Uma gestante de 30 anos, primigesta, na 41ª semana de gestação, está em trabalho de parto ativo na primeira fase (6 cm de dilatação cervical, cabeça fetal no plano -1 de De Lee, variedade de posição ODA) em um hospital do Sistema Único de Saúde, atendida por uma equipe obstétrica qualificada. A gestante optou por parto normal durante seu pré-natal e tem recebido apoio contínuo durante o trabalho de parto. Após três horas de contrações regulares, a intensidade das contrações aumenta e a paciente solicita analgesia. A paciente recebeu analgesia epidural e após 2 horas apresenta amniorrexe espontânea com saída de líquido meconial. Realizado toque vaginal que mostra dilatação total, cabeça fetal no plano + 3 De Lee e variedade de posição OP. A cardiotocografia mostra taquicardia fetal com desacelerações tardias recorrentes. Com base no caso clínico descrito, qual deve ser a melhor conduta nesse momento?
Questão
Estratégia MED
2024
Revalida
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4000219864
A
Proceder com parto cesáreo de emergência devido aos sinais de sofrimento fetal.
B
Realizar parto vaginal assistido com uso de vácuo-extrator, tentando acelerar o nascimento.
C
Aumentar a dose de ocitocina para maximizar a frequência e intensidade das contrações para o nascimento rápido.
D
Esperar por mais uma hora, pois a paciência é crucial em partos de primíparas na segunda fase do trabalho de parto.