Questão
SP - Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto - FAMERP (Hospital de Base de São José do Rio Preto - HB)
2022
Residência com pré-requisito - Ginecologia e Obstetrícia (R+ GO)
VER HISTÓRICO DE RESPOSTAS
4000198179
Mulher de 58 anos realiza mamografia de rastreamento durante o Outubro Rosa. Ela encontra-se assintomática, porém na mamografia foi observada linfonodomegalia axilar à direita. Questionada, a paciente relata ter recebido a segunda dose da vacina contra a COVID-19 no membro superior direito há cinco dias. Em relação à mamografia e a vacinação contra COVID-19:
A
É imperativo excluir malignidade mamária ou extramamária como causa de aumento unilateral dos linfonodos axilares, independente da época em que fez o uso da vacina contra a COVID-19.
B
A taxa de linfonodopatia axilar ipsilateral à aplicação da vacina é a mesma entre os diversos tipos de vacina contra COVID-19.
C
O agendamento dos exames de rastreamento para câncer de mama (pacientes assintomáticas) deve ser realizado antes da primeira dose ou após 4 semanas da segunda dose da vacina para COVID-19.
D
Em caso de detecção de linfonodopatia axilar unilateral em mulheres que receberam a vacina para COVID-19 nas últimas 4 semanas (ipsilateral ao lado da imunização), sem lesão mamária suspeita concomitante, sugere-se classificar como provavelmente benigno (BI-RADS 3) e recomendar controle após 2 semanas da segunda dose da vacina. No caso de persistência, então considerar biópsia do linfonodo para excluir malignidade mamária ou extra mamária.