025-05-16T17:25:16","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=86942"},"modified":"2025-05-19T12:52:35","modified_gmt":"2025-05-19T15:52:35","slug":"resumo-de-dor-de-crescimento-sintomas-diagnostico-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-dor-de-crescimento-sintomas-diagnostico-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo de Dor de Crescimento: sintomas, diagn\u00f3stico e mais!"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ol&aacute;, querido doutor e doutora! <\/strong>A dor de crescimento &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o frequente na inf&acirc;ncia, frequentemente mal compreendida por familiares e at&eacute; subestimada em atendimentos cl&iacute;nicos. Embora seja autolimitada e benigna, seu diagn&oacute;stico depende da exclus&atilde;o criteriosa de outras causas. Apresentamos abaixo, de forma objetiva, os principais aspectos cl&iacute;nicos, diagn&oacute;sticos e terap&ecirc;uticos dessa s&iacute;ndrome.&nbsp;<p><em>Apesar do nome, a dor de crescimento n&atilde;o est&aacute; relacionada ao crescimento f&iacute;sico da crian&ccedil;a<\/em><strong>.<\/strong><\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-dor-de-crescimento-sintomas-diagnostico-e-mais\/#Conceito\" >Conceito&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-dor-de-crescimento-sintomas-diagnostico-e-mais\/#Fisiopatologia\" >Fisiopatologia&nbsp;&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-dor-de-crescimento-sintomas-diagnostico-e-mais\/#Epidemiologia-e-fatores-de-risco\" >Epidemiologia e fatores de risco<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-dor-de-crescimento-sintomas-diagnostico-e-mais\/#Avaliacao-clinica\" >Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-dor-de-crescimento-sintomas-diagnostico-e-mais\/#Diagnostico\" >Diagn&oacute;stico&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-dor-de-crescimento-sintomas-diagnostico-e-mais\/#Tratamento\" >Tratamento&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-dor-de-crescimento-sintomas-diagnostico-e-mais\/#Veja-Tambem\" >Veja Tamb&eacute;m<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-dor-de-crescimento-sintomas-diagnostico-e-mais\/#Canal-do-YouTube\" >Canal do YouTube&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-dor-de-crescimento-sintomas-diagnostico-e-mais\/#Referencias-Bibliograficas\" >Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas&nbsp;<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conceito-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Conceito\"><\/span>Conceito&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A <strong>dor de crescimento<\/strong> &eacute; um quadro de dor musculoesquel&eacute;tica recorrente que acomete principalmente crian&ccedil;as na fase pr&eacute;-escolar e escolar, sem estar diretamente ligada ao crescimento f&iacute;sico. Trata-se de um diagn&oacute;stico cl&iacute;nico, baseado em um padr&atilde;o caracter&iacute;stico de dor de in&iacute;cio vespertino ou noturno, de curta dura&ccedil;&atilde;o, <strong>sem sinais inflamat&oacute;rios locais e com exame f&iacute;sico normal<\/strong>.<\/p><p>Essas dores surgem mais frequentemente nas pernas &mdash; em regi&otilde;es como coxas, panturrilhas ou atr&aacute;s dos joelhos &mdash; e tendem a desaparecer espontaneamente com o tempo. <strong>O termo persiste por tradi&ccedil;&atilde;o<\/strong>, embora se saiba que o crescimento em si n&atilde;o provoca dor. Na pr&aacute;tica cl&iacute;nica, essa condi&ccedil;&atilde;o &eacute; considerada <strong>benigna, transit&oacute;ria e sem impacto estrutural<\/strong>, mas requer aten&ccedil;&atilde;o cuidadosa para afastar outras causas mais graves de dor persistente nos membros.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fisiopatologia-nbsp-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Fisiopatologia\"><\/span>Fisiopatologia&nbsp;&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A origem da <strong>dor de crescimento<\/strong> ainda &eacute; motivo de debate na literatura m&eacute;dica, uma vez que <strong>n&atilde;o h&aacute; um mecanismo fisiopatol&oacute;gico &uacute;nico claramente estabelecido<\/strong>. Diferentes hip&oacute;teses tentam explicar o fen&ocirc;meno, com destaque para fatores biomec&acirc;nicos, neurofisiol&oacute;gicos e at&eacute; psicossociais.<\/p><p>Uma das teorias prop&otilde;e que a dor esteja relacionada &agrave; <strong>sobrecarga funcional da musculatura<\/strong> das extremidades inferiores, especialmente ap&oacute;s dias com atividades f&iacute;sicas mais intensas. Essa ideia se baseia na observa&ccedil;&atilde;o de que os epis&oacute;dios costumam ocorrer ap&oacute;s esfor&ccedil;os ou agita&ccedil;&atilde;o motora, mesmo em crian&ccedil;as sem qualquer altera&ccedil;&atilde;o ortop&eacute;dica vis&iacute;vel.<\/p><p>Outra hip&oacute;tese sugere que crian&ccedil;as com dor de crescimento apresentariam <strong>limiar de dor mais baixo<\/strong>, o que as tornaria mais sens&iacute;veis a est&iacute;mulos dolorosos comuns. Esse perfil sensorial estaria associado a uma resposta amplificada da via nociceptiva, o que explicaria a manifesta&ccedil;&atilde;o epis&oacute;dica da dor mesmo na aus&ecirc;ncia de inflama&ccedil;&atilde;o.<\/p><p>Estudos tamb&eacute;m indicam uma poss&iacute;vel rela&ccedil;&atilde;o com <strong>altera&ccedil;&otilde;es posturais leves<\/strong> (como hipermobilidade articular ou prona&ccedil;&atilde;o do p&eacute;), que poderiam favorecer microtraumas ou tens&otilde;es musculares. Em menor escala, aspectos emocionais e comportamentais &mdash; como ansiedade, estresse ou dist&uacute;rbios do sono &mdash; tamb&eacute;m t&ecirc;m sido considerados potenciais moduladores da percep&ccedil;&atilde;o da dor.<\/p><p>Apesar dessas hip&oacute;teses, <strong>nenhuma altera&ccedil;&atilde;o histol&oacute;gica, bioqu&iacute;mica ou estrutural<\/strong> foi consistentemente identificada nas crian&ccedil;as com esse diagn&oacute;stico. Dessa forma, a fisiopatologia da dor de crescimento permanece <strong>multifatorial e ainda sem defini&ccedil;&atilde;o &uacute;nica<\/strong>, refor&ccedil;ando a import&acirc;ncia da abordagem cl&iacute;nica individualizada.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-epidemiologia-e-fatores-de-risco\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Epidemiologia-e-fatores-de-risco\"><\/span>Epidemiologia e fatores de risco<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A <strong>dor de crescimento<\/strong> acomete entre <strong>10% e 30% das crian&ccedil;as<\/strong>, especialmente na faixa et&aacute;ria de <strong>3 a 12 anos<\/strong>, com pico de incid&ecirc;ncia na fase pr&eacute;-escolar. A preval&ecirc;ncia varia conforme os crit&eacute;rios utilizados nos estudos e, embora alguns autores apontem maior frequ&ecirc;ncia entre meninas, n&atilde;o h&aacute; consenso quanto &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o por sexo. Os principais <strong>fatores associados<\/strong> ao aumento do risco incluem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Hist&oacute;rico familiar positivo<\/strong> (pais ou irm&atilde;os com quadro semelhante);<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Hipermobilidade articular<\/strong>;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Prona&ccedil;&atilde;o dos p&eacute;s<\/strong> ou altera&ccedil;&otilde;es posturais leves;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Excesso de peso leve<\/strong> em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; m&eacute;dia da faixa et&aacute;ria;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Baixo limiar para est&iacute;mulos dolorosos<\/strong>;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Presen&ccedil;a de outras queixas som&aacute;ticas<\/strong>, como cefaleia ou dor abdominal;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Estresse, dist&uacute;rbios do sono ou sobrecarga emocional<\/strong>.<\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-avaliacao-clinica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Avaliacao-clinica\"><\/span>Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A dor de crescimento se caracteriza por <strong>epis&oacute;dios recorrentes de dor musculoesquel&eacute;tica<\/strong>, que geralmente afetam os <strong>membros inferiores<\/strong>, como coxas, panturrilhas, canelas e regi&atilde;o posterior dos joelhos. Os epis&oacute;dios costumam ocorrer <strong>&agrave; noite ou durante a madrugada<\/strong>, podendo interromper o sono da crian&ccedil;a. Pela manh&atilde;, a dor desaparece espontaneamente, e a crian&ccedil;a retorna &agrave;s suas atividades habituais, sem qualquer limita&ccedil;&atilde;o funcional ou sinal de inflama&ccedil;&atilde;o local. A dor &eacute;, na maioria das vezes, <strong>bilateral<\/strong>, mas pode alternar de lado em diferentes epis&oacute;dios.<\/p><p>Os epis&oacute;dios n&atilde;o seguem um padr&atilde;o fixo: podem ocorrer algumas vezes por semana ou apresentar intervalos mais longos, com <strong>per&iacute;odos de remiss&atilde;o que duram dias ou at&eacute; meses<\/strong>. N&atilde;o h&aacute; sinais associados como febre, rigidez matinal, claudica&ccedil;&atilde;o ou edema, e o exame f&iacute;sico &eacute; normal entre as crises. Muitas fam&iacute;lias relatam melhora com <strong>massagens, aplica&ccedil;&atilde;o de calor ou uso de analg&eacute;sicos simples<\/strong>. Em alguns casos, &eacute; poss&iacute;vel observar tamb&eacute;m <strong>queixas som&aacute;ticas concomitantes<\/strong>, como cefaleia ou dor abdominal, e at&eacute; um <strong>hist&oacute;rico familiar positivo<\/strong>, o que sugere um componente de predisposi&ccedil;&atilde;o individual.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico\"><\/span>Diagn&oacute;stico&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico da <strong>dor de crescimento<\/strong> &eacute; <strong>cl&iacute;nico e baseado na exclus&atilde;o de outras causas<\/strong> de dor musculoesquel&eacute;tica. N&atilde;o existem exames laboratoriais ou de imagem espec&iacute;ficos para confirm&aacute;-la, sendo a hist&oacute;ria detalhada e o exame f&iacute;sico minucioso os principais pilares da avalia&ccedil;&atilde;o. O quadro t&iacute;pico envolve crian&ccedil;a em idade pr&eacute;-escolar ou escolar, com epis&oacute;dios de dor em membros inferiores, principalmente no final do dia ou &agrave; noite, <strong>sem sinais de inflama&ccedil;&atilde;o<\/strong>, e com recupera&ccedil;&atilde;o completa ao despertar.<\/p><p>Para fortalecer a hip&oacute;tese diagn&oacute;stica, &eacute; necess&aacute;rio observar que:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A dor costuma ser <strong>bilateral e extra-articular<\/strong>;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O exame f&iacute;sico &eacute; <strong>normal<\/strong>, sem edema, calor, rubor ou limita&ccedil;&atilde;o de movimentos;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Os sintomas <strong>n&atilde;o interferem nas atividades diurnas<\/strong>;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Exames complementares<\/strong> (quando realizados) s&atilde;o normais, incluindo hemograma e marcadores inflamat&oacute;rios.<br><\/li>\n<\/ul><p>A investiga&ccedil;&atilde;o complementar s&oacute; deve ser iniciada se houver sinais de alerta, como <strong>dor persistente unilateral, presen&ccedil;a de febre, claudica&ccedil;&atilde;o, perda de peso, linfadenopatia ou altera&ccedil;&atilde;o na marcha<\/strong>. Nesses casos, outras hip&oacute;teses diagn&oacute;sticas devem ser consideradas, como artrite idiop&aacute;tica juvenil, osteomielite, neoplasias ou s&iacute;ndromes dolorosas amplificadas. O reconhecimento do padr&atilde;o cl&iacute;nico t&iacute;pico &eacute; o que permite ao m&eacute;dico <strong>evitar exames desnecess&aacute;rios e orientar corretamente os respons&aacute;veis<\/strong>.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento\"><\/span>Tratamento&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O manejo da dor de crescimento tem como objetivo <strong>aliviar o desconforto da crian&ccedil;a e tranquilizar a fam&iacute;lia<\/strong> quanto &agrave; natureza benigna do quadro. Como os epis&oacute;dios s&atilde;o autolimitados, o tratamento se concentra em medidas sintom&aacute;ticas durante as crises. A primeira abordagem consiste em orientar os cuidadores sobre o car&aacute;ter transit&oacute;rio da dor, o bom progn&oacute;stico e a aus&ecirc;ncia de necessidade de exames complementares ou interven&ccedil;&otilde;es invasivas, desde que n&atilde;o haja sinais de alarme.<\/p><p>Durante os epis&oacute;dios dolorosos, podem ser utilizados recursos como:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Massagens suaves na regi&atilde;o dolorosa<\/strong>;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aplica&ccedil;&atilde;o de calor local<\/strong>, como bolsas t&eacute;rmicas mornas;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Analgesia com paracetamol (10 a 15 mg\/kg\/dose) ou ibuprofeno (10 mg\/kg\/dose)<\/strong>, respeitando a dose m&aacute;xima di&aacute;ria e evitando o uso cont&iacute;nuo.<\/li>\n<\/ul><p>Em crian&ccedil;as com padr&atilde;o recorrente previs&iacute;vel &mdash; como dor ap&oacute;s dias de muita atividade f&iacute;sica &mdash; pode-se considerar o uso preventivo do analg&eacute;sico antes de dormir. Fora das crises, &eacute; recomendada a pr&aacute;tica regular de <strong>exerc&iacute;cios de alongamento muscular<\/strong> (quadr&iacute;ceps, isquiotibiais e panturrilhas), especialmente nos casos em que h&aacute; hipermobilidade articular. O apoio emocional e a presen&ccedil;a dos pais durante os epis&oacute;dios tamb&eacute;m s&atilde;o importantes para reduzir a ansiedade associada &agrave; dor. O uso de tratamentos farmacol&oacute;gicos de longo prazo n&atilde;o &eacute; indicado, e o foco deve permanecer em estrat&eacute;gias n&atilde;o invasivas e de acolhimento.<\/p><p><strong><em>Venha fazer parte da maior plataforma de Medicina do Brasil! O Estrat&eacute;gia MED possui os materiais mais atualizados e cursos ministrados por especialistas na &aacute;rea. 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E. N.; JALIKHIAN, W. <strong><em>Dor do crescimento<\/em><\/strong>. Rev. Dor, S&atilde;o Paulo, v. 12, n. 3, p. 261&ndash;264, 2011.<\/li>\n<\/ol><ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. <strong><em>Dor recorrente em membros ou dor de crescimento<\/em><\/strong><strong>.<\/strong> Departamento Cient&iacute;fico de Reumatologia. S&atilde;o Paulo: SBP, 2024.<\/li>\n<\/ol><ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>TELESA&Uacute;DERS-UFRGS. <strong><em>O que &eacute; a dor de crescimento e como realizar o diagn&oacute;stico e manejo na APS?<\/em><\/strong> Porto Alegre: UFRGS, 2024.<\/li>\n<\/ol><ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li>SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. <strong><em>Isso &eacute; dor de crescimento ou algo mais s&eacute;rio?<\/em><\/strong> Departamento Cient&iacute;fico de Reumatologia. S&atilde;o Paulo: SBP, 2019.<\/li>\n<\/ol><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ol&aacute;, querido doutor e doutora! 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