{"id":99201,"date":"2025-10-30T22:47:58","date_gmt":"2025-10-31T01:47:58","guid":{"rendered":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/?p=99201"},"modified":"2025-10-30T22:58:24","modified_gmt":"2025-10-31T01:58:24","slug":"resumo-sobre-torcao-ovariana-definicao-tratamento-e-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-torcao-ovariana-definicao-tratamento-e-mais\/","title":{"rendered":"Resumo sobre Tor\u00e7\u00e3o Ovariana: defini\u00e7\u00e3o, tratamento e mais!"},"content":{"rendered":"<p>E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? Hoje o foco &eacute; a <strong>Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana<\/strong>, uma condi&ccedil;&atilde;o ginecol&oacute;gica aguda causada pela tor&ccedil;&atilde;o dos ligamentos que sustentam o ov&aacute;rio, o que compromete o fluxo sangu&iacute;neo para o &oacute;rg&atilde;o. Essa tor&ccedil;&atilde;o pode levar &agrave; isquemia e necrose tecidual, configurando uma <strong>emerg&ecirc;ncia cir&uacute;rgica<\/strong> que exige reconhecimento e manejo r&aacute;pidos.<p>O <strong>Estrat&eacute;gia MED<\/strong> est&aacute; aqui para descomplicar esse conceito e ajudar voc&ecirc; a aprofundar seus conhecimentos, promovendo uma pr&aacute;tica cl&iacute;nica cada vez mais eficaz e segura.<\/p><p>Vamos nessa!<\/p><div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_79_2 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\"><p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Navegue pelo conte\u00fado<\/p>\n<\/div><nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-torcao-ovariana-definicao-tratamento-e-mais\/#Definicao-de-Torcao-Ovariana\" >Defini&ccedil;&atilde;o de Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-torcao-ovariana-definicao-tratamento-e-mais\/#Fisiopatologia-da-Torcao-Ovariana\" >Fisiopatologia da Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-torcao-ovariana-definicao-tratamento-e-mais\/#Etiologia-da-Torcao-Ovariana\" >Etiologia da Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-torcao-ovariana-definicao-tratamento-e-mais\/#Manifestacoes-clinicas-da-Torcao-Ovariana\" >Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-torcao-ovariana-definicao-tratamento-e-mais\/#Diagnostico-de-Torcao-Ovariana\" >Diagn&oacute;stico de Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-torcao-ovariana-definicao-tratamento-e-mais\/#Tratamento-da-Torcao-Ovariana\" >Tratamento da Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-torcao-ovariana-definicao-tratamento-e-mais\/#Veja-tambem\" >Veja tamb&eacute;m!<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-torcao-ovariana-definicao-tratamento-e-mais\/#Referencias\" >Refer&ecirc;ncias<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-definicao-de-torcao-ovariana\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Definicao-de-Torcao-Ovariana\"><\/span>Defini&ccedil;&atilde;o de Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A tor&ccedil;&atilde;o ovariana &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o ginecol&oacute;gica aguda que ocorre quando o ov&aacute;rio gira parcial ou completamente sobre seus ligamentos de sustenta&ccedil;&atilde;o, como o ligamento infundibulop&eacute;lvico, tamb&eacute;m chamado de ligamento suspensor do ov&aacute;rio, e o ligamento &uacute;tero-ovariano.&nbsp;<\/p><p>Essa tor&ccedil;&atilde;o provoca obstru&ccedil;&atilde;o do retorno venoso, o que leva &agrave; congest&atilde;o e ao edema do ov&aacute;rio, podendo evoluir para comprometimento do fluxo arterial, isquemia e, em casos mais graves, necrose do tecido ovariano.<\/p><p>Em muitos casos, a tuba uterina tamb&eacute;m &eacute; envolvida nesse processo, caracterizando a chamada tor&ccedil;&atilde;o anexial. O ov&aacute;rio possui um suprimento sangu&iacute;neo duplo, proveniente das art&eacute;rias ovarianas e uterinas, e a interrup&ccedil;&atilde;o desse fluxo compromete sua viabilidade.&nbsp;<\/p><p>Por colocar em risco a integridade e a fun&ccedil;&atilde;o reprodutiva do &oacute;rg&atilde;o, a tor&ccedil;&atilde;o ovariana &eacute; considerada uma emerg&ecirc;ncia cir&uacute;rgica que requer reconhecimento e interven&ccedil;&atilde;o imediatos para evitar danos permanentes.<\/p><figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"430\" height=\"327\" src=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Torcao.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-99202\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Tor&ccedil;&atilde;o ovariana e tub&aacute;ria demonstrando ingurgitamento vascular acentuado, bem como aumento de tamanho e distens&atilde;o. A anatomia foi restaurada e ambas as estruturas foram salvas, apesar da apar&ecirc;ncia n&atilde;o vi&aacute;vel. A seta grossa mostra o ov&aacute;rio torcido e aumentado (vi&aacute;vel). A seta tracejada mostra a tuba uterina aumentada (vi&aacute;vel). A seta indica a f&iacute;mbria aumentada da tuba uterina (vi&aacute;vel).\nFonte: UpToDate<\/figcaption><\/figure><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fisiopatologia-da-torcao-ovariana\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Fisiopatologia-da-Torcao-Ovariana\"><\/span>Fisiopatologia da Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A tor&ccedil;&atilde;o ovariana ocorre quando o ov&aacute;rio gira sobre seus ligamentos de fixa&ccedil;&atilde;o, principalmente o <strong>ligamento infundibulop&eacute;lvico<\/strong> e o <strong>ligamento &uacute;tero-ovariano<\/strong>. Esse movimento rotacional provoca <strong>compress&atilde;o dos vasos sangu&iacute;neos contidos no ligamento infundibulop&eacute;lvico<\/strong>, comprometendo o <strong>retorno venoso e linf&aacute;tico<\/strong>, al&eacute;m de, progressivamente, reduzir o <strong>fluxo arterial<\/strong> para o ov&aacute;rio.<\/p><p>Inicialmente, o <strong>retorno venoso &eacute; o mais afetado<\/strong>, j&aacute; que as veias t&ecirc;m paredes mais delgadas e s&atilde;o mais suscet&iacute;veis &agrave; compress&atilde;o do que as art&eacute;rias. Com isso, ocorre <strong>ac&uacute;mulo de sangue e l&iacute;quido no interior do ov&aacute;rio<\/strong>, levando a <strong>edema e aumento do volume ovariano<\/strong>, o que agrava ainda mais a compress&atilde;o vascular. Com a continuidade desse processo, o <strong>fluxo arterial tamb&eacute;m se torna insuficiente<\/strong>, resultando em <strong>isquemia, necrose tecidual e hemorragia local<\/strong>.<\/p><p>A tor&ccedil;&atilde;o pode variar em gravidade conforme o n&uacute;mero de voltas realizadas e a intensidade da tor&ccedil;&atilde;o dos vasos. Observa-se que o <strong>ov&aacute;rio direito &eacute; mais frequentemente acometido<\/strong>, possivelmente devido ao <strong>maior comprimento do ligamento &uacute;tero-ovariano direito<\/strong> e ao <strong>efeito protetor do c&oacute;lon sigmoide<\/strong> no lado esquerdo da pelve, que reduz a mobilidade do ov&aacute;rio esquerdo.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-etiologia-da-torcao-ovariana\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Etiologia-da-Torcao-Ovariana\"><\/span>Etiologia da Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>A tor&ccedil;&atilde;o ovariana pode ocorrer em mulheres de qualquer idade, mas &eacute; <strong>mais frequente em mulheres em idade f&eacute;rtil<\/strong>. O principal fator predisponente &eacute; a <strong>presen&ccedil;a de uma massa ovariana benigna<\/strong>, que aumenta o volume e a mobilidade do ov&aacute;rio, favorecendo a tor&ccedil;&atilde;o sobre seus ligamentos de sustenta&ccedil;&atilde;o.<\/p><p>Cerca de <strong>20% dos casos ocorrem em pacientes pr&eacute;-menarcais<\/strong>, e aproximadamente <strong>metade delas apresenta ov&aacute;rios normais<\/strong>, sem altera&ccedil;&otilde;es estruturais. A <strong>gravidez<\/strong> tamb&eacute;m &eacute; considerada um <strong>fator de risco independente<\/strong>, devido &agrave;s <strong>mudan&ccedil;as anat&ocirc;micas e hormonais<\/strong> que aumentam a mobilidade ovariana. Estudos mostram que <strong>entre 8% e 15% das pacientes com tor&ccedil;&atilde;o estavam gr&aacute;vidas<\/strong>, evidenciando a influ&ecirc;ncia gestacional nessa condi&ccedil;&atilde;o.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-manifestacoes-clinicas-da-torcao-ovariana\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Manifestacoes-clinicas-da-Torcao-Ovariana\"><\/span>Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas da Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p><strong>Manifesta&ccedil;&otilde;es Cl&iacute;nicas da Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana:<\/strong><\/p><p>A tor&ccedil;&atilde;o ovariana caracteriza-se, classicamente, por um <strong>in&iacute;cio s&uacute;bito de dor p&eacute;lvica moderada a intensa<\/strong>, podendo ser <strong>difusa ou localizada em um dos lados<\/strong>. Essa dor costuma ter car&aacute;ter <strong>agudo, em c&oacute;lica, em pontadas ou cont&iacute;nuo<\/strong>, podendo <strong>irradiar para o flanco, dorso ou regi&atilde;o inguinal<\/strong>. Em muitos casos, o quadro &eacute; acompanhado de <strong>n&aacute;useas e v&ocirc;mitos<\/strong>, sintomas que geralmente surgem simultaneamente &agrave; dor.<\/p><p>Epis&oacute;dios de <strong>atividade f&iacute;sica vigorosa<\/strong> ou <strong>aumento s&uacute;bito da press&atilde;o abdominal<\/strong> podem precipitar a tor&ccedil;&atilde;o e devem aumentar a suspeita diagn&oacute;stica. A <strong>presen&ccedil;a de massa ovariana<\/strong> &eacute; um achado frequente, observada em <strong>86% a 95% dos casos<\/strong>, e costuma estar associada &agrave; dor descrita. A maioria das pacientes procura atendimento <strong>entre um e tr&ecirc;s dias ap&oacute;s o in&iacute;cio dos sintomas<\/strong>, embora existam relatos raros de <strong>dor prolongada<\/strong> decorrente de tor&ccedil;&otilde;es intermitentes.<\/p><p>Outros achados incluem <strong>febre baixa<\/strong> (em cerca de <strong>2% a 20% dos casos<\/strong>), que pode indicar <strong>necrose anexial<\/strong> quando acompanhada de leucocitose. &Eacute; importante destacar que, apesar da associa&ccedil;&atilde;o com massas ovarianas, a tor&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m pode ocorrer <strong>em ov&aacute;rios normais<\/strong>, especialmente em <strong>pacientes pr&eacute;-menarcais<\/strong>, o que refor&ccedil;a a necessidade de um <strong>alto &iacute;ndice de suspei&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica<\/strong> para o diagn&oacute;stico precoce.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico-de-torcao-ovariana\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Diagnostico-de-Torcao-Ovariana\"><\/span>Diagn&oacute;stico de Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O diagn&oacute;stico da tor&ccedil;&atilde;o ovariana &eacute; desafiador e deve ser baseado em uma combina&ccedil;&atilde;o de <strong>avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, exame f&iacute;sico, exames laboratoriais e m&eacute;todos de imagem<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-exame-fisico\">Exame f&iacute;sico<\/h3><p>Os achados ao exame f&iacute;sico s&atilde;o vari&aacute;veis. A maioria das pacientes apresenta <strong>dor p&eacute;lvica e\/ou abdominal &agrave; palpa&ccedil;&atilde;o<\/strong>, que pode ser <strong>localizada ou difusa<\/strong>, embora at&eacute; um ter&ccedil;o das pacientes possa n&atilde;o apresentar sensibilidade significativa. Uma <strong>massa p&eacute;lvica palp&aacute;vel<\/strong> pode estar presente, mas n&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;ria. Em alguns casos, podem surgir <strong>sinais peritoneais<\/strong>, sugerindo <strong>necrose anexial<\/strong>, al&eacute;m de <strong>febre baixa<\/strong>, que refor&ccedil;a a gravidade do quadro.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-exames-laboratoriais\">Exames laboratoriais<\/h3><p>Os <strong>exames laboratoriais<\/strong> (como &beta;-hCG e hemograma) auxiliam na exclus&atilde;o de diagn&oacute;sticos diferenciais, mas <strong>n&atilde;o s&atilde;o espec&iacute;ficos<\/strong> para tor&ccedil;&atilde;o ovariana. Em casos raros, pode haver <strong>anemia<\/strong> secund&aacute;ria &agrave; hemorragia de um <strong>cisto l&uacute;teo rompido torcido<\/strong> ou <strong>leucocitose<\/strong> associada &agrave; <strong>necrose do ov&aacute;rio<\/strong>. Marcadores inflamat&oacute;rios como <strong>interleucina-6<\/strong> podem estar elevados, mas n&atilde;o s&atilde;o utilizados rotineiramente devido &agrave; sua <strong>baixa especificidade<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-exames-de-imagem\">Exames de imagem<\/h3><p>A <strong>ultrassonografia<\/strong> &eacute; o <strong>m&eacute;todo diagn&oacute;stico de escolha<\/strong> por ser amplamente dispon&iacute;vel e n&atilde;o invasivo. Deve ser realizada, sempre que poss&iacute;vel, com <strong>sondas transabdominal e transvaginal<\/strong>. A sensibilidade e especificidade m&eacute;dias s&atilde;o de <strong>79% e 76%<\/strong>, respectivamente.&nbsp;<\/p><p>O<strong> Doppler<\/strong> n&atilde;o melhora significativamente a acur&aacute;cia, pois o fluxo pode estar <strong>presente, reduzido ou ausente<\/strong>, dependendo do grau de tor&ccedil;&atilde;o e da circula&ccedil;&atilde;o colateral. Assim, <strong>a presen&ccedil;a de fluxo n&atilde;o exclui o diagn&oacute;stico<\/strong>.<\/p><p>Outros achados ultrassonogr&aacute;ficos incluem:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ov&aacute;rio aumentado<\/strong> (geralmente &ge;5 cm), com <strong>edema<\/strong> e <strong>fol&iacute;culos perif&eacute;ricos<\/strong>, caracterizando o sinal de <strong>&ldquo;colar de p&eacute;rolas&rdquo;<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ped&iacute;culo torcido<\/strong>, achado considerado <strong>patognom&ocirc;nico<\/strong>, visualizado como o <strong>&ldquo;sinal do redemoinho&rdquo; (whirlpool sign)<\/strong>, presente em at&eacute; <strong>90% dos casos<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Aus&ecirc;ncia de realce do estroma ovariano<\/strong> em exames contrastados, indicando <strong>redu&ccedil;&atilde;o da perfus&atilde;o<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Presen&ccedil;a de hemorragia<\/strong> intraovariana, hematosalpinx ou hemoperit&ocirc;nio em casos de necrose ou infarto hemorr&aacute;gico.<\/li>\n<\/ul><p>A <strong>tomografia computadorizada (TC)<\/strong> n&atilde;o &eacute; indicada rotineiramente, mas pode ser &uacute;til na investiga&ccedil;&atilde;o de <strong>diagn&oacute;sticos diferenciais n&atilde;o ginecol&oacute;gicos<\/strong>, como apendicite ou lit&iacute;ase renal. Sua sensibilidade varia entre <strong>74% e 95%<\/strong>, e a especificidade entre <strong>80% e 90%<\/strong>.<\/p><p>A <strong>resson&acirc;ncia magn&eacute;tica (RM)<\/strong> &eacute; indicada quando o <strong>ultrassom &eacute; inconclusivo<\/strong>, especialmente em situa&ccedil;&otilde;es que dificultam a visualiza&ccedil;&atilde;o ovariana, como <strong>gravidez, miomas volumosos<\/strong> ou <strong>interposi&ccedil;&atilde;o intestinal<\/strong>. A RM tem sensibilidade de <strong>81%<\/strong> e especificidade de <strong>91%<\/strong>, sendo &uacute;til para identificar <strong>edema, hemorragia<\/strong> e <strong>aus&ecirc;ncia de realce do estroma ovariano<\/strong> ap&oacute;s contraste, sinais caracter&iacute;sticos de tor&ccedil;&atilde;o.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tratamento-da-torcao-ovariana\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Tratamento-da-Torcao-Ovariana\"><\/span>Tratamento da Tor&ccedil;&atilde;o Ovariana<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>O tratamento da tor&ccedil;&atilde;o ovariana &eacute; uma <strong>emerg&ecirc;ncia cir&uacute;rgica<\/strong> e tem como objetivo principal <strong>preservar a viabilidade do ov&aacute;rio<\/strong> e prevenir complica&ccedil;&otilde;es graves, como necrose e infertilidade. A conduta depende da <strong>viabilidade do tecido ovariano<\/strong>, da <strong>idade da paciente<\/strong> e da <strong>suspeita de malignidade<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-distorcao-ovariana\">Distor&ccedil;&atilde;o ovariana<\/h3><p>Nas <strong>pacientes em idade reprodutiva<\/strong>, o tratamento de escolha &eacute; a <strong>distor&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica imediata<\/strong>, preferencialmente por <strong>videolaparoscopia<\/strong>, visando <strong>restaurar o fluxo sangu&iacute;neo<\/strong> e <strong>preservar a fun&ccedil;&atilde;o ovariana<\/strong>. O procedimento consiste em <strong>destorcer manualmente o ov&aacute;rio e as estruturas anexiais<\/strong>, utilizando pin&ccedil;as atraum&aacute;ticas ou sondas rombas.<\/p><p>Durante a cirurgia, se houver <strong>massa ovariana benigna<\/strong>, pode ser realizada <strong>cistectomia<\/strong> associada. Caso o edema ou o risco de les&atilde;o vascular impe&ccedil;am a retirada do cisto no mesmo momento, o cisto pode ser <strong>drenado<\/strong> e a <strong>cistectomia definitiva<\/strong> programada para <strong>duas a tr&ecirc;s semanas ap&oacute;s a detor&ccedil;&atilde;o<\/strong>, quando o edema tiver diminu&iacute;do e a disseca&ccedil;&atilde;o for mais segura.<\/p><p>Estudos demonstram que o <strong>tratamento conservador<\/strong> &eacute; seguro e eficaz. A detor&ccedil;&atilde;o <strong>n&atilde;o aumenta o risco<\/strong> de complica&ccedil;&otilde;es como <strong>hemorragia, peritonite, tromboembolismo venoso ou sepse<\/strong>, e apresenta <strong>menor taxa de complica&ccedil;&otilde;es perioperat&oacute;rias<\/strong> quando comparada &agrave; ooforectomia. Entretanto, quando o ov&aacute;rio est&aacute; <strong>irreversivelmente necr&oacute;tico<\/strong>, a <strong>remo&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica<\/strong> torna-se necess&aacute;ria para evitar infec&ccedil;&atilde;o e outras complica&ccedil;&otilde;es.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-salpingo-ooforectomia\">Salpingo-ooforectomia<\/h3><p>A <strong>salpingo-ooforectomia<\/strong> (retirada do ov&aacute;rio e da tuba uterina) &eacute; indicada em situa&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas:<\/p><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ov&aacute;rio n&atilde;o vi&aacute;vel<\/strong>, com necrose evidente e perda da arquitetura normal;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Suspeita de malignidade<\/strong>, especialmente quando h&aacute; achados compat&iacute;veis em imagem ou marcadores tumorais;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pacientes p&oacute;s-menop&aacute;usicas<\/strong>, nas quais o risco de malignidade e recorr&ecirc;ncia &eacute; maior.<\/li>\n<\/ul><p>Durante o procedimento, recomenda-se <strong>realizar a detor&ccedil;&atilde;o antes da retirada<\/strong>, para <strong>melhorar a visualiza&ccedil;&atilde;o anat&ocirc;mica<\/strong> e <strong>reduzir o risco de les&atilde;o ureteral<\/strong>.<\/p><h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cuidados-pos-operatorios\">Cuidados p&oacute;s-operat&oacute;rios<\/h3><p>Ap&oacute;s a cirurgia, a paciente deve ser monitorada para sinais de peritonite ou sepse, como febre, dor abdominal intensa e instabilidade hemodin&acirc;mica. Embora raras, essas complica&ccedil;&otilde;es podem ocorrer em casos de necrose ovariana com reperfus&atilde;o tecidual.<\/p><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-veja-tambem\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Veja-tambem\"><\/span>Veja tamb&eacute;m!<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/casos-clinicos\/caso-clinico-sangramento-uterino-anormal-o-que-e-causas-e-mais\/\">Caso Cl&iacute;nico Sangramento Uterino Anormal: o que &eacute;, causas e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/farmacos\/resumo-sobre-metodos-contraceptivos-o-que-sao-quais-as-diferencas-e-mais\/\">Resumo sobre M&eacute;todos Contraceptivos: o que s&atilde;o, quais s&atilde;o as diferen&ccedil;as e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-donovanose-definicao-quadro-clinico-e-mais\/\">Resumo sobre Donovanose: defini&ccedil;&atilde;o, quadro cl&iacute;nico e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/doencas\/resumo-sobre-insuficiencia-ovariana-primaria-manifestacoes-clinicas-e-mais\/\">Resumo sobre Insufici&ecirc;ncia Ovariana Prim&aacute;ria: manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e mais!<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/med.estrategia.com\/portal\/conteudos-gratis\/ciclo-basico\/resumo-sobre-sindrome-da-bexiga-dolorosa-definicao-manifestacoes-clinicas-e-mais\/\">Resumo sobre S&iacute;ndrome da Bexiga Dolorosa: defini&ccedil;&atilde;o, manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e mais!<\/a><\/li>\n<\/ul><h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Referencias\"><\/span>Refer&ecirc;ncias<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2><p>Marc R Laufer, MD. <strong>Ovarian and fallopian tube torsion<\/strong>. UpToDate, 2025. Dispon&iacute;vel em: <a href=\"https:\/\/www.uptodate.com\/contents\/ovarian-and-fallopian-tube-torsion?search=ovarian%20torsion&amp;source=search_result&amp;selectedTitle=1~60&amp;usage_type=default&amp;display_rank=1#H849034\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UpToDate<\/a><\/p><p>Baron SL, Mathai JK. <strong>Ovarian Torsion<\/strong>. [Updated 2023 Jul 17]. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2025 Jan-. Available from: <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/books\/NBK560675\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/books\/NBK560675\/<\/a><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"E a&iacute;, doc! Vamos explorar mais um tema essencial? 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