Luísa, 24 anos, comparece em consulta com o MFC, solicita
eira da equipe havia implantado o DIU de cobre na paciente há aproximadamente 7 meses. À ocasião, se queixava do ganho de peso, ressecamento vaginal e maior labilidade emocional atribuídos ao método hormonal que usava (desogestrel). Além disso, escapes irregulares (spotting) e o fato de não menstruar mais a deixavam incomodada, contribuindo para descontinuação do contraceptivo, com busca posterior do serviço de saúde para contracepção de emergência em 2 ocasiões. Contudo, desde que colocou o DIU, tem dificuldades de lidar com o sangramento maior que o esperado, com troca de até 4 absorventes ao dia e fluxo que chega a durar 7 dias. Além disso, as cólicas menstruais são fortes, pouco responsivas ao uso de anti-inflamatórios e com necessidade recorrente de afastamento do trabalho. Atualmente está no 5° dia do ciclo, com remissão parcial do sangramento vaginal, sem outros sintomas associados que a preocupem. Ao exame não apresenta alterações à ectoscopia ou exame físico de abdome. Apresenta: PA 120/80 mmHg e FC 78 bpm. Exame ginecológico especular sem alteração (sem massas anexiais, colo normal à inspeção e sem dor à mobilização, fios do DIU visíveis, sem sinais de cervicite). Luísa não tem comorbidades prévias ou histórico que contraindique método hormonal.
Dentre as opções abaixo, além da retirada do DIU de cobre, assinale a conduta mais adequada para o caso, considerando aspectos que dificultaram adesão à contracepção hormonal prévia: