Ostomia: O que é, tipos e muito mais!
Ostomia

Ostomia: O que é, tipos e muito mais!

Quer aprender com detalhes o que é Ostomia? O Estratégia MED separou neste post as principais informações.

O que é Ostomia?

Ostomia é um procedimento cirúrgico que possibilita a abertura de uma comunicação entre um órgão interno e o meio externo. Essa comunicação recebe o nome de ostoma.

Ostomia

Quais os tipos de Ostomia?

A ostomia que será realizada varia de acordo com a função que necessita de restauração no paciente, por isso, são diversos os tipos desse procedimento. A seguir, confira alguns deles: 

Colostomia

A colostomia é uma forma de estabelecer uma nova comunicação do intestino grosso com o meio externo, por exemplo, quando há alguma alteração que o impeça de realizar a eliminação apropriada de fezes e gases. 

Pode ser do tipo ascendente, transversa ou descendente, a depender da porção do cólon que foi ostomizada.

Algumas das causas que levam a sua colocação são tumores de intestino, doenças inflamatórias intestinais e polipose adenomatosa familiar. 

Uma das principais complicações da colostomia é a ocorrência de infecção no local de colocação, a qual pode ser evitada com o esvaziamento e a higienização corretos da bolsa. 

Tipos de bolsa de colostomia

As bolsas de colostomia podem ser:

  1. Drenáveis: possuem uma abertura na parte inferior que permite seu esvaziamento sempre que for necessário. Tem boa durabilidade e como não necessita de diversas trocas, o paciente sofre menos lesões na região de conexão da bolsa;
  2. Não-drenáveis: não podem ser esvaziadas, de maneira que são descartáveis. Dada a necessidade de trocas recorrentes, pode causar mais lesões no paciente;
  3. Peça única: placa (parte que se liga ao corpo do paciente) e bolsa constituem uma única peça. Dura cerca de três dias e é um modelo de custo mais acessível; e
  4. Duas peças: placa e bolsa são peças separadas, o que facilita a higienização da bolsa de colostomia. 

Urostomia

É uma cirurgia capaz de criar uma via de saída para a urina, que passa a ser eliminada por gotejamento. A bolsa de urostomia precisa ser esvaziada várias vezes ao dia. 

O paciente pode ser urostomizado caso haja tumores, má formação ou inflamação das vias urinárias que impeça o esvaziamento adequado da bexiga. 

Podem ser temporárias ou permanentes, essa escolha depende do motivo que originou a necessidade da urostomia no paciente. 

Uma das principais complicações da urostomia é a infecção do trato urinário, que pode ser evitada com alguns cuidados básicos, como, por exemplo, alta ingestão de líquidos, esvaziamento e higienização correta da bolsa e uso de válvulas anti-refluxo, para evitar o retorno da urina da bolsa para o trato urinário do paciente.

Ileostomia

A ileostomia permite a comunicação entre o meio externo e o intestino delgado, diferentemente da colostomia, que permite o esvaziamento do intestino grosso. As fezes eliminadas pela bolsa de ileostomia são mais líquidas ao passo que  as fezes coletadas pela bolsa de colostomia são mais consistentes.

Algumas das principais indicações para a realização de ileostomia é o câncer de intestino e as doenças inflamatórias intestinais, como Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa, as quais podem impedir a passagem adequada das fezes do intestino delgado para o intestino grosso. 

A bolsa de ileostomia também pode ser temporária ou permanente, dependendo do motivo que deu causa à sua colocação. 

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