Paciente de 50 anos de idade foi ao pronto-socorro com dor abdominal em hipocôndrio esquerdo, febre e mal-estar de caráter recorrente há cerca de 3 semanas. Tem história de tratamento de diverticulite de sigmóide com antibióticos há 2 meses atrás. Evoluiu coleção esplênica septada de 6 x 6 cm. Foi realizada drenagem percutânea da coleção, porém persistiu com febre. Agora, duas semanas após a drenagem e tendo feito uso correto de antibioticoterapia, o paciente está em bom estado geral, porém ainda com febre. Queixa-se ainda de dor em hipocôndrio esquerdo. Pulso: 95 bpm, PA: 110 × 80 mmHg, temperatura: 38,5°C. O abdome é doloroso à palpação em hipocôndrio esquerdo; não tem massas palpáveis nem sinais de irritação peritoneal. Os últimos exames séricos mostram aumento da proteína C reativa (PCR) e da leucocitose. Qual é a melhor conduta para este caso?
Questão
CE - Hospital do Câncer - Instituto do Câncer do Ceará - HC ICC
2025
Residência com pré-requisito - Cirurgia (R+ CIR)
VER HISTÓRICO DE RESPOSTAS
4000228119
A
Drenagem guiada por laparoscopia.
B
Esplenectomia (laparoscopia ou laparotomia).
C
Manter antibioticoterapia endovenosa e observação.
D
Nova drenagem guiada por radiologia intervencionista.