Para monitorar e analisar as tendências dos principais fatores de risco e proteção para doenças crônicas no Brasil, o Ministério da Saúde implantou em 2006 o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). A cada ano, esse sistema utiliza amostras probabilísticas da população adulta ("maior ou igual"18 anos) residente nas capitais dos estados brasileiros e no Distrito Federal, a partir do cadastro das linhas de telefone fixo das cidades. O questionário do Vigitel em 2011 englobou os seguintes módulos:
(I) características demográficas e socioeconômicas dos indivíduos;
(II) padrão de alimentação e de atividade física;
(III) peso e altura referidos;
(IV) consumo de cigarro e de bebidas alcoólicas;
(V) autoavaliação de seu estado de saúde e morbidade referida (diagnóstico médico prévio de hipertensão arterial ou diabetes).
As estimativas das prevalências foram apresentadas em proporções (%), com seus respectivos intervalos de confiança (IC) de 95%. Os resultados foram calculados por sexo, faixa etária e nível de escolaridade. Para comparar as prevalências segundo sexo, idade e escolaridade, foram estimadas as razões de prevalências ajustadas por idade, escolaridade ou ambas, e seus respectivos IC de 95%. A tabela abaixo mostra alguns resultados do Vigitel em 2011. (VER IMAGEM) Tabela. Prevalência e razão de prevalências (masculino/feminino) de alguns fatores de risco para doenças crônicas e de morbidade referida na população adulta residente nas capitais brasileiras e no Distrito Federal, segundo sexo – Vigitel, 2011. Dentre as alternativas abaixo, qual tipo de estudo que corresponde ao Vigitel e qual é a principal característica desse tipo de estudo?

