Paciente comparece à unidade de saúde por demanda espontânea queixando-se de dor de garganta e febre. Refere que não dormiu à noite por causa dos sintomas que não melhoraram com o uso de paracetamol. Ao abordar o caso, o médico suspeita tratar-se de uma amigdalite bacteriana aguda, prescreve antibioticoterapia e anti-inflamatório via oral e orienta repouso ao paciente. Ao sair da consulta, o paciente refere ao agente comunitário que não ficou satisfeito com a consulta e que irá procurar uma unidade de pronto atendimento em busca de outro tratamento, dado que, na verdade, gostaria de ter recebido a prescrição de alguma medicação injetável, pois acredita que a melhora dos sintomas seria mais rápida.
Diante do caso exposto, o principal problema de comunicação foi que