Paciente ex-tabagista de 50 anos/maço, apresentando quadro de dispneia aos médios esforços (MRC – 2) e nos últimos 2 anos não esteve internado. Na consulta com um pneumologista o paciente realizou uma Radiografia de Tórax que não mostrou anormalidades e uma espirometria com resultado de distúrbio ventilatório obstrutivo com VEF1 pós-broncodilatador de 62% do previsto. Qual seria a melhor conduta para este caso?
Questão
SP - Faculdade de Medicina do ABC
2014
Residência (Acesso Direto)
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4000100375
A
Broncodilatador de curta ação nas crises.
B
Uma associação de um broncodilatador de longa ação e corticoide inalatório.
C
Broncodilatador de longa ação todos os dias.
D
Não iniciar medicação pois paciente com pouco sintomas e já parou com o tabagismo.