Cefalohematoma: o que é, causas e muito mais!

Cefalohematoma: o que é, causas e muito mais!

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O que é cefalohematoma?

Cefalohematoma é uma lesão que pode ocorrer durante o nascimento do bebê e forma-se por conta de uma hemorragia sob o periósteo de algum dos ossos do crânio. Geralmente, as hemorragias são unilaterais e bem delimitadas, respeitando as linhas das suturas cranianas.

O cefalohematoma não costuma ocorrer de maneira espontânea e pode surgir devido ao uso de fórceps durante o trabalho de parto ou pela assistência necessária ao parto com feto em apresentação pélvica. 

É uma condição com bom prognóstico, já que normalmente regride espontaneamente no período de 4 a 6 semanas, sem necessidade de intervenção médica, como punção do local. 

Cefalohematoma calcificado

O cefalohematoma calcificado é uma complicação do cefalohematoma que ocorre quando não há uma adequada reabsorção do sangue. Assim, inicia-se uma calcificação pelas margens do periósteo que podem levar a deformações na cabeça. O tratamento cirúrgico pode ser indicado com finalidade de correção estética e tem excelentes resultados. 

Outras complicações que podem decorrer da presença do cefalohematoma no recém-nascido são a anemia e a hiperbilirrubinemia, que geralmente se resolvem naturalmente com a melhora da lesão. 

Diferença entre cefalohematoma e bossa

A bossa serossanguínea, também conhecida como caput succedaneum, é o acúmulo de líquido serosanguinolento na região subcutânea do couro cabeludo. Ela ocorre por conta da pressão exercida pelo útero e canal de parto na cabeça do bebê durante a passagem no trabalho de parto. 

Diferentemente do cefalohematoma, sua causa costuma ser espontânea, pois decorre da evolução natural do trabalho de parto. Além disso, não é bem delimitada, já que ultrapassa as linhas de sutura ósseas por ter localização subcutânea. 

A bossa se resolve poucos dias após o trabalho de parto e sem necessidade de intervenções. Mesmo que tenha grande extensão, não traz prejuízos ao recém-nascido. 

Hemorragia subgaleal

Uma condição rara e potencialmente mais grave e que não deve ser confundida com a bossa serossanguínea, ou mesmo com o cefalohematoma, é a hemorragia subgaleal. Trata-se de um acúmulo de sangue entre a gálea aponeurótica e o periósteo. 

A hemorragia subgaleal resulta de um trauma mais relevante durante o trabalho de parto – como uma fratura óssea, por exemplo – e pode aparecer algumas horas após o trabalho de parto. Pode levar a uma perda maciça de sangue e, consequentemente, ao choque hipovolêmico do bebê.

Assim, é necessário que o tratamento seja iniciado o mais rápido possível, a fim de prevenir uma evolução desfavorável. Dessa maneira, é preciso fazer reposição de volume com soro fisiológico e, eventualmente, administrar compostos de eritrócitos. 

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