{"id":96868,"date":"2025-10-09T22:55:05","date_gmt":"2025-10-10T01:55:05","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=96868"},"modified":"2025-10-09T22:56:28","modified_gmt":"2025-10-10T01:56:28","slug":"resumo-sobre-cromomicose-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cromomicose-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo sobre Cromomicose: defini\u00e7\u00e3o, manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e mais!"},"content":{"rendered":"<p>E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? Hoje o foco &eacute; a <strong>Cromomicose<\/strong>, uma infec&ccedil;&atilde;o f&uacute;ngica cr&ocirc;nica da pele e do tecido subcut&acirc;neo, geralmente causada pela inocula&ccedil;&atilde;o de fungos derm&aacute;ceos ap&oacute;s pequenos traumas.&nbsp;<p>O <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> est&aacute; aqui para descomplicar esse conceito e ajudar voc&ecirc; a aprofundar seus conhecimentos, promovendo uma pr&aacute;tica cl&iacute;nica cada vez mais eficaz e segura.<\/p><p>Vamos nessa!<\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cromomicose-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Definicao-de-Cromomicose\" >Defini&ccedil;&atilde;o de Cromomicose<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cromomicose-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Etiologia-da-Cromomicose\" >Etiologia da Cromomicose<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cromomicose-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Epidemiologia-da-Cromomicose\" >Epidemiologia da Cromomicose<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cromomicose-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Fisiopatologia-da-Cromomicose\" >Fisiopatologia da Cromomicose<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cromomicose-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Manifestacoes-clinicas-da-Cromomicose\" >Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da Cromomicose<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cromomicose-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Diagnostico-de-Cromomicose\" >Diagn&oacute;stico de Cromomicose<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cromomicose-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Tratamento-da-Cromomicose\" >Tratamento da Cromomicose<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cromomicose-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m!<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-cromomicose-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/#Referencias\" >Refer&ecirc;ncias<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-definicao-de-cromomicose\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Definicao-de-Cromomicose\"><\/span>Defini&ccedil;&atilde;o de Cromomicose<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A cromomicose, ou cromoblastomicose, &eacute; uma infec&ccedil;&atilde;o f&uacute;ngica cr&ocirc;nica de car&aacute;ter granulomatoso que afeta a pele e o tecido subcut&acirc;neo. &Eacute; causada por fungos dem&aacute;ceos, ou seja, fungos que possuem pigmentos escuros em sua parede celular, encontrados com frequ&ecirc;ncia em solos de regi&otilde;es tropicais e subtropicais.&nbsp;<\/p><p>A infec&ccedil;&atilde;o geralmente ocorre ap&oacute;s a inocula&ccedil;&atilde;o traum&aacute;tica desses microrganismos na pele, especialmente em indiv&iacute;duos que mant&ecirc;m contato direto com o solo, como trabalhadores rurais.<\/p><p>Por seu desenvolvimento lento e car&aacute;ter persistente, a cromomicose &eacute; considerada uma doen&ccedil;a negligenciada em &aacute;reas end&ecirc;micas, podendo causar impacto significativo na qualidade de vida dos pacientes afetados.&nbsp;<\/p><p>O agente f&uacute;ngico permanece restrito aos tecidos cut&acirc;neos e subcut&acirc;neos, provocando uma resposta inflamat&oacute;ria cr&ocirc;nica. A evolu&ccedil;&atilde;o tende a ser prolongada e, em muitos casos, o quadro torna-se de dif&iacute;cil manejo.&nbsp;<\/p><p>A cromomicose pode levar a complica&ccedil;&otilde;es s&eacute;rias, como fibrose extensa, infec&ccedil;&otilde;es secund&aacute;rias e deformidades locais, destacando a import&acirc;ncia da preven&ccedil;&atilde;o e do reconhecimento precoce da doen&ccedil;a.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-etiologia-da-cromomicose\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Etiologia-da-Cromomicose\"><\/span>Etiologia da Cromomicose<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A cromomicose &eacute; causada por fungos dem&aacute;ceos, ou melanizados, que possuem pigmentos escuros na parede celular e vivem no solo, madeira e vegeta&ccedil;&atilde;o em regi&otilde;es tropicais e subtropicais.&nbsp;<\/p><p>Os principais agentes etiol&oacute;gicos pertencem aos g&ecirc;neros <em>Fonsecaea <\/em>e <em>Cladophialophora<\/em>, especialmente <em>Fonsecaea pedrosoi<\/em> e <em>Cladophialophora carrionii<\/em>. Outros fungos, como os dos g&ecirc;neros <em>Exophiala<\/em>, <em>Phialophora <\/em>e <em>Rhinocladiella<\/em>, tamb&eacute;m podem causar a infec&ccedil;&atilde;o.<\/p><p>Esses fungos saprof&iacute;ticos penetram na pele por meio de ferimentos causados por materiais contaminados, como espinhos ou fragmentos de plantas. No tecido humano, assumem formas leveduriformes e reproduzem-se assexuadamente, originando uma infec&ccedil;&atilde;o cr&ocirc;nica de evolu&ccedil;&atilde;o lenta.&nbsp;<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-epidemiologia-da-cromomicose\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Epidemiologia-da-Cromomicose\"><\/span>Epidemiologia da Cromomicose<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A cromomicose ocorre principalmente em <strong>regi&otilde;es tropicais<\/strong> e <strong>subtropicais<\/strong>, com clima <strong>&uacute;mido <\/strong>ou <strong>semi&aacute;rido<\/strong>, sendo considerada uma doen&ccedil;a tropical negligenciada. Afeta com maior frequ&ecirc;ncia homens adultos, especialmente trabalhadores rurais, devido ao contato direto com o solo e materiais vegetais contaminados, embora tamb&eacute;m possa ocorrer em mulheres e crian&ccedil;as.<\/p><p>As les&otilde;es costumam surgir nos membros inferiores e evoluem lentamente ao longo de anos. A doen&ccedil;a &eacute; mais prevalente na Am&eacute;rica do Sul, &Aacute;frica e &Aacute;sia, com maior n&uacute;mero de casos registrados em pa&iacute;ses como Costa Rica, Rep&uacute;blica Dominicana, Venezuela, Guiana Francesa, Madagascar e Gab&atilde;o. Por n&atilde;o ser de notifica&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria em muitos pa&iacute;ses, sua real incid&ecirc;ncia &eacute; subestimada, dificultando o conhecimento preciso sobre sua distribui&ccedil;&atilde;o global.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fisiopatologia-da-cromomicose\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Fisiopatologia-da-Cromomicose\"><\/span>Fisiopatologia da Cromomicose<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A fisiopatologia da cromomicose tem in&iacute;cio com a inocula&ccedil;&atilde;o traum&aacute;tica de fungos dem&aacute;ceos na pele, geralmente ap&oacute;s contato com solo ou material vegetal contaminado. Esses microrganismos penetram o tecido cut&acirc;neo e provocam uma rea&ccedil;&atilde;o inflamat&oacute;ria cr&ocirc;nica de padr&atilde;o granulomatoso e fibr&oacute;tico.&nbsp;<\/p><p>Dias ap&oacute;s a infec&ccedil;&atilde;o, os fungos diferenciam-se em <strong>c&eacute;lulas muriformes<\/strong> (ou corpos escler&oacute;ticos), estruturas arredondadas e septadas que permanecem dentro de c&eacute;lulas fagoc&iacute;ticas e contribuem para a persist&ecirc;ncia da infec&ccedil;&atilde;o. Essas c&eacute;lulas s&atilde;o expelidas pela epiderme, formando os caracter&iacute;sticos pontos negros vis&iacute;veis nas les&otilde;es.<\/p><p>Entre os principais fatores de virul&ecirc;ncia, destaca-se a <strong>melanina<\/strong>, que protege os fungos contra esp&eacute;cies reativas de oxig&ecirc;nio produzidas por macr&oacute;fagos e neutr&oacute;filos, dificultando sua elimina&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, enzimas como fosfolipases e proteases favorecem a ades&atilde;o, invas&atilde;o e dissemina&ccedil;&atilde;o do fungo nos tecidos. A espessa parede das c&eacute;lulas muriformes tamb&eacute;m contribui para a evas&atilde;o da resposta imune e para a forma&ccedil;&atilde;o de fibrose, caracter&iacute;stica da infec&ccedil;&atilde;o cr&ocirc;nica.<\/p><p>A resposta imune do hospedeiro envolve ativa&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;nas do complemento e citocinas inflamat&oacute;rias, mas com efic&aacute;cia limitada. Altera&ccedil;&otilde;es em receptores do tipo toll (TLR) e muta&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas, como as do gene <strong>CARD9<\/strong>, podem comprometer a elimina&ccedil;&atilde;o f&uacute;ngica, facilitando a persist&ecirc;ncia da doen&ccedil;a. Em conjunto, esses mecanismos explicam a evolu&ccedil;&atilde;o lenta, a resist&ecirc;ncia &agrave; resposta imune e a tend&ecirc;ncia &agrave; cronicidade que caracterizam a cromomicose.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-manifestacoes-clinicas-da-cromomicose\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Manifestacoes-clinicas-da-Cromomicose\"><\/span>Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da Cromomicose<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>As manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da cromomicose surgem, em geral, ap&oacute;s trauma cut&acirc;neo em ambientes externos, com exposi&ccedil;&atilde;o ao solo ou a materiais vegetais contaminados. As manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da cromomicose costumam surgir semanas ou meses ap&oacute;s o contato do fungo com a pele lesionada, geralmente em &aacute;reas expostas e mais suscet&iacute;veis a traumas, como pernas e bra&ccedil;os.&nbsp;<\/p><p>A infec&ccedil;&atilde;o pode, ocasionalmente, afetar outras regi&otilde;es, como ombros, tronco, n&aacute;degas, orelhas, p&aacute;lpebras e nariz. O paciente, na maioria das vezes, n&atilde;o recorda o momento exato da inocula&ccedil;&atilde;o.<\/p><p>A doen&ccedil;a tem in&iacute;cio com uma <strong>pequena m&aacute;cula eritematosa<\/strong> no local do trauma, que evolui para uma p&aacute;pula rosada e lisa. Com o tempo, podem surgir caracter&iacute;sticas verrucosas e hiperquerat&oacute;ticas. Na aus&ecirc;ncia de diagn&oacute;stico e tratamento precoces, as les&otilde;es tendem a aumentar de tamanho, apresentar dissemina&ccedil;&atilde;o local e formar les&otilde;es sat&eacute;lites.<\/p><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"612\" height=\"477\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Cromomicose-inicial.jpg\" alt=\"Cromomicose inicial\" class=\"wp-image-96877\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cromomicose inicial.\nFonte: UpToDate<\/figcaption><\/figure><p>A cromomicose apresenta diferentes formas cl&iacute;nicas, que podem coexistir no mesmo paciente, especialmente nos casos avan&ccedil;ados. As principais morfologias incluem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Nodular:<\/strong> les&otilde;es elevadas, de colora&ccedil;&atilde;o rosada ou viol&aacute;cea, com superf&iacute;cie lisa, escamosa ou verrucosa.<\/li>\n<\/ul><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"520\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Nodular.jpg\" alt=\"Cromomicose Nodular\" class=\"wp-image-96870\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cromomicose Nodular. Fonte: UpToDate<\/figcaption><\/figure><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Verrucosa:<\/strong> les&otilde;es secas, espessas e com aspecto de verrugas, frequentemente localizadas nas bordas dos p&eacute;s.<\/li>\n<\/ul><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"569\" height=\"380\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Verrucoso.jpg\" alt=\"Cromomicose verrucosa\" class=\"wp-image-96873\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cromomicose verrucosa.\nFonte: UpToDate<\/figcaption><\/figure><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Tumoral:<\/strong> massas exuberantes com apar&ecirc;ncia semelhante a couve-flor, recobertas por crostas e detritos epid&eacute;rmicos.<\/li>\n<\/ul><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"684\" height=\"461\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Tumoral.jpg\" alt=\"Cromomicose Tumoral\" class=\"wp-image-96872\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cromomicose Tumoral. \nFonte: UpToDate<\/figcaption><\/figure><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Cicatricial:<\/strong> placas planas que se expandem perifericamente, deixando &aacute;reas centrais atr&oacute;ficas, com formato anular ou serpiginoso.<\/li>\n<\/ul><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"648\" height=\"455\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Cicatricial.jpg\" alt=\"Cromomicose cicatricial\" class=\"wp-image-96869\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cromomicose cicatricial. \nFonte: UpToDate<\/figcaption><\/figure><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Em placa:<\/strong> les&otilde;es infiltradas, eritematosas a viol&aacute;ceas, levemente elevadas e escamosas, mais comuns em ombros, n&aacute;degas e por&ccedil;&otilde;es proximais dos membros.<\/li>\n<\/ul><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"684\" height=\"459\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Placa.jpg\" alt=\"Cromoblastose em placa\" class=\"wp-image-96871\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cromomicose em placa<br>Fonte: UpToDate<\/figcaption><\/figure><p>Um sinal caracter&iacute;stico &eacute; a presen&ccedil;a de pequenos pontos escuros na superf&iacute;cie das les&otilde;es, descritos como de apar&ecirc;ncia &ldquo;pimenta-do-reino&rdquo;, que correspondem a estruturas f&uacute;ngicas pigmentadas e crostas hem&aacute;ticas. Nos est&aacute;gios iniciais, os sintomas s&atilde;o discretos, mas com a progress&atilde;o da doen&ccedil;a surgem prurido intenso e, em alguns casos, dor local.<\/p><p>A infec&ccedil;&atilde;o tende a permanecer restrita &agrave; pele e ao tecido subcut&acirc;neo. Novas les&otilde;es geralmente resultam da dissemina&ccedil;&atilde;o cont&iacute;gua ou, menos frequentemente, da propaga&ccedil;&atilde;o linf&aacute;tica. O ato de co&ccedil;ar, devido ao prurido, tamb&eacute;m pode favorecer a dissemina&ccedil;&atilde;o cut&acirc;nea do fungo.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-de-cromomicose\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico-de-Cromomicose\"><\/span>Diagn&oacute;stico de Cromomicose<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico da cromomicose deve ser considerado em pacientes com <strong>les&otilde;es verrucosas, nodulares ou em placas de evolu&ccedil;&atilde;o lenta<\/strong>, especialmente quando h&aacute; hist&oacute;rico de resid&ecirc;ncia ou viagem para <strong>regi&otilde;es tropicais e subtropicais<\/strong>. Apesar de mais comum nessas &aacute;reas, casos tamb&eacute;m podem ocorrer em regi&otilde;es n&atilde;o end&ecirc;micas.<\/p><p>O exame cl&iacute;nico pode revelar <strong>pontos negros<\/strong> sobre as les&otilde;es, correspondentes &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o transepid&eacute;rmica dos <strong>corpos escler&oacute;ticos<\/strong>, achado que pode ser visualizado &agrave; <strong>dermatoscopia<\/strong>, onde se assemelham a pequenas manchas escuras conhecidas como &ldquo;gr&atilde;os de pimenta&rdquo;.<\/p><p>Para confirma&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica, &eacute; realizado o <strong>exame direto<\/strong> do material obtido por raspado da les&atilde;o, tratado com <strong>hidr&oacute;xido de pot&aacute;ssio (KOH)<\/strong>, no qual se observam as t&iacute;picas <strong>c&eacute;lulas arredondadas e pigmentadas<\/strong>, conhecidas como <strong>corpos de Medlar<\/strong> ou &ldquo;moedas de cobre&rdquo;. No entanto, o <strong>padr&atilde;o-ouro<\/strong> para o diagn&oacute;stico &eacute; a <strong>bi&oacute;psia de pele<\/strong>, que permite identificar a rea&ccedil;&atilde;o granulomatosa no tecido d&eacute;rmico associada &agrave; presen&ccedil;a dos corpos escler&oacute;ticos.<\/p><p>A amostra deve ser enviada tanto para <strong>exame histopatol&oacute;gico<\/strong> quanto para <strong>cultura f&uacute;ngica<\/strong>, o que possibilita a identifica&ccedil;&atilde;o do g&ecirc;nero e, em alguns casos, da esp&eacute;cie envolvida.&nbsp;<\/p><p>Quando h&aacute; dificuldade em visualizar os fungos, pode-se empregar a colora&ccedil;&atilde;o com <strong>calcofluor white<\/strong>, que se liga &agrave; parede celular f&uacute;ngica e facilita a detec&ccedil;&atilde;o sob luz ultravioleta. Embora testes sorol&oacute;gicos, como o <strong>ELISA<\/strong>, tenham sido avaliados em pesquisas, ainda n&atilde;o est&atilde;o dispon&iacute;veis comercialmente.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-da-cromomicose\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento-da-Cromomicose\"><\/span>Tratamento da Cromomicose<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O tratamento da cromomicose depende da <strong>gravidade, extens&atilde;o das les&otilde;es, presen&ccedil;a de complica&ccedil;&otilde;es e resposta pr&eacute;via a terapias<\/strong>. A doen&ccedil;a &eacute; classificada como <strong>leve, moderada ou grave<\/strong>, considerando o tamanho, n&uacute;mero e localiza&ccedil;&atilde;o das les&otilde;es.<\/p><p>Para <strong>formas leves<\/strong>, com les&otilde;es pequenas (at&eacute; 5 cm), o tratamento mais indicado &eacute; <strong>cir&uacute;rgico<\/strong>, geralmente por <strong>excis&atilde;o com margem de tecido saud&aacute;vel<\/strong>. T&eacute;cnicas como <strong>cirurgia de Mohs, enxertos de pele, crioterapia, fototerapia, lasers espec&iacute;ficos e terapia t&eacute;rmica<\/strong> tamb&eacute;m podem ser utilizadas, isoladamente ou em combina&ccedil;&atilde;o com antif&uacute;ngicos.<\/p><p>Em casos <strong>moderados a graves<\/strong>, caracterizados por m&uacute;ltiplas les&otilde;es ou &aacute;reas extensas, a <strong>terapia antif&uacute;ngica sist&ecirc;mica<\/strong> &eacute; o tratamento de escolha. Os f&aacute;rmacos mais utilizados incluem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Itraconazol<\/strong>: az&oacute;lico que inibe a 14-&alpha; demetilase f&uacute;ngica; pode ser usado isoladamente ou em combina&ccedil;&atilde;o com outros antif&uacute;ngicos por 12 a 30 meses, dependendo da resposta cl&iacute;nica.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Terbinafine<\/strong>: inibidor da esqualeno epoxidase, usado em monoterapia ou de forma combinada com az&oacute;is para efeito sin&eacute;rgico.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Amphotericina B, posaconazol e voriconazol<\/strong>: reservados para casos refrat&aacute;rios ou quando outras terapias n&atilde;o s&atilde;o vi&aacute;veis.<\/li>\n<\/ul><p>Al&eacute;m dos antif&uacute;ngicos, outros <strong>adjuvantes terap&ecirc;uticos<\/strong> t&ecirc;m sido estudados, incluindo: <strong>imiquimod<\/strong>, <strong>glucanas<\/strong>, <strong>retinoides sint&eacute;ticos<\/strong> e <strong>inibidores de melanina<\/strong>, que podem melhorar a efic&aacute;cia do tratamento e reduzir a defesa do fungo.<\/p><p>O manejo da cromomicose exige monitoramento prolongado, mesmo ap&oacute;s a resolu&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, para prevenir recidivas. Isso inclui acompanhamento dermatol&oacute;gico, bi&oacute;psias peri&oacute;dicas e avalia&ccedil;&atilde;o laboratorial, considerando poss&iacute;veis efeitos adversos dos medicamentos, como hepatotoxicidade, e a presen&ccedil;a de fibrose que pode dificultar a penetra&ccedil;&atilde;o dos antif&uacute;ngicos.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-veja-tambem\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/hanseniase\/\">Hansen&iacute;ase: o que &eacute;, diagn&oacute;stico, tratamento e muito mais<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/aluno-de-medicina\/dicas-de-estudo\/resumed-de-sifilis-na-gestacao\/\">Resumo de s&iacute;filis na gesta&ccedil;&atilde;o: diagn&oacute;stico, tratamento e muito mais<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-de-esquistossomose-diagnostico-tratamento\/\">Resumo t&eacute;cnico de esquistossomose: diagn&oacute;stico, tratamento e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-enterobiase-manifestacoes-clinicas-diagnostico-e-mais\/\">Resumo sobre Enterob&iacute;ase: manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas, diagn&oacute;stico e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-febre-oropouche-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/\">Resumo sobre Febre Oropouche: defini&ccedil;&atilde;o, manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-febre-q-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/\">Resumo sobre Febre Q: defini&ccedil;&atilde;o, manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e mais!<\/a><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias\"><\/span>Refer&ecirc;ncias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Fl&aacute;vio Queiroz-Telles, MD, PhD, FECMM. <strong>Chromoblastomycosis<\/strong>. UpToDate, 2025. Dispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/www.uptodate.com\/contents\/chromoblastomycosis?search=cromomicose&amp;source=search_result&amp;selectedTitle=1~9&amp;usage_type=default&amp;display_rank=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UpToDate<\/a><\/p><p>Majmundar VD, Nagalli S. Erythema Marginatum. [Updated 2023 Jul 3]. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2025 Jan-. Available from: <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/books\/NBK557835\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/books\/NBK557835\/<\/a><br><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? 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