Homem de 42 anos refere que há mais de 10 anos apresenta tumoração subcutânea de longa evolução em região infraescapular O tamanho da lesão era estável com cerca de 7cm no maior diâmetro. A lesão é indolor, relativamente móvel e não há alteração cutânea associada. Há 6 meses houve aumento da tumoração que duplicou de tamanho nos últimos 3 meses. A ultrassonografia revelou tumoração subcutânea, bem definida, com ecogenecidade de lesão sólida. Há plano de clivagem com as estruturas profundas e discreta hipervascularização ao estudo com doppler.
Quais as 2 principais hipóteses diagnósticas?