Uma paciente de 34 anos, nuligesta, comparece ao ambulatório de ginecologia referindo que há quatro meses iniciou com sensação de fisgadas e queimor vulvar, intermitente, e que determina angústia (distress), pois é desconfortável e está afetando sua vida sexual. Não foi possível identificar um fator etiológico ou alteração ao exame físico e vem piorando, apesar do uso de vários tipos de cremes vaginais tópicos.
Qual o diagnóstico?