{"id":89063,"date":"2025-06-25T18:22:20","date_gmt":"2025-06-25T21:22:20","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=89063"},"modified":"2025-06-27T13:54:43","modified_gmt":"2025-06-27T16:54:43","slug":"resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo do Modelo de Leavell e Clark: n\u00edveis de preven\u00e7\u00e3o e mais!"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ol&aacute;, querido doutor e doutora!<\/strong> O modelo de Leavell e Clark representa um marco na sistematiza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es preventivas em sa&uacute;de, oferecendo uma leitura cronol&oacute;gica do adoecimento e orientando a pr&aacute;tica cl&iacute;nica. Ao longo do tempo, esse esquema foi ampliado para incluir novas dimens&otilde;es do cuidado, como a preven&ccedil;&atilde;o quatern&aacute;ria, que convida &agrave; reflex&atilde;o &eacute;tica e relacional na pr&aacute;tica m&eacute;dica.<p><em>A hist&oacute;ria natural da doen&ccedil;a permite que o cuidado cl&iacute;nico seja planejado com base no tempo de atua&ccedil;&atilde;o ideal em cada etapa.<\/em><\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Contexto-historico-do-modelo\" >Contexto hist&oacute;rico do modelo&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Descricao-dos-niveis-de-prevencao\" >Descri&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de preven&ccedil;&atilde;o<\/a><ul class='ez-toc-list-level-3' ><li class='ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Prevencao-primordial\" >Preven&ccedil;&atilde;o primordial<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Prevencao-primaria\" >Preven&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Prevencao-secundaria\" >Preven&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Prevencao-terciaria\" >Preven&ccedil;&atilde;o terci&aacute;ria<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Prevencao-quaternaria\" >Preven&ccedil;&atilde;o quatern&aacute;ria<\/a><\/li><\/ul><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Conceito-de-historia-natural-da-doenca\" >Conceito de hist&oacute;ria natural da doen&ccedil;a<\/a><ul class='ez-toc-list-level-3' ><li class='ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Periodo-pre-patogenico\" >Per&iacute;odo pr&eacute;-patog&ecirc;nico<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-10\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Periodo-patogenico\" >Per&iacute;odo patog&ecirc;nico<\/a><\/li><\/ul><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-11\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Relevancia-clinica-atual\" >Relev&acirc;ncia cl&iacute;nica atual<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-12\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Veja-Tambem\" >Veja Tamb&eacute;m<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-13\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Canal-do-YouTube\" >Canal do YouTube&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-14\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-do-modelo-de-leavell-e-clark-niveis-de-prevencao-e-mais\/#Referencias-Bibliograficas\" >Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas&nbsp;<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-contexto-historico-do-modelo-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Contexto-historico-do-modelo\"><\/span>Contexto hist&oacute;rico do modelo&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O modelo de Leavell e Clark surgiu na d&eacute;cada de 1950, em um cen&aacute;rio marcado pela reorganiza&ccedil;&atilde;o dos sistemas de sa&uacute;de e pelo fortalecimento das a&ccedil;&otilde;es preventivas ap&oacute;s a Segunda Guerra Mundial. Os autores, ambos m&eacute;dicos com atua&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de p&uacute;blica, buscaram uma forma did&aacute;tica de compreender a <strong>evolu&ccedil;&atilde;o cronol&oacute;gica das doen&ccedil;as<\/strong> e as possibilidades de interven&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica em cada fase. Essa proposta, inicialmente voltada para a <strong>hist&oacute;ria natural da doen&ccedil;a<\/strong>, estruturava a atua&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica em tr&ecirc;s etapas: <strong>preven&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria, secund&aacute;ria e terci&aacute;ria<\/strong>, associadas ao curso natural do adoecimento, desde a exposi&ccedil;&atilde;o ao agente at&eacute; os desfechos cl&iacute;nicos.<\/p><p>A proposta teve r&aacute;pida difus&atilde;o por sua utilidade na pr&aacute;tica m&eacute;dica e no planejamento sanit&aacute;rio. Sua l&oacute;gica era compat&iacute;vel com o paradigma biom&eacute;dico dominante, que priorizava doen&ccedil;as infecciosas, agentes etiol&oacute;gicos bem definidos e a&ccedil;&otilde;es direcionadas ao indiv&iacute;duo. No entanto, a simplicidade do modelo tamb&eacute;m o tornou <strong>alvo de cr&iacute;ticas nas d&eacute;cadas seguintes<\/strong>, especialmente no contexto da Medicina Social Latino-Americana, que passou a reivindicar uma vis&atilde;o ampliada do processo sa&uacute;de-doen&ccedil;a, incorporando determinantes sociais e culturais ao debate. Ainda assim, o modelo segue sendo uma refer&ecirc;ncia estruturante na forma&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica e nos sistemas de sa&uacute;de que adotam a preven&ccedil;&atilde;o como eixo organizador da aten&ccedil;&atilde;o.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-descricao-dos-niveis-de-prevencao\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Descricao-dos-niveis-de-prevencao\"><\/span>Descri&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de preven&ccedil;&atilde;o<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O modelo de Leavell e Clark organiza a atua&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica preventiva em <strong>tr&ecirc;s n&iacute;veis cronol&oacute;gicos<\/strong>, que acompanham a evolu&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a desde o risco at&eacute; os desfechos funcionais. Com o tempo, foram incorporados dois novos n&iacute;veis: <strong>primordial<\/strong> e <strong>quatern&aacute;rio<\/strong>, que ampliam a abrang&ecirc;ncia das a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de, tanto no coletivo quanto na cl&iacute;nica individual.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-prevencao-primordial\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Prevencao-primordial\"><\/span>Preven&ccedil;&atilde;o primordial<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3><p>Prop&otilde;e-se <strong>antes mesmo do surgimento dos fatores de risco<\/strong>, atuando sobre as condi&ccedil;&otilde;es sociais, econ&ocirc;micas e ambientais que favorecem sua instala&ccedil;&atilde;o. Envolve, por exemplo, pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que promovem saneamento b&aacute;sico, alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, seguran&ccedil;a vi&aacute;ria e acesso &agrave; educa&ccedil;&atilde;o.<\/p><p>Esse n&iacute;vel busca <strong>evitar que os fatores de risco se instalem na popula&ccedil;&atilde;o<\/strong>, sendo particularmente relevante para lidar com determinantes sociais da sa&uacute;de e iniquidades estruturais.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-prevencao-primaria\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Prevencao-primaria\"><\/span>Preven&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3><p>Consiste em <strong>impedir o aparecimento da doen&ccedil;a<\/strong>, atuando diretamente sobre os fatores de risco j&aacute; identificados. S&atilde;o exemplos cl&aacute;ssicos: <strong>vacina&ccedil;&atilde;o, orienta&ccedil;&atilde;o nutricional, pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica e cessa&ccedil;&atilde;o do tabagismo<\/strong>.<\/p><p>A preven&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &eacute; aplicada no <strong>per&iacute;odo pr&eacute;-patog&ecirc;nico<\/strong>, ou seja, quando ainda n&atilde;o h&aacute; altera&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas ou laboratoriais detect&aacute;veis, mas h&aacute; suscetibilidade.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-prevencao-secundaria\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Prevencao-secundaria\"><\/span>Preven&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3><p>Foca na <strong>detec&ccedil;&atilde;o precoce de doen&ccedil;as<\/strong> em fases assintom&aacute;ticas, permitindo o in&iacute;cio imediato do tratamento e a limita&ccedil;&atilde;o de complica&ccedil;&otilde;es. Inclui a&ccedil;&otilde;es como <strong>rastreamento populacional (mamografia, Papanicolau, testes r&aacute;pidos), exames peri&oacute;dicos e triagens cl&iacute;nicas<\/strong>.<\/p><p>O objetivo &eacute; <strong>interromper a progress&atilde;o natural do agravo<\/strong>, reduzindo morbidade e custos associados a formas avan&ccedil;adas da doen&ccedil;a.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-prevencao-terciaria\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Prevencao-terciaria\"><\/span>Preven&ccedil;&atilde;o terci&aacute;ria<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3><p>Aplica-se quando a doen&ccedil;a j&aacute; se instalou e busca <strong>minimizar suas consequ&ecirc;ncias<\/strong>, prevenindo incapacidades, reduzindo sofrimento e promovendo reabilita&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, funcional e social.<\/p><p>S&atilde;o exemplos: <strong>programas de reabilita&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-AVC, controle de comorbidades em diab&eacute;ticos, fisioterapia e reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar em pacientes com doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas<\/strong>.<\/p><p>Esse n&iacute;vel est&aacute; fortemente relacionado ao <strong>cuidado cont&iacute;nuo e interdisciplinar<\/strong>, centrado na qualidade de vida do paciente.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-prevencao-quaternaria\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Prevencao-quaternaria\"><\/span>Preven&ccedil;&atilde;o quatern&aacute;ria<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3><p>Introduzida mais recentemente, prop&otilde;e-se a <strong>identificar situa&ccedil;&otilde;es de risco de hipermedicaliza&ccedil;&atilde;o<\/strong>, protegendo o paciente de exames, diagn&oacute;sticos e tratamentos desnecess&aacute;rios ou potencialmente danosos.<\/p><p>Envolve a&ccedil;&otilde;es como: <strong>evitar rastreamentos de baixo valor preditivo, limitar uso irracional de antibi&oacute;ticos, revisar medica&ccedil;&otilde;es potencialmente inapropriadas (deprescri&ccedil;&atilde;o)<\/strong> e promover decis&otilde;es compartilhadas baseadas em evid&ecirc;ncia e valores do paciente.<\/p><p>Trata-se de uma abordagem que <strong>refor&ccedil;a a &eacute;tica cl&iacute;nica, a escuta ativa e a autonomia<\/strong>, buscando harmonia entre ci&ecirc;ncia e humanidade no cuidado m&eacute;dico.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conceito-de-historia-natural-da-doenca\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Conceito-de-historia-natural-da-doenca\"><\/span>Conceito de hist&oacute;ria natural da doen&ccedil;a<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p><strong>A hist&oacute;ria natural da doen&ccedil;a<\/strong> representa o percurso biol&oacute;gico e cl&iacute;nico de um agravo &agrave; sa&uacute;de <strong>em sua progress&atilde;o espont&acirc;nea, sem interfer&ecirc;ncia m&eacute;dica<\/strong>. Essa concep&ccedil;&atilde;o, sistematizada por Leavell e Clark, oferece uma linha do tempo do adoecer que possibilita organizar as a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o conforme o est&aacute;gio em que se encontram o indiv&iacute;duo e a doen&ccedil;a. A estrutura do modelo est&aacute; dividida em dois grandes per&iacute;odos: o <strong>pr&eacute;-patog&ecirc;nico<\/strong> e o <strong>patog&ecirc;nico<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-periodo-pre-patogenico\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Periodo-pre-patogenico\"><\/span>Per&iacute;odo pr&eacute;-patog&ecirc;nico<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3><p>No <strong>per&iacute;odo pr&eacute;-patog&ecirc;nico<\/strong>, ainda n&atilde;o h&aacute; manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas nem altera&ccedil;&otilde;es celulares percept&iacute;veis. A aten&ccedil;&atilde;o est&aacute; voltada para a intera&ccedil;&atilde;o entre <strong>agente etiol&oacute;gico, hospedeiro suscet&iacute;vel e ambiente favor&aacute;vel<\/strong>, compondo a cl&aacute;ssica tr&iacute;ade ecol&oacute;gica. &Eacute; neste momento que se concentram as a&ccedil;&otilde;es de <strong>promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e preven&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria<\/strong>, pois h&aacute; oportunidade de impedir que a doen&ccedil;a se instale.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-periodo-patogenico\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Periodo-patogenico\"><\/span>Per&iacute;odo patog&ecirc;nico<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3><p>J&aacute; no <strong>per&iacute;odo patog&ecirc;nico<\/strong>, o processo morboso est&aacute; em curso, mesmo que ainda assintom&aacute;tico. Ele inicia-se com altera&ccedil;&otilde;es subcl&iacute;nicas e pode evoluir para sintomas, diagn&oacute;stico, tratamento e reabilita&ccedil;&atilde;o. A evolu&ccedil;&atilde;o pode resultar em cura, sequelas ou &oacute;bito. Nesse intervalo se inserem as a&ccedil;&otilde;es de <strong>preven&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria<\/strong> (diagn&oacute;stico precoce e tratamento imediato) e <strong>terci&aacute;ria<\/strong> (reabilita&ccedil;&atilde;o e redu&ccedil;&atilde;o de danos).<\/p><p>Ao descrever o adoecer como um fen&ocirc;meno sequencial e previs&iacute;vel, a hist&oacute;ria natural da doen&ccedil;a permite que o cuidado cl&iacute;nico seja planejado com base no <strong>tempo de atua&ccedil;&atilde;o ideal em cada etapa<\/strong>, favorecendo interven&ccedil;&otilde;es oportunas e racionaliza&ccedil;&atilde;o de recursos. Apesar de seu valor did&aacute;tico e estrat&eacute;gico, esse modelo tem sido complementado por outras abordagens que consideram a complexidade dos determinantes sociais, culturais e subjetivos do processo sa&uacute;de-doen&ccedil;a.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-relevancia-clinica-atual\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Relevancia-clinica-atual\"><\/span>Relev&acirc;ncia cl&iacute;nica atual<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Apesar das transforma&ccedil;&otilde;es no entendimento do processo sa&uacute;de-doen&ccedil;a nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, o modelo de Leavell e Clark ainda mant&eacute;m <strong>import&acirc;ncia pr&aacute;tica na organiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de e na forma&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica<\/strong>. Sua estrutura did&aacute;tica continua sendo uma ferramenta &uacute;til para o racioc&iacute;nio preventivo e para o planejamento de a&ccedil;&otilde;es em diferentes n&iacute;veis de aten&ccedil;&atilde;o. Ao delimitar os momentos em que cada interven&ccedil;&atilde;o pode ser mais eficaz, o modelo auxilia m&eacute;dicos a <strong>alinharem condutas cl&iacute;nicas &agrave; cronologia do adoecimento<\/strong>, promovendo decis&otilde;es mais adequadas e custo-efetivas.<\/p><p>Na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria, sua aplicabilidade se evidencia ao orientar desde estrat&eacute;gias populacionais de <strong>imuniza&ccedil;&atilde;o e rastreamento<\/strong>, at&eacute; a&ccedil;&otilde;es focadas em <strong>reabilita&ccedil;&atilde;o e cuidado longitudinal<\/strong>. O uso articulado dos n&iacute;veis de preven&ccedil;&atilde;o favorece uma abordagem cl&iacute;nica que transcende o tratamento da doen&ccedil;a j&aacute; instalada, ampliando o foco para a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e para a <strong>preven&ccedil;&atilde;o de agravos futuros<\/strong>.<\/p><p>Al&eacute;m disso, a introdu&ccedil;&atilde;o da <strong>preven&ccedil;&atilde;o quatern&aacute;ria<\/strong> fortalece a dimens&atilde;o &eacute;tica da pr&aacute;tica m&eacute;dica contempor&acirc;nea. A capacidade de reconhecer situa&ccedil;&otilde;es em que o excesso de exames, diagn&oacute;sticos ou tratamentos pode gerar mais dano do que benef&iacute;cio &eacute; fundamental para <strong>evitar iatrogenias, preservar a autonomia do paciente e promover uma medicina mais prudente e centrada na pessoa<\/strong>.<\/p><p>Assim, mesmo com limita&ccedil;&otilde;es epistemol&oacute;gicas, o modelo continua sendo um <strong>marco de refer&ecirc;ncia que pode ser enriquecido quando articulado a outras abordagens cl&iacute;nicas, sociais e human&iacute;sticas<\/strong>. Seu valor est&aacute;, hoje, n&atilde;o na rigidez da sua estrutura, mas na <strong>possibilidade de integra&ccedil;&atilde;o com modelos mais complexos de cuidado<\/strong>, que reconhe&ccedil;am as m&uacute;ltiplas dimens&otilde;es do adoecer e promovam um cuidado mais integral.<\/p><p><strong><em>Venha fazer parte da maior plataforma de Medicina do Brasil! 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Revista Brasileira de Medicina de Fam&iacute;lia e Comunidade, Rio de Janeiro, v. 10, n. 35, p. 1&ndash;9, abr.\/jun. 2015.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>PANDVE, Harshal Tukaram. <em>C<\/em><strong><em>hanging concept of disease prevention: From primordial to quaternary<\/em><\/strong><strong>.<\/strong> Archives of Medicine and Health Sciences, v. 2, n. 2, p. 254&ndash;256, jul.\/dez. 2014.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>PUTTINI, Rodolfo Franco; PEREIRA JUNIOR, Alfredo; OLIVEIRA, Luiz Roberto. <strong><em>Modelos explicativos em Sa&uacute;de Coletiva: abordagem biopsicossocial e auto-organiza&ccedil;&atilde;o<\/em><\/strong>. Physis: Revista de Sa&uacute;de Coletiva, Rio de Janeiro, v. 20, n. 3, p. 753&ndash;767, 2010.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ol&aacute;, querido doutor e doutora! 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