{"id":90426,"date":"2025-07-17T17:34:52","date_gmt":"2025-07-17T20:34:52","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=90426"},"modified":"2025-07-17T17:38:52","modified_gmt":"2025-07-17T20:38:52","slug":"resumo-da-doenca-de-osgood-schlatter-causas-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-da-doenca-de-osgood-schlatter-causas-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo da Doen\u00e7a de Osgood Schlatter: causas e mais!"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ol&aacute;, querido doutor e doutora! <\/strong>A Doen&ccedil;a de Osgood-Schlatter &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o ortop&eacute;dica benigna, comum em adolescentes que praticam esportes com impacto repetitivo nos joelhos. Embora autolimitada, pode comprometer o desempenho f&iacute;sico e gerar dor persistente durante o crescimento. O reconhecimento precoce e o manejo cl&iacute;nico adequado ajudam a evitar afastamentos prolongados das atividades esportivas.&nbsp;<p><em>A dor anterior no joelho com in&iacute;cio insidioso e piora com atividade f&iacute;sica &eacute; a principal queixa relatada pelos pacientes.<\/em><\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-da-doenca-de-osgood-schlatter-causas-e-mais\/#Definicao-e-fisiopatologia\" >Defini&ccedil;&atilde;o e fisiopatologia&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-da-doenca-de-osgood-schlatter-causas-e-mais\/#Epidemiologia\" >Epidemiologia<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-da-doenca-de-osgood-schlatter-causas-e-mais\/#Avaliacao-clinica\" >Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-da-doenca-de-osgood-schlatter-causas-e-mais\/#Diagnostico\" >Diagn&oacute;stico&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-da-doenca-de-osgood-schlatter-causas-e-mais\/#Tratamento\" >Tratamento&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-da-doenca-de-osgood-schlatter-causas-e-mais\/#Veja-Tambem\" >Veja Tamb&eacute;m<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-da-doenca-de-osgood-schlatter-causas-e-mais\/#Canal-do-YouTube\" >Canal do YouTube&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-da-doenca-de-osgood-schlatter-causas-e-mais\/#Referencias-Bibliograficas\" >Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas&nbsp;<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-definicao-e-fisiopatologia-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Definicao-e-fisiopatologia\"><\/span>Defini&ccedil;&atilde;o e fisiopatologia&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conceito-clinico\">Conceito cl&iacute;nico<\/h3><p>A <strong>Doen&ccedil;a de Osgood-Schlatter<\/strong> &eacute; uma <strong>apofisite de tra&ccedil;&atilde;o da tuberosidade anterior da t&iacute;bia<\/strong>, resultante da sobrecarga repetitiva no ponto de inser&ccedil;&atilde;o do tend&atilde;o patelar. Trata-se de uma condi&ccedil;&atilde;o inflamat&oacute;ria observada em adolescentes em fase de crescimento acelerado, frequentemente envolvidos em atividades esportivas.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-mecanismo-de-sobrecarga\">Mecanismo de sobrecarga<\/h3><p>Durante o estir&atilde;o puberal, o crescimento &oacute;sseo costuma superar a capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o musculotend&iacute;nea, o que leva a um aumento da tens&atilde;o na transi&ccedil;&atilde;o tend&atilde;o-osso. Esfor&ccedil;os repetitivos como <strong>saltos, corridas, chutes e agachamentos<\/strong> potencializam essa tra&ccedil;&atilde;o sobre a ap&oacute;fise, favorecendo processos inflamat&oacute;rios locais.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-alteracoes-histologicas-e-estruturais\">Altera&ccedil;&otilde;es histol&oacute;gicas e estruturais<\/h3><p>A tra&ccedil;&atilde;o cr&ocirc;nica do tend&atilde;o patelar sobre uma fise ainda imatura pode levar a <strong>fragmenta&ccedil;&atilde;o da tuberosidade tibial<\/strong>, <strong>edema de partes moles<\/strong>, <strong>forma&ccedil;&atilde;o de oss&iacute;culos<\/strong> ou at&eacute; mesmo microavuls&otilde;es. O processo reparativo pode resultar em uma <strong>proemin&ecirc;ncia &oacute;ssea residual<\/strong>, muitas vezes indolor ap&oacute;s a consolida&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p><div class=\"wp-block-buttons is-horizontal is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-1 wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link has-background wp-element-button\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/cursos\/\" style=\"background-color:#0ba4ae\" target=\"_blank\">Conhe&ccedil;a os cursos do Estrat&eacute;gia MED!<\/a><\/div>\n<\/div><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-epidemiologia\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Epidemiologia\"><\/span>Epidemiologia<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-faixa-etaria-e-crescimento-esqueletico\">Faixa et&aacute;ria e crescimento esquel&eacute;tico<\/h3><p>A Doen&ccedil;a de Osgood-Schlatter surge predominantemente durante o <strong>per&iacute;odo de crescimento acelerado da puberdade<\/strong>, quando a ap&oacute;fise da tuberosidade tibial ainda est&aacute; em ossifica&ccedil;&atilde;o. A faixa et&aacute;ria mais acometida &eacute; entre <strong>12 e 15 anos nos meninos<\/strong> e entre <strong>8 e 13 anos nas meninas<\/strong>, refletindo as diferen&ccedil;as no tempo de matura&ccedil;&atilde;o esquel&eacute;tica entre os sexos.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-distribuicao-por-sexo\">Distribui&ccedil;&atilde;o por sexo<\/h3><p>Historicamente, a condi&ccedil;&atilde;o foi considerada mais prevalente em meninos. No entanto, com o aumento da participa&ccedil;&atilde;o feminina em esportes competitivos, <strong>a incid&ecirc;ncia entre meninas tem se tornado compar&aacute;vel<\/strong>, ainda que a apresenta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica possa variar levemente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; intensidade dos sintomas e tempo de recupera&ccedil;&atilde;o.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-relacao-com-atividade-fisica\">Rela&ccedil;&atilde;o com atividade f&iacute;sica<\/h3><p>A doen&ccedil;a &eacute; <strong>mais frequente em adolescentes fisicamente ativos<\/strong>, especialmente em esportes que envolvem <strong>saltos, arrancadas e mudan&ccedil;as bruscas de dire&ccedil;&atilde;o<\/strong>, como futebol, basquete, v&ocirc;lei e atletismo. Movimentos repetitivos do aparelho extensor do joelho contribuem diretamente para o desenvolvimento do quadro.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-prevalencia-e-bilateralidade\">Preval&ecirc;ncia e bilateralidade<\/h3><p>Estudos populacionais estimam que a Doen&ccedil;a de Osgood-Schlatter afete cerca de <strong>9% a 21% dos adolescentes atletas<\/strong>, com uma taxa significativamente menor (em torno de 4,5%) em indiv&iacute;duos n&atilde;o envolvidos em esportes. A <strong>manifesta&ccedil;&atilde;o bilateral ocorre em at&eacute; 30% dos casos<\/strong>, embora a intensidade da dor possa variar entre os lados.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-duracao-dos-sintomas-e-impacto\">Dura&ccedil;&atilde;o dos sintomas e impacto<\/h3><p>Apesar de autolimitada, a condi&ccedil;&atilde;o pode persistir por <strong>meses a at&eacute; dois anos<\/strong>, dependendo do grau de atividade f&iacute;sica e ades&atilde;o &agrave;s orienta&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas. Em um subconjunto de pacientes, os sintomas podem <strong>perdurar at&eacute; a vida adulta<\/strong>, especialmente quando n&atilde;o h&aacute; modifica&ccedil;&atilde;o da sobrecarga durante a fase ativa da doen&ccedil;a.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-avaliacao-clinica\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Avaliacao-clinica\"><\/span>Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-padrao-tipico-da-dor\">Padr&atilde;o t&iacute;pico da dor<\/h3><p>O quadro cl&aacute;ssico envolve um adolescente, geralmente ativo em esportes, que relata <strong>dor anterior no joelho de in&iacute;cio insidioso<\/strong>, sem hist&oacute;ria de trauma agudo. A dor se localiza sobre a tuberosidade tibial e <strong>se intensifica com atividades f&iacute;sicas<\/strong> como correr, saltar, agachar ou subir escadas. Em repouso, os sintomas tendem a regredir espontaneamente.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sinais-a-inspecao-e-palpacao\">Sinais &agrave; inspe&ccedil;&atilde;o e palpa&ccedil;&atilde;o<\/h3><p>Ao exame f&iacute;sico, observa-se <strong>hipersensibilidade &agrave; palpa&ccedil;&atilde;o sobre a tuberosidade anterior da t&iacute;bia<\/strong>, que pode apresentar-se aumentada de volume ou proeminente. A dor costuma ser reproduzida por <strong>extens&atilde;o resistida do joelho<\/strong> ou <strong>flex&atilde;o passiva com o quadril estendido<\/strong>. Em casos mais avan&ccedil;ados, h&aacute; espessamento do tend&atilde;o patelar e edema local leve.<\/p><div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/iScreen-Shoter-Pre-Visualizacao-250717173226-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-90429\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">DynaMed.<\/figcaption><\/figure><\/div><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-avaliacao-da-biomecanica\">Avalia&ccedil;&atilde;o da biomec&acirc;nica<\/h3><p>Frequentemente est&atilde;o presentes <strong>encurtamentos musculares<\/strong> dos isquiotibiais e quadr&iacute;ceps, o que agrava a tens&atilde;o sobre a tuberosidade. Testes como o <strong>Ely<\/strong> (para quadr&iacute;ceps) e a <strong>mensura&ccedil;&atilde;o do &acirc;ngulo popl&iacute;teo<\/strong> (para isquiotibiais) s&atilde;o &uacute;teis na avalia&ccedil;&atilde;o da flexibilidade. Um <strong>padr&atilde;o de marcha ant&aacute;lgica<\/strong> pode ser observado em casos mais sintom&aacute;ticos.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-distribuicao-e-evolucao-dos-sintomas\">Distribui&ccedil;&atilde;o e evolu&ccedil;&atilde;o dos sintomas<\/h3><p>A dor pode ser <strong>unilateral ou bilateral<\/strong>, sendo a bilateralidade descrita em at&eacute; 30% dos casos. O desconforto geralmente &eacute; intermitente, mas pode se tornar cont&iacute;nuo em atletas que n&atilde;o reduzem a sobrecarga. A maioria dos pacientes relata melhora significativa com o fechamento da fise, embora alguns mantenham sintomas residuais leves por anos.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-ausencia-de-sinais-sistemicos\">Aus&ecirc;ncia de sinais sist&ecirc;micos<\/h3><p>Importante destacar que <strong>n&atilde;o h&aacute; febre, perda ponderal, edema articular difuso ou sinais inflamat&oacute;rios sist&ecirc;micos<\/strong>. A presen&ccedil;a de tais achados deve alertar para diagn&oacute;sticos alternativos, como infec&ccedil;&otilde;es, tumores ou doen&ccedil;as inflamat&oacute;rias reumatol&oacute;gicas.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico\"><\/span>Diagn&oacute;stico&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-criterios-clinicos-predominantes\">Crit&eacute;rios cl&iacute;nicos predominantes<\/h3><p>A <strong>avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica &eacute;, na maioria dos casos, suficiente<\/strong> para confirmar a Doen&ccedil;a de Osgood-Schlatter. O diagn&oacute;stico &eacute; sustentado pela <strong>hist&oacute;ria de dor anterior no joelho com in&iacute;cio gradual<\/strong>, associada &agrave; pr&aacute;tica esportiva e sensibilidade localizada sobre a tuberosidade tibial. A aus&ecirc;ncia de trauma recente e a melhora com repouso s&atilde;o dados adicionais que refor&ccedil;am essa suspeita.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-exame-fisico-direcionado\">Exame f&iacute;sico direcionado<\/h3><p>O exame f&iacute;sico revela <strong>hipersensibilidade &agrave; palpa&ccedil;&atilde;o da tuberosidade tibial<\/strong>, podendo haver proemin&ecirc;ncia &oacute;ssea local e dor &agrave; extens&atilde;o ativa ou flex&atilde;o passiva do joelho. N&atilde;o h&aacute; sinais inflamat&oacute;rios articulares difusos, e o exame costuma ser normal no restante do joelho. A avalia&ccedil;&atilde;o da flexibilidade do quadr&iacute;ceps e isquiotibiais deve ser inclu&iacute;da rotineiramente.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-indicacoes-para-exames-de-imagem\">Indica&ccedil;&otilde;es para exames de imagem<\/h3><p>Embora o diagn&oacute;stico seja predominantemente cl&iacute;nico, <strong>a imagem pode ser &uacute;til em situa&ccedil;&otilde;es at&iacute;picas<\/strong>: dor persistente, apresenta&ccedil;&atilde;o unilateral refrat&aacute;ria, presen&ccedil;a de sinais inflamat&oacute;rios, bloqueio articular, febre ou limita&ccedil;&atilde;o funcional grave. Nestes casos, considera-se:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Radiografia em perfil do joelho<\/strong>: pode mostrar <strong>fragmenta&ccedil;&atilde;o da tuberosidade tibial<\/strong>, <strong>aumento de partes moles<\/strong> e, em alguns casos, <strong>oss&iacute;culos livres<\/strong>.<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ultrassonografia<\/strong>: evidencia <strong>espessamento do tend&atilde;o patelar<\/strong>, <strong>edema pr&eacute;-tibial<\/strong> e <strong>altera&ccedil;&otilde;es bursais<\/strong>.<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Resson&acirc;ncia magn&eacute;tica<\/strong>: reservada para d&uacute;vidas diagn&oacute;sticas, principalmente quando se deseja excluir les&otilde;es osteocondrais ou processos inflamat&oacute;rios\/infecciosos.<br><\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-correlacao-clinico-radiologica\">Correla&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nico-radiol&oacute;gica<\/h3><p>&Eacute; importante lembrar que <strong>altera&ccedil;&otilde;es radiogr&aacute;ficas podem ser encontradas em crian&ccedil;as assintom&aacute;ticas<\/strong>, uma vez que fazem parte da sequ&ecirc;ncia normal de ossifica&ccedil;&atilde;o da ap&oacute;fise. Portanto, <strong>a imagem nunca deve sobrepor-se aos achados cl&iacute;nicos na tomada de decis&atilde;o<\/strong>.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento\"><\/span>Tratamento&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-abordagem-conservadora-como-primeira-linha\">Abordagem conservadora como primeira linha<\/h3><p>O manejo da Doen&ccedil;a de Osgood-Schlatter &eacute; prioritariamente <strong>n&atilde;o cir&uacute;rgico<\/strong> e orientado pela <strong>intensidade dos sintomas<\/strong>. A maioria dos pacientes responde bem com <strong>modifica&ccedil;&atilde;o de atividades f&iacute;sicas<\/strong>, evitando esportes que envolvam salto, corrida ou impacto direto sobre os joelhos at&eacute; que a dor se torne toler&aacute;vel ou desapare&ccedil;a.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-controle-da-dor-e-medidas-complementares\">Controle da dor e medidas complementares<\/h3><p>Medidas simples costumam ser eficazes para al&iacute;vio dos sintomas:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aplica&ccedil;&atilde;o local de gelo<\/strong> ap&oacute;s a atividade f&iacute;sica;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Uso de <strong>anti-inflamat&oacute;rios n&atilde;o esteroidais (AINEs)<\/strong> por curto per&iacute;odo, como ibuprofeno ou naproxeno;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Almofadas ou joelheiras<\/strong> para proteger a tuberosidade em atividades que envolvam ajoelhar-se;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Per&iacute;odos breves de imobiliza&ccedil;&atilde;o<\/strong>, com &oacute;rtese ou joelheira, podem ser considerados em fases agudas com dor intensa.<\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fisioterapia-e-reeducacao-funcional\">Fisioterapia e reeduca&ccedil;&atilde;o funcional<\/h3><p>A reabilita&ccedil;&atilde;o &eacute; um componente essencial da abordagem. Um programa fisioterap&ecirc;utico deve incluir:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Alongamento de quadr&iacute;ceps, isquiotibiais e gastrocn&ecirc;mios<\/strong>;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Fortalecimento muscular do quadr&iacute;ceps e gl&uacute;teos<\/strong>;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Reeduca&ccedil;&atilde;o postural e treino de estabilidade do joelho e quadril<\/strong>;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Progress&atilde;o gradual das atividades esportivas<\/strong>, respeitando limites de dor.<br><\/li>\n<\/ul><p>O objetivo &eacute; restaurar o equil&iacute;brio entre for&ccedil;a, flexibilidade e controle motor, diminuindo a sobrecarga sobre a tuberosidade tibial.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamentos-invasivos-quando-considerar\">Tratamentos invasivos: quando considerar<\/h3><p>Embora raros, casos que persistem por <strong>mais de 12 a 24 meses<\/strong> ap&oacute;s o fechamento da fise, com dor funcional limitante, podem justificar interven&ccedil;&otilde;es adicionais. As op&ccedil;&otilde;es incluem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Excis&atilde;o cir&uacute;rgica de oss&iacute;culos livres ou da proemin&ecirc;ncia &oacute;ssea sintom&aacute;tica<\/strong>;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Procedimentos artrosc&oacute;picos ou bursosc&oacute;picos<\/strong>, que apresentam menor morbidade;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Infiltra&ccedil;&otilde;es com dextrose hipert&ocirc;nica<\/strong> t&ecirc;m sido estudadas, mas os resultados s&atilde;o inconsistentes;<\/li>\n<\/ul><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Inje&ccedil;&otilde;es com corticosteroides n&atilde;o s&atilde;o recomendadas<\/strong>, devido ao risco de ruptura tend&iacute;nea e atrofia tecidual.<br><\/li>\n<\/ul><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-retorno-ao-esporte-e-acompanhamento\">Retorno ao esporte e acompanhamento<\/h3><p>O retorno ao esporte deve ser feito de forma progressiva, respeitando a aus&ecirc;ncia de dor durante os exerc&iacute;cios funcionais. Acompanhamento cl&iacute;nico peri&oacute;dico &eacute; recomendado, especialmente nos casos refrat&aacute;rios. A maioria dos pacientes apresenta melhora cl&iacute;nica significativa com medidas conservadoras bem orientadas.<\/p><p><strong><em>Venha fazer parte da maior plataforma de Medicina do Brasil! O Estrat&eacute;gia MED possui os materiais mais atualizados e cursos ministrados por especialistas na &aacute;rea. N&atilde;o perca a oportunidade de elevar seus estudos, inscreva-se agora e comece a construir um caminho de excel&ecirc;ncia na medicina!<\/em><\/strong>&nbsp;<\/p><p>\n\n\n\n<div class=\"estrategia-catalog\"><h3>Curso Extensivo de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica<\/h3><div class=\"carrossel-product\"><div><h4>Curso Extensivo Resid\u00eancia M\u00e9dica - 12 meses<\/h4><div class=\"cat-description\">Estude com nosso curso mais completo e tenha acesso a um material multim\u00eddia, elaborado por professores especialistas, de acordo com o conte\u00fado cobrado nas provas. 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Ideal para quem tem mais tempo para estudar e quer se dedicar ao m\u00e1ximo para obter os melhores resultados na sua prepara\u00e7\u00e3o.<\/div><div class=\"cat-price\"><span>12x<\/span> R$ 2.166,41<\/div><div class=\"cat-sale\">No Cart\u00e3o de Cr\u00e9dito ou 10% de desconto no Boleto ou Pix \u00e0 vista: R$ 23.397,30<\/div><a href=\"https:\/\/vestibulares.estrategia.com\/curso\/curso-extensivo-residencia-medica-36-meses\/?utm_source=portal&amp;utm_medium=post&amp;utm_campaign=emed-x-vd-seo-portal-v-catalogo\" class=\"estrategia-button\" target=\"_blank\">Saiba mais<\/a><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-veja-tambem\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-Tambem\"><\/span>Veja Tamb&eacute;m<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-dor-muscular-tardia-doms-sintomas-e-mais\/\">Resumo de Dor Muscular Tardia (DOMS):&nbsp; sintomas e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-sobre-contracao-muscular-fisiologia-muscular-tipos-de-musculo-e-mais\/\">Resumo sobre Contra&ccedil;&atilde;o Muscular: fisiologia muscular, tipos de m&uacute;sculo e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-fratura-de-femur-proximal-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo de fratura de f&ecirc;mur proximal: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/resumed-de-doencas-da-mao\/\">Resumo de doen&ccedil;as da m&atilde;o<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/resumed-de-doencas-da-coluna-vertebral\/\">Resumo de doen&ccedil;as da coluna vertebral<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/hernia-de-disco\/\">H&eacute;rnia de Disco: o que &eacute;, tipos e muito mais<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/residencia-medica\/programa-de-residencia-medica\/instituto-nacional-de-traumatologia-e-ortopedia-residencia-medica\/\">Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia 2022: veja o resultado final<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-disfuncao-temporomandibular-diagnostico-tratamento-e-mais\/\">Resumo de disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a>&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/outros\/resumo-sobre-ortese-o-que-e-funcoes-e-mais\/\">Resumo sobre &Oacute;rtese: o que &eacute;, fun&ccedil;&otilde;es e mais!<\/a><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-canal-do-youtube-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Canal-do-YouTube\"><\/span>Canal do YouTube&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@EstrategiaMED\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">YouTube do Estrat&eacute;gia MED<\/a><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias-bibliograficas-nbsp\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias-Bibliograficas\"><\/span>Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ol class=\"wp-block-list\">\n<li>SMITH, J.M.; VARACALLO, M.A. <strong><em>Osgood-Schlatter Disease<\/em><\/strong>. StatPearls Publishing, 2025.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>DYNAMED. <strong><em>Osgood-Schlatter Disease<\/em><\/strong>. EBSCO Information Services, 2024.&nbsp;<\/li>\n<\/ol><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ol&aacute;, querido doutor e doutora! 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