Casos de Mpox no Brasil chegam a 140 em 2026; país mantém vigilância intensificada
Estratégia Med | Foto: QINQIE99/Shutterstock

Casos de Mpox no Brasil chegam a 140 em 2026; país mantém vigilância intensificada

O número de casos confirmados de Mpox no Brasil chegou a 140 desde o início de 2026, de acordo com dados atualizados pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (9). Embora o total represente um aumento em relação aos meses anteriores, não há registro de mortes pela doença neste ano.

Segundo o balanço do Painel Mpox, o país também contabiliza 539 casos suspeitos e outros 9 prováveis, em meio a um cenário de acompanhamento contínuo das secretarias estaduais e municipais de saúde. O Ministério reforça que a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) segue em alerta para monitorar possíveis novos casos e orientar a população.

Os números mostram uma predominância masculina (93%) entre os casos confirmados e maior concentração na faixa etária de 30 a 39 anos, com 69 registros. Na sequência, aparecem os grupos de 18 a 29 anos (40 casos) e 40 a 49 anos (26 casos). O estado de São Paulo lidera com 93 confirmações, seguido por Rio de Janeiro, com 18, e por Minas Gerais e Rondônia, com 11 cada.

Os estados do Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Roraima e Tocantins não registraram confirmação de casos até a atualização do painel em 9 de março.

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Entenda a doença

Mpox, anteriormente conhecida como monkeypox, pertence ao mesmo gênero da varíola humana, mas costuma ter evolução mais leve. A infecção é causada por um vírus zoonótico, que pode ser transmitido por contato direto com pessoas infectadas, materiais contaminados ou animais silvestres portadores do vírus.

Os principais sintomas incluem erupções na pele ou lesões cutâneasinchaço nos linfonodos (ínguas)febredores muscularescalafrios e fraqueza geral. Pessoas com sinais compatíveis devem procurar atendimento médico e evitar contato próximo com outras pessoas até receber orientação profissional.

A manutenção da vigilância e a procura rápida por unidades de saúde são fundamentais para conter a disseminação do vírus e evitar novos surtos.

Confira também o Resumo de MPOX: diagnóstico, vigilância epidemiológica e mais!

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