{"id":87746,"date":"2025-05-30T10:38:49","date_gmt":"2025-05-30T13:38:49","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=87746"},"modified":"2025-06-02T10:22:05","modified_gmt":"2025-06-02T13:22:05","slug":"resumo-de-testosterona-em-mulheres-funcao-reposicao-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-de-testosterona-em-mulheres-funcao-reposicao-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo de Testosterona em Mulheres: fun\u00e7\u00e3o, reposi\u00e7\u00e3o e mais!"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ol&aacute;, querido doutor e doutora! <\/strong>A testosterona, embora amplamente reconhecida por sua fun&ccedil;&atilde;o no organismo masculino, tamb&eacute;m exerce influ&ecirc;ncia relevante na sa&uacute;de da mulher. Seu impacto se estende &agrave; esfera sexual, muscular, &oacute;ssea e neurocognitiva. Apesar disso, o uso terap&ecirc;utico em mulheres permanece restrito e cercado de controv&eacute;rsias. Confira abaixo os principais aspectos cl&iacute;nicos da testosterona na pr&aacute;tica feminina.<p><em>O diagn&oacute;stico do d&eacute;ficit androg&ecirc;nico deve priorizar a avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, j&aacute; que os n&iacute;veis s&eacute;ricos nem sempre refletem a atividade hormonal nos tecidos.<\/em><\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-de-testosterona-em-mulheres-funcao-reposicao-e-mais\/#Conceito\" >Conceito&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-de-testosterona-em-mulheres-funcao-reposicao-e-mais\/#Funcao-da-testosterona-na-mulher\" >Fun&ccedil;&atilde;o da testosterona na mulher&nbsp;&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-de-testosterona-em-mulheres-funcao-reposicao-e-mais\/#Causas-de-deficiencia-androgenica-em-mulheres\" >Causas de defici&ecirc;ncia androg&ecirc;nica em mulheres<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-de-testosterona-em-mulheres-funcao-reposicao-e-mais\/#Indicacoes-clinicas-para-uso-de-testosterona\" >Indica&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas para uso de testosterona<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-de-testosterona-em-mulheres-funcao-reposicao-e-mais\/#Diagnostico-do-deficit-androgenico\" >Diagn&oacute;stico do d&eacute;ficit androg&ecirc;nico&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-de-testosterona-em-mulheres-funcao-reposicao-e-mais\/#Formas-de-reposicao-disponiveis-e-posologia\" >Formas de reposi&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;veis e posologia&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-de-testosterona-em-mulheres-funcao-reposicao-e-mais\/#Veja-Tambem\" >Veja Tamb&eacute;m<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-de-testosterona-em-mulheres-funcao-reposicao-e-mais\/#Canal-do-YouTube\" >Canal do YouTube&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-de-testosterona-em-mulheres-funcao-reposicao-e-mais\/#Referencias-Bibliograficas\" >Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas&nbsp;<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conceito-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Conceito\"><\/span>Conceito&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p><strong>A testosterona &eacute; um horm&ocirc;nio androg&ecirc;nico naturalmente presente no organismo feminino<\/strong>, sendo produzido tanto pelos ov&aacute;rios quanto pelas gl&acirc;ndulas adrenais. Embora tradicionalmente associada &agrave; sa&uacute;de masculina, nas mulheres ela exerce diversas fun&ccedil;&otilde;es, incluindo regula&ccedil;&atilde;o da libido, manuten&ccedil;&atilde;o da densidade &oacute;ssea, preserva&ccedil;&atilde;o da massa muscular e modula&ccedil;&atilde;o do humor. <\/p><p><strong>Durante a vida f&eacute;rtil, suas concentra&ccedil;&otilde;es s&atilde;o significativamente mais altas que as de estradiol<\/strong>, e mesmo ap&oacute;s a menopausa os ov&aacute;rios continuam a produzir andr&oacute;genos, ainda que em menores quantidades. A testosterona circula majoritariamente ligada a prote&iacute;nas plasm&aacute;ticas, como a SHBG (globulina ligadora de horm&ocirc;nios sexuais), sendo a fra&ccedil;&atilde;o livre respons&aacute;vel pelos efeitos biol&oacute;gicos nos tecidos-alvo.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-funcao-da-testosterona-na-mulher-nbsp-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Funcao-da-testosterona-na-mulher\"><\/span>Fun&ccedil;&atilde;o da testosterona na mulher&nbsp;&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p><strong>A testosterona atua em diversos sistemas do organismo feminino<\/strong>, com efeitos que v&atilde;o al&eacute;m da esfera sexual. Um de seus pap&eacute;is mais reconhecidos &eacute; na <strong>regula&ccedil;&atilde;o do desejo sexual<\/strong>, sendo considerada importante na resposta ao est&iacute;mulo er&oacute;tico, no aumento da motiva&ccedil;&atilde;o sexual e na sensibilidade ao prazer. Al&eacute;m disso, <strong>influencia a manuten&ccedil;&atilde;o da massa muscular, da for&ccedil;a f&iacute;sica e da densidade mineral &oacute;ssea<\/strong>, o que se torna especialmente relevante com o avan&ccedil;o da idade ou na p&oacute;s-menopausa.<\/p><p>No sistema nervoso central, <strong>participa da modula&ccedil;&atilde;o do humor e da cogni&ccedil;&atilde;o<\/strong>, podendo afetar aspectos como energia, bem-estar e mem&oacute;ria verbal. A testosterona tamb&eacute;m exerce a&ccedil;&atilde;o local sobre tecidos como pele e mucosas, incluindo a mucosa vaginal, contribuindo para sua integridade e fun&ccedil;&atilde;o. Muitos desses efeitos resultam de sua convers&atilde;o intracelular em outros horm&ocirc;nios ativos, como estradiol e di-hidrotestosterona (DHT), evidenciando sua complexa atividade metab&oacute;lica.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-causas-de-deficiencia-androgenica-em-mulheres\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Causas-de-deficiencia-androgenica-em-mulheres\"><\/span>Causas de defici&ecirc;ncia androg&ecirc;nica em mulheres<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A defici&ecirc;ncia androg&ecirc;nica em mulheres pode ter origens variadas, envolvendo altera&ccedil;&otilde;es fisiol&oacute;gicas, condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e interven&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas. <strong>O envelhecimento natural &eacute; uma das principais causas<\/strong>, com redu&ccedil;&atilde;o progressiva da produ&ccedil;&atilde;o de testosterona pelos ov&aacute;rios e adrenais, mesmo antes da menopausa. Em contrapartida, situa&ccedil;&otilde;es como <strong>a menopausa cir&uacute;rgica (ooforectomia bilateral)<\/strong> promovem uma queda abrupta nos n&iacute;veis androg&ecirc;nicos, devido &agrave; perda s&uacute;bita da principal fonte hormonal ovariana.<\/p><p><strong>Dist&uacute;rbios end&oacute;crinos tamb&eacute;m podem desencadear essa defici&ecirc;ncia<\/strong>, como ocorre na insufici&ecirc;ncia adrenal, no hipopituitarismo ou na amenorreia hipotal&acirc;mica. Nestes casos, h&aacute; comprometimento na produ&ccedil;&atilde;o direta de andr&oacute;genos ou dos precursores necess&aacute;rios &agrave; sua s&iacute;ntese. O uso prolongado de <strong>corticoides sist&ecirc;micos ou anticoncepcionais hormonais<\/strong> (especialmente os que aumentam a SHBG) pode reduzir a fra&ccedil;&atilde;o livre e biodispon&iacute;vel da testosterona.<\/p><p>Al&eacute;m disso, <strong>doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, como HIV, hepatopatias ou anorexia nervosa<\/strong>, podem interferir na produ&ccedil;&atilde;o e na a&ccedil;&atilde;o dos andr&oacute;genos. A defici&ecirc;ncia tamb&eacute;m pode ser iatrog&ecirc;nica, como nos casos de <strong>radioterapia p&eacute;lvica ou quimioterapia<\/strong>, que afetam o funcionamento ovariano. Cada uma dessas situa&ccedil;&otilde;es exige avalia&ccedil;&atilde;o individualizada, considerando n&atilde;o apenas os n&iacute;veis s&eacute;ricos, mas tamb&eacute;m a apresenta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica e o contexto de sa&uacute;de geral da paciente.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indicacoes-clinicas-para-uso-de-testosterona\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Indicacoes-clinicas-para-uso-de-testosterona\"><\/span>Indica&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas para uso de testosterona<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Atualmente, <strong>a &uacute;nica indica&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica respaldada por evid&ecirc;ncias robustas para o uso de testosterona em mulheres &eacute; o transtorno do desejo sexual hipoativo (TDSH)<\/strong>, especialmente em mulheres na p&oacute;s-menopausa com queixa persistente de perda de interesse sexual associada a sofrimento pessoal. Essa indica&ccedil;&atilde;o requer que outras causas &mdash; como conflitos relacionais, uso de medica&ccedil;&otilde;es, dist&uacute;rbios psiqui&aacute;tricos ou disfun&ccedil;&otilde;es hormonais &mdash; tenham sido adequadamente investigadas e exclu&iacute;das.<\/p><p>Antes de iniciar a terapia, &eacute; recomend&aacute;vel que a mulher passe por uma <strong>abordagem multidimensional<\/strong>, que inclua avalia&ccedil;&atilde;o biopsicossocial e, quando necess&aacute;rio, acompanhamento conjunto com equipe de sa&uacute;de mental ou terapia sexual. <strong>A testosterona n&atilde;o deve ser usada apenas com base em n&iacute;veis hormonais baixos<\/strong>, j&aacute; que muitas mulheres com valores reduzidos n&atilde;o apresentam queixas, e a correla&ccedil;&atilde;o entre n&iacute;veis s&eacute;ricos e sintomas ainda &eacute; inconsistente.<\/p><p>Fora dessa indica&ccedil;&atilde;o, <strong>n&atilde;o se recomenda o uso de testosterona para melhora de energia, bem-estar, composi&ccedil;&atilde;o corporal, sa&uacute;de &oacute;ssea, desempenho cognitivo ou preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as cardiovasculares<\/strong>, devido &agrave; aus&ecirc;ncia de evid&ecirc;ncias de efic&aacute;cia e seguran&ccedil;a nessas situa&ccedil;&otilde;es. Portanto, o uso deve ser criterioso, com consentimento informado, metas terap&ecirc;uticas bem definidas e monitoramento regular durante o tratamento.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-do-deficit-androgenico-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico-do-deficit-androgenico\"><\/span>Diagn&oacute;stico do d&eacute;ficit androg&ecirc;nico&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico do d&eacute;ficit androg&ecirc;nico em mulheres <strong>n&atilde;o deve se basear apenas em dosagens hormonais<\/strong>, mas sim em uma associa&ccedil;&atilde;o entre sintomas cl&iacute;nicos e exclus&atilde;o de outras causas. O principal sinal cl&iacute;nico reconhecido &eacute; a <strong>redu&ccedil;&atilde;o persistente do desejo sexual acompanhada de sofrimento subjetivo<\/strong>, caracter&iacute;stica do transtorno do desejo sexual hipoativo (TDSH). Outros sintomas frequentemente relatados &mdash; como fadiga, queda de energia, perda de motiva&ccedil;&atilde;o ou altera&ccedil;&otilde;es de humor &mdash; s&atilde;o inespec&iacute;ficos e podem ter m&uacute;ltiplas origens, o que torna o diagn&oacute;stico mais desafiador.<\/p><p>Do ponto de vista laboratorial, recomenda-se <strong>avaliar a testosterona total pela manh&atilde;<\/strong>, preferencialmente na fase folicular do ciclo, utilizando metodologias de alta sensibilidade, como cromatografia l&iacute;quida acoplada &agrave; espectrometria de massa. Ainda assim, os valores hormonais devem ser interpretados com cautela, pois <strong>n&atilde;o existe um ponto de corte validado universalmente para definir defici&ecirc;ncia androg&ecirc;nica em mulheres<\/strong>, e os ensaios convencionais t&ecirc;m pouca precis&atilde;o nos n&iacute;veis fisiol&oacute;gicos femininos.<\/p><p>A dosagem da <strong>SHBG (globulina ligadora de horm&ocirc;nios sexuais)<\/strong> pode ser &uacute;til em situa&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas, como em usu&aacute;rias de estr&oacute;genos orais, j&aacute; que sua eleva&ccedil;&atilde;o reduz a fra&ccedil;&atilde;o livre da testosterona. No entanto, a dosagem de testosterona livre ou do &iacute;ndice androg&ecirc;nico livre (Free Androgen Index) <strong>n&atilde;o &eacute; recomendada de forma rotineira<\/strong>, devido &agrave; baixa confiabilidade desses m&eacute;todos na pr&aacute;tica cl&iacute;nica. Diante disso, o foco do diagn&oacute;stico permanece na avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica criteriosa, refor&ccedil;ando a import&acirc;ncia do julgamento m&eacute;dico individualizado.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-formas-de-reposicao-disponiveis-e-posologia-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Formas-de-reposicao-disponiveis-e-posologia\"><\/span>Formas de reposi&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;veis e posologia&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A terapia com testosterona em mulheres utiliza, predominantemente, <strong>prepara&ccedil;&otilde;es formuladas originalmente para homens, adaptadas para doses muito menores<\/strong>, uma vez que n&atilde;o h&aacute; formula&ccedil;&otilde;es femininas aprovadas na maioria dos pa&iacute;ses. A exce&ccedil;&atilde;o &eacute; a Austr&aacute;lia, onde existe uma apresenta&ccedil;&atilde;o transd&eacute;rmica licenciada especificamente para uso feminino. Nos demais contextos, o uso &eacute; off-label e exige aten&ccedil;&atilde;o &agrave; individualiza&ccedil;&atilde;o da dose, pureza da formula&ccedil;&atilde;o e monitoramento rigoroso.<\/p><p>A forma mais indicada &eacute; a <strong>via transd&eacute;rmica<\/strong>, seja em gel ou creme, por permitir absor&ccedil;&atilde;o gradual, menores riscos metab&oacute;licos e melhor controle das concentra&ccedil;&otilde;es hormonais. As apresenta&ccedil;&otilde;es masculinas (como g&eacute;is de 1% ou 2%) costumam ser fracionadas, sendo utilizada <strong>cerca de 1\/10 da dose di&aacute;ria destinada ao homem<\/strong> &mdash; o que equivale, geralmente, a 5 mg de testosterona por dia. A dose inicial &eacute; ajustada de acordo com a resposta cl&iacute;nica e com os n&iacute;veis hormonais, buscando-se manter a testosterona total dentro da faixa fisiol&oacute;gica para mulheres.<\/p><p>As formas orais <strong>n&atilde;o s&atilde;o recomendadas<\/strong>, pois t&ecirc;m maior impacto sobre o metabolismo hep&aacute;tico e alteram o perfil lip&iacute;dico. J&aacute; os implantes subcut&acirc;neos ou formula&ccedil;&otilde;es manipuladas s&oacute; devem ser considerados <strong>em contextos excepcionais<\/strong>, e quando realizados por farm&aacute;cias que sigam crit&eacute;rios rigorosos de qualidade.<\/p><p>&Eacute; importante orientar a paciente quanto &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o correta (em pele limpa e seca, geralmente no abdome ou coxa), evitar o contato do local com outras pessoas por algumas horas e lavar as m&atilde;os ap&oacute;s o uso. A posologia deve sempre ser revista ap&oacute;s 3 a 6 semanas de tratamento, ajustando-se conforme sintomas e eventuais sinais de excesso androg&ecirc;nico, como acne ou aumento de pelos.<\/p><p><strong><em>Venha fazer parte da maior plataforma de Medicina do Brasil! O Estrat&eacute;gia MED possui os materiais mais atualizados e cursos ministrados por especialistas na &aacute;rea. 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DOI: 10.1016\/S2213-8587(15)00284-3.<\/li>\n<\/ol><ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>BRITISH MENOPAUSE SOCIETY. <strong>Testosterone replacement in menopause: Tool for clinicians<\/strong>. <em>Post Reproductive Health<\/em>, 2022.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>WEISS, Rita V. et al. <strong>Testosterone therapy for women with low sexual desire: a position statement from the Brazilian Society of Endocrinology and Metabolism<\/strong>. <em>Archives of Endocrinology and Metabolism<\/em>, v. 63, n. 3, p. 190&ndash;198, 2019. DOI: 10.20945\/2359-3997000000152.<\/li>\n<\/ol><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ol&aacute;, querido doutor e doutora! 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