Resumo de BI-RADS 2025: atualizações, avaliações e mais!

Resumo de BI-RADS 2025: atualizações, avaliações e mais!

Olá, querido doutor e doutora! O BI-RADS 2025 consolida uma atualização abrangente do sistema de padronização dos laudos em imagem mamária, incorporando avanços técnicos, reorganização dos descritores e maior uniformidade entre as modalidades. A nova versão amplia a clareza na comunicação diagnóstica e na definição das condutas, acompanhando a evolução da prática radiológica.

O BI-RADS 2025 adota estrutura de laudo padronizada entre as modalidades e redefine conceitos relacionados à auditoria e ao monitoramento de desfechos.

O que é o BI-RADS 2025 

O BI-RADS 2025 corresponde à atualização mais recente do sistema de padronização de laudos em imagem mamária desenvolvido pelo American College of Radiology. Essa versão amplia e reorganiza o conteúdo previamente apresentado, adotando o termo Manual BI-RADS para refletir a integração entre conceitos teóricos, exemplos clínicos e diretrizes operacionais aplicáveis à prática diária.

A edição 2025 reforça a uniformização da linguagem entre as diferentes modalidades de imagem mamária, incluindo mamografia, ultrassonografia, ressonância magnética e, de forma integrada, a mamografia com contraste. Houve revisão ampla dos descritores, com harmonização terminológica e reorganização dos achados do menor para o maior grau de suspeição, favorecendo maior clareza na interpretação e na comunicação entre profissionais.

Mudanças gerais do BI-RADS 2025  

Atualização conceitual e estrutural

O BI-RADS 2025 passa a ser denominado Manual BI-RADS, refletindo a ampliação do conteúdo para além de um atlas de imagens. Houve expansão do material textual, maior número de exemplos clínicos e reorganização interna para facilitar a aplicação no dia a dia da prática radiológica.

Padronização entre modalidades

Todas as modalidades de imagem mamária passaram por harmonização terminológica, com descritores alinhados entre mamografia, ultrassonografia, ressonância magnética e mamografia com contraste. Essa padronização reduz ambiguidades e favorece consistência na interpretação dos achados.

Reorganização dos descritores

Os termos do léxico foram reordenados do menor para o maior grau de suspeição, sempre que aplicável. Além disso, diversos descritores foram revisados ou renomeados para evitar sobreposição conceitual e confusão entre forma, margem e padrão de realce.

Integração definitiva da mamografia com contraste

A mamografia com contraste deixa de ser um complemento e passa a integrar formalmente o sistema BI-RADS, com léxico próprio, estrutura de laudo padronizada e alinhamento com as demais modalidades.

Revisão das categorias BI-RADS

As categorias de avaliação mantêm a numeração tradicional, porém com ajustes nas definições e na redação, incluindo separação mais clara das situações de exame incompleto e atualização da categoria 6, com orientação de manejo mais alinhada à prática clínica atual.

Nova organização dos laudos

O modelo de laudo foi uniformizado entre os métodos, definindo sequência fixa de itens como indicação do exame, técnica, comparação com exames prévios, descrição dos achados, categoria BI-RADS e recomendação de conduta.

Atualizações em auditoria e monitoramento

A seção de auditoria foi reformulada, passando a se chamar Auditoria e Monitoramento de Desfechos, com ampliação das métricas avaliadas, inclusão de novos indicadores de desempenho e adaptação às diferentes modalidades e cenários diagnósticos.

Categorias BI-RADS e condutas associadas 

BI-RADS 0

Categoria utilizada quando o exame é incompleto, exigindo complementação diagnóstica. No BI-RADS 2025, essa categoria passa a ter definições mais objetivas, distinguindo situações que necessitam de imagens adicionais daquelas que dependem de comparação com exames prévios.

Conduta: solicitação de exames complementares ou acesso a estudos anteriores antes da classificação final.

BI-RADS 1

Exame negativo, sem achados suspeitos. A mama apresenta apenas estruturas anatômicas habituais, sem alterações relevantes.

Conduta: seguimento conforme rotina de rastreamento indicada para o perfil da paciente.

BI-RADS 2

Achados claramente benignos, como cistos simples, linfonodos intramamários típicos ou calcificações benignas.

Conduta: manutenção do rastreamento habitual, sem necessidade de investigação adicional.

BI-RADS 3

Achados provavelmente benignos, com baixa probabilidade de malignidade. Essa categoria permanece restrita a situações bem definidas no léxico atualizado.

Conduta: acompanhamento por imagem em intervalos curtos, com controle seriado para avaliação de estabilidade.

BI-RADS 4

Achados suspeitos, com indicação de investigação histológica. A categoria mantém a subdivisão implícita de diferentes níveis de suspeição, embora a ênfase esteja na justificativa técnica do achado.

Conduta: biópsia percutânea ou outro método diagnóstico apropriado, conforme o caso.

BI-RADS 5

Achados altamente sugestivos de malignidade, com características típicas nos descritores de forma, margem, distribuição ou padrão de realce.

Conduta: biópsia imediata e encaminhamento para avaliação terapêutica.

BI-RADS 6

Lesão com malignidade comprovada por biópsia. No BI-RADS 2025, a descrição da conduta foi ampliada para contemplar diferentes estratégias terapêuticas.

Conduta: acompanhamento clínico com equipe cirúrgica e oncológica, com planejamento de tratamento local definitivo conforme indicação individual.

BI-RADS na mamografia

Atualizações na densidade mamária

O BI-RADS 2025 incorpora ajustes alinhados às exigências regulatórias mais recentes, com padronização da terminologia da densidade mamária. A descrição passa a ser uniforme entre os métodos e aplicada de forma clara nos laudos, incluindo situações de exames unilaterais. A densidade permanece classificada em quatro categorias, com redação objetiva e foco na comunicação do potencial impacto diagnóstico.

Massas mamárias

Houve revisão dos critérios para definição de massa, especialmente com a incorporação da tomossíntese. Achados que antes exigiam visualização em duas incidências podem ser caracterizados com maior precisão em uma única projeção quando avaliados por tomossíntese.

Os descritores de forma e margem foram reorganizados, com retorno do termo lobulada para forma e exclusão de termos que geravam sobreposição conceitual entre forma e margem.

Margens e descritores revisados

O descritor microlobulada deixa de ser utilizado como margem, sendo substituído por indistinta, reduzindo ambiguidades. Essa mudança busca maior coerência entre os descritores morfológicos e melhora a reprodutibilidade dos laudos.

Calcificações

As calcificações passaram por simplificação e reorganização dos descritores. Termos baseados em analogias visuais foram eliminados, priorizando descrições morfológicas diretas.

Calcificações anteriormente descritas como distróficas ou “pipoca” foram incorporadas a categorias mais amplas, como calcificações grosseiras. O termo milk of calcium foi substituído por calcificações em camadas, enfatizando o padrão de deposição em vez da composição.

Assimetria

O conceito de assimetria em desenvolvimento foi removido como descritor formal. A avaliação da evolução temporal permanece relevante, porém passa a ser descrita de forma narrativa, sem estar embutida no nome do achado.

Ductos dilatados

O BI-RADS 2025 diferencia melhor situações benignas e suspeitas. Múltiplos ductos dilatados são geralmente classificados como achado benigno. Já o ducto dilatado solitário pode ser considerado benigno em pacientes assintomáticas e sem achados associados, sendo indicado aprofundamento diagnóstico apenas quando houver fatores adicionais.

Achados secundários

Achados como distorção arquitetural, linfonodomegalias e calcificações associadas passaram a ser organizados como achados secundários, e não mais como características acessórias, contribuindo para maior clareza na hierarquização dos achados mamográficos.

BI-RADS no ultrassom mamário 

Considerações gerais e técnica

O BI-RADS 2025 introduz uma seção específica de considerações gerais, abordando anatomia, qualidade de imagem, padronização de medidas, documentação e diferenças entre exames realizados por operador manual ou sistemas automatizados. Há maior clareza na descrição da técnica utilizada e na correlação com outros métodos.

Composição tecidual

A composição mamária passa a ser descrita de forma mais detalhada, com inclusão dos conceitos de padrão tecidual e componente glandular, permitindo caracterização mais precisa do parênquima e melhor comparação entre exames seriados e entre modalidades.

Massas

Os descritores de forma, orientação, margem e padrão ecográfico foram revisados e harmonizados.

O termo lobulada retorna como descritor de forma, ampliando a capacidade descritiva. A orientação passa a ser descrita como não paralela, e margens como não circunscritas, favorecendo uniformidade terminológica.

Padrão ecográfico

O descritor cístico complexo e sólido foi substituído por sólido e cístico misto, priorizando descrição direta do conteúdo. Os achados posteriores foram reorganizados, e padrões combinados deixaram de ser utilizados, com valorização da presença de sombra acústica quando identificada.

Lesão não nodular

O BI-RADS 2025 incorpora formalmente a lesão não nodular como achado próprio. Trata-se de alteração identificável em três dimensões, distinta do tecido normal, porém sem margens definidas ou forma típica de massa. Esse conceito amplia a sensibilidade do ultrassom para alterações sutis do parênquima.

Calcificações

As calcificações passam a ser descritas considerando sua relação com massas ou lesões não nodulares, além da inclusão do tamanho como elemento descritivo. Essa abordagem melhora a correlação com mamografia e ressonância.

Achados associados

Os achados associados foram reorganizados e detalhados, incluindo alterações ductais, cutâneas, edema, vascularização e elasticidade. Foram acrescentados descritores específicos para o tecido adjacente, como pseudocápsula ecogênica e halo ecogênico, permitindo caracterização mais refinada.

Casos especiais

A seção de casos especiais foi revisada, com padronização de termos para cistos simples, microcistos agrupados, cistos complicados, alterações pós cirúrgicas, necrose gordurosa, abscesso, corpos estranhos e implantes. A organização busca facilitar reconhecimento de padrões benignos frequentes.

Linfonodos

Os linfonodos passam a ser considerados um achado independente, com descrição ampliada da morfologia de linfonodos intramamários, axilares, mamários internos e supraclaviculares, favorecendo melhor estratificação do risco.

BI-RADS na ressonância magnética das mamas

Informações clínicas e parâmetros de aquisição

No BI-RADS 2025, a ressonância magnética passa a enfatizar de forma mais clara os parâmetros de aquisição, incluindo protocolos abreviados e técnicas de difusão. As informações clínicas e a comparação com exames prévios foram realocadas para a organização do laudo, favorecendo maior padronização entre as modalidades.

Tecido fibroglandular e realce de fundo

A descrição do volume de tecido fibroglandular e do realce parenquimatoso de fundo torna-se obrigatória e estruturada. O realce mínimo passa a englobar também situações sem realce visível, facilitando uniformidade na categorização.

Massas

Os descritores de massas foram revisados e harmonizados. O termo lobulada retorna como descritor de forma, ampliando a capacidade descritiva. As margens passam a ser classificadas como não circunscritas, com substituição do termo irregular por indistinta, evitando sobreposição conceitual entre forma e margem.

O sinal em T2 é incorporado como subdescritor de massa, permitindo diferenciação adicional entre achados benignos e suspeitos.

Realce interno e cinética

O padrão de realce periférico espesso substitui termos anteriores, com foco na descrição morfológica. A avaliação cinética passa a ser denominada cinética de realce, com subdivisão em fase precoce e comportamento tardio, mantendo coerência com a prática clínica atual.

Realce não nodular

O realce não nodular permanece como achado relevante, porém com revisão dos descritores de distribuição. Alguns termos foram removidos para reduzir redundância e melhorar a reprodutibilidade entre observadores.

Achados tipicamente benignos

Foi criada a categoria outros achados tipicamente benignos, que inclui cistos, coleções pós-operatórias, espessamento cutâneo pós-tratamento, massas sem realce, áreas de necrose gordurosa, hamartomas e lesões cutâneas com realce. Essa reorganização facilita a identificação de padrões de baixo risco.

Achados associados

Os achados associados foram revisados, com substituição do termo invasão por envolvimento, aplicado a mamilo, pele, músculo peitoral e parede torácica. O edema peritumoral passa a ser descritor específico, enquanto a linfonodomegalia axilar deixa de integrar essa categoria e passa a ser abordada em seção própria.

Linfonodos

Os linfonodos são tratados como achado independente, com descrição detalhada de morfologia, localização e estadiamento, abrangendo linfonodos intramamários, axilares e mamários internos.

Estrutura do laudo

O laudo de ressonância magnética segue modelo padronizado, com sequência fixa que inclui indicação, comparação com exames prévios, parâmetros de aquisição, descrição do parênquima, achados, categoria BI-RADS e recomendação de conduta, garantindo maior consistência entre serviços e profissionais.

Mamografia com contraste no BI-RADS 2025 

Integração ao sistema BI-RADS

A mamografia com contraste passa a integrar formalmente o BI-RADS 2025 como modalidade independente, deixando de ser apresentada como complemento. Essa mudança inclui léxico próprio, organização de laudo padronizada e alinhamento conceitual com mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética.

Composição mamária

A descrição da densidade mamária segue a mesma terminologia utilizada na mamografia convencional, com quatro categorias bem definidas. Essa padronização facilita a comunicação e a correlação entre métodos.

Massas

Os descritores de massas foram harmonizados com as demais modalidades. O termo lobulada retorna como descritor de forma, enquanto as margens passam a ser classificadas como não circunscritas, com substituição de termos que geravam sobreposição conceitual. A avaliação do realce adiciona informação funcional à caracterização morfológica.

Realce não nodular

O realce não nodular mantém relevância diagnóstica, porém com revisão dos descritores de distribuição. Alguns termos foram removidos para reduzir redundâncias e melhorar a consistência entre observadores.

Achados associados

Os achados associados incluem retração do mamilo, envolvimento do mamilo, retração cutânea, espessamento cutâneo, envolvimento da pele e linfonodomegalias axilares. O termo invasão foi substituído por envolvimento, alinhando a nomenclatura à ressonância magnética.

Estrutura do laudo

O laudo de mamografia com contraste segue sequência padronizada, incluindo indicação do exame, comparação com exames prévios, técnica, densidade mamária e realce de fundo, descrição dos achados, categoria BI-RADS e recomendação de conduta. Essa uniformização favorece clareza e integração dos resultados na tomada de decisão clínica.

Achados secundários e casos especiais

Reorganização dos achados secundários

No BI-RADS 2025, os achados secundários passam a ser claramente diferenciados dos achados primários. Eles representam alterações que acompanham massas, assimetrias, calcificações ou realces, contribuindo para a estratificação do risco e para a interpretação integrada do exame.

Entre os principais achados secundários estão distorção arquitetural, calcificações associadas e linfonodomegalias, agora organizados de forma mais objetiva e coerente entre as modalidades.

Linfonodos

Os linfonodos deixam de ser apenas achados associados e passam a constituir um achado próprio, com descrição detalhada da morfologia, localização e características suspeitas. O sistema contempla linfonodos intramamários, axilares, mamários internos e supraclaviculares, permitindo melhor correlação com estadiamento e planejamento terapêutico.

Alterações cutâneas e do complexo aréolo papilar

As alterações cutâneas e do complexo aréolo papilar são descritas de maneira padronizada, com termos como retração, espessamento e envolvimento, aplicáveis de forma consistente entre mamografia, ultrassonografia, ressonância magnética e mamografia com contraste.

Casos especiais

O BI-RADS 2025 reintroduz e reorganiza a seção de casos especiais, facilitando o reconhecimento de situações clínicas específicas. Estão incluídas condições como ginecomastia, próteses mamárias e outras formas de aumento mamário, mastectomia, alterações pós-cirúrgicas e pós-traumáticas, além de coleções líquidas e necrose gordurosa.

Próteses e materiais estranhos

As próteses mamárias passam a ser tratadas como subcategoria específica, com padronização na descrição de sua integridade e relação com achados adjacentes. Materiais estranhos e clipes cirúrgicos são descritos de forma sistemática, reduzindo interpretações equivocadas.

Importância clínica

A padronização dos achados secundários e dos casos especiais no BI-RADS 2025 favorece clareza na hierarquização dos achados, melhora a comunicação entre radiologistas e clínicos e contribui para decisões mais seguras no acompanhamento e tratamento das pacientes.

Organização e estrutura do laudo

Padronização entre modalidades

O BI-RADS 2025 estabelece uma estrutura de laudo uniforme para todas as modalidades de imagem mamária. Essa padronização reduz variações na apresentação das informações e facilita a leitura integrada por diferentes profissionais envolvidos no cuidado da paciente.

Sequência obrigatória dos itens

Os laudos passam a seguir uma ordem fixa e lógica, composta por:
indicação do exame, comparação com exames prévios, descrição da técnica, caracterização da composição mamária ou tecidual, descrição objetiva dos achados, categoria BI-RADS e recomendação de conduta. Essa sequência busca clareza e consistência na comunicação diagnóstica.

Indicação e comparação

A indicação do exame é apresentada de forma estruturada e padronizada. A comparação com exames anteriores ganha maior destaque e é posicionada logo no início do laudo, reforçando sua relevância na interpretação evolutiva dos achados.

Descrição técnica

A seção de técnica passa a ser obrigatória e específica para cada modalidade, incluindo informações como método utilizado, parâmetros de aquisição e recursos adicionais empregados, quando aplicável.

Descrição dos achados

Os achados são descritos utilizando exclusivamente o léxico BI-RADS atualizado, com organização hierárquica entre achados primários e secundários. Essa abordagem melhora a reprodutibilidade dos laudos e reduz interpretações ambíguas.

Avaliação final e conduta

A categoria BI-RADS é apresentada de forma clara e vinculada diretamente à recomendação de conduta, que deve ser objetiva, alinhada à categoria atribuída e coerente com o contexto clínico.

Auditoria e monitoramento de desfechos

Reformulação do conceito de auditoria

No BI-RADS 2025, a antiga seção de seguimento passa a ser denominada Auditoria e Monitoramento de Desfechos, com foco ampliado na avaliação sistemática da prática diagnóstica. O objetivo é permitir análise contínua do desempenho dos serviços e dos profissionais em diferentes cenários clínicos.

Definições atualizadas de rastreamento e diagnóstico

As definições de exames de rastreamento e diagnóstico tornam-se independentes da modalidade utilizada. Um exame de rastreamento positivo passa a ser definido pela necessidade de aquisição de imagens adicionais além do protocolo inicial, independentemente do método empregado.

Ampliação dos indicadores avaliados

O BI-RADS 2025 incorpora novos indicadores de desempenho, incluindo métricas relacionadas a sensibilidade, especificidade, taxa de detecção de câncer e valores preditivos positivos. Esses indicadores são apresentados com faixas de referência atualizadas, baseadas em dados recentes e consensos de especialistas.

Categoria BI-RADS 3 na auditoria

Passa a ser incluída, de forma explícita, a avaliação dos desfechos iniciais da categoria BI-RADS 3, permitindo monitoramento mais preciso dos resultados de acompanhamento por imagem e da adequação dessa classificação na prática clínica.

Auditorias mais completas

As auditorias ampliadas passam a considerar fatores de risco adicionais, como mutações genéticas e histórico de radioterapia torácica, além da inclusão de marcadores tumorais sempre que disponíveis. Essa abordagem permite análise mais refinada dos resultados e do contexto clínico.

Monitoramento por modalidade

Foram atualizados e ampliados os parâmetros específicos por modalidade, incluindo mamografia, ultrassonografia, ressonância magnética e exames para avaliação de extensão da doença. Cada método passa a contar com métricas próprias para análise de desempenho.

Método de detecção

O BI-RADS 2025 introduz o conceito de método inicial de detecção, categorizando como o achado foi identificado. Essa informação contribui para avaliação mais detalhada do fluxo diagnóstico e da efetividade dos diferentes métodos de imagem.

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Referências Bibliográficas 

  1. AMERICAN COLLEGE OF RADIOLOGY. ACR BI-RADS® Manual: What’s New – BI-RADS v2025. Reston, VA: American College of Radiology, 2025.

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