Questão
RS - Associação Médica do Rio Grande do Sul - AMRIGS
2022
Residência (Acesso Direto)
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4000164528
Paciente de 42 anos, na menacme, vem por queixa de sangramento vaginal irregular. Ela já teve um filho por parto vaginal; nega diabetes, uso de medicamentos ou outras doenças. Seu índice de massa corporal é de 25. O médico pediu uma ecografia transvaginal para avaliar a espessura endometrial; o resultado foi de 7 mm; depois ele realizou uma biópsia de endométrio no consultório, sendo que o resultado da patologia foi hiperplasia endometrial sem atipia. Com isso, ele resolveu colocar um sistema intrauterino com levonorgestrel (SIU-LNG). Em relação à conduta médica, está correto afirmar que:
A
Não havia necessidade de solicitar ecografia transvaginal para avaliar a espessura endometrial em mulheres pré-menopáusicas, a biópsia de endométrio afastou a chance de câncer endometrial e o uso do SIU-LNG está correto.
B
A ecografia transvaginal com mais de 4 mm de espessura endometrial na mulher pré-menopáusica é fator de risco para câncer de endométrio, a biópsia de endométrio se justifica por isso, e o tratamento de primeira linha é acetato de medroxiprogesterona por via oral. 
C
A ecografia transvaginal com mais de 7 mm de espessura endometrial na mulher pré-menopáusica é fator de risco para câncer de endométrio, a biópsia de endométrio nesse caso não afasta a possibilidade de câncer endometrial, e o tratamento de primeira linha é o acetato de medroxiprogesterona 150 mg, intramuscular, a cada 3 meses. 
D
A ecografia transvaginal com mais de 4 mm de espessura endometrial na mulher pré-menopáusica é fator de risco para câncer de endométrio, a biópsia de endométrio nesse caso não afasta a possibilidade de câncer endometrial, sendo necessária a histeroscopia diagnóstica.